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Judiciário » Telexfree

Dono da Telexfree é condenado pela Justiça por sonegar quase R$ 4 milhões de imposto, diz MPF

O dono da Telexfree, Carlos Costa, foi condenado pela Justiça a três anos, sete meses e 21 dias de prisão por omitir e prestar informações falsas na declaração de imposto de renda de pessoa física, resultando, assim, na sonegação de R$ 3.960.073,13. A decisão da Justiça cabe recurso, mas Costa ainda não se pronunciou.

Segundo o MPF-ES, que ofereceu denúncia à Justiça, por conta da pena ser inferior a quatro anos, Carlos Costa responderá em liberdade. Por sua vez, terá que pagar multa de R$ 1 milhão e prestar serviços à comunidade.

A denúncia do MPF-ES consta que o presidente da Telexfree ocultou de sua declaração de imposto redimentos de trabalho sem vínculo empregatício recebidos pela empresa Ympactus Comercial.

A denúncia também consta que Carlos Costa teria recebido depósitos de origem não comprovada em 2012.

G1
Notícias » Policial » Telexfree

Entregador de dinheiro da Telexfree é preso nos EUA com US$ 20 milhões no colchão

Divulgação

Procuradores dos Estados Unidos descobriram nesta semana cerca de US$ 20 milhões dentro de um colchão de um brasileiro, Cléber Rene Rizério Rocha, de 28 anos, em uma cidade perto de Boston, no Estado de Massachusetts. O dinheiro foi apreendido na última quinta-feira.

Rizério Rocha foi detido após comparecer no Tribunal de Boston e os procuradores o acusarem de crime de lavagem de dinheiro em um esquema associado à empresa TelexFree, que pediu falência em 2014 após provocar prejuízo de US$ 1,8 bilhão para cerca de um milhão de pessoas, muitos delas imigrantes brasileiros nos EUA, segundo o processo do caso.

A TelexFree é acusada no processo de operar um esquema de pirâmide financeira que atraiu milhares de participantes nos EUA e ao redor do mundo. Inicialmente criada como uma empresa para vender serviços de telefonia pela internet, a companhia, segundo o processo, oferecia a abertura de contas para “promotores comerciais”. Estas contas davam direito a publicação de anúncios onlines. Os participantes recebiam créditos pelos anúncios publicados e também por conseguirem novos membros. A promessa era de retornos de 200% a 250% para quem vendesse os pacotes e atraísse novos associados.

Fundação

A TelexFree foi fundada pelo brasileiro Carlos Wanzeler e o norte-americano James Merrill. Este último se declarou culpado em uma audiência em outubro de 2016 e pode ser sentenciado a dez anos de prisão. A decisão judicial sai no mês que vem. Wanzeler, segundo documento divulgado esta semana pela Corte de Boston, está foragido no Brasil e não pode ser extraditado. Quando pediu falência, em 2014, a TelexFree devia cerca de US$ 5 bilhões aos participantes, mas tinha registrado nos livros US$ 120 milhões.

No esquema, Rizério Rocha atuava como um entregador do dinheiro, transferindo os recursos da TelexFree ainda escondidos na região perto de Boston, para contas no Brasil por meio da utilização de contas em Hong Kong, de acordo com os documentos oficiais. Recentemente, ele voou do Brasil para Nova York e, na quarta-feira, entregou uma mala contendo US$ 2,2 milhões em um restaurante para uma testemunha que está cooperando com as investigações e, por isso, não teve o nome revelado.

Após o encontro, os procuradores seguiram o brasileiro até um apartamento na cidade de Westborough, que fica cerca de 50 quilômetros de Boston, onde ele foi preso. Na noite do mesmo dia, voltaram ao local e encontraram o dinheiro escondido no colchão. Pelo crime, o brasileiro pode pegar até 20 anos na prisão, mais três anos de liberdade vigiada, além de ter que pagar multa de US$ 250 mil.

A prisão de Rizério repercutiu na imprensa dos Estados Unidos, sobretudo em Boston. O jornal The Boston Globe destacou que mais de 119 mil pessoas lesadas pelo esquema já processaram a TelexFree. Procurados pela mídia, os advogados de Rocha e de Wanzeler não responderam os pedidos de entrevista.

