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Rio Grande do Norte

RN tem 1.894 mortes por Covid-19; infectados pela doença são 52.030

Dados foram atualizados pela Sesap nesta segunda-feira (3)

O Rio Grande do Norte contabiliza 1.894 óbitos por Covid-19, de acordo com os dados da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), divulgados nesta segunda-feira (3), sendo 1 registrado nas últimas 24 horas. Outros 219 estão sob investigação. O estado tem 52.030 casos confirmados da doença.

Ainda segundo a Sesap, são 62.525 casos suspeitos e 82.553 casos descartados. Há 429 pacientes internados, dos quais 225 estão em leitos críticos e 204 em leitos clínicos. A fila de regulação soma 10 pessoas, sendo 5 à espera de leitos clínicos e 5 aguardando transporte sanitário.

Taxa de transmissibilidade

A taxa de transmissibilidade (Rt) no estado ainda é uma preocupação para as autoridades de Saúde do RN. O índice geral está em 0,96%. Entretanto, vários municípios apresentam uma taxa bastante elevada de contaminação. Segundo a Sesap, são 77 cidades em zona de perigo, com Rt acima de 2. Outras 55 apresentam Rt variável, entre 0,1 e 2. Na zona neutra estão apenas dois municípios.

Dentre as cidades cuja Rt apresenta índices elevados estão Pau dos Ferros e São Gonçalo do Amarante(ambas com uma taxa de 5%), Caicó (1,73%), Mossoró (1,25%), Macaíba (1,24%), Parnamirim (1,21%) e Santa Cruz (1,08%).

Desses municípios, Caicó registrou recentemente aumento na taxa de incidência, assim como Santa Cruz, que, segundo a Sesap apresentou discreta elevação. Natal tem uma Rt de 1%.

Leitos

A taxa de ocupação geral dos leitos destinados a tratar a Covid-19 no Rio Grande do Norte está em 64%, distribuída da seguinte maneira:

  • Mossoró: 98%
  • Seridó: 76%
  • Grande Natal: 67%
  • João Câmara: 40%
  • Pau dos Ferros: 33%
  • São José de Mipibu: não há ocupação
Agora RN
Rio Grande do Norte

Com taxa de transmissão elevada, Covid-19 avança no interior potiguar

Rio Grande do Norte tem 77 cidades com taxa transmissão incluídas na “Zona de Perigo”, quando há descontrole no contágio para a Covid-19

A Covid-19 se consolidou entre os municípios das regiões Oeste e Central do Rio Grande do Norte. Dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) mostram que em 77 cidades potiguares a taxa de contágio (Rt) brasileira está acima de 2, o que significa crescimento descontrolado da infecção. A taxa indica para quantas pessoas em média cada infectado pela Covid-19 transmite o patógeno.

Do total de cidades com o Rt acima de 2, segundo o levantamento, um total de 44 têm a taxa estabelecida em 5 ou acima disso. A pior cidade neste quesito – e que lidera o ranking desde julho – é a cidade de Rafael Godeiro, na região Oeste. O município tem uma taxa de 6,13. Isso significa que o individuo contaminado na cidade pode transmitir o vírus para mais de 6 de pessoas saudáveis.

As 77 cidades com o Rt acima de 2, de acordo com o Lais, estão dentro dos critérios de “Zona de Perigo”. Natal não faz parte desta lista. A capital potiguar tem a taxa de transmissibilidade estima em 1. Desta forma, o município está dentro da “Zona Segura”. Entretanto, a maior parte dos municípios que compõem a Região Metropolitana tem taxa de transmissão acima de 1.

Os destaques negativos da Região Metropolitana são os municípios de São Gonçalo do Amarante, cuja taxa é de 5, ou seja, uma pessoa contaminada transmite para outras 5 pessoas. Outra cidade com Rt elevado é São José de Mipibu que também tem taxa de 5.

No entanto, de acordo com o estudo, os municípios que compõem a região do Alto Oeste estão quase todos incluídos nas áreas de risco ou de perigo. A única exceção é o município de São Miguel, que tem Rt 0,88.

