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Currais Novos

Currais Novos e outros municípios do RN podem formar o mais novo geoparque do Brasil

Estabelecido em uma área de 2.800 quilômetros quadrados, o Geoparque Seridó abraça vários municípios.

Uma área pouco explorada e cheia de mistérios. Assim é o Seridó do Rio Grande do Norte, o qual, apesar de ser bastante conhecido por sua gente, queijo e carne de sol, esconde riquezas que estão além do olho comum.

A terra da scheelita carrega em suas costas marcas, imagens e memórias que a constituem um dos lugares únicos no planeta. No coração do Seridó Oriental, uma porção de terra que reúne seis municípios e milhões de anos de história pode se tornar o mais novo geoparque do Brasil e um dos poucos, na América Latina, reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Estabelecido em uma área de 2.800 quilômetros quadrados, o Geoparque Seridó abraça os municípios de Cerro Corá, Lagoa Nova, Currais Novos, Acari, Carnaúba dos Dantas e Parelhas. Cada um desses lugares possui características muito específicas, culturas e comportamentos significativos para constituição dessa região maior, que é o Seridó potiguar. Questões essas que também importam à Unesco na hora do reconhecimento, o que pode acontecer em setembro do ano que vem.

Blog do Ismael Medeiros
Política

Reforma administrativa vai contemplar “números e pessoas”, diz Bolsonaro

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 3, que não há prazo para o envio da reforma administrativa ao Congresso Nacional. Bolsonaro disse que ainda falta um “polimento” final na proposta. A expectativa é que o texto avance em uma nova reunião com sua equipe de governo nos próximos dias.

Uma das preocupação do Planalto é tratar o tema com mais sensibilidade. Bolsonaro disse que assunto não pode estar limitado a números porque esbarra na situação de pessoas que compõem o serviço público no país.

“Vamos discutir o assunto novamente, para dar polimento nela [na reforma], em uma reunião de ministros, acho que dia 19 agora. Queremos uma reforma administrativa que não cause nada de abrupto na sociedade. Não dá para a gente consertar calça velha com remendo de aço. Alguma coisa será remendo, outra será reforma”, disse o presidente.

Segundo Bolsonaro, os ajustes finais vão unificar o que pretende a equipe econômica e o que ele quer, na condição de governante. “Acho que já amadureceu o que a equipe econômica quer. Às vezes a equipe econômica tem algum problema de entendimento conosco porque eles veem números e a gente vê número e pessoas”, comentou.

“A reforma administrativa tem que ser dessa maneira. Não vai atingir 12 milhões de servidores. A reforma é daqui para a frente. Mas como essa mensagem vai chegar junto aos servidores? Temos de trabalhar primeiro a informação para depois nós chegarmos a uma decisão”, acrescentou.

Fundo Eleitoral

Perguntado sobre o Fundo Eleitoral, Bolsonaro ressaltou que se trata de uma decisão de 2017, prevista em lei. Ele afirmou ser “escravo da Constituição” e disse que, como presidente, tem que executar as leis e buscar hamonia entre os Poderes. “O valor [do Fundo Eleitoral] tem de estar de acordo com a legislação, e assim o fez o TSE. Não vi ninguém ser contra o Fundão em 2017. A imprensa inclusive apoiou dizendo que ia acabar com a interferência da iniciativa privada [nas eleições]”, disse.

Ontem (2), ele já havia se comprometido a cumprir o previsto na Constituição, em especial no Artigo 85, que enumera quais atos do presidente podem ser classificados como crimes de responsabilidade, ao atentar contra a Carta Magna. Entre eles estão os atos contra a Lei Orçamentária e contra o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação.

Bolsonaro disse que, como presidente, tem poder limitado e não pode fazer o que bem entender. “Tenho balizas. Fiz juramento de respeitar a Constituição. Sou apenas executor da Constituição e das leis”, concluiu.

Agência Brasil
Internacional

Trump diz que morte de general foi para parar uma guerra, não começar

O presidente Donald Trump fez um pronunciamento na noite de ontem (3) em que disse que o ataque dos Estados Unidos que resultou na morte, no Iraque, do general Qassem Soleimani, um militar de alta patente do Irã, foi uma ação para parar e não para começar uma guerra. A morte de Soleimani causou tensão na sexta-feira entre líderes mundiais devido ao risco da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Durante o pronunciamento, Trump classificou Soleimani como “o terrorista número 1 do mundo” e disse que o iraniano estava planejando ataques terroristas contra diplomatas e militares norte-americanos. “Sobre nossa política contra terrorista que ameaçam ou pretendem ameaçar qualquer americano, nós vamos encontrá-lo e eliminá-lo”, disse o presidente.

Trump responsabilizou Soleimani pelos ataques a alvos dos EUA no Iraque, incluindo ataques a mísseis e o ataque à embaixada em Bagdá. “Soleimani perpetuou atos de terrorismo para desestabilizar o Oriente Médio pelos últimos 20 anos”.

O presidente disse que o ataque que resultou na morte de Soleimani deveria ter sido feito há muito tempo. “Muitas vidas teriam sido salvas. Recentemente Soleimani liderou a repressão brutal contra protestos no Irã em que mais de mil civis inocentes foram torturados e mortos pelo governo errado.”

