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WhatsApp terá idade mínima necessária para acessar o aplicativo

Aqueles que já possuem o aplicativo, mas não atendem à idade mínima imposta, serão banidos do aplicativo

O WhatsApp está trabalhando em recurso que impõe uma idade mínima necessária para acessar o aplicativo. Segundo informações do WABEtainfo, menores de 13 anos não poderão criar uma conta no app de mensagens, e aqueles que já a possuem, mas não atendem ao novo requisito, serão banidos. Na Europa, o limite será de 16 anos.

A medida visa impedir que crianças tenham acesso a uma conta no aplicativo de bate-papo, a fim de cuidar de seus dados pessoais e também evitar que sejam enganadas por agressores e pedófilos.

O WABEtainfo afirma que a atualização deve chegar em breve, na versão 2.19.222, e se espera que o primeiro sistema operacional a recebê-lo seja o iOS, mas datas específicas ainda são desconhecidas.

Fique ligado no Olhar Digital para saber mais informações sobre quando esta atualização deve chegar ao aplicativo.

Olhar Digital, via Fayer Wayer
WhatsApp

Tirar print de conversas no WhatsApp e compartilhar é crime

FOTO: GIL FERREIRA/AGÊNCIA CNJ

Você costuma tirar print de conversas privadas ou em grupos e compartilhar as imagens com outras pessoas de fora daquele ambiente virtual? Saiba que essa prática é considerada criminosa e pode acarretar em pena de um a seis meses de detenção ou ainda em multa.

“Divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa”, destaca o Artigo 153 do Código Penal Brasileiro.

E não são raros os casos de condenação por esse motivo. Em 2018, um diretor do Coritiba, time de futebol do Paraná, foi condenado a pagar R$ 5 mil, para cada membro de um grupo de WhatsApp, após vazar as conversas privadas.

“O fundamento é sempre o mesmo: aquelas mensagens eram direcionadas para quem estava no grupo. Ao vazar esse conteúdo, gerando danos, o responsável pode responder por danos materiais e morais”, disse Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), em entrevista ao UOL.

Caso você identifique que teve conversas vazadas, o ideal é procurar a polícia e fazer um boletim de ocorrência. Em seguida, o recomendado é procurar ajuda de um advogado.

AGÊNCIA CNJ
WhatsApp

WhatsApp tem instabilidade e não baixa áudio ou faz download de imagens

O WhatsApp está com instabilidade e não baixa áudio na manhã desta quarta-feira (3). O aplicativo para Android e iPhone (iOS), além da versão web do mensageiro, também apresenta falha no download de mídias e imagens. Segundo relatos de usuários no Twitter, o app parou de funcionar por volta de 10h40 de hoje. O site DownDetector, que monitora o funcionamento de serviços online, mostra que o problema atinge principalmente o Brasil, Argentina, Alemanha e outros países da Europa.

Ao tentar carregar uma foto no app, surge a mensagem: “não foi possível transferir a imagem. Tente novamente. Se o problema continuar a acontecer, tente se conectar a uma rede Wi-Fi”. Ainda há reclamações sobre não conseguir fazer o download de mensagens de voz na plataforma. O Instagram e o Facebook também estão com bug no carregamento de mídias. O TechTudo entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, porém não houve resposta até o momento.

TechTudo
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Brasil lidera em temor de fake news e adesão ao WhatsApp

No Brasil, 85% dos usuários de internet respondem se preocupar com o que é notícia verdadeira e falsa, online. Os Estados Unidos não vêm muito atrás, dividindo o sétimo lugar com França e Chile, os três com 67%.

E o Brasil está também no topo da lista dos países em que o WhatsApp se tornou “rede primária para discussão e compartilhamento de notícias”, com 53% usando a plataforma para notícias, seguido por Malásia (50%) e África do Sul (49%).

Os dados são algumas das “revelações mais importantes”, segundo os autores, do Relatório de Jornalismo Digital de 2019 do Instituto Reuters, ligado à Universidade Oxford, divulgado nesta quarta (12).

