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Tecnologia

Brasil tem o iPhone mais caro do mundo, segundo Financial Times

O Brasil possui o iPhone mais caro do mundo,  segundo o jornal britânico Financial Times. O estudo, que compara as 20 maiores economias globais, indicou que o valor pago por um iPhone no Brasil é quase o dobro do que é pago nos EUA.

A pesquisa é realizada com base no modelo mais barato encontrado nos países, o iPhone 6 com 16GB de memória. Aqui, o preço está numa média de US$1254, 34,5% acima do segundo colocado – a Rússia – que tem um preço médio de US$932.

O estudo é realizado com base no preço do smartphone nos EUA, que possui o menor preço do mundo: a partir de US$650.

Tecnologia

Novo Google Glass pode utilizar sistema complexo para monitorar o seu olhar

Brian Ho

A grande novela da Google com um de seus produtos mais ousados e revolucionários – pelo menos no papel –, apesar de quase ter sido dada como encerrada, segue firme e forte, para alegria dos fãs de tecnologia. Mesmo que ainda não se saiba qual as mudanças para a segunda encarnação do Google Glass, é fato conhecido que alguns parceiros da empresa – integrantes do Glass at Work – já estão com o dispositivo em mãos. Uma nova leva de patentes por parte da companhia, porém, pode dar algumas dicas sobre o futuro do aparelho.

A documentação aprovada pelo USPTO – órgão de registro de patentes nos EUA – no último dia 7 indica que a Google pode ser mais uma das grandes do mercado a apostar no sistema de eye-tracking. Ainda que não seja nenhuma novidade no setor, a tecnologia desenvolvida pela Gigante das Buscas – teoricamente – parece mais avançada do que a de concorrentes. Também é válido lembrar que, ao rastrear os olhos do usuário, o dispositivo pode se focar apenas nessa interação, sem exigir os burocráticos comandos por voz ou através de gestos.

Basta analisar um pouco as imagens e o texto do projeto para se ter quase certeza que essa é a mentalidade da Google na nova fase do Glass. Com base na patente, é possível especular que o vestível deve ganhar um complexo sistema para monitorar qual o objeto de interesse do usuário a todo momento. Pequenas fontes de luz garantem uma visão clara da região dos olhos ao mesmo tempo em que uma dupla de câmeras analisa tanto o ambiente ao redor do aparelho como a atenção do proprietário.

Enquanto uma delas é voltada para a frente, a fim de avaliar a cena, outra câmera – implementada no próprio prisma que exibe o minúsculo display dos óculos – se foca no olhar de quem veste o dispositivo. Batendo as duas imagens o Google Glass calcula com uma boa eficácia para onde a visão está direcionada. Mesclando esses dados com posicionamento GPS e particularidades do usuário, o wearable pode passar a exibir informações sobre o que está sendo observado, como menus de restaurantes ou promoções de uma loja, por exemplo.

Tecnologia

Cientistas apresentam teste que pode diagnosticar câncer pelo smartphone

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Os smartphones podem se transformar em uma ferramenta acessível para diagnosticar certos tipos de câncer, indicou um estudo publicado na segunda-feira, 13, na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Os autores propuseram um método baseado na difração, que permite o diagnóstico de células e moléculas, até agora de difícil implantação, em smartphones.

O sistema de difração digital (D3) usa micropartículas para gerar padrões de difração únicos que podem ser aprendidos pelo smartphone e processados por um servidor remoto, oferecendo um diagnóstico que fica disponível em 45 minutos.

No estudo, os pesquisadores aplicaram a plataforma D3 para examinar células pré-cancerosas e cancerosas e detectar o vírus do papiloma humano, o HPV.

“Este método poderia ser aplicado com bons resultados em regiões onde o acesso médico é limitado”, defenderam os autores da pesquisa.

Segundo os pesquisadores, o teste, que atualmente custa US$ 1,80 por diagnóstico, demonstra a viabilidade de um enfoque de diagnóstico baseado em smartphones e em regiões com recursos limitados.

Com informações do Link Estadão.

Saúde » Tecnologia

Testes de HIV poderá ser feito através do smartphone

Pesquisadores da Universidade de Columbia acabam de desenvolver um acessório para smartphones que promete realizar testes de HIV (o vírus da AIDS) e sífilis.

Enquanto a maioria dos equipamentos de diagnóstico padrão custa em média, US$ 18 mil, o aparelho construído pelos cientistas pode ser fabricado por apenas US$ 34. A ideia é que o dispositivo seja lançado oficialmente, principalmente para ajudar em clínicas itinerantes que são montadas para ajudar populações distantes ou com sistema de saúde precário.

