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Tecnologia » WhatsApp

WhatsApp agora permite que o usuário rejeite convites para grupos

O WhatsApp está prestes a ganhar uma função que vai deixar muitas pessoas felizes. Agora, você não é mais obrigado a fazer parte daquele grupo que acha chato, mas não tem coragem de sair. Essa limitação era motivo de algumas queixas e a empresa está desenvolvendo novos recursos que permitem bloquear quem pode ou não te adicionar na conversa.

Agora se torna uma opção fazer parte daqueles grupos que ninguém fala nada ou nos quais você não conhece ninguém que faz parte e te adicionaram por engano. Segundo o site WABetaInfo, o aplicativo desenvolveu um sistema de convites que dará ao usuário a opção de aceitar ou não entrar em uma conversa com várias pessoas. O recurso está já disponível na versão iOS do app e deve chegar logo ao Android.

A nova ferramenta está disponível em “Conigurações -> Conta -> Privacidade -> Grupos” e nela a especificação de permitir quem pode te adicionar funciona entre “Todos”, “Meus contatos” ou “Nenhum”. No caso da opção “Nenhum” ser selecionada, os administradores dos grupos entrarão em contato, solicitando que você aceite ou não, e dando o prazo de 72h para a decisão. Se a segunda opção for escolhida, se alguém de fora queira te chamar, uma notificação também será enviada.

Acredita-se ainda que um novo mecanismo de fazer parte dos grupos por meio de um link também está por vir. Alguns outros ajustes dentro da plataforma de mensagens estão sendo testados e a autenticação de impressões digitais ao entrar no app também é esperada para breve.

Olhar Digital
Tecnologia

Google testa nova função do Maps

A Google está permitindo que alguns usuários do Maps testem a próxima grande função do app de navegação: a capacidade de mostrar por via de Realidade Aumentada (RA) a direção que se deve seguir em determinado trajeto.

A função tem um formato intuitivo. O Maps faz uso do Street View para acertar a sua localização e, caso o usuário tenha dúvidas de quando tem de mudar de direção, basta apontar o smartphone para que apareçam grandes setas apontando o caminho correto. Segundo o “The Verge”, a função nem sempre está ativa e só fica disponível em determinadas situações.

Ao que tudo indica, a Google ainda está tentando encontrar o formato certo para a RA dentro do Maps. Nesta fase, já foi testada a possibilidade de aplicar uma linha no chão, uma hipótese que foi descartada por se ter verificado que os usuários a seguiriam com muita precisão e os manteria muito presos a tela do smartphone.

A Google não se compromete com uma data de lançamento para a função, uma vez que ainda precisa de mais testes.

Tecnologia

Brasil é um dos países mais caros do mundo para comprar aparelhos eletrônicos

Não é surpresa que os preços dos produtos da Apple chegam muito mais altos no Brasil do que custam originalmente em dólares. Um relatório do banco BTG Pactual, publicado no mês passado, analisa 20 países do mundo e confirma os valores excessivos dos produtos importados para o país.

Segundo a análise, o Brasil está entre os países mais caros do mundo para comprar produtos da Apple. Um iPhone XS de 64GB, por exemplo, custa 74% a mais no Brasil do que nos EUA. Já para comprar um iPad de 32GB, o consumidor brasileiro desembolsa 140% a mais do que o valor do produto em dólares.

Outro exemplo que mostra essa discrepância é a quarta edição do Índice Zara. O estudo compara preços de uma cesta de 12 itens vendidos pela rede varejista espanhola nos EUA com outras 44 nações onde a marca atua. De acordo com o relatório, o Brasil é o país mais caro do mundo para comprar os produtos da empresa: brasileiros chegam a pagar 18% a mais do que nos EUA pela cesta com 12 peças.

Os desafios para os mercados estrangeiros no Brasil incluem altas taxas de importação, complexidades e burocracia, bem como processos logísticos complicados. De acordo com a pesquisa da Zara, isso significa que empreendedores com fabricação local terão vantagem nos próximos anos.

Olhar Digital
Judiciário » Tecnologia

Google Brasil é denunciado pelo Ministério da Justiça por suposta violação de privacidade

O Google Brasil sofrerá um processo administrativo por parte da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O motivo seria uma a suposta violação de privacidade dos e-mails de brasileiros cometido pela gigante das buscas. A decisão foi publicada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) na última quarta-feira (06/2). Se condenada, a empresa pode ser multada em até R$9.7 milhões.

