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Para restabelecer democracia na Venezuela, Bolsonaro diz que vai atuar

Bolsonaro e Guaidó / Antonio Cruz/Agência Brasil

Depois da reunião no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro manifestou publicamente seu apoio ao presidente autodeclarado interino da Venezuela, Juan Guaidó. Em declaração à imprensa, na tarde de hoje (28), Bolsonaro afirmou que o Brasil vai atuar, dentro da legalidade, para restabelecer a democracia no país vizinho.

“Nós não pouparemos esforços dentro da legalidade, da nossa Constituição e das nossas tradições para que a democracia seja restabelecida na Venezuela. E isso só será possível com eleições limpas e confiáveis. Nos interessa uma Venezuela livre, próspera e economicamente pujante”, disse o presidente.

Bolsonaro criticou governos anteriores do Brasil por terem dado apoio ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “Faço uma mea culpa aqui, porque dois ex-presidentes do Brasil fizeram parte do que está acontecendo na Venezuela hoje. Essa esquerda gosta de tanto de pobre que acabou multiplicando-os, e a igualdade buscada por eles foi por baixo. Queremos uma igualdade para cima, na prosperidade”, afirmou.

O presidente brasileiro pediu permissão para chamar Guaidó de “irmão” e afirmou que continuará apoiando as decisões do Grupo de Lima em favor da mudança de política no país vizinho, “por liberdade e democracia”. Ao final de seu pronunciamento, apertou a mão do colega.

Em seu pronunciamento, o presidente autoproclamado da Venezuela – que é o presidente da Assembleia Nacional, equivalente ao Congresso Nacional venezuelano, – agradeceu o apoio do governo brasileiro na ajuda humanitária ao país vizinho e classificou o encontro com Bolsonaro como um marco no resgate das relações entre os dois países.

“É um marco para resgatar um relacionamento positivo que beneficie nossa gente. Na Venezuela, estamos lutando por eleições livres, no marco da Constituição, democráticas”, afirmou o líder opositor, reconhecido por mais de 50 países, incluindo o Brasil, como presidente legítimo do país.

Guaidó citou também o número de 300 mil venezuelanos em situação de “emergência de morte” e outros 3 milhões em risco humanitário em decorrência da crise política e econômica que afeta o país. Para o presidente interino, a Venezuela não vive um dilema entre dois grupos ou duas ideologias, mas sim entre ditadura e democracia, entre miséria e prosperidade.

Guaidó chegou ao Brasil na madrugada de hoje (28). Em sua conta pessoal no Twitter, ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília.

EBC
Brasil » Venezuela

Maioria de brasileiros que vivem na Venezuela não quer deixar o país

Apesar do clima da tensão e de incerteza, a maioria dos aproximadamente 11,8 mil brasileiros que moram na Venezuela não quer deixar o país. Mais de 70% deles vivem na capital Caracas e o restante, em várias outras localidades. Porém, por cautela, o Consulado-Geral do Brasil em Caracas emitiu hoje (26) um comunicado de alerta. Nele, a recomendação é para evitar viagens terrestres e aumentar os cuidados com os protestos.

“O Consulado-Geral do Brasil em Caracas recomenda aos cidadãos brasileiros residentes na Venezuela que estejam atentos às manifestações e protestos e limitem a sua mobilidade nesses dias”, diz o documento.

Outra recomendação é que os turistas brasileiros “evitem viajar à Venezuela por terra, tendo em vista o fechamento das fronteiras pelo governo venezuelano”.

Orientação semelhante o Itamaraty fez em 26 de janeiro deste ano. “O Consulado-Geral do Brasil recomenda aos cidadãos brasileiros evitar viagens não essenciais ao país”, diz o texto divulgado há um mês.

Retirada

Após horas de negociações entre autoridades brasileiras e venezuelanas, mais de 100 brasileiros conseguiram autorização para deixar a região de Santa Elena do Uairén, na Venezuela.

No grupo, há turistas e residentes, inclusive crianças, além de motoristas de caminhões.

De acordo com funcionários que acompanham o transporte das pessoas, muitos deixaram o país na noite de hoje (26).

O fechamento da fronteira do Brasil com a Venezuela foi definido pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no último dia 22. Desde então são registrados episódios de violência e confrontos nas fronteiras tanto com o Brasil, como também com a Colômbia.

Na noite de hoje, o Ministério das Relações Exteriores reiterou que o “serviço consular segue auxiliando os brasileiros na consulta sobre interesse em deixar” a Venezuela. O governo brasileiro mantém consulados em Caracas, Ciudad Guayana, Puerto Ayacucho e Santa Elena de Uiarén.

