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NA CONTRAMÃO: Enquanto Governo do RN reduz comida para população carente no Restaurante Popular, estados vizinhos ampliam programas assistenciais

Foto: Ilustrativa

Recentemente o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por intermédio da SETHAS, surpreendeu a todos, com a adoção de procedimento, no mínimo, desconforme com a realidade da nossa população mais carente.

Objetivando a realização da nova licitação do Programa Restaurante Popular, endereçou a diversas empresas uma pesquisa mercadológica na qual reduz, pasmem, em 38% o quantitativo atual das refeições servidas no referido programa.

Como virou praxe a comparação do nosso Estado com a Paraíba, especialmente no tocante a atuação do poder público, onde notadamente a evolução do nosso vizinho é clara, enquanto aqui se vislumbra cada vez mais atraso, vamos trazer posições, atuações e decisões totalmente antagônicas no que se refere o atendimento à população mais carente, conforme pesquisa realizada pelo Blog do BG.

Como já trouxemos anteriormente, o Governo da Professora Fátima Bezerra vem reduzindo de maneira abrupta o número de beneficiários do Programa Restaurante Popular. No início da atual gestão, houve uma redução linear de 25% das refeições em todas as unidades do programa, o que agora tende a piorar com a pesquisa mercadológica lançada onde esse número cai em mais 38%, em média.

Ao inverso e visando atender quem mais precisa, o Governo da Paraíba, sensibilizado com a situação da população carente no período da pandemia, não só ampliou em 5.000 refeições diárias o Programa correlato existente por lá, como criou e lançou o “Tá na mesa”, uma ação de caráter emergencial com o objetivo de promover assistência alimentar aos segmentos mais vulneráveis da população em 83 municípios, onde serão fornecidas 25.100 refeições diárias, no valor simbólico de R$ 1,00, com um investimento que ultrapassa os R$ 4 milhões mensais.

Outros Estados da Federação, principalmente os do Nordeste, também ampliaram a oferta de refeições por intermédio dos seus programas específicos de Assistência Social. Contrariando todo esse cenário, o Governo do RN reduz a quantidade de refeições a serem servidas para os mais necessitados, podendo deixar literalmente sem alimento quase 29 mil pessoas.

Interessante é que nesse último ano de pandemia, o número de pessoas carentes cresceu, enquanto que a oferta de refeições vai cair ainda mais….


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