Na região do Seridó, o município de Caico, que já registra aumento na incidência de infecções, a taxa de transmissibilidade chega a 1.63. Em Santa Cruz, na região Trairi, a transmissibilidade é de 1.08. Em Mossoró, atinge 1.25. As três cidades estão na Zona de Risco, quando o Rt está acima de 1,03. Isso implica que não há controle no avanço da infecção. Em contrapartida, a cidade com a menor taxa de transmissibilidade do Estado é São Tomé, na região Agreste, que tem o Rt de 0,36. O número surpreende, pois a cidade é cercada por municípios que estão na Zona de Perigo, como Caiçara do Rio do Vento e Ruy Barbosa que têm o Rt acima de 4.

A taxa é uma das maneiras de medir a propagação de uma epidemia e de projetar futuros cenários. O temor é de uma aceleração nos número de casos confirmados em todo o Estado. “A pandemia não passou. Por isso fazemos mais uma vez o chamamento para todos mantermos as medidas de precaução. Não é hora de relaxar. As medidas protetivas precisam ser mantidas pela população, pelos empresários e pelos municípios. O Governo continua disponível para apoiar as prefeituras nas ações locais de proteção e assistência à população”, afirmou Alessandra Luchesi, Subcoordenadora de vigilância sanitária da Secretaria de Estado da Saúde Pública.

RN acumula 52 mil casos confirmados de Covid-19, aponta Sesap

O Rio Grande do Norte alcançou a marca de 52.030 casos confirmados da Covid-19 nesta segunda-feira (31), segundo dados da Secretaria do Estado de Saúde Pública (Sesap). O Estado já soma 1.894 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, a taxa de ocupação dos hospitais ficou em 59,87% para os leitos críticos nesta segunda-feira. Em números absolutos, o Estado tem 182 leitos ocupados dos 304 disponíveis.

A redução da taxa de ocupação dos leitos tem refletido no índice de isolamento social dos potiguares. Os dados da empresa In Loco mostram que 37,64% dos potiguares respeitaram o isolamento social no sábado, dia 1º de agosto. Já o domingo (02), o índice foi de 45,2%. Autoridades avaliam que para garantir cenário seguro para impedir o contágio pelo novo coronavírus, o índica precisa ficar acima dos 60%.

O Brasil notificou nas últimas 24 horas 561 mortes em decorrência do novo coronavírus, informou nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde.

O total de óbitos pela doença no País chegou a 94.665. Já os casos registrados subiram 16.641 no período, para 2.750.318 contaminações. O Estado de São Paulo segue como o mais afetado pela doença no País. São ao todo 560.218 casos registrados e 23.365 mortes informadas. O Estado do Rio de Janeiro registrou 13.604 mortes em função do coronavírus.

Em todo o mundo, o Brasil é o segundo país com mais casos e óbitos por covid-19, atrás somente dos Estados Unidos. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC, na sigla em inglês), 4.649.102 pessoas foram contaminadas pelo vírus (47.576 registradas nas últimas 24 horas) e 154.471 perderam a vida (469 notificações a mais do que ontem).

Por Jalmir Oliveira
Rio Grande do Norte

No primeiro semestre, RN registra a segunda maior queda de arrecadação do Brasil

Ilustrativa

Em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, os estados brasileiros atravessaram o primeiro semestre de 2020 com uma queda na arrecadação de R$ 16,4 bilhões em comparação com o mesmo período do ano passado.

Levantamento da Folha com base nos relatórios de execução orçamentária dos estados aponta que, das 27 unidades da federação, 20 registraram queda na arrecadação nos primeiros seis meses deste ano. Seis estados e o Distrito Federal tiveram arrecadação maior que no ano passado, com destaque para Mato Grosso e Amapá.

Ao todo, os estados tiveram uma receita com impostos, taxas e contribuições de R$ 251 bilhões entre janeiro e junho de 2020 contra R$ 267,6 bilhões no mesmo período de 2019, em valores atualizados pela inflação; uma queda de 6%.

Especialistas apontam que não há paralelo de baque tão grande no cofre dos estados na história recente do país. O resultado já é pior do que o obtido nas crises de 2008 e 2015.

