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Tecnologia

Homem processa Apple e pede US$ 2 trilhões de indenização

Homem pede indenização trilionária por causa do iPhone

Um homem processou a Apple e está pedindo a quantia de US$ 2 trilhões (R$ 9,8 trilhões) de indenização. Raevon Terrell Parker alega que seu iPhone 7 foi usado para descobrir novas funções e que estas novidades foram implementadas no lançamento do iOS 12. O montante equivale a um valor maior que o Produto Interno Bruto do Brasil. De acordo com o IBGE, o PIB somou R$ 7,3 trilhões em 2019.

O caso corre nos tribunais americanos desde março do ano passado, mas só agora veio a público devido a um novo ajuizamento realizado em 1º de junho.

Raevon Terrell Parker alega que levou seu iPhone 7 para o conserto porque o celular não estava funcionando corretamente. Parker afirma que a Apple Store da Saint Louis Galleria realizou o reparo e devolveu o smartphone informando que o telefone teria novas funções.

No entanto, ele fez um documento de próprio punho dizendo que a Apple teria trocado os aparelhos porque descobriu novos recursos em seu iPhone que foram usados para o desenvolvimento do iOS 12.

As novas funções informadas por Parker incluem a chamada em grupo no FaceTime, comunicação mais rápida entre dispositivos e a opção de ignorar informações na tela de carregamento inicial.

Para comprovar a afirmação, o solicitante explicou que o celular que recebeu da Apple não veio com suas configurações pessoais, forçando-o a restaurar senhas e reinstalar as compras feitas na App Store.

Parker alega que seu celular é o precursor dessas descobertas e por isso pede uma indenização trilionária. Ele exigiu que a Apple pagasse US$ 1 trilhão devido ao lançamento do iOS 12 e mais US$ 1 trilhão devido ao seu iPhone 7 ser um smartphone de valor inestimável por causa dos novos recursos que ele apresentava. Além disso, indicou um montante em aberto para os danos causados à sua mentalidade.

O total das exigências apresentada no processo de março de 2019 chegou a US$ 2 trilhões, mas o tribunal o julgou como improcedente após a apelação da Apple. A fabricante informou que Parker não tinha apresentado nenhuma queixa na época do conserto.

Entretanto, o processo foi retomado em 1 de junho deste ano sob novas alegações de Raevon Terrell Parker. Ele agora passou a reivindicar patentes do iOS 12 e do iOS 13.

TechTudo
Tecnologia

USP desenvolve microcomputador do tamanho de uma moeda

Foto: Divulgação

A Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um microcomputador que cabe na ponta dos dedos e que vai ajudar a conectar máquinas e pessoas. “São computadores do tamanho de um bilhete de Metrô, ou, em alguns casos, computadores do tamanho de uma moeda de dez centavos”, explicou o professor Marcelo Zuffo, do Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas (CITI).

“Existe hoje um movimento mundial chamado ‘internet das coisas’, e os computadores têm que ser muito pequenos porque você vai colocar no seu brinco, no seu sapato, no botão da camisa. A gente está em um esforço muito grande de projeto de engenharia, usando o que a gente chama de microeletrônica, para que esses computadores fiquem com granularidade de pó”, continuou.

O microcomputador foi batizado de ‘pulga’. “O melhor companheiro do homem é o cachorro, e a gente acredita que o computador vai seguir a mesma linha”, disse o professor Zuffo. Por enquanto as ‘pulgas’ não são usadas em grande escala, mas são testadas por algumas empresas parceiras da universidade. Mesmo assim, os professores da USP acreditam que logo essa tecnologia vai estar disponível para muito mais gente.

Pioneirismo

A USP é uma das pioneiras no desenvolvimento de computadores, e inventou uma das primeiras máquinas no Brasil, o “Patinho Feio”.

Na década de 1980, quando ele foi desenvolvido, havia uma espécie de disputa entre a USP e a Unicamp, que também já estava preparando um computador. “Eles falaram que o computador que eles iam fazer se chamava ‘Cisne Branco’. Daí, a gente pegou a deixa e falou: ‘olha, a gente já tem um pronto e ele chama ‘Patinho Feio’ que um dia vai se transformar em cisne branco’. E foi assim que surgiu o nome”, contou Edith Ranzini, engenheira e professora da Poli-USP. “É uma unidade lógica aritmética, que faz as contas e as operações lógicas. E os programas e os dados ficam armazenados em uma memória”, continuou.

Quando o ‘Patinho Feio’ ficou pronto teve solenidade com o governador na época e até bênção do bispo.

