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Jornalismo » Tecnologia

Sites do governo vão migrar para portal único e economia pode chegar a R$ 100 milhões

Em menos de dois anos, o governo federal deverá ter apenas um canal na internet, o portal único GOV.BR. É o que institui o Decreto 9.756/2019, publicado em edição extra do Diário Oficial de quinta-feira (11).

O texto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro durante a cerimônia que marcou os primeiros 100 dias de governo, define regras de unificação dos canais digitais englobando os portais na internet e os aplicativos móveis, e estabelece prazos para que o GOV.BR esteja completamente disponível ao cidadão.

“Nós temos também nos ministérios, cada um tem lá um portal, um site. Nós queremos que exista apenas um, que o cidadão em qualquer cantinho do Brasil acesse e resolva todo e qualquer problema. É assim que as Nações mais modernas funcionam. A gente vem com esse espírito de renovar confiança e principalmente fazer a vida das famílias brasileiras mais simples”, afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorezoni, ao comentar a medida ontem, após a cerimônia de 100 dias de governo.

O portal único de governo é uma medida que tem sido adotada por outros países, como Reino Unido e México. A ideia é que seja uma plataforma com serviços e informações úteis ao cidadão, atualmente descentralizadas em milhares de endereços eletrônicos.

“A dispersão dos canais dificulta e encarece a busca por serviços públicos”, afirma Luis Felipe Salin Monteiro, secretário de Governo Digital, do Ministério da Economia.

Atualmente, o governo federal possui mais de 1,5 mil sites com serviços e informações dispersos, de diversos órgãos.

Segundo o governo, a economia estimada após a desativação dos sites é de R$ 100 milhões ao ano, que são gastos apenas a manutenção dos portais na rede.

Implantação

A primeira fase de implantação do projeto deverá ser concluída até 31 de julho deste ano, quando a plataforma do GOV.BR deverá estar disponível para adesão dos demais órgãos e entidades da administração pública direta, além de autarquias e fundações do Poder Executivo federal.

O portal brasil.gov e o site do Palácio do Planalto deverão ser os primeiros a migrar, segundo apurou a Agência Brasil.

O prazo final para que todos os órgãos migrem os conteúdos de seus portais é 31 de dezembro de 2020.

Depois disso, os os endereços eletrônicos serão desativados.

A articulação com os gestores públicos e o monitoramento da unificação será de responsabilidade da Secretaria Especial de Modernização do Estado (Seme), que é vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República.

Agência Brasil
Tecnologia

Senado decide que consumidor tem direito a celular reserva enquanto o seu estiver na assistência técnica

O Senado aprovou ontem (11) uma lei que garante ao consumidor o direito de receber um telefone celular reserva enquanto o seu estiver na assistência técnica para reparos. O texto se refere apenas a aparelhos ainda na garantia. O texto veio da Câmara, mas, como sofreu alterações no Senado, volta para apreciação dos deputados.

O projeto inicial, de 2015, previa que o aparelho reserva deveria apenas fazer e receber ligações. O Senado incluiu a obrigatoriedade de acessar a internet, usando o plano de dados do consumidor. A sessão foi realizada na manhã desta quinta-feira e foi presidida por Eduardo Gomes (MDB-TO).

Segundo o texto aprovado hoje, basta o consumidor apresentar o aparelho defeituoso na assistência técnica autorizada. O aparelho reserva deverá ser oferecido gratuitamente. O consumidor deverá devolvê-lo nas mesmas condições em que o recebeu.

“Já consideramos aqui o celular como instrumento e ferramenta de trabalho. Essa iniciativa é uma importante conquista do consumidor brasileiro”, disse o senador Eduardo Gomes. Caso a Câmara confirme as alterações do Senado, o projeto vai à sanção presidencial, alterando o Código de Defesa do Consumidor.

Agência Senado
Tecnologia

Para achar crianças desaparecidas, Damares quer usar sistema semelhante ao que ajuda a encontrar carros roubados

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, liderado pela ministra Damares Alves, planeja utilizar o sistema integrado de cadastro de carros roubados usado pela polícia para reformular o cadastro nacional de pessoas desaparecidas.

Segundo a coluna do jornalista Domingos Fraga, do portal R7, a ideia é substituir o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas por um sistema semelhante ao Sinal (Sistema Nacional de Alarmes), mantido pela Polícia Rodoviária Federal.

O Sinal é um sistema integrado de cadastro de carros roubados que permite ao dono do veículo registrar o roubo no site da PRF. Os dados ficam à disposição dos policiais por meio de um aplicativo de celular. Assim, durante abordagens pelas estradas do país, os agentes podem identificar mais facilmente veículos roubados em circulação.