“Os estados seguem sofrendo bastante com a dinâmica de suas receitas próprias, dado que o isolamento social afetou diretamente a arrecadação de ICMS, principal tributo estadual”, avalia Juliana Damasceno, pesquisadora do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Em geral, o impacto da perda de receita dos estados só não será pior por causa da aprovação das medidas de auxílio financeiro do governo federal aos estados e municípios. Estados e DF receberão, juntos, R$ 22,3 bilhões.

Os estados da região Nordeste, como Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe, tiveram uma forte perda na arrecadação com o ICMS. O mesmo aconteceu em estados do Sul, que têm uma economia mais voltada para o comércio de bens.

O Rio Grande do Norte teve a segunda maior queda percentual do Brasil de arrecadação na diferença entre o 1º semestre de 2019 e o 1º semestre de 2020, 15% de diferença negativa.

Folha
Rio Grande do Norte

Comitê Estadual para Covid-19 avalia que não é seguro retomar aulas no RN

O retorno prematuro de alunos às salas de aula no Rio Grande do Norte não é seguro e pode, inclusive, causar aumento nos casos infecção pelo novo coronavírus. A avaliação é do Comitê Científico Estadual de Enfrentamento à Covid-19, que atua forma consultiva para as decisões do Governo do Rio Grande do Norte relacionadas com a pandemia. O colegiado emitiu parecer nesta quinta-feira (30) recomendando que as atividades escolares, sejam em instituições públicas ou privadas, permaneçam suspensas em todo o Estado.

Ainda de acordo com o comitê estadual, os cientistas ressaltam que o retorno às salas de aula deverá ocorrer apenas quando for verificado baixo risco de contágio entre os integrantes da comunidade escolar – pais, alunos, professores e demais trabalhadores da educação. “Não é possível iniciar as aulas neste momento, pois não é seguro para os trabalhadores da educação, bem como para toda a comunidade escolar, alunos e familiares”, traz a recomendação feita ao governo estadual.

Segundo os cientistas, a precipitada abertura de escolas poderia impactar a taxa de isolamento social em todo o Rio Grande do Norte. Em Natal, a retomada das aulas em escolas privadas estava prevista para o dia 10 de agosto. Já a rede estadual discutia retorno no dia 17 do mesmo mês. Após protestos de pais, professores e entidades ligadas à educação, as datas foram abandonadas.

O temor dos cientistas é o eventual aumento da circulação de alunos, professores e demais trabalhadores da educação, de pais e responsáveis, e de prestadores de serviços relacionados com a atividade escolar – como transporte público e particular –, possa gerar novas ondas de aumento de casos da Covid-19.

“Neste contexto que ainda requer cautela e maior observação da evolução dos indicadores epidemiológicos, o retorno das atividades escolares pode representar um forte impacto sobre a circulação de pessoas e, consequentemente, sobre os níveis de transmissão da Covid-19. Somado ao expressivo contingente de matriculados no Ensino Básico no RN das redes estadual, municipal, federal e privada (superior a 800 mil) há de se considerar a indução a uma movimentação ainda maior de pessoas da comunidade escolar e fora dela”, pontuou o documento.

O comitê também apontou que 17% dos domicílios potiguares são coabitadas por crianças de 6 a 14 anos e pessoas com mais de 60 anos, segundo levantamento feito pelo IBGE em 2018. O contingente é semelhante ao que foi publicado pelo Agora RN, em 27 de julho, que apontava para o potencial risco para 212 mil potiguares. O grupo é formado por idosos e os adultos com problemas crônicos de saúde que convivem diariamente com crianças e adolescentes em idade escolar. A quantidade de pessoas que ficará exposta ao novo coronavírus foi calculada por análise da Fiocruz com base na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O comitê científico considera, ainda, que não há vacinas nem medicamentos com comprovação científica que possibilitem a cura para a Covid-19. Desta forma, é necessário manter níveis de isolamento social abaixo dos 40% com o objetivo de mitigar a probabilidade de infecção.