A pesquisa que embasa o estudo de 156 páginas foi feita pelo YouGov em 38 países, em janeiro e fevereiro, ouvindo via internet cerca de duas mil pessoas em cada um. Os resultados nacionais foram agregados usando cotas representativas por educação, gênero e idade.

O capítulo sobre o Brasil ressalta a “atmosfera de polarização” no ano eleitoral, “culminando com a publicação pela Folha” de reportagem sobre a campanha de bombardeio de mensagens via WhatsApp. “No dia seguinte, o WhatsApp anunciou que havia banido nas semanas anteriores mais de cem mil contas”, registra o estudo.

Também quanto ao Brasil, “os esforços da indústria de jornais para atrair assinantes digitais parecem estar funcionando, com crescimento de 33% para aqueles que têm edições eletrônicas”.

Mas de maneira geral, destaca o Instituto Reuters, o quadro constatado é de estabilidade, com o número de usuários de internet que pagam por notícias nos EUA, por exemplo, se mantendo nos mesmos 16% de 2017.

“Mesmo nos países nórdicos, com maior nível de pagamento por notícias, a grande maioria tem somente uma assinatura online, sugerindo que a dinâmica ‘o vencedor leva tudo’ deva ser significativa”, avalia Nic Newman, principal responsável pelo estudo.

“Em alguns países, uma fadiga de assinatura já pode estar acontecendo, com a maioria preferindo gastar seu orçamento limitado em entretenimento, Netflix, Spotify, em vez de notícias”, acrescenta.

Folhapress
WhatsApp

WhatsApp exibirá propaganda entre os Stories a partir de 2020

O dia que muita gente temia desde a compra do WhatsApp pelo Facebook está prestes a chegar. Ao anunciar os planos de monetização do mensageiro, a empresa afirmou que o aplicativo começará a exigir propagandas aos usuários das versões iOS e Android no ano que vem. Inicialmente, a publicidade aparecerá apenas em meio aos Stories, mais ou menos como acontece hoje no Instagram.

O formato é semelhante, com o anúncio ocupando a tela inteira e com um link de arrastar para cima na parte de baixo, mas a forma de exibição é um pouco diferente. O nome da companhia aparece em destaque, em vez das informações de contato, enquanto o usuário é levado, pelo clique, à página da companhia no serviço de Business do mensageiro. Isso, inclusive, é uma indicação de que apenas clientes corporativos da plataforma poderão usar o sistema de propagandas, pelo menos nessa etapa inicial.

Ao anunciar os planos de monetização do mensageiro, o Facebook também revelou uma maior integração entre o WhatsApp e outras plataformas, mais um movimento que já era esperado há bastante tempo. Propagandas exibidas no Facebook e Instagram poderão levar usuários ao WhatsApp e, possivelmente, vice-versa, aumentando o rol de opções e ferramentas disponíveis para os anunciantes.

Com a adição, chegam também novas funções para os usuários do WhatsApp Business, como a opção de ligar pequenos textos introdutórios a imagens ou arquivos de PDF. Além disso, será possível ver o conteúdo de links e mensagens sobre produtos específicos sem sair do mensageiro, ampliando o uso da plataforma para vendas e demonstrações, enquanto o usuário é levado para fora dela somente se quiser ver mais informações ou um catálogo completo (que também pode ser disponibilizado diretamente no app, para maior comodidade dos clientes) a partir do site oficial.

Essa integração também significa que o WhatsApp passará a ser integrado ao rol de opções de negócios do Facebook como um todo, sendo vendido como uma opção a mais de publicidade para os anunciantes da plataforma. Da mesma maneira, a partir de aplicativos de gestão, será possível controlar todos os anúncios nas redes sociais da companhia, com relatórios especializados sobre a performance das propagandas em cada uma das plataformas.

O anúncio das novidades foi feito durante uma conferência de marketing do Facebook, que acontece anualmente e, em 2019, rolou nesta semana. Apesar de ter confirmado uma previsão, a empresa não deu uma data específica para a implementação da monetização ao WhatsApp. Da mesma forma, a empresa não disse nada sobre outras opções menos bem-vindas de anúncios, com o maior temor dos usuários sendo a aparição deles em meio aos chats ou listas de conversas.