A ministra Damares Alves pediu um estudo para avaliar se esse sistema pode ser adaptado e implantado na busca por crianças desaparecidas. “Temos um sistema que localiza carros roubados, mas nenhum que se dedique a encontrar crianças desaparecidas”, disse a ministra em uma postagem no Twitter. “Já conversei com a PRF para utilizarmos essa tecnologia em prol da vida e da família.”

Além disso, Damares diz que conversou com Facebook e Google sobre uma possível parceria no desenvolvimento de um sistema para localizar pessoas desaparecidas. Segundo a ministra, as empresas “se mostraram dispostas” a ajudar. O Olhar Digital apurou que uma reunião entre representantes do ministério e das empresas ocorreu na última semana, mas nenhuma parceria com o governo federal foi concretizada neste encontro.

Nos Estados Unidos, o Google oferece um mecanismo chamado de “Amber Alerts”. Ao pesquisar por uma região no buscador ou no Google Maps, o usuário recebe um alerta caso naquele local uma criança tenha sido reportada como desaparecida. O Facebook também tem um serviço de “Amber Alerts” com base na localização do usuário. Para isso, as empresas utilizam uma base de dados fornecida pelo governo norte-americano.

Em nota, a rede social disse, por meio de sua assessoria de imprensa: “procuramos dialogar frequentemente com diferentes autoridades governamentais, organizações da sociedade civil e acadêmicos para apresentar os recursos e programas que criamos para garantir a segurança da nossa comunidade”. Mas também afirmou que “não tem novidades para anunciar”.

O Google também confirmou que “teve uma conversa com a equipe da ministra Damares Alves para discutir pautas em comum sobre segurança digital”. Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa também diz: “mantemos o diálogo aberto com diversos setores sobre nossas ferramentas e iniciativas que têm potencial de contribuir para o país nesta área. No momento, não temos nada para anunciar”.

Olhar Digital
Tecnologia

Carteira de Trabalho digital: saiba como funciona aplicativo

Aprenda a usar o CTPS Digital para ter a sua carteira de trabalho no celular — Foto: Helito Beggiora/TechTudo

O CTPS Digital é o app que reúne informações de sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) na tela do celular. Disponível grátis para smartphones Android e iPhone(iOS), o serviço oferece todos os dados do documento físico em formato digital. Por meio dele, o usuário pode consultar o número do seu PIS/PASEP, checar o seu contrato de trabalho atual e até mesmo solicitar segunda via da caderneta – em caso de perda, por exemplo.

A plataforma é útil, pois otimiza o processo de verificar informações dispostas na carteira de trabalho, além de dispensar ter em mãos a versão física do documento. No tutorial a seguir, confira como se cadastrar e usar o app CTPS Digital, no celular, para ter sua carteira de trabalho quando quiser. O procedimento foi realizado em um iPhone 8com o iOS 12, da Apple, mas as dicas também valem para usuários de aparelhos com o sistema operacional do Google.

Passo 1. Instale o CTPS Digital pela página do TechTudo. Ao abrir pela primeira vez, será necessário fazer login em sua conta ou se cadastrar no site do Governo. Para isso, deslize a tela para o lado e vá em “Entrar”;

Passo 2. Entre com o seu CPF e senha ou, caso não possua cadastro no portal Cidadão.br, toque em “Cadastre-se”. Em seguida, selecione novamente “Cadastre-se”;

Passo 3. Um aviso informa sobre a necessidade de confirmar os dados da sua Carteira de Trabalho e Previdência Social. Toque em “Continuar” e preencha com as informações solicitadas – CPF, data de nascimento, nome, e-mail, celular e nome da mãe;

Passo 4. Na próxima etapa, responda a cinco perguntas pessoais para confirmar a sua identidade. Uma senha provisória será gerada e exibida na tela. Anote os números;

Passo 5. De volta à tela de login do app CTPS Digital, digite o seu CPF e insira a senha provisória. Você deve fornecê-la novamente em “Senha atual” e criar um novo código de proteção. Feito isso, vá em “Alterar senha”;

Passo 6. Autorize o acesso do app CTPS Digital aos seus dados pessoais pelo portal Cidadão.br. Após isso, serão exibidos na tela inicial os dados básicos da sua carteira de trabalho;

Passo 7. Na segunda aba, visualize o seu contrato de trabalho atual. Toque sobre ele para ler os detalhes;

Passo 8. A aba seguinte exibe o QR Code, que serve para comprovar a autenticidade das informações. Por fim, na última guia, você pode acessar a política de privacidade, ver perguntas frequentes, solicitar segunda via da sua carteira de trabalho ou sair do aplicativo.