Segundo o departamento, os consumidores do Gmail, serviço de e-mail do Google, foram vítimas de uma invasão de privacidade, que foi constatada em uma análise dos conteúdos enviados. O processo deve apurar também se ouve violação do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor (ver abaixo).

Até o meio de 2017, e-mails de usuários eram escaneados com o objetivo de segmentar anúncios, evitar spams e otimizar serviços a cada perfil que demonstrasse interesse em determinado produto pesquisado na internet. No final do mesmo ano, a Google aponta ter parado com a prática no mundo inteiro.

Toda essa repercussão é resultado da ação aberta em 2015, no Piauí, envolvendo o Google (ecuja decisão foi faborável à emprea). Em resposta as acusações, a empresa publicou uma nota frisando que não faz uso das informações do Gmail e que trabalha respeitando a legislação brasileira.

A Folha também noticiou recentemente que as big techs podem, futuramente, serem autuadas de maneira mais ampla sob o Código de Defesa do Consumidor.

Folha de S.Paulo e Olhar Digital
Evento » Rio Grande do Norte » Tecnologia

Governo confirma realização da Campus Party até 2022 no RN

Reunião entre as equipes do Executivo e do Instituto Campus Party para discutir realização do evento no RN — Foto: Demis Roussos/Secom

O governo do Rio Grande do Norte confirmou a realização da Campus Party para o segundo semestre deste ano e para os próximos três anos em terras potiguares. A continuidade do evento, considerado uma das maiores experiências tecnológicas do mundo, foi assegurada nesta quarta-feira (23), durante reunião entre as equipes do Executivo e do Instituto Campus Party.

“O Estado fará um esforço para apoiar e garantir o local de realização do evento, que tem nítida importância do ponto de vista educacional, social e de desenvolvimento econômico e do turismo local”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

O presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farruggia, disse que cerca de 60 mil pessoas visitaram a Open Campus, enquanto que São Paulo não alcançou 80 mil visitantes. “Se considerarmos as condições proporcionais de um estado para o outro, o evento em Natal teve uma aceitação muito boa, o que justificou o tredding topic (TT) da #cpjerimum nas redes sociais virtuais na época”, argumentou. “Vamos colocar Natal no mapa digital do mundo, trazendo as melhores realidades de pesquisa e investimentos na área para cá”, completou Farruggia.

Sobre a Campus Party

Realizada pela primeira vez em 1997, na Espanha, a Campus Party tem hoje mais de 500 mil campuseiros cadastrados em países como Holanda, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, Colômbia, Itália e Cingapura. O evento está presente no Brasil há onze anos. Natal foi a 3ª cidade do Nordeste a receber o evento, em 2018. Recife e Salvador foram as duas primeiras.

Campus Party Natal reuniu vários públicos para discutir, ensinar e aprender sobre tecnologia — Foto: Juliana Almeida

G1
Tecnologia

WhatsApp muda regras de reencaminhamento mensagens

O aplicativo de mensagens WhatsApp lançou atualização que limita para cinco o número de vezes que um usuário pode reencaminhar uma mensagem de texto. A medida, que vai chegar primeiramente a dispositivos Android e depois ao iOS, visa combater a disseminação de notícias falsas (fake news) e boatos, segundo comunicado emitido pelos executivos da empresa nesta segunda-feira (21). O limite anterior era de 20 reencaminhamentos, segundo o G1.

“Estamos impondo um limite de cinco mensagens em todo o mundo a partir de hoje”, disse Victoria Grand, vice-presidente de comunicações do WhatsApp. A medida já estava em prática na Índia desde julho, após a disseminação de notícias que levaram a assassinatos e linchamentos no país.

A rede social conta, atualmente, com 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo. Pertencente ao Facebook desde 2014, a plataforma vem sendo acusada de ter se tornado um meio de disseminação de fotos manipuladas, vídeos fora de contexto, notícias falsas e boatos, devido a sua encriptação de ponta a ponta, que impede que o conteúdo seja checado ou mesmo banido.

Notícias ao Minuto
Redes Sociais » Tecnologia

Whatsapp supera Facebook e se torna app mais popular do mundo

O último relatório anual do State of Mobile, realizado pela empresa de pesquisa Annie (via VentureBeat), revelou uma notícia que deve deixar qualquer cidadão americano de cabelo em pé. O Whatsapp, praticamente desconhecido nos EUA, superou o Facebook e se tornou o app para dispositivos móveis mais popular do mundo.