Para realizar um teste com o equipamento, é preciso pingar algumas gotas de sangue na lâmina inclusa e em seguida, acoplá-lo à entrada de fone de ouvido do smartphone. Em seguida, por meio de um aplicativo, o acessório realiza um procedimento similar ao do ensaio imunossorvente. O tempo de espera para o resultado é de 15 minutos.

O aparelho já foi testado com 96 mulheres em Ruanda, na África e o desempenho foi, segundo os pesquisadores, “quase tão bom” quanto o exame tradicional.

Olhar Digital UOL, via Forbes
Tecnologia

BOOOA: Capacete tecnológico promete fazer cabelo voltar a crescer

O dispositivo pode ser a salvação para quem está perdendo os cabelos.

O dispositivo pode ser a salvação para quem está perdendo os cabelos.

Se você está perdendo os cabelos e se tornando calvo, a tecnologia pode solucionar esse problema: uma empresa Apira Science lançou o iGrow, capacete que solta lasers que prometem acabar com a queda de cabelos.

Anunciado oficialmente em uma das maiores feiras de tecnologia no mundo, a CES 2015, o iGrow parece ser uma novidade no mínimo curiosa. De acordo com os desenvolvedores, os lasers são de baixa frequência e passa para pele certa quantidade de energia e calor que promete estimular os folículos capilares.

Os raios LED são utilizados para tratamento de queda de cabelo há anos, e agora a empresa afirma que desenvolver ainda mais a técnica, baseando-se em mais de 100 diferentes estudos sobre o assunto.

O iGrow deve ter utilizado por volta de 25 minutos quatro vezes por semana por pelo menos quatro meses para que o usuário sinta diferença na quantidade de fios. Segundo a Apira Science, os homens que participaram dos testes apresentam 35% mais cabelos após utilizar o capacete tecnológico.

Além disso, a empresa afirma que o iGrow foi aprovado por todos os órgãos governamentais relacionados à saúde e nenhum efeito colateral foi reportado durante os testes do produto.

O valor do capacete nos Estados Unidos é de R$ 1.900, e nas próximas semanas a novidade deve chegar ao mercado brasileiro, mas o preço que será comercializado aqui ainda não foi divulgado.

R7
Inovação » Tecnologia » Telefonia

Tecnologia: IPhone 6 pode ter câmera de 13 MP e bateria com maior carga

Apple surpreende em investimento tecnológico a cada Iphone lançado no mercado.

Apple surpreende em investimento tecnológico a cada Iphone lançado no mercado.

Um sensor capaz de captar fotos com 13 megapixels pode ser um dos novos atributos do iPhone 6, próximo smartphone a ser lançado pela Apple. De acordo com a publicação do site chinês Digi-wo, a Apple teria encomendado à Sony sensores Exmor IMX220, que têm a configuração acima citada.

Nos iPhones 4S, 5C e 5S, a empresa usa o sensor Exmor IMX145, capaz de captar imagens com 8 megapixels de resolução. Além da mudança do sensor da câmera, a empresa pode mudar também a bateria usada em seus smartphones.

Nos modelos já lançados, a bateria usada é de 1.560 mAh. Um dos motivos para adoção da mudança pode ser o fato da nova versão contar com uma tela maior do que as atuais, de quatro polegadas – o que consumiria mais energia.

Novidade » Tecnologia

Tecnologia: Micro-ondas do futuro poderá contar calorias dos alimentos

A nova tecnologia prometer ser uma verdadeira "mão na roda".

A nova tecnologia prometer ser uma verdadeira “mão na roda”.

Já existem relógios e pulseiras inteligentes que estimam o gasto calórico de seus usuários com base nas atividades físicas realizadas ao longo do dia. Agora, pesquisadores da GE desenvolveram uma tecnologia que estima as calorias presentes no prato de comida – e que poderá ser incorporada aos novos modelos de fornos de micro-ondas no futuro.

Por enquanto, a tecnologia só funciona quando a comida é apresentada como uma mistura homogênea. Uma nova versão do dispositivo, que ainda está em fase de desenvolvimento, poderá determinar as calorias de um prato de comida tradicional, com feijão, arroz, carne e legumes apresentados separadamente. Ao final da medição, o dispositivo envia os dados para um aplicativo de smartphone.

A nova tecnologia foi criada por Matt Webster, cientista especializado em diagnóstico de imagem e tecnologias biomédicas da GE. Em entrevista ao site da revista Technology Review, ele explica que o dispositivo poderá ser incorporado aos fornos de micro-ondas do futuro, mas também a novas versões de diversos eletrodomésticos utilizados na cozinha.