EBC
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Situação na fronteira está mais calma, diz comandante do Exército

O comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, disse hoje (26) que a situação na fronteira da Venezuela com o Brasil está mais tranquila. “Felizmente os ânimos se acalmaram lá, para todos nós. Óbvio que todos nós queremos a paz, ninguém quer confusão”, afirmou ao sair de um encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O general reafirmou a posição do Brasil e do Grupo de Lima pela não intervenção militar no país vizinho.

Apesar do clima mais tranquilo, Pujol não deu previsão de quando a missão brasileira na fonteira será encerrada. “Estamos lá com duas missões. A primeira é a nossa operação de acolhida [de refugiados], que vai continuar. Também [ há outra] para garantir a lei e a ordem, numa operação pedida pelo governo do estado [de Roraima].”

Previdência

O general não quis comentar como estão as conversas sobre a proposta que o Executivo deve enviar ao Congresso para reforma da previdência dos militares. “Essa é uma questão do presidente do Executivo, não me diz respeito”, afirmou.

EBC
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Butantan vai doar 1 milhão de doses de vacina para a Venezuela

O Instituto Butantan vai doar à Venezuela 1 milhão de doses de vacina contra a gripe e 1,7 mil frascos de soro contra picadas de serpente e aranhas. O objetivo, segundo o governo paulista, “é ajudar a população da Venezuela no momento em que o país enfrenta uma grave crise política e humanitária”.

O anúncio foi feito no sábado (23) pelo governador de São Paulo, João Doria, durante uma cerimônia que marcou a ampliação e a modernização da fábrica de vacina contra a gripe do Butantan.

Segundo ele, as doações serão destinadas principalmente para os moradores da fronteira da Venezuela com o Brasil. “Em abril, faremos a doação de 1 milhão de doses de vacina contra a gripe igualmente para proteger a população na região da fronteira. Essas vacinas vão atender tanto a comunidade brasileira como a venezuelana”, disse.

Reforma e ampliação

Com a reforma e ampliação da fábrica, realizada no ano passado, o Butantan passou a ter capacidade instalada para a produção de 140 milhões de doses por ano. Com isto, o estado de São Paulo passa a ter a maior fábrica de vacina contra influenza do Hemisfério Sul, tornando o país autossuficiente em produção.

Para a reforma, segundo o governo paulista, foram investidos cerca de R$ 83 milhões por meio da Fundação Butantan. A ampliação incluiu, além da reforma, aquisição e readequação de equipamentos.

O instituto informou que está adequando a fábrica para a pré-qualificação junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) o que vai permitir que a vacina contra influenza produzida pela instituição seja fornecida para outros países.

EBC
Brasil » Venezuela

Exército da Venezuela entra em confronto com manifestantes na fronteira com o Brasil

O exército venezuelano e manifestantes voltaram a entrar em confronto na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, em Pacaraima (RR), na tarde deste domingo (24).

Os manifestantes jogaram pedras contra a Guarda Nacional Bolivariana, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo. Pelo menos três delas atingiram o território brasileiro.

Pouco depois, a Força Nacional do Brasil fez uma barreira de contenção para impedir o avanço dos manifestantes e interromper o confronto.

Neste domingo, militares brasileiros no local, ainda dentro do território brasileiro, orientaram os venezuelanos a sair da área de confronto. Por volta das 14h50, dois veículos da Força Nacional e homens da Polícia Rodoviária Federal chegaram à fronteira. Foi a primeira vez que a Força Nacional foi acionada desde o fechamento da fronteira.

Pouco depois, a Força Nacional fez a barreira de contenção a cerca de 50 metros da fronteira com a Venezuela. Depois do estabelecimento desta contenção, os blindados venezuelanos recuaram.

Segundo o coronel do Exército brasileiro José Jacaúna, a contenção deve permanecer no local até que a tensão acabe. Ele reforçou que essa barreira não significa que a fronteira foi fechada pelo Brasil. “A contenção é para evitar confrontos e assim garantir a integridade física de todo mundo que está aqui”, afirmou o coronel.

Antes do conflito deste domingo, a Guarda Nacional Bolivariana foi reforçada com duas linhas de defesa e veículos blindados.

Pouco antes do embate, os venezuelanos tentaram atear fogo em pneus e gritaram palavras de ordem contra o governo Maduro. “Não disparem contra o povo venezuelano que quer a libertação de seu país!” gritou uma manifestante.

