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Fiocruz » Vacina

Vacina de Oxford estará pronta para distribuição no sábado, diz Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou, na noite desta quinta-feira (21), que os dois milhões de doses da vacina de Oxford/Astrazeneca importados da Índia estarão prontos para distribuição no próximo sábado (23), à tarde. Caberá ao Ministério da Saúde realizar a distribuição, o que deve ocorrer entre sábado e domingo, segundo a Fiocruz.

Após dias de indefinição em relação ao envio das vacinas, o governo indiano anunciou, nesta quinta-feira (21), a liberação para a exportação dos imunizantes ao Brasil. As vacinas devem chegar em solo brasileiro, no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na próxima sexta-feira, às 17h40.

A carga será transportada em voo comercial da companhia Emirates. Após desembarcar em São Paulo, o lote segue em aeronave da Azul para o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Em seguida, o carregamento é encaminhado à Fiocruz.

China » Vacina

China pede demissão de Ernesto Araújo para liberar insumos de vacinas contra a Covid-19

O embaixador da China em Brasília, Yang Wanming, disse que o país pressiona pela demissão do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para liberar os insumos para produção das vacinas contra a Covid-19, Coronavac e de Oxford, no Brasil.

A China disse que as relações entre os países ficaram estremecidas após os ataques do chanceler contra o país asiático e pede, ao menos, um pedido formal de desculpas do governo brasileiro.

Wanming tem dito que apesar do país ter demorado para pedir os insumos, a China pode antecipar a entrega da matéria-prima para o imunizante. Na última quarta-feira (20), representantes do país asiático participaram de reuniões com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e da Saúde, Eduardo Pazuello

Covid-19 » Governo » Vacina

Governo inclui caminhoneiros no grupo prioritário de vacinação da Covid-19

Com uma paralisação geral de caminhoneiros agendada para o próximo dia 1º de fevereiro, o governo federal incluiu profissionais da área de transporte no grupo prioritário na campanha de vacinação contra a Covid-19. O novo informe técnico, divulgado esta semana, inclui no grupo trabalhadores dos setores rodoviário, ferroviário, portuário, aquaviário e aéreo.

Além dos caminhoneiros, também entram na lista portuários, incluindo aqueles que atuam na área administrativa, funcionários das companhias aéreas nacionais, de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas, de empresas brasileiras de navegação e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso.

O Ministério da Infraestrutura atuou em prol da inclusão dos trabalhadores, por considerar que os segmentos prestam serviços essenciais.

“Essa é uma grande notícia para nossos trabalhadores que continuaram, mesmo durante toda a pandemia, prestando um grande serviço ao nosso país. Esses profissionais terão o suporte do governo federal para garantir a vacinação como grupo prioritário e vamos garantir segurança e as condições que eles precisam para continuar nas estradas, portos e ferrovias”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Caicó » Coronavírus » Vacina

CAICÓ: Prefeito demite servidores que furaram fila da vacinação contra a Covid-19

Prefeito de Caicó, Dr. Tadeu (PSDB) – Foto: Instagram / Reprodução

O prefeito de Caicó, Dr. Tadeu (PSDB), demitiu nesta quinta-feira 21 dois servidores que, apesar de não estarem no grupo prioritário para receber a vacina contra a Covid-19, conseguiram ter acesso a doses do imunizante e postaram o ato de vacinação nas redes sociais. As portarias que oficializam as demissões já foram publicadas no site da prefeitura.

Com a decisão, foram exonerados os servidores Almir Pereira de Araújo Neto, subcoordenador de Saneamento e Oficina Sanitária, e Jedson Juan Alves Cardoso, diretor do Departamento da Central de Abastecimento Farmacêutico. Os dois ocupavam cargos comissionados na gestão municipal.

Em Caicó, a campanha de vacinação contra o coronavírus começou na noite da última terça-feira 19. Nesta 1ª fase da campanha, o município usa doses da Coronavac, a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O imunizante teve o uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último fim de semana.

O município recebeu da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) apenas 750 doses. Por causa do número limitado de frascos, apenas profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19 podem receber o imunizante, além de alguns poucos idosos com mais de 75 anos de idade e que vivem em instituições de longa permanência (asilos).

Apesar disso, os dois servidores agora demitidos conseguiram receber a vacina. Logo após a repercussão negativa, a Prefeitura de Caicó explicou que os dois funcionários não haviam “furado a fila”. A gestão municipal afirmou que os profissionais, apesar de não estarem na linha de frente de combate à pandemia, participam do esquema logístico de distribuição das doses e que, portanto, terão contato com pessoas do grupo de risco para a doença nos próximos dias, para o esquema de vacinação.

Mesmo assim, com a repercussão, o prefeito decidiu demitir os profissionais – em função da exposição da imunização nas redes sociais. “Mesmo que a sindicância apure que a vacinação seguiu as normativas, era um ato administrativo, estavam trabalhando e não havia orientação de tornar público em redes sociais. Esta não é a orientação que damos aos que trabalham para o povo”, afirmou o prefeito de Caicó.