Outro problema apresentado pelos cientistas é que, além dos casos de infecção pelo novo coronavírus, as crianças e adolescentes podem ser afetados com um problema de saúde associado à Covid-19. O alerta é sobre a possibilidade que os menores de idade sofram com a chamada Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), com características semelhantes às observadas na síndrome de Kawasaki.

“O espectro clínico da SIM-P é ainda desconhecido, mas são relatadas manifestações sindrômicas caracterizadas por febre persistente acompanhada de um conjunto de sintomas que podem incluir hipotensão, comprometimento de múltiplos órgãos e elevados marcadores inflamatórios”, encerra a nota.

Rede estadual de ensino não tem data para retorno das atividades

O Comitê Setorial da Educação do Governo do Rio Grande do Norte iniciou os trabalhos para elaborar protocolos para a retomada das aulas presenciais na rede pública de ensino. As regras são para as áreas pedagógica, normativa e de biossegurança.

Segundo o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Getúlio Marques, o ano letivo será retomando ainda neste semestre, mas não deu detalhes de quando isso será feito. “O ano está comprometido, mas não perdido. Estamos fazendo todos os esforços para que não se perca o ano letivo de 2020”, afirmou.

Getúlio Marques informou que a Secretaria Estadual de Educação está trabalhando com ciclos e no retorno a atividades presenciais fará avaliações de nível de cada aluno, um trabalho de nivelamento e demais análises para assegurar a regularidade dos conteúdos.

Ainda segundo ele, o Estado não apresenta condições sanitárias que permitam a retomada das aulas presenciais em escolas públicas e privadas. Até o início desta semana, a pasta tinha a expectativa de reiniciar o ano letivo a partir de 17 de agosto. No entanto, ainda na quarta-feira (29), a governadora Fátima Bezerra disse que a data está descartada. “As condições para retornar dia 17 agosto não são favoráveis. É preciso aguardar uma melhoria mais efetiva no quadro da pandemia para voltarmos com segurança. Precisamos esperar o momento certo para voltar, mas não será antes do final de agosto. Mas só retornaremos com segurança”, disse.

Cidades têm aumento da taxa de contágio no RN

Mais de dois milhões de potiguares moram em áreas consideradas de perigo de contágio da Covid-19. Ao todo, segundo dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais), ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Estado tem 133 municípios com taxa elevada de transmissão da doença.

Ao se comparar com o estudo do último dia 23 de julho, de acordo com o Lais, houve um acréscimo de 22 cidades à zona de perigo. Um local é considerado com taxa elevada de transmissibilidade quando o valor, também conhecido com Rt, está acima de 1,03.

Por conta deste aumento, o taxa de Rt do Rio Grande do Norte passou de 1,03 para 1,15 em apenas sete dias. O número significa que uma pessoa infectada com o novo coronavírus pode infectar mais de uma pessoa.
Com a taxa em 1,15, por exemplo, um contingente de 100 pessoas pode transmitir o vírus para outras 115.

O levantamento aponta para uma interiorização cada vez maior da doença no Rio Grande do Norte. A grande preocupação é com relação às regiões de saúde de Assu, Mossoró, Pau dos Ferros e Caicó, que apresentam taxas de transmissibilidade elevadas de 1,12, 1,28, 1,40 e 1,21, respectivamente.
Ainda de acordo com os números, as três cidades com as maiores taxas de Rt são Rafael Godeiro (6,13), Venha-Ver (5,96) e Taboleiro Grande (5,71).

Com os números da líder no ranking, o município de Rafael Godeiro, por exemplo, uma pessoa infectada pode repassar o vírus para mais de 6 pessoas. O resultado mostra aumento exponencial dos casos da doença no município.

Por Jalmir Oliveira
Rio Grande do Norte

Turismo já acumula perda de R$ 122 bilhões no faturamento

Turistas aproveitam praia de Pipa, no litoral sul do Rio Grande do Norte, em foto de arquivo

As atividades turísticas registraram alta de 6,6% em maio ante abril, segundo dados do setor de serviços divulgados na sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas isso não impediu que, de março a junho, na esteira da pandemia de Covid-19, o turismo acumulasse uma perda de R$ 121,97 bilhões no faturamento, conforme estudo da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A alta de maio foi insuficiente para resgatar as atividades turísticas do fosso em que caíram com o pandemia. Conforme o IBGE, o avanço de 6,6% em maio se seguiu a um tombo de 68,1% em março e abril. Na comparação com maio de 2019, as atividades turísticas seguiram em forte queda, de 65,6%. O IBGE destacou o transporte aéreo, restaurantes, hotéis, transporte rodoviário coletivo de passageiros e serviços de bufê como os negócios mais atingidos pela pandemia.