A Guarda Nacional se aproximou do território brasileiro, e o confronto começou posteriormente.

Ambulância com feridos

Durante os protestos dos venezuelanos, uma ambulância com três feridos por arma de fogo vinda da Venezuela entrou em território brasileiro.As pessoas transportadas não tinham relação com o confronto que ocorreu pouco depois entre o exército da Venezuela e os manifestantes.

G1
Brasil » Venezuela

Porta-voz: não há confirmação sobre mísseis apontados para o Brasil

O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, disse que não há informações sobre mísseis apontados para o Brasil. Uma reportagem do site Defesanet, publicada nesta sexta-feira, 22, diz que a Venezuela estaria apontando Mísseis S-300 na fronteira com o Brasil. Apesar da insistência sobre o tema, o porta-voz não deu mais detalhes. Ele também não foi claro ao responder se o País estaria preparado para responder um possível ataque de Nicolás Maduro. “Nós não conjecturamos poder de combate”, afirmou. Ou seja, o governo não acredita na possibilidade de um conflito.

Barros afirmou ainda que os conflitos violentos desta sexta-feira ocorreram longe da fronteira com o Brasil, a cerca de 45 quilômetros. Soldados venezuelanos abriram fogo contra um grupo de civis que tentava manter aberta uma passagem na região da fronteira entre a Venezuela e o Brasil. Uma mulher e seu marido foram mortos e ao menos outras 15 pessoas ficaram feridas – 4 em estado grave -, segundo autoridades de Gran Sabana, onde aconteceu o incidente.

O porta-voz afirmou que os conflitos ocorreram do lado venezuelano e que, do lado brasileiro, há “normalidade das operações”.

Estadão Conteúdo
Bolsonaro Presidente » Política » Venezuela

Bolsonaro consultou presidentes do Congresso e do STF sobre ação na Venezuela; houve divisão

Jair Bolsonaro dividiu com chefes dos outros dois Poderes a deliberação sobre o envio de ajuda humanitária à Venezuela. Ele chamou reunião dizendo que queria apresentar o quadro no país vizinho aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, da Câmara, Rodrigo Maia, e do STF, Dias Toffoli, ao lado de um grupo seleto de ministros. Durante a conversa, pediu que cada um se posicionasse. Não houve consenso. Maia e militares do Planalto foram contra. Os demais endossaram a iniciativa.

A reunião antecedeu o anúncio da decisão do governo de enviar mantimentos e remédios aos venezuelanos em meio à ofensiva da oposição –com apoio dos americanos– para derrubar o ditador Nicolás Maduro.

Os generais Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (GSI) teriam ponderado que o Brasil poderia emitir sinais equivocados ao se envolver na crise na Venezuela num momento em que a disputa política lá chega perto do auge.

Eles ainda alertaram que o país poderia estar sendo usado como isca para fomentar conflito e dar margem a uma intervenção militar dos EUA.

Bolsonaro, então, teria garantido aos presentes que não autorizaria o ingresso de tropas americanas na Venezuela por meio do território brasileiro. Opinaram pela ajuda humanitária os ministros da Defesa e das Relações Exteriores, além de Toffoli e Alcolumbre (DEM-AP).

Coluna Painel/Folha de S.Paulo
Bolsonaro Presidente » Brasil » Venezuela

Bolsonaro reúne sete ministros para debater a situação da Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro comandou, na tarde de hoje (22), uma reunião para debater a situação da Venezuela, cuja fronteira com o Brasil está fechada desde ontem à noite, por determinação de Nicolás Maduro, que tem a reeleição considerada ilegítima pelo governo brasileiro.

O Brasil reconhece o deputado Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Sete ministros participaram do encontro, que começou às 15h, no Palácio do Planalto. O governador de Roraima, Antonio Denarium, foi ouvido por videoconferência, na reunião de uma hora e meia de duração.

O governo brasileiro mandou para o estado, na fronteira com a Venezuela, alimentos e medicamentos para a população venezuelana, mas Maduro não quer que a ajuda humanitária internacional entre no país, alegando que os Estados Unidos e os países aliados querem dar um golpe na Venezuela. A distribuição da ajuda brasileira está programada para começar amanhã (23).

Participaram da reunião com Bolsonaro os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Floriano Peixoto (Secretaria-Geral), Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

Além dos ministros, representantes dos ministérios da Justiça, Infraestrutura e Relações Exteriores também estiveram na reunião.