Por G1-SP

Tecnologia

Anatel retoma nesta quinta-feira proposta para leilão do 5G

Foto: Divulgação

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) retomará nesta quinta-feira (6) a votação da proposta de edital para o leilão da quinta geração de telefonia móvel, o 5G.

A proposta do conselheiro Moisés Moreira, que pediu vistas do processo (mais tempo para analisar) em dezembro do ano passado, deve prever uma ampliação da faixa de 3,5 GHz, a que desperta mais interesse das empresas de telefonia.

A proposta deve prever uma faixa com 100 MHz a mais, como forma de reduzir a interferência do serviço 5G no serviço de televisão por parabólica.

Tecnologia

Londres terá câmeras de reconhecimento facial nas ruas

Fernando Frazão / Agência Brasil

A polícia de Londres anunciou que vai começar a usar o sistema de reconhecimento facial para identificar criminosos nas ruas da cidade. A decisão surge no momento em que se debate o uso desse tipo de tecnologia.

O comissário responsável pela supervisão do sistema, Nick Ephgrave, declarou que as câmeras ficarão em áreas onde pesquisas indicaram ser as mais perigosas e onde há maior probabilidade de localizar suspeitos. Para isso vão existir listas de procurados, compostas por fotografias, que o sistema vai tentar localizar.

O objetivo do uso dessa tecnologia “não é a substituição do tradicional policiamento. O sistema vai dar alertas, informando as autoridades da possibilidade de alguém ser procurado pela polícia. Dessa forma, a decisão de intervir será sempre humana”.

Ephgrave afirma que a utilização do sistema é “importante e essencial para ajudar a combater a violência”.

O comissário acrescenta que “as forças policiais modernas têm o dever de usar as novas tecnologias para ajudar a manter as populações seguras”, cita o jornal espanhol El Pais.

A polícia de Londres garante que a tecnologia foi largamente testada, já está funcionando no setor privado e que seu uso será feito de forma totalmente transparente.

A localização das câmeras será sinalizada, e os moradores das ruas onde o sistema vai ser instalado serão notificados. Os televisores serão de circuito fechado e não ficarão ligados aos que existem nas estradas ou em áreas públicas.

Todas as imagens que não motivem um alerta de potencial suspeito serão, segundo a polícia, “imediatamente apagadas”.

A diretora do Big Brother Watch, Ailkie Carlo, afirma que “essa decisão representa norme expansão do estado de vigilância e uma séria ameaça às liberdades civis no Reino Unido”.

“A tecnologia de reconhecimento facial dá ao Estado um poder sem precedentes para rastrear e monitorar qualquer um de nós, destruindo a nossa privacidade e liberdade de expressão”, declarou a diretora de Defesa do National Council for Civil Liberties, Clare Collier.

A decisão de implementar esse tipo de tecnologia surge no momento em que ocorre um grande debate global sobre o uso do sistema de reconhecimento facial no mundo.

A Comissão Europeia avalia a proibição do uso de reconhecimento facial em áreas públicas, nos próximos cinco anos, para dar tempo às autoridades de criarem uma legislação capaz de evitar abusos da tecnologia.

Nos Estados Unidos, o governo anunciou, no início do ano, diretrizes sobre a tecnologia de inteligência artificial, para que houvesse um limite do alcance excessivo das autoridades.

Algumas cidades norte-americanas, como San Francisco e Oakland, decidiram que os riscos do sistema superam os benefícios e proibiram o uso pelos departamentos policiais.

A China é um dos principais defensores da tecnologia. O governo chinês começou a implantar o reconhecimento facial nas farmácias para pessoas que compram um determinado tipo de medicamentos, como aqueles que incluem substâncias psicotrópicas. Os cidadãos vão ter a sua identidade verificada pelo rosto.

Agência Brasil
Tecnologia

Unidades prisionais do RN serão monitoradas por drones

Drone de monitoramento

A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap) vai utilizar drones para monitorar as unidades prisionais do Rio Grande do Norte. O serviço de vistoria aérea dos presídios será iniciado a partir de 2020.

Em outras unidades da federação, o uso de drones já é regulamentado para complementar as ações de segurança. Além disso, o equipamento também é utilizado para combater a utilização de drones por grupos criminosos, como para o transporte de drogas e outros materiais para os apenados.

No Rio Grande do Norte, a pasta de Administração Penitenciária contratou a TM Soluções Integradas, sediada em Brasília, que é especializada no uso de drones para o monitoramento de grandes áreas. A empresa já realiza vistorias aéreas das instalações da Companhia Docas do Rio de janeiro.

O valor do contrato firmado entre o governo potiguar e a empresa não foi divulgado. O contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira, 18.

No Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Minas Gerais, o uso de drones é regulamentado pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública. O equipamento é utilizado em ações de dia e também em atividades noturnas. Com isso, os agentes poderão acompanhar as imagens captadas em tempo real por meio de um tablet ou celular.

Além disso, as câmeras das aeronaves têm sensores que conseguem captar calor, o que facilita a localização de presos em casos de fuga.

Tornozeleiras eletrônicas

A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária assinou nesta quarta-feira, 18, a prorrogação do contrato para fornecimento de tornozeleiras eletrônicas aos presos do Rio Grande do Norte. O acordo de aditamento contratual com a empresa Spacecomm Monitoramento S/A, definido em R$ 662 mil, será válido pelo período entre janeiro até junho de 2020.

Agora RN
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Bolsonaro reduz impostos sobre videogames; alíquotas de IPI de 20% a 50% reduzidas para a faixa entre 16% e 40%

Brasil Games Show reuniu cerca de 300 mil apaixonados por videogames na última edição — Foto: BGS/Divulgação

Decreto do presidente Jair Bolsonaro publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União reduz as alíquotas de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidentes sobre videogames, acessórios dos consoles e suas partes.

As alíquotas, que atualmente variam de 20% a 50%, foram reduzidas para a faixa entre 16% e 40%.

O decreto altera as alíquotas da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), aprovada pelo Decreto nº 8.950, de 29 de dezembro de 2016.

No início do mês, Bolsonaro havia afirmado que pretendia assinar um decreto reduzindo a carga tributária sobre jogos eletrônicos. Segundo o presidente, a ideia é “deixar esse dinheiro, em vez de ir para o governo, ficar na mão do povo. Essa que é a intenção, é diminuir a carga tributária.”

Confira abaixo as novas alíquotas:

9504.50.00 – Consoles e máquinas de jogos de vídeo, exceto os classificados na subposição

De 50% para 40%

9504.50.00 Ex 01 – Partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo cujas imagens são reproduzidas numa tela de um receptor de televisão, num monitor ou noutra tela ou superfície externa

De 40% para 32%

9504.50.00 Ex 02 – Máquinas de jogos de vídeo com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes

De 20% para 16%

G1
Tecnologia

TECNOLOGIA: Cientistas criam lente de contato que dá zoom

Lentes revolucionam o mercado

Enquanto algumas máquinas tentam simular o comportamento humano, cientistas tentam equiparar o olhar humano ao de equipamentos tecnológicos. Um estudo publicado na revista Advanced Functional Materials apresentou um protótipo de lentes de contato que dão zoom em determinados objetos.

De acordo com a pesquisa, o indivíduo deve piscar duas vezes seguidas para aproximar a figura e repetir o mesmo movimento para voltar ao normal. Segundo os cientistas, isso acontece devido à diferença de potencial elétrico entre a parte da frente e a de trás do globo ocular.

Os pesquisadores afirmam que as lentes podem fazer aproximação do campo de visão em nível equivalente à de uma câmera profissional com lente objetiva de 100 milímetros. O protótipo criado tem 1,17 milímetros de espessura. Isso ajuda as lentes a mudarem de forma para alterar a distância focal em até 32%.

Por Sara Rodrigues/Agência do Rádio
Tecnologia

Wi-Fi grátis do Google chega ao Brasil; conheça o Google Station

Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo

O Google Station, Wi-Fi grátis do Google, chegou ao Brasil. O país é o oitavo no mundo a receber o projeto, que tem o objetivo de expandir a conexão à Internet em países emergentes. Mais de 80 pontos já foram implementados em São Paulo e, até 2020, outras cidades devem receber a estação de acesso. Para usar o Wi-Fi não é preciso instalar aplicativo, ou saber uma senha, basta ter um celular para receber um código de verificação. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (5), no Google for Brasil, em São Paulo.

A ideia do Station é levar Internet rápida para quem está offline ou tem conexão ruim e “tornar as informações universalmente acessíveis”, como explicou o presidente do Google Brasil Fabio Coelho. A promessa do executivo é de que será possível “assistir a vídeos em alta definição sem interrupção”, por exemplo.

Além do Brasil, há ainda mais de mil pontos do Google Station estão espalhados por outros sete países: Índia, Indonésia, México, Tailândia, Nigéria, Filipinas e Vietnã.

Como se conectar

Para se conectar, basta selecionar a rede “Google Station”, clicar em “Iniciar” e fornecer o seu número de telefone, com DDD. Um código de verificação será enviado por SMS e você deve inserir os quatro dígitos no campo em branco. Toque em “Concluir” e já pode usar a Internet.