Pronto. Aproveite as dicas para usar o app CTPS Digital para ter sempre à mão a sua Carteira de Trabalho e Previdência Social.

Globo, via Techtudo
Redes Sociais » Tecnologia » WhatsApp

TECNOLOGIA: WhatsApp vai permitir que brasileiros transfiram dinheiro pelo aplicativo

Já se sabe há algum tempo que o WhatsApp pretende implementar um sistema de pagamentos, que permitiria que usuários transferissem e recebessem dinheiro de contatos, chegando até mesmo a se estudar o desenvolvimento de uma criptomoeda própria. Agora surgiu a informação de que o Brasil pode estar na próxima leva de regiões a receber a novidade.

A informação vem do site WABetaInfo, que se especializou em antecipar os recursos do aplicativo com uma taxa de acerto impressionante. Ele menciona que o sistema, que já havia sido implementado na Índia desde o ano passado, e agora será expandido para três outras nacionalidades: Brasil, México e Reino Unido.

Por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments continua funcionando sem depender de criptomoedas. O único local onde ele já está ativo é na Índia, onde ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.

Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.

O mecanismo pode ser imprescindível para o futuro do WhatsApp. O aplicativo está tentando se tornar uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores, então o próximo passo natural seria permitir a aquisição de produtos e serviços sem precisar sair do aplicativo, transformando o WhatsApp em um intermediário do comércio eletrônico. Seria uma maneira interessante de começar a pagar o investimento bilionário de cerca de US$ 20 bilhões feito pelo Facebook pela compra do app em 2014.

Ainda não há previsão de quando o novo recurso será habilitado no Brasil, nem nas outras regiões para onde o recurso deve se expandir em breve.

 

Olhar Digital
Tecnologia » WhatsApp

WhatsApp agora permite que o usuário rejeite convites para grupos

O WhatsApp está prestes a ganhar uma função que vai deixar muitas pessoas felizes. Agora, você não é mais obrigado a fazer parte daquele grupo que acha chato, mas não tem coragem de sair. Essa limitação era motivo de algumas queixas e a empresa está desenvolvendo novos recursos que permitem bloquear quem pode ou não te adicionar na conversa.

Agora se torna uma opção fazer parte daqueles grupos que ninguém fala nada ou nos quais você não conhece ninguém que faz parte e te adicionaram por engano. Segundo o site WABetaInfo, o aplicativo desenvolveu um sistema de convites que dará ao usuário a opção de aceitar ou não entrar em uma conversa com várias pessoas. O recurso está já disponível na versão iOS do app e deve chegar logo ao Android.

A nova ferramenta está disponível em “Conigurações -> Conta -> Privacidade -> Grupos” e nela a especificação de permitir quem pode te adicionar funciona entre “Todos”, “Meus contatos” ou “Nenhum”. No caso da opção “Nenhum” ser selecionada, os administradores dos grupos entrarão em contato, solicitando que você aceite ou não, e dando o prazo de 72h para a decisão. Se a segunda opção for escolhida, se alguém de fora queira te chamar, uma notificação também será enviada.

Acredita-se ainda que um novo mecanismo de fazer parte dos grupos por meio de um link também está por vir. Alguns outros ajustes dentro da plataforma de mensagens estão sendo testados e a autenticação de impressões digitais ao entrar no app também é esperada para breve.

Olhar Digital
Tecnologia

Google testa nova função do Maps

A Google está permitindo que alguns usuários do Maps testem a próxima grande função do app de navegação: a capacidade de mostrar por via de Realidade Aumentada (RA) a direção que se deve seguir em determinado trajeto.

A função tem um formato intuitivo. O Maps faz uso do Street View para acertar a sua localização e, caso o usuário tenha dúvidas de quando tem de mudar de direção, basta apontar o smartphone para que apareçam grandes setas apontando o caminho correto. Segundo o “The Verge”, a função nem sempre está ativa e só fica disponível em determinadas situações.

Ao que tudo indica, a Google ainda está tentando encontrar o formato certo para a RA dentro do Maps. Nesta fase, já foi testada a possibilidade de aplicar uma linha no chão, uma hipótese que foi descartada por se ter verificado que os usuários a seguiriam com muita precisão e os manteria muito presos a tela do smartphone.

A Google não se compromete com uma data de lançamento para a função, uma vez que ainda precisa de mais testes.