Agora RN
Coronavírus » Covid-19 » Ministério Público » Vacina

MPRN fiscaliza eventuais “fura fila” nos pontos de vacinação contra a Covid-19

Promotores de Justiça e servidores da instituição fizeram visitas surpresa em locais de vacinação para averiguar se as pessoas que estão sendo vacinadas se enquadram no previsto no plano de vacinação

Equipes do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) fizeram nesta quinta-feira (21) visitas surpresa em locais de vacinação contra a Covid-19. O objetivo é averiguar se as pessoas que estão sendo vacinadas se enquadram no previsto no plano de vacinação.

Desde esta quarta-feira (20), o MPRN está recebendo denúncias de casos de pessoas que receberam a primeira dose da vacina mesmo sem se enquadrarem no que está preconizado no plano. Esses serão analisados individualmente para se investigar se houve o cometimento de crime ou ato de improbidade.

O MPRN disponibiliza o Disque Denúncia 127 para o recebimento de denúncias de crimes em geral. O cidadão pode ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para disque.denuncia@mprn.mp.br. Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

Butantan » Fiocruz » Ministro da Saúde » Vacina

Pazuello diz que embaixador da China vai ajudar a ‘destravar’ burocracia para envio de insumos da vacina

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, relatou nesta quinta-feira (21) que o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, lhe afirmou que vai ajudar a “destravar” a burocracia para envio ao Brasil de insumos das vacinas contra a Covid-19.

Pazuello disse que conversou com o embaixador nesta quarta. O Instituto Butantan e a Fiocruz podem produzir vacinas no Brasil, mas dependem dos produtos que vêm da China. A demanda do mundo inteiro por esses insumos gerou o temor no Butantan e na Fiocruz de que falte o material no Brasil.

O ministro da Saúde ressaltou que, na conversa, o embaixador disse que os obstáculos para o envio são burocráticos, e não políticos ou diplomáticos. A liberação do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) passa pelo governo chinês.

Cronograma de entregas

Apesar dos entraves, Pazuello afirmou que as entregas do IFA ao Butantan e à Fiocruz não estão atrasadas.

O ministro explicou que a entrega dos insumos ao instituto em São Paulo está prevista para 10 de fevereiro e para a Fiocruz o prazo é 31 de janeiro.

Pazuello afirmou que o ministério, ao negociar a liberação do material com a embaixada chinesa, está se antecipando ao problema.

“Eu lembro que no contrato de entrega deste IFA para o Butantã a próxima previsão de entrega é para 10 de fevereiro. Tenta-se antecipar. Não está atrasada no caso do Butantan. No caso da Fiocruz, a previsão é até 31 de janeiro, ainda não está atrasada, mas estamos nos antecipando ao problema”, disse o ministro.

Vacinas da Índia

Sobre as vacinas adquiridas junto ao Instituto Serum, da Índia, o ministro afirmou que o embarque das doses para o Brasil depende apenas de liberação do Ministério da Saúde indiano.

Segundo Pazuello, no entanto, ainda não há uma data exata para a chegada do material.

“Com relação à vinda das vacinas da Índia, as notícias são muito boas, mas não há data exata da decolagem, ela será a dada nos próximos dias, muito próximos, por causa da posição indiana nesse desenho”, disse.

“Nós queremos, nos contratamos, nós pagamos, fizemos o empenho, temos o documento de importação e temos o de exportação. É apenas nesse caso sim a liberação do Ministério da Saúde indiano, que está sendo discutido”, afirmou o ministro.

Trabalhadores » Trabalho » Vacina

Empregado que não tomar vacina poderá ser demitido por justa causa, avaliam advogados; entenda em que situações

FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS

Trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 correm o risco de serem mandados embora por justa causa, afirmam advogados especializados em Direito do Trabalho ouvidos por esta coluna.

Com a aprovação para uso emergencial das vacinas contra a covid-19 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17) e início do Plano Nacional de Imunização na segunda-feira (18), que irá permitir que todos os brasileiros possam se proteger da doença nos próximos meses, a recusa em se vacinar poderá custar o emprego de quem trabalha com carteira assinada.

A medida que a vacina for sendo liberada para todos, os trabalhadores das demais áreas poderão ser cobrados pelas empresas para apresentar o comprovante de vacinação a fim de manter seus empregos.

A coluna ouviu a advogada Adriana Calvo, autora do Manual de Direito do Trabalho e membro da comissão de Direito do Trabalho da OAB/SP; a especialista em gestão de pessoas e compliance trabalhista Ana Gabriela Primon, sócia do escritório Granadeiro Guimarães Advogados e o professor do Departamento de Direito do Trabalho da USP, Antonio Rodrigues de Freitas Júnior.

Para os três advogados, a possibilidade de demissão é possível e até mesmo provável, uma vez que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou que, apesar de a vacinação não ser obrigatória, ela poderá implicar em punições para aqueles que se recusarem a tomar a vacina. A decisão foi tomada no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 6586 e 6587) e de um Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 1267879) que tratavam da vacinação contra a covid-19 e do direito de recusar a imunização em razão de convicções pessoais.