Telexfree

Justiça Federal intima Telexfree a pagar R$ 130 milhões em impostos

A Justiça Federal no Espírito Santo intimou os donos da Telexfree a pagarem R$ 130 milhões em impostos mais as correções monetárias. A decisão é de fevereiro, mas foi publicada nesta terça-feira (5) no Diário Oficial. Segundo o advogado Horst Vilmar Fuchs, a empresa vai recorrer da decisão.

Os sócios da empresa Carlos Costa, Carlos Wanzeler e o americano James Merrill têm 30 dias para quitarem as dívidas por meio de depósito em dinheiro, fiança bancária, nomeação de patrimônio à penhora ou indicação de bens de terceiros.

Caso os donos da companhia não cumpram a determinação do juiz Alceu Maurício Junior, títular da 2ª Vara de Execução Fiscal de Vitória, parte do dinheiro bloqueado pela Justiça do Acre numa ação civil pública será usado para ressarcir os cofres da União.

Ao todo, a Telexfree deve mais de R$ 3 bilhões em impostos, multas e juros devido à prática de crimes contra a ordem tributária, segundo levantamento feito pela Receita Federal, durante a Operação Orion realizada em conjunto com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal no Espírito Santo.

Notícias » Telexfree

Vítimas da Telexfree nos EUA começam a receber devolução de dinheiro

Mais de 14 mil vítimas da Telexfree no Estado de Massachusetts, incluindo muitos imigrantes brasileiros, receberam nesta semana um reembolso de US$ 205,52 cada (cerca de R$ 715,85), segundo informações do jornal norte-americano “Boston Globe”. É a primeira vez que eles recebem algum dinheiro de volta desde o início das investigações nos EUA, no ano passado.

O dinheiro corresponde a apenas uma parte das perdas, afirmou o secretário de Estado de Massachusetts, William Galvin, ao jornal. “Muitas pessoas não esperavam receber nada nunca mais”, disse. “Estou grato que conseguimos reaver algo para essas vítimas”. No total, as vítimas de Massachusetts receberam US$ 2,9 milhões, como parte de um acordo de US$ 3,5 milhões feito com o banco Fitchburg, ligado ao caso.

A Telexfree vendia planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP). No Brasil, continua o processo de investigação por suspeita de pirâmide financeira e está com as atividades suspensas há dois anos. Nos EUA, foi formalmente acusada.

Com promessas de grande retorno em pouco tempo, os esquemas de pirâmide financeira são considerados ilegais porque só são vantajosos enquanto atraem novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema fica insustentável, não tendo portanto como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. A Ympactus, que representa a Telexfree no Brasil, negava a acusação e afirmando que trabalhava com “marketing multinível”.

UOL
Telexfree

TJ-AC conclui que Telexfree é pirâmide e impõe indenização de R$ 3 milhões

A Justiça do Acre considerou a Ympactus (que representa a Telexfree no Brasil) culpada de praticar pirâmide financeira e condenou a empresa a pagar R$ 3 milhões de indenização por danos morais coletivos, além de devolver o dinheiro investido pelos chamados divulgadores. A empresa também foi dissolvida.

A decisão foi assinada na tarde desta quarta-feira (16) pela juíza Thaís Khalil. Cabe recurso da empresa. O UOL entrou em contato com o advogado da Ympactus, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.

A empresa começou a atuar no país em março de 2012, vendendo planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP), serviço semelhante ao Skype. Foiproibida de operar no final de junho de 2013, a pedido do Ministério Público do Estado do Acre. A empresa também foi formalmente acusada nos EUA.

No país inteiro, estima-se que mais de 1 milhão de pessoas tenham investido suas economias na empresa. Somente no Acre, cerca 70 mil pessoas aderiram ao negócio, segundo estimativa do Ministério Público Estadual (MPE/AC). Isso significa que, de cada dez moradores do Estado, um virou “divulgador” da Telexfree.

Divulgadores devem receber dinheiro de volta

A Justiça do Acre declarou nulos todos os contratos firmados entre a empresa e os divulgadores e, consequentemente, condenou a Telexfree a devolver aos associados e divulgadores os valores pagos à empresa como caução e para compra de kits.

Os divulgadores devem devolver à empresa as contas que receberam ao comprar os kits; eles não receberão de volta o dinheiro referente a contas que foram ativadas.

Do valor total a ser recebido, devem ser abatidos valores recebidos pelo divulgador como comissão de venda ou bonificação, inclusive por postagens de anúncios.