Globo, via Techtudo
Tecnologia

ALERTA: Carregadores públicos podem roubar seus dados; entenda

Especialista da IBM alerta para o risco de carregar eletrônicos em USB’s públicos — Foto: Filipe Garrett/TechTudo

Aeroportos, rodoviárias, shoppings e outros locais públicos estão cada vez mais buscando se adaptar às demandas tecnológicas de quem frequenta esses espaços todos os dias. Mas, o que parece vantajoso a princípio, pode ser também bastante perigoso. Isso porque alguns desses locais oferecem estações de carregamento de bateria de aparelhos eletrônicos por USB, o que abre uma brecha para ataques de malwares instalados por hackers para roubar dados confidenciais sem autorização.

Para conseguirem acesso às informações, os criminoso modificam as conexões USB e transferem tudo o que precisam sem dificuldades, já que a porta permite isso. O processo funciona de forma semelhante a conectar o cabo do celular a um computador para descarregar ou fazer o download de arquivos.

Em entrevista à Forbes, o vice-presidente da X-Force Threat Intelligence, da IBM Security nos EUA, Caleb Barlow, aconselhou que as pessoas evitem carregar seus celulares e tablets nessas estações. “Conectar-se a um USB público é como encontrar uma escova de dentes na beira da estrada e decidir colocá-la na boca. Você não tem ideia de onde por onde essa coisa passou”, alerta.

Ainda segundo o especialista, outra solução pode ser levar um power bank com bateria completa para carregar o aparelho enquanto não é possível encontrar uma forma mais segura de alimentar a bateria. Mas, caso não haja outra alternativa, uma dica é comprar um Juice-Jack Defender. O dispositivo custa US$ 10 (R$40) e permite bloquear a transferência de dados. “Você pode colocar na frente do seu cabo de carga e ele deixa passar apenas a voltagem”, explica.

Globo, via Techtudo e Forbes
Tecnologia

Conheça o Translatotron, o tradutor capaz de imitar a voz humana

Esse tradutor foi possível por meio do investimento do Google em melhorar a forma como as pessoas de diferentes idiomas se comunicam

Que o Google vem há anos aperfeiçoando os meios de tradução não é uma novidade. Através de seu blog oficial, a empresa apresentou sua mais nova aposta no campo da tradução. O Translatotron é uma ferramenta capaz não só de traduzir o que é dito em um idioma e pronunciá-lo em outro, mas também imitar a voz de quem disse a frase.

Com esse novo sistema, o Google planeja melhorar a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes. O recurso funciona de uma forma distinta do conhecido sistema de cascata que conhecemos, em que a frase é traduzida na forma como está escrita, sem respeitar regras linguísticas, por exemplo. Com a nova ferramenta, ele passará a funcionar de sequência em sequência, com isso, haverá uma melhora na velocidade, nos erros provenientes dessas traduções e na tradução em si.

Com esse sistema, a empresa pretende mostrar que a fala pode ser traduzida de uma língua para a outra sem a necessidade de uma representação intermediária de texto em qualquer um dos dois idiomas – como o sistema de cascata necessita. Para que isso seja possível, é usado um Vocoder Neural, que se encarrega de sintetizar a voz humana e dar a forma desejada para as ondas de saída, esse codificador é capaz de preservar as características da voz gravada.

Em resumo, o Translatotron consegue registrar as características do discurso de um interlocutor, além de sua voz. Com isso, ele consegue gerar um áudio traduzido para o idioma de destino, mantendo as características de fala. O grande objetivo do Google é fazer com que os assistentes do futuro busquem a naturalidade da conversação desses sistemas.

Como forma de comparação, o Google mostrou como o Translatotron funciona em modelo de cascata, basicamente o que é utilizado pela maioria dos assistentes de hoje, que apresentam uma linguagem meio travada e sequencial. Em seguida, o teste foi feito com a nova tecnologia, e a diferença é bastante clara.

A empresa está transformando a fala travada e muitas vezes robótica, em algo natural e com características de pronúncia próprias. Os testes com o tradutor ainda estão em andamento, mas já podemos prever que a tecnologia avança em passos largos para a criação assistentes cada vez mais humanos.

A tecnologia do Translatotron

O surgimento desse modelo de tradução de fala começou em 2016, quando foi demonstrado a sua viabilidade de uso como modelo de tradução de fala para texto. Em 2017, foi demonstrado que esses modelos de tradução de um idioma para outro em formato de voz pode substituir o modelo de cascata.

Agora, o Translatotron está se consolidando como o único modelo de tradução que pode traduzir diretamente a fala de uma linguagem para outra, sem depender de um intermédio. No próprio blog da empresa, é possível se ter uma ideia de como funciona esse sistema por meio dos áudios de comparação que foram disponibilizados pelo Google.

Olhar Digital, com Blog do Google e Genbeta

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