De acordo com a Annie, a posição de liderança do Whatsapp foi alcançada em setembro de 2018 e foi mantida até o final do ano. Não foi informado qual é a distância, em quantidade de downloads, existente entre os dois apps atualmente e, embora o Facebook tenha batido o Whatsapp na média de usuários móveis ativos, considerando todo o ano de 2018, as taxas de crescimento atuais devem consolidar o atual líder na primeira posição para todo o resto de 2019.

Nos EUA, o Facebook e o Facebook Messenger são, de longe, os apps mais populares, enquanto que o Whatsapp não fica nem entre os 10 primeiros. É estranho que, mesmo o Facebook sendo dono do Whatsapp, parece não haver muito esforço de Mark Zuckerberg para popularizar o nosso querido “zap zap” por lá (não se sabe como os americanos conseguem levantar e ir trabalhar todos os dias sem os gifs animados de “bom dia” dos grupos de família). Ele, que costumava exibir os números e realizações dos produtos da empresa, tem andado um tanto contido nos últimos dois anos.

No início de 2018, o Whatsapp tinha 1,5 bilhão de usuários ativos mensais em todo o mundo. Até o final de 2017, o Facebook havia contabilizado 2 bilhões. Agora, embora esses números possam ter se invertido, ainda temos de considerar os vários usuários do Facebook que só o utilizam via PC ou notebook.

Tecmundo
Segurança » Tecnologia

Coleção com 773 milhões de senhas roubadas vaza; veja se você foi afetado

O maior banco de endereços de e-mail roubados já visto foi encontrado nesta semana, batizado de “Collection #1”. O site “Have I Been Pwned?” encontrou uma base com 773 milhões de endereços de e-mail únicos com mais 21 milhões de senhas usadas para fazer login em múltiplos sites e serviços online.

Como é comum nestes casos, as credenciais não são frutos de um único ataque ou uma só campanha de phishing que enganou pessoas para digitar seus logins e senhas em páginas falsas. Bancos gigantescos como o Collection #1, catalogado pelo especialista Troy Hunt, são, na verdade, a reunião de dados vindos de múltiplos ataques pequenos cujos resultados reunidos, normalmente, de forma desorganizada.

Os dados catalogados no arquivo publicado no site de compartilhamento MEGA conta com informações datadas de pelo menos 2015. Seu propósito provavelmente seria utilizar esse banco de dados como referência para ataques conhecidos como “credential stuffing”. Na prática, a técnica consiste em usar softwares para testar uma credencial vazada em outros sites com objetivo de ganhar acesso a mais contas de uma vítima. Por exemplo: se seu email e senha da Netflix vazarem, os hackers podem tentar usar a mesma combinação para acessar sua conta do Spotify, do Google Drive, da Uber e tantos outros; por este motivo é bom usar senhas diferentes em cada serviço.

Até a descoberta do Collection #1, o maior banco de dados roubados encontrados e catalogados no site Have I Been Pwned era de 711 milhões de registros. O banco, no entanto, é maior do que estes 773 milhões mencionados; este são apenas os registros únicos. O total de combinações de e-mail e senha vazadas chega a 1,16 bilhão, o que significa que várias pessoas aparecem na lista múltiplas vezes, e em alguns casos com senhas diferentes.

Como saber se você foi atingido

O site Have I Been Pwned é uma ferramenta interessante que é usada para catalogar esses grandes vazamentos e permitir que o usuário comum saiba se já foi atingido em algum deles. Se você quiser saber se seus dados já foram vazados, basta acessar esta página e digitar seu endereço de e-mail.

Caso você tenha sido afetado em algum dos vazamentos, troque imediatamente a senha do e-mail afetado e de todas contas importantes vinculadas àquele endereço. Crie, de preferência, uma senha bem longa, alternando letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos formando, de preferência sem formar uma sequência lógica de caracteres. Se possível, ative a verificação em duas etapas em todos os serviços em que estava cadastrado com aquele endereço.

Olhar Digital
Finanças » Tecnologia

WhatsApp passa a permitir transferências de dinheiro pelo aplicativo

Há algum tempo já se ouve falar de um novo recurso do WhatsApp que permite a realização de pagamentos e transferências de dinheiro por meio do aplicativo. Agora a função ganhou caráter quase oficial, estando disponível para testes para vários usuários na Índia, e só não foi anunciada publicamente ainda por não estar liberada para todos os indianos.