Tecnologia

Brasil é um dos países mais caros do mundo para comprar aparelhos eletrônicos

Não é surpresa que os preços dos produtos da Apple chegam muito mais altos no Brasil do que custam originalmente em dólares. Um relatório do banco BTG Pactual, publicado no mês passado, analisa 20 países do mundo e confirma os valores excessivos dos produtos importados para o país.

Segundo a análise, o Brasil está entre os países mais caros do mundo para comprar produtos da Apple. Um iPhone XS de 64GB, por exemplo, custa 74% a mais no Brasil do que nos EUA. Já para comprar um iPad de 32GB, o consumidor brasileiro desembolsa 140% a mais do que o valor do produto em dólares.

Outro exemplo que mostra essa discrepância é a quarta edição do Índice Zara. O estudo compara preços de uma cesta de 12 itens vendidos pela rede varejista espanhola nos EUA com outras 44 nações onde a marca atua. De acordo com o relatório, o Brasil é o país mais caro do mundo para comprar os produtos da empresa: brasileiros chegam a pagar 18% a mais do que nos EUA pela cesta com 12 peças.

Os desafios para os mercados estrangeiros no Brasil incluem altas taxas de importação, complexidades e burocracia, bem como processos logísticos complicados. De acordo com a pesquisa da Zara, isso significa que empreendedores com fabricação local terão vantagem nos próximos anos.

Olhar Digital
Judiciário » Tecnologia

Google Brasil é denunciado pelo Ministério da Justiça por suposta violação de privacidade

O Google Brasil sofrerá um processo administrativo por parte da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O motivo seria uma a suposta violação de privacidade dos e-mails de brasileiros cometido pela gigante das buscas. A decisão foi publicada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) na última quarta-feira (06/2). Se condenada, a empresa pode ser multada em até R$9.7 milhões.

Segundo o departamento, os consumidores do Gmail, serviço de e-mail do Google, foram vítimas de uma invasão de privacidade, que foi constatada em uma análise dos conteúdos enviados. O processo deve apurar também se ouve violação do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor (ver abaixo).

Até o meio de 2017, e-mails de usuários eram escaneados com o objetivo de segmentar anúncios, evitar spams e otimizar serviços a cada perfil que demonstrasse interesse em determinado produto pesquisado na internet. No final do mesmo ano, a Google aponta ter parado com a prática no mundo inteiro.

Toda essa repercussão é resultado da ação aberta em 2015, no Piauí, envolvendo o Google (ecuja decisão foi faborável à emprea). Em resposta as acusações, a empresa publicou uma nota frisando que não faz uso das informações do Gmail e que trabalha respeitando a legislação brasileira.

A Folha também noticiou recentemente que as big techs podem, futuramente, serem autuadas de maneira mais ampla sob o Código de Defesa do Consumidor.

Folha de S.Paulo e Olhar Digital
Evento » Rio Grande do Norte » Tecnologia

Governo confirma realização da Campus Party até 2022 no RN

Reunião entre as equipes do Executivo e do Instituto Campus Party para discutir realização do evento no RN — Foto: Demis Roussos/Secom

O governo do Rio Grande do Norte confirmou a realização da Campus Party para o segundo semestre deste ano e para os próximos três anos em terras potiguares. A continuidade do evento, considerado uma das maiores experiências tecnológicas do mundo, foi assegurada nesta quarta-feira (23), durante reunião entre as equipes do Executivo e do Instituto Campus Party.

“O Estado fará um esforço para apoiar e garantir o local de realização do evento, que tem nítida importância do ponto de vista educacional, social e de desenvolvimento econômico e do turismo local”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

O presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farruggia, disse que cerca de 60 mil pessoas visitaram a Open Campus, enquanto que São Paulo não alcançou 80 mil visitantes. “Se considerarmos as condições proporcionais de um estado para o outro, o evento em Natal teve uma aceitação muito boa, o que justificou o tredding topic (TT) da #cpjerimum nas redes sociais virtuais na época”, argumentou. “Vamos colocar Natal no mapa digital do mundo, trazendo as melhores realidades de pesquisa e investimentos na área para cá”, completou Farruggia.

Sobre a Campus Party

Realizada pela primeira vez em 1997, na Espanha, a Campus Party tem hoje mais de 500 mil campuseiros cadastrados em países como Holanda, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, Colômbia, Itália e Cingapura. O evento está presente no Brasil há onze anos. Natal foi a 3ª cidade do Nordeste a receber o evento, em 2018. Recife e Salvador foram as duas primeiras.

Campus Party Natal reuniu vários públicos para discutir, ensinar e aprender sobre tecnologia — Foto: Juliana Almeida

G1

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