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Tecnologia & Informática » WhatsApp

WhatsApp Beta ganha ferramenta contra excesso de mensagens

A versão de testes do WhatsApp ganhou um atalho para silenciar conversas pela central de notificações do Android. Ao acumular pelo menos 51 mensagens não lidas, um botão é exibido logo abaixo das mensagens, na própria notificação. É possível, então, desabilitar os alertas do contato. O recurso, presente no WhatsApp, é ideal para impedir a enxurrada de mensagens que algumas pessoas mandam pelo mensageiro.

Nas linhas a seguir, saiba como usar o novo atalho para silenciar as notificações de uma conversa no WhatsApp. Vale lembrar que é necessário ter a versão de testes do mensageiro (2.18.218) instalada no celular. O procedimento foi realizado num Moto E4 com Android Nougat (7.1.1).

Fonte: Tech Tudo

Tecnologia & Informática

MUDANÇA: Ministro confirma limite de dados na banda larga fixa vai começar em 2017

Cabo de internet sendo conectado.

Sabbe aquela história de limite de dados na banda larga fixa? Pois é, a novela voltou e a cobrança de planos baseados em franquias deve mesmo acontecer em 2017. E, mesmo que a Anatel tenha dito o contrário no final do ano passado, a confirmação agora veio do próprio ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Em entrevista ao Poder360, Gilberto Kassab garantiu a regulamentação da venda de pacote de dados e o fim da internet ilimitada na banda larga fixa para o segundo semestre de 2017. Ele argumentou que a prática será benéfica para o setor. “O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O Ministério trabalha pra que o usuário seja cada vez melhor beneficiado com melhores serviços”, explica.

Segundo Kassab, haverá um período de adaptação em que os assinantes já terão um limite no pacote de consumo, já que o choque inicial com a alteração na cobrança pode ser grande. Para ele, a ideia é que “esse serviço seja o mais elástico possível, mas tenha um ponto de equilíbrio, porque as empresas têm seus limites”.

Confira a resposta completa:

Por TechMundo
Bancos » Tecnologia » Tecnologia & Informática

Sensores biométricos de caixas eletrônicos se tornam novo alvo de criminosos

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Os caixas eletrônicos da atualidade contam, na maioria das vezes, com sensores biométricos para ajudar na identificação do dono da conta. Contudo, os leitores de impressões digitais podem estar se tornando vulneráveis por conta das artimanhas de criminosos que querem burlar o sistema.

De acordo com especialistas da Kaspersky Lab as máquinas estão sendo cada vez mais visadas pelos fraudadores que desejam obter os dados dos cartões de crédito inseridos.

O método utilizado para isso é chamado de “skimmer”. Esse é o nome dado para dispositivos caseiros conectados aos terminais. Com a ajuda de webcams e teclados falsos, eles copiam os dados dos cartões que, mesmo evoluindo e contando com chips de segurança, ainda estão vulneráveis aos dispositivos.

A esperança das instituições bancárias era de que a biometria pudesse inutilizar essas traquitanas. Contudo, não foi bem isso o que aconteceu. Os novos skimmers são artefatos que conseguem até mesmo roubar as impressões digitais da vítima.

Segundo a pesquisa realizada, há pelo menos 12 vendedores oferecendo esse tipo de acessório. Três deles garantem que o item consegue obter os dados das impressões das palmas e também da íris do usuário.

Contudo, durante testes realizados pela Kaspersky, os instrumentos apresentaram algumas falhas, principalmente por conta da lentidão na transmissão das informações. Os especialistas, no entanto, acreditam que o acessório possa ser aprimorado no futuro.

Judiciário » Tecnologia & Informática

Justiça determina desbloqueio de R$ 38 milhões do Facebook

O Facebook do Brasil conseguiu reverter a decisão da Justiça Federal, que havia bloqueado R$ 38 milhões da empresa. A liminar foi expedida sexta-feira (29) pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.

O bloqueio foi solicitado pelo Ministério Público Federal do Amazonas porque a empresa descumpriu uma determinação judicial que a obrigava a fornecer dados de cadastros e a quebrar o sigilo de mensagens do aplicativo WhatsApp para uma investigação que corre em segredo de justiça.

“Ao conferir proteção absoluta à intimidade, a empresa ultrapassa o limite do razoável, criando um ambiente propício para a comunicação entre criminosos, favorecendo aqueles que cometem crimes graves, como terrorismo, sequestro, tráfico de drogas etc”, declarou o procurador da República Alexandre Jabur, autor do pedido, em nota publicada no site do MPF-AM.

Segundo o procurador, o Facebook argumentou que os conteúdos relacionados aos usuários estão sob responsabilidade dos operadores da empresa nos Estados Unidos e na Irlanda, o que exigiria um procedimento de cooperação internacional para cumprir a decisão.