Cada divulgador deve procurar a Justiça de sua cidade para reaver esse dinheiro.

Empresa diz que faz marketing multinível

A decisão judicial considera que a rede Telexfree configura uma pirâmide financeira e não uma rede de marketing multinível. A prática é proibida no Brasil e configura crime contra a economia popular (Lei 1.521/51).

Com promessas de grande retorno em pouco tempo, os esquemas de pirâmide financeira são considerados ilegais porque só são vantajosos enquanto atraem novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso.

Em contatos anteriores, a empresa afirmou à reportagem que trabalha com”marketing multinível”, baseado na distribuição de produtos e serviços por meio da indicação de distribuidores independentes, que recebem um bônus por isso.

Processos nos EUA

A empresa foi formalmente acusada nos EUA de atuar sob um esquema de pirâmide financeira, com foco em imigrantes brasileiros e dominicanos nos EUA, e teve seus bens bloqueados. O esquema teria movimentado US$ 1,1 bilhão no mundo, segundo a acusação.

Um dos seus fundadores, o norte-americano James Merrill, foi preso em Massachusetts (sede da Telexfree nos EUA) e encontra-se em prisão domiciliar, acusado de comandar o esquema ao lado do brasileiro Carlos Wanzeler.

Wanzeler, que morava em Massachusetts, está no Brasil e é considerado foragido nos EUA. Estando no Brasil, ele pode se beneficiar pela Constituição do país, que prevê o impedimento da extradição de brasileiros para o exterior.

Multa do Ministério de Justiça

A Telexfree já tinha sido multada em R$ 5,59 milhões pelo Departamento de Proteção e Defesa ao Consumidor, órgão da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, que pertence ao Ministério da Justiça.

O órgão condenou a empresa por “prática abusiva” ao consumidor e “esquema financeiro piramidal” e considerou a “gravidade e a extensão da lesão causada a milhares de consumidores em todo o país”.

Economia » Telexfree

Telexfree: Quarta (18) completa um ano do bloqueamento das contas

Juíza que bloqueou empresa diz que não há certeza se é ou não pirâmide.

Juíza que bloqueou empresa diz que não há certeza se é ou não pirâmide.

Nessa histório que levou milhares de brasileiros da pobreza a riqueza e vice-e-vera, já se passaram um ano e 110 mil páginas depois de ter bloqueado provisoriamente as atividades da Telexfree. A juíza Thaís Khalil diz ainda não saber se o negócio é legal ou uma pirâmide financeira – a maior da História do Brasil, segundo o Ministério Público do Acre (MP-AC), que pediu o congelamento e a extinção da empresa.

Para a juíza referida, é essa incerteza que tem alimentado o inconformismo dos divulgadores, que transformou a Telexfree no tema que mais gerou reclamações ao Conselho Nacional de Justiça na história da instituição. Isso e o fato de que a empresa, se pirâmide for, ainda estava na fase da fraude em que que todos ganham – e não da em que a maioria perde.Nos Estados Unidos, a Telexfree também está bloqueada por suspeita de ser pirâmide financeira. Um dos proprietários do negócio está preso, e o outro é considerado foragido.

Economia » Telexfree

Justiça dos EUA acusa criminalmente responsáveis da Telexfree por fraude

A Justiça dos Estados Unidos acusou criminalmente os responsáveis pela Telexfree, acusado pelas autoridades norte-americanas de promover um esquema de pirâmide financeira, por fraude federal, de acordo com comunicado pulicado nesta sexta-feira (9).

James M. Merrill e Carlos N. Wanzeler, ambos do estado de Massachusetts, foram acusados criminalmente em uma denúncia na corte estadual. Se considerados culpados, eles podem pegar até 20 anos de prisão, de acordo com a nota.

Merrill foi detido pelas autoridades e deu um depoimento inicial na corte de Worcester. Já Wanzeler tem um mandado de prisão expedido contra ele e é considerado fugitivo.

Os representantes da Telexfree no Brasil não foram localizados pelo G1 para comentar o assunto.

No mês passado, relatório da Secretaria de Estado de Massachusetts afirmou que a Telexfree é uma pirâmide financeira que arrecadou cerca de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo e aJustiça dos Estados Unidos determinou o congelamento dos bens do grupo. Desde então, a procuradoria dos EUA executou 37 mandados de apreensão de bens estimados em dezenas de milhões de dólares.