Ao mesmo tempo, não parece existir nenhum indício de que o WhatsApp retornaria aos tempos de solução paga, nem mesmo indicando a possibilidade de uma assinatura para fazer sumir os anúncios. Antes de ser adquirido pelo Facebook, e durante algum tempo depois disso, o uso do mensageiro custava US$ 0,99 por ano, com o primeiro sendo gratuito, um valor simbólico para manutenção de um sistema que ainda dava seus primeiros passos e foi extinto em 2016. Entretanto, para clientes corporativos, há iniciativas pagas pelas quais o WhatsApp cobra uma comissão pela venda de passagens ou produtos através da plataforma, além de vender serviços de envio de mensagens em massa e outros recursos.

Canal Tech, via Matt Navarra (Twitter)
WhatsApp

WhatsApp adiciona alerta em SMS de ativação para evitar que usuários caiam em golpes

O WhatsApp anunciou uma alteração no texto do torpedo SMS enviado com o código de seis dígitos necessário para associar o aplicativo a um número telefônico. A partir de agora, a mensagem inclui um aviso: “não compartilhe esse código”.

Segundo o WhatsApp, o texto novo já está valendo para usuários de Android e logo será incluído nas mensagens para iOS.A mudança tem o intuito de coibir os golpes em que criminosos inventam algum pretexto para convencer uma vítima a fornecer o código de ativação do WhatsApp.

Esses números devem ser digitados na tela de ativação do WhatsApp quando uma nova sessão é iniciada. Quando alguém cai nesses golpes, a vítima é desconectada da sessão anterior do WhatsApp, pois o aplicativo não permite que dois aparelhos ativem o mesmo número ao mesmo tempo.

Os golpistas normalmente ativam a verificação em duas etapas para impedir que o verdadeiro dono do número reative o aplicativo pelo próprio aparelho. Enquanto isso, eles enviam mensagens para os contatos da vítima solicitando dinheiro.

Para quem foi vítima dessa fraude, o WhatsApp recomenda tentar reativar o aplicativo. Se a reativação for bem-sucedida, o golpista será desconectado da conta. Não sendo isso possível, a empresa recomenda notificar os amigos e a família.

“Muitos golpistas usam sua lista de contatos para solicitar informações sigilosas e pedir depósitos em dinheiro. Se sua conta for violada, entre em contato com pessoas próximas para que ninguém possa se passar por você”, explicou o WhatsApp em nota.

A empresa também destacou que a criptografia do aplicativo não é comprometida por essas fraudes, protegendo qualquer mensagem enviada ou recebida anteriormente. Quem precisar de auxílio pode entrar em contato com o suporte técnico pelo e-mail support@whatsapp.com.

Quem ainda não foi vítima ou quer se prevenir de novos ataques deve ativar a verificação em duas etapas. Com ela, além do código recebido por SMS, é preciso fornecer uma senha, que terá de ser fornecido junto com o código para ativar uma nova sessão do aplicativo.

G1
WhatsApp

ALERTA: WhatsApp detecta ataque hacker e pede que usuários atualizem aplicativo

O aplicativo de mensagem WhatsApp, de propriedade do Facebook, divulgou nessa segunda-feira (13) que identificou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem spyware em alguns telefones. Assim, dados contidos nos aparelhos poderiam ser acessados.

Em nota, a empresa confirmou a informação e pediu que seus 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que “atualizem o aplicativo para sua versão mais recente” e mantenham durante o dia seu sistema operativo como medida de “proteção”.

Ainda segundo o WhatsApp, ainda não é possível dizer quantas pessoas foram afetadas, mas indicou que as vítimas foram escolhidas “especificamente”. O software espião que foi instalado nos telefones “se assemelha” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group.

A vulnerabilidade foi detectada há pouco tempo e não se sabe quanto tempo as atividades invasoras duraram. Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.

Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

Segundo o WhatsApp, o “spyware” detectado teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).