Para chegar à estimativa de perdas de faturamento entre março e junho, a CNC usa dados do IBGE e de outras fontes para calcular o faturamento mensal do setor, comparando sempre com o faturamento médio mensal de antes da pandemia, ou seja, de janeiro e fevereiro deste ano. Os dados preliminares de junho apontam para um faturamento R$ 34,18 bilhões abaixo da média mensal do início do ano. Somados com as diferenças registradas em março, abril e maio, chega-se aos R$ 121,97 bilhões.

Agora RN
Policial » Rio Grande do Norte

Polícia prende ex-vereador condenado por estupro de vulnerável em Tangará

Crime teria acontecido em Bom Jesus

Policiais civis da Delegacia Municipal de Macaíba prenderam, nesta quinta-feira (16), Ambrósio Lucas da Silva, 68 anos. A prisão aconteceu, no município de Tangará, em cumprimento a um mandado de prisão decorrente de sentença condenatória, pela prática do crime de estupro de vulnerável. Ele foi condenado pela Justiça a uma pena de sete anos.

De acordo com investigações, Ambrósio Lucas, que é ex-vereador da cidade de São Bento do Trairí, teria abusado sexualmente uma adolescente de 13 anos, no ano de 2006, no município de Bom Jesus. Ele já havia sido preso anteriormente, no ano de 2008, durante a apuração do crime, quando sugiram denúncias de outros supostos crimes sexuais atribuídos a ele.

No entanto, após permanecer 64 dias preso, o acusado teria conseguido fugir. Ambrósio Lucas foi recapturado na manhã desta quinta-feira (16), conduzido até a delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando denúncias anônimas sobre crimes e foragidos da justiça pelos números 181 ou pelo 98114-4042 (Delegacia Municipal de Macaíba).

Agora RN
Rio Grande do Norte

Obras em rodovias federais no RN serão concluídas só em 2022

DNIT segue com as obras de construção da estrutura do viaduto principal e o acesso aos viadutos no Gancho de Igapó

Importantes rodovias federais do Rio Grande do Norte seguem sendo reformadas durante o período de pandemia. As obras do Complexo Viário do Gancho de Igapó, da BR-304 (reta Tabajara) e da BR-101 (sentido Parnamirim – Natal) seguem a pleno vapor, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). As três obras têm, ao todo, o custo total de R$ 478 milhões e a previsão é que sejam entregues entre 2021 e 2022.

Ainda de acordo com o DNIT, a duplicação da BR-304 (reta Tabajara) está com 35% da sua obra concluída e tem previsão de entrega para dezembro de 2021. Faltam as vias marginais do trecho da rodovia duplicado, executar camada de concreto na nova pista, restaurar a pista simples e o viaduto na travessia de Macaíba. Até o momento, foi realizada a construção de quatro viadutos; pontes marginais do Rio Jundiaí e pistas principais foram restauradas.

O Complexo Viário do Gancho do Igapó está com 32,07% de execução do seu contrato. Falta o içamento das 49 vigas, construção da estrutura do viaduto principal e o acesso aos viadutos.

A construção do viaduto principal sobre a BR-101 tem o prazo de conclusão até março de 2021. Já a data final para a entrega da obra completa está prevista para março de 2022.

Já sobre as obras complementares e remanescentes da BR-101, atualmente estão sendo construídas a zona de passeio público, com sistema direcional para deficientes. Além disso, serão feitos o paisagismo para melhorar a estética do local e a sinalização horizontal e vertical. O DNIT já também iniciou a implantação de passarelas para pedestres localizadas na Rua Barão de Lucena (Atacadão) e na Rua Maria Dolores (Leroy Merlin). A previsão da conclusão da obra é em julho de 2021.