Na próxima segunda-feira, o Brasil será representado na reunião de emergência do Grupo de Lima, que reúne 14 países das Américas, para tratar da situação da Venezuela, pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

EBC
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Confrontos na fronteira com a Venezuela deixam 2 mortos e 15 feridos

Pessoas esperando para atravessar para a Venezuela em frente aos guardas nacionais venezuelanos na fronteira entre a Venezuela e o Brasil em Pacaraima. – Ricardo Moraes/Reuters/direitos reservados

O dia começou tenso e com confrontos entre militares e manifestantes na fronteira do Brasil com a Venezuela, que foi fechada por ordem do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. De acordo com parlamentares, duas pessoas morreram e 15 ficaram feridas. Pelo menos sete venezuelanos baleados foram conduzidos para hospitais em Boa Vista, Roraima. As vítimas são indígenas, segundo parlamentares e organizações não governamentais.

O conflito, segundo relatos, ocorreu a 60 quilômetros da fronteira onde há uma comunidade indígena da etnia Pemon, favorável à ajuda humanitária internacional. Como os indígenas tentaram desobstruir a via, impedida pelos militares venezuelanos, os confrontos começaram.

A Secretaria de Saúde de Roraima informou que os cinco feridos foram baleados e transportados em ambulâncias venezuelanas autorizadas a cruzar a fronteira. Eles estão sob observação médica no Hospital Geral de Roraima. Segundo a secretaria, cinco pacientes tiveram de passar pelo centro cirúrgico. Os demais venezuelanos foram atendidos no setor do Grande Traumas e permanecem em observação.

Mortos

Em sua conta no twitter, o deputado federal Americo de Grazia, apoiador do autoproclamado presidente da República, deputado Juan Guaidó, divulgou que dois índios morreram e 15 ficaram feridos durante o enfrentamento com tropas das Forças Armadas, na cidade de Gran Sabana, em Bolívar, próximo à fronteira com o Brasil.

De acordo com a associação civil Kapé Kapé, os cinco feridos são indígenas da comunidade de Kumarakapay. As duas vítimas fatais são identificadas como Zoraida García e Rolando García, que a associação afirma terem sido atingidos por tiros disparados por agentes da Guarda Nacional venezuelana.

“Sem qualquer mediação, os funcionários da Guarda Nacional abriram fogo contra um grupo indígena que tentava impedir a passagem dos militares a fim de garantir a chegada da ajuda humanitária enviada à fronteira com o Brasil”, informa a Kapé Kapé em seu site, pedindo que os fatos sejam investigados a fundo a fim de que os responsáveis pelos disparos sejam identificados.

Justificativa

Após o confronto entre manifestantes e militares, Maduro usou sua conta no Twitter para defender os efetivos repressivos. “Nossas Forças Armadas estão mobilizadas em todo o território nacional para garantir a paz e a integral defesa de nosso país. Todo meu respaldo as Redi [Regiões de Defesa Integral] e às Zodi [Zonas de Defesa Integral]”, escreveu Maduro, afirmando, em outra postagem, que, na fronteira com a Colômbia, “povos indígenas se concentraram em apoio à Revolução Bolivariana”.

O autoproclamado presidente Juan Guaidó também usou o microblog para se solidarizar com os parentes dos dois mortos e com os feridos. O deputado também cobrou um posicionamento dos militares venezuelanos.

“Decidam de que lado estão nesta hora definitiva. A todos os militares: entre hoje e amanhã, vocês definirão como querem ser lembrados. Já sabemos que estão com o povo, vocês deixaram isso muito claro. Amanhã, poderão demonstrar isso”, disse Guaidó, referindo-se à previsão de que a ajuda humanitária enviada à fronteira com o Brasil comece a ser distribuída à população venezuelana neste sábado (23).

Agência Brasil
Brasil » Venezuela

Venezuela fecha fronteira com o Brasil

A fronteira do Brasil com a Venezuela já está totalmente fechada. A informação foi dada pelo governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL). O ditador do país vizinho, Nicolás Maduro, avisou que bloquearia a fronteira na noite desta quinta-feira (21).

A decisão do ditador pode ser considerada uma resposta ao governo brasileiro que na última terça-feira (19) anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela. O país vizinho vive a maior crise política e econômica da história.

De acordo com informações do governador de Roraima, por volta das 15h30 desta quinta, tanques venezuelanos já interrompiam a passagem entre os dois países.
Mesmo com a ação de Maduro, o Brasil não desistiu de mandar ajuda humanitária à Venezuela. A previsão é de que os mantimentos cheguem ao país vizinho no próximo sábado (23). Além do Brasil, os Estados Unidos também estão envolvidos na coordenação da ação.

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