Portal no Ar
WhatsApp

WhatsApp deixará usuário decidir se quer ou não entrar em grupo

Uma nova atualização do WhatsApp permite aos usuários decidirem se querem entrar em um grupo ou não.

O recurso estava sendo testado desde fevereiro e foi anunciado pela rede nesta quarta-feira (3). Quem quiser configurar o aplicativo já pode fazer sua atualização.

Caso você queira adotar a nova medida, você tem que ir em “Conta > Privacidade > Grupos”. Nessa janela, é possível escolher as opções de quem pode te adicionar em um grupo: todos, apenas contatos ou ninguém.

Caso a última alternativa seja escolhida, o usuário que quiser te adicionar poderá te mandar uma mensagem privada com o link do grupo, te dando a escolha de entrar ou não. O convite terá o prazo de três dias para resposta.

UOL
Redes Sociais » Tecnologia » WhatsApp

TECNOLOGIA: WhatsApp vai permitir que brasileiros transfiram dinheiro pelo aplicativo

Já se sabe há algum tempo que o WhatsApp pretende implementar um sistema de pagamentos, que permitiria que usuários transferissem e recebessem dinheiro de contatos, chegando até mesmo a se estudar o desenvolvimento de uma criptomoeda própria. Agora surgiu a informação de que o Brasil pode estar na próxima leva de regiões a receber a novidade.

A informação vem do site WABetaInfo, que se especializou em antecipar os recursos do aplicativo com uma taxa de acerto impressionante. Ele menciona que o sistema, que já havia sido implementado na Índia desde o ano passado, e agora será expandido para três outras nacionalidades: Brasil, México e Reino Unido.

Por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments continua funcionando sem depender de criptomoedas. O único local onde ele já está ativo é na Índia, onde ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.

Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.

O mecanismo pode ser imprescindível para o futuro do WhatsApp. O aplicativo está tentando se tornar uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores, então o próximo passo natural seria permitir a aquisição de produtos e serviços sem precisar sair do aplicativo, transformando o WhatsApp em um intermediário do comércio eletrônico. Seria uma maneira interessante de começar a pagar o investimento bilionário de cerca de US$ 20 bilhões feito pelo Facebook pela compra do app em 2014.

Ainda não há previsão de quando o novo recurso será habilitado no Brasil, nem nas outras regiões para onde o recurso deve se expandir em breve.

 

Olhar Digital
Tecnologia » WhatsApp

WhatsApp agora permite que o usuário rejeite convites para grupos

O WhatsApp está prestes a ganhar uma função que vai deixar muitas pessoas felizes. Agora, você não é mais obrigado a fazer parte daquele grupo que acha chato, mas não tem coragem de sair. Essa limitação era motivo de algumas queixas e a empresa está desenvolvendo novos recursos que permitem bloquear quem pode ou não te adicionar na conversa.

Agora se torna uma opção fazer parte daqueles grupos que ninguém fala nada ou nos quais você não conhece ninguém que faz parte e te adicionaram por engano. Segundo o site WABetaInfo, o aplicativo desenvolveu um sistema de convites que dará ao usuário a opção de aceitar ou não entrar em uma conversa com várias pessoas. O recurso está já disponível na versão iOS do app e deve chegar logo ao Android.

A nova ferramenta está disponível em “Conigurações -> Conta -> Privacidade -> Grupos” e nela a especificação de permitir quem pode te adicionar funciona entre “Todos”, “Meus contatos” ou “Nenhum”. No caso da opção “Nenhum” ser selecionada, os administradores dos grupos entrarão em contato, solicitando que você aceite ou não, e dando o prazo de 72h para a decisão. Se a segunda opção for escolhida, se alguém de fora queira te chamar, uma notificação também será enviada.

Acredita-se ainda que um novo mecanismo de fazer parte dos grupos por meio de um link também está por vir. Alguns outros ajustes dentro da plataforma de mensagens estão sendo testados e a autenticação de impressões digitais ao entrar no app também é esperada para breve.

Olhar Digital

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