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Brasil vence Chile com um a menos e vai as semi da Copa América

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

A vitória por 1 a 0 – que levou o Brasil às semifinais contra o Peru – teve a entrada decisiva de Lucas Paquetá, com presença de área, força e técnica no gol das quartas contra o Chile. Teve o papel fundamental de Richarlison e Gabriel Jesus, este expulso em jogada muito infeliz – mesmo sem intenção, é preciso calcular o risco do salto com o pé tão alto, que terminou com cartão vermelho.

Claro que teve a contribuição do quarteto defensivo – o que inclui Renan Lodi bem mais prudente no apoio – e, como sempre, de Neymar, com muita entrega – um pouco de fome, é verdade – e a qualidade incrível para prender bola e transformar lances.

Mas teve o toque de Casemiro. Não só pela trivela que levou a bola à área no gol de Paquetá. Longe de ser apenas a imagem do antigo cabeça de área, apenas destruidor de jogadas, o volante, muitas vezes, para soltar os quatro atacantes na frente e ao menos um dos laterais, planta os pés no círculo central.

Aquela qualidade e refino com a bola que muitas vezes no seu início no São Paulo foi confundida com marra e certa preguiça tática, apareceu mais contra o Chile. Além do lance do gol, Casemiro se aproveitou da rapidez de Fred, que fez boa partida como formiguinha ao lado do número 5, e pegava a rebarba para ligar contra-ataques.

Via: GE

Copa América

Com gols de Marquinhos, Neymar e Gabigol, Brasil vence a Venezuela na estreia da Copa América

O Brasil estreou com vitória na Copa América. Na noite deste domingo, a Seleção bateu a Venezuela por 3 a 0, no Estádio Mané Garrincha, e deu início à caminhada rumo ao décimo título da competição. Os gols da vitória brasileira foram marcados por Marquinhos, Neymar, de pênalti, e Gabigol, no apagar das luzes. Nos 45 minutos iniciais, Richarlison também balançou a rede, mas estava impedido e teve o gol anulado corretamente pela arbitragem.

Com a vitória, o Brasil aparece na ponta do Grupo B com três pontos, enquanto a Venezuela está em último. Este panorama ainda pode mudar com os jogos que encerram a primeira rodada da Copa América. As duas seleções voltam a campo pela competição na próxima quinta-feira, pela segunda rodada. Às 18h, a Venezuela terá a Colômbia pela frente no Olímpico, em Goiânia. Às 21h, a Seleção enfrenta o Peru, no Nilton Santos.

Desde os primeiros minutos, o Brasil passou a controlar as ações da partida e sofreu pouco perigo nos 45 minutos iniciais. Após desperdiçar oportunidades com Richarlison, duas vezes, e Militão, o gol brasileiro saiu aos 22 minutos. Neymar cobrou escanteio, a bola desviou no meio do caminho e sobrou para Marquinhos, que finalizou de canhota, como um centroavante, e abriu o marcador. Três minutos depois, Richarlison recebeu cruzamento de Neymar e mandou para a rede, mas o bandeira assinalou impedimento, que foi bem marcado. Antes do fim da primeira etapa, a Seleção ainda teve mais chances com Neymar e Richarlison, mas não conseguiu ampliar.

Tite fez mudanças no intervalo. Everton Ribeiro e Alex Sandro foram para o jogo. E o Brasil seguiu no ataque desde os primeiros movimentos da segunda etapa. Aos sete, após grande jogada de Gabriel Jesus, Neymar não alcançou a bola na pequena e perdeu a possibilidade de fazer o segundo do Brasil. Aos 16, Danilo sofreu pênalti de Cumaná. Neymar cobrou com categoria e aumentou a vantagem brasileira. Após o segundo gol, Gabigol foi chamado, e a Seleção seguiu buscando o ataque, principalmente com o atacante e o camisa 10. Antes do fim, Vinícius Júnior e Fabinho também entraram e puderam ver de dentro de campo a dupla de ataque do Brasil construir o terceiro gol: após jogada de Neymar, Gabigol fechou o placar por 3 a 0.

Fonte: GE

Copa América

Conmebol tira Copa América da Argentina por agravamento da pandemia

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou neste domingo (30) que suspendeu a realização da Copa América de 2021 na Argentina. Em publicação no Twitter, o perfil oficial da entidade disse que “analisa a oferta de ouros países que mostraram interesse em abrigar o torneio continental” e que a decisão foi tomada “em atenção às circunstâncias presentes”.

Por “circunstâncias presentes”, leia-se agravamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na última quinta-feira (27), segundo o governo da Argentina, foi registrado um recorde de 41.080 novos casos diários no país. Ainda neste domingo (30), horas antes do anúncio da Conmebol, o ministro do Interior, Wado de Pedro disse no Twitter, que considerando “a situação sanitária de todas as jurisdições, em particular as de Buenos Aires, Tucumán, Mendoza, Córdoba e Santa Fe”, seria “muito difícil” ter a Copa América em território argentino.

Segundo o Ministério da Saúde da Argentina, o país está com 76,5% dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) ocupados. Desde o início da pandemia, em março do ano passado, são 3.753.609 casos e 77.456 mortes pelo novo coronavírus.

Inicialmente, a Copa América seria realizada, de forma conjunta, por Argentina e Colômbia. Este último foi retirado da organização por conta da onda de protestos sociais no país. Caso a Conmebol encontre uma nova sede e mantenha o calendário inicial, a competição deverá começar em 13 de junho. Vale lembrar que, por consequência da covid-19, Austrália e Catar, que disputariam o torneio como convidados, declinaram da participação.

Fonte: Agência Brasil

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