E os trabalhadores que estiverem em home office?

Já para o trabalhador que está em home office, ou seja, trabalha da sua casa e não comparece à empresa, os advogados entendem que, nesse caso, a empresa não pode obrigar a pessoa a se vacinar.

“Se o empregado trabalha em home office e não retornou à atividade presencial, não haveria nenhum fundamento para que o empregador exigisse a vacina desse empregado. O empregado está na sua casa, não traz nenhum risco para a empresa, é direito dele decidir se quer ser vacinado ou não”, diz Adriana Calvo.

Quem pode se negar a tomar a vacina e não ser demitido?

O professor Freitas entende que qualquer empregado pode ser demitido por justa causa, desde que fique demonstrado que há uma recusa infundada em tomar a vacina. Mas aqueles que tiverem uma recusa fundamentada não poderão ser obrigados. “Por exemplo: gestantes não podem ainda se submeter à vacina e portando podem se recusar. Por outro lado, a vacina também tem que estar disponível na localidade em número tal que sua aplicação seja possível”, diz.

O empregado que apresente também um atestado médico demonstrando que possui determinada condição de saúde que não permite se vacinar também não poderá ser obrigado, explica a advogada Adriana Calvo.

Mas basta não tomar a vacina para já ser mandado embora por justa causa?

Não é bem assim. Como a demissão por justa causa é uma punição que prejudica bastante o trabalhador, ela precisa ser aplicada de maneira proporcional à gravidade da falta, explica a Ana Gabriela. A sugestão da advogada é que a empresa faça uma gradação das penalidades.

“Primeiro, a empresa deveria aplicar uma advertência, em seguida, poderia aplicar uma suspensão do contrato de trabalho e, por fim, caso ainda houvesse a resistência do trabalhador, a demissão por justa causa.”

A advogada Adriana Calvo concorda que não deve haver uma justa causa imediata. “O ideal é primeiro dar uma advertência e um prazo de 30 dias para o empregado se vacinar e, caso ele não o fizer, então aplicar a justa causa.”

Tudo isso lembrando que a vacinação já tem de estar disponível para todos, pois já ficou decidido que as empresas não poderão comprar vacinas para imunizar seus empregados.

Ainda não há prazo para que a vacina esteja disponível para todos os brasileiros no Plano Nacional de Imunização.

Coronavírus » Covid-19 » incêndio » Índia » Vacina

Incêndio atinge prédio do Instituto Serum, que fabrica vacinas contra Covid-19 na Índia, mas produção não é afetada

Um incêndio atingiu um edifício em construção do Instituto Serum, a empresa da Índia que produz vacinas com tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, nesta quinta-feira (21), na cidade de Pune.

O estoque de vacinas e a indústria onde elas são feitas estão seguras, segundo o jornal “Times of India”. Atualmente, o Instituto Serum produz cerca de 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades do complexo.

Segundo o diretor-executivo da empresa, Adar Poonawalla, a unidade que pegou fogo produz vacinas para o rotavírus. Ele estima que a perda nessa linha de produção será de até 40% do volume de doses.

As redes de TV indianas mostram uma coluna de fumaça cinza acima da sede da empresa.

Os bombeiros afirmaram que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater o fogo no prédio e que o fogo foi controlado.

Ainda não se sabe o que causou o incêndio.

Brasil » Coronavírus » População » Vacina

Maior parte da população espera ser vacinada somente daqui a 4 meses

Levantamento do instituto Paraná Pesquisa realizado em todo o País, revela um certo ceticismo dos brasileiros em relação a vacinação em prazo curto. A maior parte dos entrevistados (20%) acredita que a vacina contra a covid-19 só estará disponível para eles “daqui a mais de quatro meses”.

Há ainda os brasileiros, apenas 5% dos entrevistados, que não alimentam qualquer expectativa de vacinação contra o novo coronavírus. Os mais otimistas, que apostam em vacinação nos próximos quinze dias, são 6,8% do total, enquanto 14,9% não sabem quando isso ocorrerá. Para 10,9%, o prazo de acesso à vacina será de mais de dois meses, mas menos de três meses. Já 10,1% apostam entre três e quatro meses.

O Paraná Pesquisa entrevistou 2080 em 238 municípios dos 26 estados e no Distrito Federal, entre 16 e 19 de janeiro deste ano.

Caicó » Polêmica » Vacina

Suposto caso de ‘fura fila’ para vacinação contra Covid-19 em Caicó vira notícia no estado

Repercute em todo o RN um suposto caso de ‘fura fila’ para a vacinação contra a Covid-19 em Caicó. Trata-se de um jovem que, em tese, não se enquadra no grupo prioritário para receber a dose neste primeiro momento de imunização.

Almir Neto foi nomeado para o cargo de Subcoordenador de Saneamento e Oficina Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde e está atuando como Digitador do e-SUS, o que, segundo o Secretário de Planejamento do Município, Gedson Santos, justifica sua ‘prioridade’ porque ele terá que percorrer as instituições com um vacinador e um técnico em enfermagem.

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