Por Ana Lourdes Bal
Rio Grande do Norte

Bares e restaurantes do RN poderão vender bebidas alcoólicas a partir do dia 5 de agosto

Ilustrativa

A partir do dia 5 de agosto, bares e restaurantes poderão funcionar em todo o estado, inclusive com a venda de bebidas alcoólicas. A autorização está na Portaria Conjunta nº 15/2020, publicada no dia 27 de julho, pelo Gabinete Civil e Secretarias Estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Saúde, e se refere aos segmentos do grupo Alimentação II, especificados na Fração 1 da Fase 3 do Plano de Retomada Gradual da Economia do Estado. Os estabelecimentos contemplados neste momento são os restaurantes, lanchonetes e food parks, com área acima de 300m², além dos bares e barracas de praia.

O documento traz observações especificas para os setor de foods park, que não poderão dispor de mesas e cadeiras em espaço superior a 300 m² para facilitar a sanitização e controle de acesso pelos usuários; e também devem indicar obrigatoriamente um responsável pelo empreendimento, que aplicará e fiscalizará a adoção do protocolo, respondendo perante aos órgãos de controle e fiscalização. Caso não seja identificado o responsável legal, os órgãos de fiscalização poderão determinar o esvaziamento e fechamento do espaço imediatamente.

Os bares e as barracas de praia também têm orientações particulares. Devem obedecer ao distanciamento mínimo de 2 metros entre as mesas, reforçando a higienização das mesmas e repetindo o procedimento para cada mesa encerrada e antes de receber novos clientes; e respeitar o limite máximo de 4 pessoas por mesa. O cliente somente poderá retirar a máscara para realizar as refeições.

Fecomércio disponibiliza protocolos para impressão

Além disso, os estabelecimentos devem seguir todos os protocolos (gerais e específicos) já divulgados pelo Executivo estadual para os setores que compõem o grupo Alimentação II e Bares, que podem ser acessados na plataforma criada pela Fecomércio RN, através do endereço fecomerciorn.com.br/cuidandodorn.

No site, o empresário pode pesquisar o protocolo do seu segmento, personalizar com os dados da sua empresa.

O passo seguinte é enviar o documento preenchido para o e-mail analiseprotocolo@fecomerciorn.com.br e aguardar a validação da Fecomércio, que é praticamente imediata. Após o retorno da Federação, com o protocolo já referendado pela entidade, os empreendedores deverão imprimir o protocolo personalizado e deixar em local de fácil acesso e visualização em seu estabelecimento, podendo, inclusive, apresentá-lo em caso de fiscalização realizada pelos órgãos públicos.

Em caso do não cumprimento das regras, o estabelecimento está sujeito a interdição até a adequação às normas sanitárias. O responsável legal do estabelecimento poderá ser responsabilizado na esfera penal por crime contra a saúde pública.

Agora RN
Rio Grande do Norte

Governadora Fátima diz que retorno de aulas presenciais no RN só se dará “em ambiente seguro”

A declaração foi publicada nas redes sociais da governadora na manhã deste sábado

O retorno às atividades presenciais das escolas do Rio Grande do Norte só se dará se houver um “ambiente seguro” para a reabertura, o que depende, segundo a governadora Fátima Bezerra (PT), “da evolução das condições da pandemia” de Covid-19.

A declaração foi publicada nas redes sociais da governadora na manhã deste sábado (25). Um decreto estadual de 30 de junho fixa o dia 17 de agosto como data de uma possível retomada.

De acordo com o post deste sábado, esta retomada obedecerá aos protocolos de biossegurança adotados pelo RN. A continuidade da interrupção das atividades, portanto, não está descartada. “A suspensão das aulas pode ser estendida novamente, consoante a orientação do Comitê Científico, que deverá se reunir novamente na próxima segunda-feira (27)”, diz a publicação.⁣

Ainda no post, Fátima destacou que grande parte da rede de escolas públicas estaduais do RN promove atividades não-presenciais. “São professores utilizando rádio, TV, internet e material impresso para dar continuidade à aprendizagem dos estudantes”.

Blog do Ismael Medeiros

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