Policial

Potiguares são encontrados após quatro dias desaparecidos em Atibaia

“Todo mundo saltou de alegria, porque ninguém imaginava. Foram quatro dias. A gente já pensava o pior”.
Essa foi a sensação descrita pela estudante Ângela Maria do Nascimento quando recebeu nesta segunda-feira (29) a ligação que informou que o marido dela, José Lieberth, e outros cinco funcionários de um restaurante japonês que estavam desaparecidos em Atibaia, no interior de São Paulo, foram encontrados com vida após quatro dias.

Além de José Lieberth, de 19 anos, outros três eram do Rio Grande do Norte: José Leonardo de Oliveira da Fonseca (Geninho), 25, Josenildo Arruda Gomes, 23, e Wezily Felix da Silva, 22. Os outros dois eram Ismael Barbosa e Deivid José da Silva – um da Paraíba e outro de Pernambuco.

A esposa de José Lieberth contou que recebeu a informação de que eles foram encontrados do próprio patrão dos jovens.

“Ele não disse nada, só disse que todos estavam bem, não estavam machucados. Eles estavam bem de saúde e estavam prestando depoimento na delegacia”, falou.

Depois de quatro dias desaparecidos, seis funcionários de um restaurante de comida japonesa foram encontrados nesta segunda-feira (29) em Atibaia (SP). O caso é investigado pela Polícia Civil e gerou mobilização na cidade.

Os jovens voltaram no início da tarde desta segunda para o alojamento onde moram. Todos estão bem e sem ferimentos.

Em depoimento à Polícia Civil, todos apresentaram a mesma versão, de que estavam bebendo na conveniência de um posto na noite de quinta-feira (25) quando foram convidados a uma festa em uma chácara.

Eles aceitaram o convite, mas disseram que no local não havia sinal de celular e que não tinham como ir embora.

No entanto, a versão não convenceu a Polícia Civil, que investiga a hipótese de que o grupo tenha sido vítima de um sequestro.

“Houve uma série de inconsistências. São jovens, são seis pessoas. Impossível que seis pessoas desapareçam. Que elas tenham a intenção de ir pra mesma festa e que adotem a mesma postura de não comunicarem seus respectivos familiares. Um ou outro, acho que até seria normal. Mas os seis adotarem essa postura, já acho que é um pouco anormal”, disse o delegado Hermes Jun Nakashima, responsável pelo caso.

g1 RN


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