Trump disse ter um profundo respeito pelo povo iraniano e que não procura uma mudança de regime. “Entretanto o uso do regime iraniano de ações para desestabilizar seus vizinhos deve acabar e deve acabar agora. O futuro pertence ao povo do Irã, àqueles que procuram coexistência pacífica e cooperação, não os terroristas lordes da guerra”.

Agência Brasil
Diversos

NATAL: Prefeitura vai processar empresa que não forneceu balsa para queima de fogos em Ponta Negra

Queima de fogos na zona Sul aconteceu na Via Costeira, com visibilidade em Ponta Negra

A Prefeitura do Natal anunciou nesta quinta-feira, 2, que vai processar judicialmente a empresa Nacional Norte e Sul Transportes Turísticos – que deveria ter montado uma balsa no mar da Praia de Ponta Negra, de onde seria lançado o show pirotécnico do réveillon 2020 na zona Sul da cidade.

De acordo com a Fundação Capitania das Artes (Funcarte), que organizou os eventos da virada de ano em Natal, a empresa descumpriu o contrato firmado com a Prefeitura e não posicionou a balsa – o que motivou a transferência do show pirotécnico para um terreno na Via Costeira, o que desagradou a quem foi a Ponta Negra assistir à queima de fogos, que é tradicional na praia.

A ação deve ser protocolada na Justiça ainda nesta quinta-feira. Os detalhes da petição ainda não foram divulgados, mas, segundo apurou o Agora RN, o Município deve solicitar da empresa o pagamento de multa de aproximadamente 20% sobre o valor do contrato, isto é, cerca de R$ 42 mil.

Com sede em Salvador (BA), a empresa Nacional Norte e Sul Transportes Turísticos foi contratada pela Prefeitura ao custo de R$ 209 mil para alugar uma balsa de onde seriam acendidos os fogos do ano novo. Segundo a Funcarte, a empresa avisou apenas na sexta-feira, 27, contudo, que não teria condições de cumprir o contrato, por causa de um problema no reboque da balsa até o mar.

Com a desistência da empresa baiana, a Prefeitura teve de levar o show pirotécnico para a Via Costeira. De acordo com a Funcarte, a visibilidade dos fogos não ficou prejudicada, nem em Ponta Negra nem no alto da avenida Engenheiro Roberto Freire, onde se concentram bares e restaurantes.

A queima de fogos em si foi fornecida por outra empresa: a Campina Comércio e Fogos de Artifício. Com sede em Campina Grande (PB), a empresa foi contratada pela Prefeitura ao custo de R$ 998 mil para montar o show pirotécnico tanto em Ponta Negra como na Redinha, na zona Norte da cidade. Este contrato foi integralmente cumprido pela empresa, segundo a Funcarte.

Agora RN
Economia

Tarifa branca de energia em 2020 será ampliada a pequenos consumidores

Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

A maior parte dos consumidores de energia em todo o país terá uma oportunidade de mudar os hábitos e diminuir a conta de luz. Em vigor desde 2018 para grandes consumidores, a tarifa branca de energia será estendida a quase todos os brasileiros em 1º de janeiro.

A tarifa branca consiste na redução do preço da energia fora do horário de pico, também chamado de horário de ponta e envolve três faixas de valores. Nos dias úteis, a cobrança da energia será dividida em três faixas de horário: o horário de ponta (tarifa vermelha), entre o fim da tarde e o início da noite; a faixa intermediária (amarela), uma hora antes e uma hora depois do horário de ponta, e o horário fora de ponta (verde), com custo mais baixo no restante do dia.

Nos fins de semana e nos feriados nacionais, a tarifa de energia sempre será cobrada pelo valor fora de ponta. O modelo começou a ser usado em 2018, para unidades com consumo superior a 500 quilowatts-hora (kWh). Em 2019, passou a ser aplicado em unidades com consumo a partir de 250 kWh.

A mudança não valerá apenas para unidades residenciais consumidoras da subclasse de baixa renda, atualmente tarifadas em condições vantajosas. Esse modelo de tarifação é aplicado em países como Canadá, Austrália, Itália, França e Reino Unido.

Adesão

Cada concessionária de energia estabelece o horário de ponta. Para aderir à tarifa branca, o consumidor precisará formalizar a opção na distribuidora a partir de janeiro. A empresa instalará um novo medidor de energia capaz de registrar o consumo nas diferentes faixas horárias.

O consumidor deverá prestar atenção antes de optar pela tarifa branca. Isso porque a adesão envolve mudanças de hábito, como usar aparelhos que consomem mais energia, principalmente o chuveiro elétrico, fora dos horários de pico. Caso o cliente não preste atenção e mantenha o consumo no horário de ponta, poderá fechar o mês com a conta mais cara.

Confira o horário de ponta das principais distribuidoras de energia:

Cemig – Minas Gerais: 17h às 19h59

Enel – São Paulo: 17h30 às 20h29

Light – Rio de Janeiro: 17h30 às 20h29

CEB – Distrito Federal: 18h às 20h59

CPFL – São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais: 18h às 20h59

CEEE – Rio Grande do Sul: 18h às 20h59

Celesc – Santa Catarina: 18h às 20h59

Coelba – Bahia: 18h às 20h59

Copel – Paraná: 18h às 20h59

Agência Brasil

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