Como resultado, já é possível ver como o recurso vai funcionar, graças aos usuários que estão postando capturas do sistema em funcionamento, já com suporte a vários bancos nacionais, que incluem o State Bank of India, ICICI Bank, HDFC Bank e Axis Bank utilizando o UPI, sigla para Interface Unificada de Pagamentos da Índia.

Para ativar, no entanto, os usuários precisam primeiramente verificar novamente seus números de telefone por meio do SMS e selecionar um dos bancos listados, que não são poucos.

Entre os usuários que já receberam o recurso, já é possível perceber como vai funcionar. Onde há a opção de enviar uma foto, vídeo, localização ou um arquivo também aparecerá a opção de pagamento, por meio da qual será possível realizar a transferência entre duas pessoas diretamente.

Agora é esperar para ver quais são os planos do WhatsApp para o futuro desse recurso. Mesmo com a função já ativa a empresa continua sem falar sobre ela abertamente, então não há como saber sobre as perspectivas de expansão e se ou quando o recurso chegará ao Brasil.

Olhar Digital
Tecnologia

Anatel notifica usuários de 15 estados sobre bloqueio de celulares; RN está incluído

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou ontem (7) a notificar usuários de 15 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte sobre o bloqueio de celulares irregulares. A medida será adotada no dia 24 de março e vai atingir aparelhos adquiridos a partir desta segunda-feira. Telefones comprados até ontem, portanto, em regra não serão desativados pela agência.

Os alertas enviados a partir de hoje fazem parte da 3ª fase do programa Celular Legal. A primeira etapa teve início em fevereiro e abarcou o Distrito Federal e Goiás. Em seguida, foram incluídos os demais estados do Centro-Oeste, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Rondônia e Tocantins. Com a fase iniciada hoje, o programa abarca todas as unidades da Federação.

Os comunicados desta 3ª etapa serão enviados, no Nordeste, para usuários nos estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, da Paraíba, do Piauí, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Sergipe. O informe também chegará para consumidores de São Paulo e Minas Gerais, no Sudeste, e do Amapá, Amazonas, Pará e de Roraima, no Norte.

Além dos alertas enviados a partir de hoje a quem comprar esses celulares, serão enviadas mensagens similares faltando 50 e 25 dias para o bloqueio. O usuário que tiver dúvidas sobre o procedimento pode obter mais informações sobre o programa no sítio oficial da Agência Nacional de Telecomunicações.

Celular irregular

Celular irregular é considerado pela Anatel não certificados pelo órgão ou sem o código identificador válido (IMEI, espécie de CPF do celular). Para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com o que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

Uma linha também pode ficar irregular caso seja ativada (como na compra de um novo chip) em um aparelho antigo sem IMEI válido. Ou seja, um consumidor pode não ter recebido mensagem por ter obtido o dispositivo móvel antes do início do programa. Mas se ele não estiver regular, no momento da ativação de outra linha será bloqueado no mesmo prazo (75 dias). O usuário que quiser conferir a situação do seu aparelho pode fazê-lo pelo site da Anatel.

A irregularidade pode ocorrer em casos de importações sem passar por órgãos de controle do país ou quando celulares são roubados e revendidos. Também há casos em que o código é adulterado, ou até mesmo replicado (como quando smartphones são clonados).

Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euller de Morais, um dos objetivos do bloqueio é dificultar a comercialização de aparelhos furtados ou com algum tipo de irregularidade. “O projeto vai inativar terminais que foram roubados. Um dos objetivos é coibir o furto e adulteração”, disse à Agência Brasil.

Os celulares irregulares não têm garantia de atender aos requisitos da agência, como compatibilidade com as redes brasileiras. Além disso, segundo a Anatel apresentam riscos ao consumidor, como aquecimento, choques, emissão de radiação, incêndio ou até explosões.

O presidente da agência explicou que a regularidade do aparelho não se limita aos produtos comprados aqui. Uma vez que o código é internacional, um cliente pode adquirir um equipamento destes e utilizar no Brasil.

Comunicar roubo

O bloqueio de aparelhos celulares é um recurso existente desde 2016. O usuário pode solicitar o impedimento a sua operadora ou à Polícia quando tiver sido roubado ou seu aparelho tiver sido extraviado.

Agência Brasil

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