Quando aceitou o pedido do MPF, a Justiça alegou que a decisão reforçava a previsão do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14) de aplicar a legislação brasileira mesmo em relação a empresas sediadas no exterior.

O Ministério Público Federal do Amazonas declarou que o bloqueio de recursos do Facebook era uma primeira alternativa para tentar conseguir as informações solicitadas antes de pedir a suspensão do funcionamento do aplicativo, como ocorreu recentemente.

No dia 19 deste mês, os usuários do WhatsApp ficaram quatro horas sem acesso à rede social, por determinação da justiça do Rio de Janeiro, porque a empresa se recusou a repassar dados de usuários do aplicativo para uma investigação.

A reportagem não conseguiu contato com representantes do Facebook no Brasil.

Agência Brasil
Notícias » Tecnologia & Informática

Estado Islâmico estaria usando WhatsApp para vender escravas sexuais

Mensagem apareceu em uma conversa cifrada, juntamente com anúncios para a venda de filhotes de gatos.

Mensagem apareceu em uma conversa cifrada, juntamente com anúncios para a venda de filhotes de gatos.

Por ajudarem a manter as informações de seus usuários seguras, aplicativos como o WhatsApp e o Telegram estão sendo utilizados por criminosos para uma série de atividades ilícitas. De acordo com a agência Associated Press, terroristas do estado islâmico estão usando esse tipo de ferramenta para vender mulheres sequestradas como escravas sexuais.

“Um anúncio árabe no Telegram pede US$ 12.500 por uma menina de 12 anos de idade”, diz uma matéria divulgada pela agência na última terça-feira, 5. A mensagem apareceu em uma conversa cifrada, juntamente com anúncios para a venda de filhotes de gatos, armas e equipamentos táticos.

Outro anúncio, enviado pelo WhatsApp, oferece uma mãe com duas filhas: uma com três anos e uma com 7 meses de idade, por US$ 3.700. “Ela quer que seu dono a venda”, diz a postagem.

Questionado, o Facebook, que é dono do WhatsApp, afirmou trabalha para combater mensagens extremistas em suas plataformas. “Temos tolerância zero para este tipo de comportamento e desativamos essas contas quando são fornecidas evidências de atividades que violam nossos termos. Encorajamos as pessoas a usar as nossas ferramentas de denúncia ao se depararem com este tipo de comportamento “, declarou um representante da empresa.

O Telegram também afirmou que se esforça para coibir essas práticas. “O Telegram é extremamente popular no Oriente Médio, entre outras regiões. Isto, infelizmente, inclui os elementos mais marginais e as pessoas cumpridoras da lei”, afirmou um porta-voz.

UOL
Policial » Tecnologia & Informática

Polícia é proibida de acessar WhatsApp de presos

É ilegal o acesso pela polícia do WhatsApp do preso.

É ilegal o acesso pela polícia do WhatsApp do preso.

Superior Tribunal de Justiça, através da 6ª Turma, entendeu que é ilegal o acesso às informações, dados e mensagens contidas no aplicativo WhatsApp do preso. A polícia não pode apreender o celular, mesmo em prisão em flagrante delito, e verificar o conteúdo do WhatsApp do preso.

A Decisão tem respaldo jurídico nos termos constitucionais que tratam das garantias ao sigilo das comunicações, cujas garantias foram regulamentadas e reforçadas pela Lei 12.965/14 (Lei que regulamentou o uso da internet no Brasil).

O entendimento foi no sentido de que constitui violação à intimidade do preso, portanto, como já ocorre nos casos similares em relação a ”interceptação telefônica”, só será possível o acesso ao conteúdo do WhatsApp com autorização judicial.

É bom que os advogados criminalistas e operadores desse ramo do direito atentem para as defesas e procedimentos quanto à apreensão de aparelhos celulares, pois deverão ser guardados em embalagens não vulneráveis.

Nos casos em que o advogado estiver presente ao ato da lavratura do Termo de Prisão em Flagrante na Delegacia de Polícia, deverá exigir que o celular do preso seja colocado em embalagem que possa ser assinada no fecho pelo advogado para que não ocorra futuras violações.

Se ocorrer o abuso de poder por parte do Delegado de Polícia, e houver a violação do direito do preso, e suas mensagens e conteúdos forem lidos, deverá o advogado requerer a decretação de nulidade da prova, por ter sido obtida ao arrepio da lei constitucional.

Para análise jurídica da Decisão publicada em 19/04/2016, consultar o RHC 51531/STJ, da lavra do Ministro Nefi Cordeiro.

Ementa da Decisão:

PENAL. PROCESSUAL PENAL. RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. NULIDADE DA PROVA. AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL PARA A PERÍCIA NO CELULAR. CONSTRANGIMENTO ILEGAL EVIDENCIADO.

1. Ilícita é a devassa de dados, bem como das conversas de WhatsApp, obtidas diretamente pela polícia em celular apreendido no flagrante, sem prévia autorização judicial.