As medições são baseadas em dados nutricionais de 6.500 alimentos oferecidos pelo departamento de agricultura dos Estados Unidos. A tecnologia funciona a partir da emissão de micro-ondas de baixa intensidade que atravessam a porção de comida. O sistema identifica como essas ondas são afetadas pela quantidade de gordura e água presente nos alimentos. O sistema leva até dois segundos para exibir a quantidade de calorias na tela do celular do usuário.

Veja
Eleições » Tecnologia

Campanha de Dilma inova e lança WhatsApp

Com dificuldade em fazer campanha na rua, Dilma lança aplicativo.

Com dificuldade em fazer campanha nas ruas, Dilma lança aplicativo.

As campanhas eleitorais deste ano serão as mais virtuais da história em motivo do peso enorme dado pelos candidatos às redes sociais. Na última quinta (10), a equipe da presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição, anunciou em seu site que disponibilizará um telefone celular para receber mensagens via WhatsApp, o aplicativo mais popular do momento.

No texto institucional de apresentação, os petistas dizem que o WhatsApp é um novo canal de relacionamento para levar à militância as respostas que precisa nos debates políticos. “Agora, você pode ter a comprovação em mãos e mostrar que tinha razão”, diz o texto.

Internet » Redes Sociais » Tecnologia

Redes Sociais: Facebook faz estudo ‘secreto’ para entender emoções de usuários

O Facebook é uma das redes sociais mais acessadas no mundo.

O Facebook é uma das redes sociais mais acessadas no mundo.

Os textos, fotos e vídeos compartilhados por seus amigos no Facebook podem mudar seu humor, essa é a constatação de um estudo “secreto” realizado com mais de 600.000 pessoas selecionadas aleatoriamente que acessam a rede social em inglês. A pesquisa, feita em parceria entre funcionários da equipe de dados da rede social e pesquisadores das Universidades da Califórnia e Cornell, nos Estados Unidos, chamou a atenção neste domingo de usuários da internet: seria ético manipular informações para compreender reações dos seres humanos?

Segundo o estudo, publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, o Facebook mudou propositalmente, entre os dias 11 e 18 de janeiro de 2012, os conteúdos que seriam exibidos na linha do tempo do universo de pesquisa selecionado. Para tanto, formaram-se dois grupos: uma parte só iria acompanhar conteúdos considerados positivos e, a outra metade, assuntos negativos. Ao todo, mais de 3 milhões de conteúdos e 122 milhões de palavras foram analisadas.

O experimento apontou que pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social: posts considerados positivos produzem felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. “Há uma espécie de contágio emocional”, diz o estudo.

Susan Fiske, professora da Universidade de Princeton que editou o artigo para publicação, admitiu preocupação ao aprovar o conteúdo. “Entramos em contato com os autores, mas o conselho aceitou pelo simples fato de que o Facebook faz muitas modificações em seu algoritmo para aprimorar a experiência do usuário na rede social”, finalizou. Procurado pela reportagem de VEJA.com, o Facebook ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Veja
Dinheiro » Tecnologia

A serviço da população, tecnologia permite identificar notas falsas pelo celular

Agora é possível identificar notas falsas de dinheiro através de um aplicativo no celular.

Agora é possível identificar notas falsas de dinheiro através de um aplicativo no celular.

As inovações tecnológicas tem surgido e ajudado muito a população, prova disso é que o celular vem sendo um grande aliado dos turistas que encontram-se no Brasil durante os jogos da Copa do Mundo. Cerca de 85 mil usuários, em apenas duas semanas, usaram um aplicativo do Banco Central que auxilia no reconhecimento das características presentes em notas de dinheiro verdadeiras.

A ferramenta, chamada Dinheiro Brasileiro, se torna ainda mais útil em um momento em que 3,7 milhões de visitantes estão movimentando um valor estimado em R$ 6,7 bilhões no país durante o Mundial segundo o Ministério do Turismo, especialmente em restaurantes, pontos turísticos e hotéis. Para fazer o reconhecimento das cédulas, basta aproximar a câmera do aparelho da cédula monetária.

O aplicativo destaca os detalhes da nota sobre os quais o cidadão deve redobrar a atenção, entre eles a marca d’água, o alto relevo e microimpressões, que podem ser vistos com uma lente de aumento. Disponível em português, inglês e espanhol no site do Banco Central, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas versões iOS e Android.

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