O pedido foi feito pela Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira, e determinado pelo Tribunal Distrital de Boston. No documento, as autoridades pedem o fim das atividades da empresa, a devolução dos lucros e o ressarcimento das perdas causadas aos investidores, chamados de “divulgadores”.

Acusação criminal

A procuradora norte-americana Carmen Ortiz diz que o “escopo desta suposta fraude é de tirar o fôlego”. “Como alegado, estes réus planejaram um esquema que colheu centenas de milhões de dólares a partir de pessoas que trabalham duro em todo o mundo”, afirmou.

O agente especial encarregado de investigações internas diz que uma das prioridades da investigação é acompanhar o fluxo do dinheiro ilícito da empresa ao redor das fronteiras americanas e orientou que “se o negócio é muito bom para ser verdade, provavelmente é”.

A denúncia alega que a Telexfree é um esquema de pirâmide e que, entre janeiro de 2012 e março de 2014, quis comercializar o seu serviço de VoIP por meio do recrutamento de “milhares de promotores”, que publicavam anúncios do produto na internet. Cada promotor era obrigado a “comprar” o produto por um preço determinado pela Telexfree, pelo que eram compensados.

A postagem de anúncios eram uma “atividade sem sentido”, segundo a denúncia, em que os promotores apenas colavam as propagandas em sites que já estavam cheios de anúncios de outros participantes. De acordo com o depoimento, a Telexfree arrecadava menos de 1% da receita das vendas de serviço de VoIP ao longo dos últimos dois anos. Mais ou menos 99% do faturamento vinha de novas pessoas que entravam no esquema. “A Telexfree só era capaz de pagar o rendimento prometido aos promotores existentes trazendo dinheiro de novos recrutados”, diz a nota da Justiça.

Justiça » Telexfree

Telexfree dos EUA pede recuperação judicial

Diretor não esclarece se medida afetará pagamentos aos divulgadores; solicitação precisa ser aceita pela Justiça.

Diretor não esclarece se medida afetará pagamentos aos divulgadores; solicitação precisa ser aceita pela Justiça.

A sede da Telexfree nos Estados Unidos e outras duas empresas do grupo fizeram pedidos de recuperação judicial neste fim de semana. Os responsáveis pelo grupo, investigado sob suspeita de ser uma pirâmide financeira no Brasil, não esclareceram se os pedidos afetarão o pagamento aos divulgadores, como são chamados os associados do negócio. Em vídeo, um diretor afirmou que não vai sumir.

Nas últimas semanas, os divulgadores da Telexfree têm enfrentado problemas para sacar os recursos aos quais acreditam ter direito. No dia 1º, divulgadores invadiram a sede do grupo após um bloqueio de pagamentos. As dificuldades começaram após o governo de Massachusetts, onde fica o quartel-general da Telexfree, confirmar investigações sobre os negócios.

Segundo a Corte do Distrito de Nevada, no último domingo (13) foram apresentados pedidos de recuperação da Telexfree, INC. – sede do negócio – da Telexfree, LLC. e da Telexfree Financial.

Nenhum dos pedidos foi avaliado pela Justiça até agora – as primeiras audiências iniciais estão marcadas para o mês que vem. Ainda assim, um dos diretores da empresa no Brasil saiu a público para afirmar que a “Telexfree Internacional” já está em recuperação judicial e tentar tranquilizar os divulgadores.

“A Telexfree aqui não tem pessoas que vão correr, pessoas que vão sumir. Não, ninguém está fazendo nada errado e a maior prova disso é a empresa ter conseguido a recuperação judicial nos Estados Unidos”, afirmou Carlos Costa, diretor da Telexfree no Brasil, em vídeo divulgado nesta segunda-feira (14).

Mais tarde, Costa volta atrás e afirma que “foi dada entrada na recuperção judicial.” O diretor culpou o bloqueio de recursos da Telexfree no Brasil, determinado em junho de 2013 pela 2ª Vara Cível no Acre, pelo pedido de recuperação nos EUA.

“Muito do dinheiro que está hoje bloqueado no Brasil pertence à Telexfree Internacional, e por aí vai.”

A reportagem questionou representantes da Telexfree sobre como os pedidos vão afetar os pagamentos aos divulgadores, mas não houve resposta imediata ao e-mail enviado na manhã desta segunda-feira (14).

No Brasil, o pedido de recuperação da Ympactus Comercial – razão social da Telexfree – não foi aceito.

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