2. Recurso ordinário em habeas corpus provido, para declarar a nulidade das provas obtidas no celular do paciente sem autorização judicial, cujo produto deve ser desentranhado dos autos.

Internet » Tecnologia & Informática » Telefonia » WhatsApp

WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos

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O WhatsApp vai parar de funcionar em smartphones mais antigos, e o aplicativo começou a alertar os usuários que perderão acesso ao serviço, confirmando também a data em que o corte acontecerá: dia 31 de dezembro de 2016.

Os sistemas em questão, que deixarão de receber suporte, são plataformas que têm pouquíssimos usuários nos dias atuais, mas ainda deve deixar alguns desamparados.

Os aparelhos na ‘linha de corte’ do app são os que funcionam com Android 2.1 e 2.2, Nokia Symbian S40 e S60 e todos os dispositivos da BlackBerry, incluindo os equipados com o sistema operacional mais recente da fabricante, o BlackBerry 10. A lista também inclui os aparelhos Windows Phone 7.1.

“Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, justifica a empresa em comunicado.

Caso você utilize um destes aparelhos, a recomendação do aplicativo é trocar por um aparelho Android, iOS ou Windows Phone mais atual antes do fim de 2016 para que possa continuar usando o WhatsApp.

Olhar Digital
Tecnologia & Informática

Facebook Messenger ganha catálogo de emojis mais diverso

Reprodução

Reprodução

O Facebook lançou uma nova atualização do Messenger com um catálogo de emojis totalmente reformulado, com foco na diversidade de gênero e de raça.

Foram incluídas 100 novas opções e os símbolos existentes passaram por uma atualização. A maioria deles passa inclusive a ter suporte para a seleção de tom de pele, assim como o iOS habilitou no ano passado e o Android pretende incluir ainda este ano.

O Facebook também diz que os novos emojis trazem uma maior diversidade de gênero. “É a primeira plataforma a incluir uma policial, uma pedestre, uma nadadora, uma corredora, uma surfista.”

A partir de agora, não importa de qual plataforma o app está sendo usado, os emojis serão visualizados de forma homogênea. Até então, o Facebook era inconsistente sobre qual símbolo iria aparecer, o que gerava alguns mal-entendidos em termos de significado.

Judiciário » Tecnologia & Informática

Advogados vão ao Supremo Tribunal Federal para blindar o WhatsApp

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O PR (Partido da República) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo que o tribunal impeça que decisões judiciais suspendam ou proíbam serviços virtuais de troca de mensagens, como o WhatsApp.

A ideia é deixar expresso que não pode existir esse tipo de interrupção no serviço.

O texto questiona a constitucionalidade de trechos do Marco Civil da Internet que permitem a suspensão temporária e proibição das atividades quando as teles e os aplicativos se recusarem a entregar dados protegidos de usuários solicitados via judicial.

Na ação, o partido afirma que a medida inviabiliza o direito de livre comunicação dos cidadãos, além de ferir a livre iniciativa, a livre concorrência e a proporcionalidade.

Atualmente, o aplicativo tem 100 milhões de usuários. A polêmica em torno da interrupção da ferramenta começou em fevereiro de 2015 por causa de uma decisão da Justiça do Piauí, que tentou bloquear o serviço.

Juízes de São Bernardo do Campo (SP) e de Sergipe chegaram a tirar o aplicativo do ar. Sobre o último caso, já há um recurso do partido PPS em tramitação no Supremo.

Para o advogado do PR, Ticiano Figueiredo, a suspensão pune a empresa, mas prejudica a população. “É um retrocesso. Uma medida como essa equivale as que são tomadas por países antidemocráticos, como China e Irã, que têm restrição ao uso da internet.”

PROPORCIONALIDADE

O professor de direito constitucional da UnB (Universidade de Brasília) Jorge Galvão, que também assina a ação, nega que a restrição de bloqueio possa representar imunidade às empresas que atuam na internet, nem sustentar a absoluta inviolabilidade do conteúdo das comunicações realizadas via web.

Segundo ele, não é proporcional atingir usuários que não tenham relação com o objeto da punição.

“Não pode haver uma sanção que seja prejudicial à sociedade. Você prejudica quem comete a infração. Se a empresa ou aplicativo comete ilícito, que seja punido de outra forma e não pela prestação do serviço.”

Galvão defende a aplicação de sanções financeiras, como multa.

Para os advogados, a regulamentação do Marco Civil publicada na semana passada, que abre brecha para que teles e aplicativos não tenham que entregar à Justiça dados cadastrais de usuários quando não armazenarem essas informações, reforça o argumento para que o STF impeça o bloqueio de serviços de trocas de mensagens.

A ação pede a concessão de uma liminar (decisão provisória) para impedir novas suspensões do uso do aplicativo pela Justiça até julgamento final do caso.

 

Folha Press

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