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Esporte » Notícias » Segurança

Forças Armadas ocupam ruas do Rio a partir do dia 24 para Jogos Olímpicos

As Forças Armadas iniciam no dia 24 de julho sua operação especial para os Jogos Olímpicos Rio 2016, com a ocupação de pontos estratégicos nas quatro áreas de competição.

“Até o dia 15 de julho estamos realizando nossa concentração estratégica. Serão cerca de 22 mil homens que estarão na cidade. A partir do dia 24 de julho, na abertura da Vila Olímpica, aí, sim, estaremos efetivamente nas ruas”, disse o coronel Mario Medina, porta-voz da Coordenação-Geral de Defesa de Área, órgão responsável pelos trabalhos dos militares nos Jogos.

Segundo ele, o Exército ficará responsável pelas áreas da Barra da Tijuca, de Deodoro e do Maracanã, a Marinha ficará com Copacabana e a Aeronáutica com o Aeroporto Internacional do Galeão.

Hoje (9) cerca de 1.500 militares estão fazendo um exercício de patrulhamento e reconhecimento de terreno em vários pontos da cidade. Um dos objetivos da ação de hoje é identificar os itinerários entre as instalações olímpicas e tempis de deslocamento.

Agência Brasil
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Efetivo militar no Rio para os Jogos Olímpicos aumenta de 18 mil para 21 mil

Militares atuarão em estações ferroviárias próximas ao Maracanã e ao Complexo Esportivo de Deodoro.

Militares atuarão em estações ferroviárias próximas ao Maracanã e ao Complexo Esportivo de Deodoro.

A pedido do governo do estado do Rio de Janeiro, as Forças Armadas assumirão mais áreas no policiamento ostensivo da cidade durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O novo planejamento elevou o total de militares que atuarão na cidade de 18 mil para cerca de 21 mil, informaram em coletiva de imprensa os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e da Justiça, Alexandre de Moraes.

Os militares atuarão em estações ferroviárias próximas ao Maracanã e ao Complexo Esportivo de Deodoro, em vias expressas como a Linha Vermelha, a Avenida Brasil e a Transolímpica, e no entorno dos aeroportos. Além disso, os militares estarão disponíveis como força de contingência, na segurança de autoridades e atletas, na proteção de estruturas estratégicas de funcionamento da cidade e no combate ao terrorismo.

“Vamos aliviar os órgãos de segurança pública para atuarem no dia a dia do Rio”, disse o Coordenador Geral de Defesa de Área (CGDA), general Fernando Azevedo.

As bases militares temporárias construídas para os jogos ficarão em áreas próximas às arenas olímpicas. A maior parte do contingente estará na área de Copacabana, que reúne locais como a Marina da Glória e a Lagoa Rodrigo de Freitas, com cerca de 5,7 mil homens das forças armadas. Em Deodoro, outros 4,7 mil; na Barra, 2,4 mil; e no Maracanã, 1,7 mil. As cidades que receberão os jogos de futebol vão contar com mais 20 mil militares.

Atentado

Entre os dias 15 e 21 deste mês, haverá um ensaio geral das forças de segurança que atuarão nos jogos e, a partir do dia 24, a operação terá início, na data de abertura da Vila dos Atletas. Ao todo, 6 mil militares que atuarão nos jogos já estão no Rio de Janeiro.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a solicitação do governo do estado do Rio deve exigir um novo decreto de Garantia da Lei e da Ordem, que autoriza as forças armadas a agirem nos estados: “Vamos trazer segurança, tranquilidade, visibilidade e, particularmente, atentder a todos os pré-requisitos que o Comitê Olímpico Internacional nos delegou realizar”.

Jungmann também informou que o Brasil está em contato com agências de inteligência de mais de 90 países e que tem condições de identificar suspeitos que tentem entrar no país para cometer atentados terrotistas ou outros crimes. “Nenhuma dessas agência nos passou informe de ameaças”, disse o ministro que também afirmou que a Aeronáutica está autorizada a derrubar aeronaves que entrem no perímetro de segurança de 5 milhas de distância das instalações olímpicas.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, voltou a dizer que não há probabilidade de ocorrer um atentado terrorista no Brasil durante os jogos, e afirmou que essa é uma avaliação compartilhada com agências de inteligência internacionais.

“Não temos nenhuma probabilidade de atentado terrorista em território nacional. No mundo todo, temos uma sequência de atos terroristas, então, a possibilidade existe no mundo todo. Mas não há a probabilidade aferida a partir de elementos concretos”, disse ele, acrescentando que não há informações de que haja infiltração de terroristas no país.

Salário atrasado

Moraes afirmou que os R$ 2,9 bilhões repassados pelo governo federal para o governo do estado já permitiram quitar dívidas com horas extras e salários dos policiais civis e militares. “Temos agora normalidade nas polícias”.

O ministro avaliou que esses atrasos levaram a uma redução do efetivo policial no estado nos últimos meses, já que os agentes pararam de fazer horas extras. A mudança na escala se refletiu em menos ações policiais e aumento dos índices de violência, o que ele acredita que será revertido a partir da regularização dos pagamentos.

Esporte » Segurança

Marinha usa técnica israelense em treinamento antiterrorismo para Rio 2016

A unidade da Marinha é a única do Brasil que está fazendo o treinamento específico para a Olimpíada.

A unidade da Marinha é a única do Brasil que está fazendo o treinamento específico para a Olimpíada.

Fuzileiros navais do Batalhão de Operação Especial da Marinha estão passando por treinamento da arte marcial israelense krav maga para atuar em possíveis ações de combate ao terrorismo durante os Jogos Olímpicos. O curso terá duração de 3 meses e hoje (5) foi feita uma demonstração da técnica para a imprensa.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, negou hoje a probabilidade de um ataque terrorista durante o mega-evento, porém afirmou que o país está se preparando para qualquer situação. O capitão de mar e guerra Campos Melo, comandante do batalhão, afirma que o planejamento para a segurança da Olimpíada prevê todas as possibilidades.

“Ações especiais estão voltadas não só para a área de segurança, mas para a área de contraterrorismo, que é bastante específica. Existe todo um planejamento que é elaborado em nível de governo federal, envolvendo as esferas do Ministério da Justiça, Ministério da Defesa e Agência Brasileira de Inteligência. São levantadas hipóteses e o que está sendo feito é um planejamento há bastante tempo para que a segurança possa ser dada no mais alto nível possível para os Jogos Olímpicos 2016”.

De acordo Campos Melo, foram os próprios fuzileiros que pediram para fazer o treinamento de krav maga por ser a arte marcial que apresenta a melhor solução para as atividades de contraterrorismo, que envolvem ameaças e ações como resgate de reféns, retomada de compartimentos e controle de locais ameaçados por bombas.

“O militar de operações especiais carrega uma quantidade muito grande de munição, de proteção blindada, como colete à prova de bala, capacete, armamento, ele carrega quase 40 quilos de peso extra no seu equipamento. Com isso, ele não tem uma mobilidade que permita que aplique golpes como, por exemplo, da capoeira ou chutes altos como taekwondo. O krav maga foi a arte marcial que nos apresentou a solução de poder utilizar os equipamentos e realizar golpes que a nossa situação de combate permite, por exemplo o combate dentro de compartimentos confinados”.

O treinamento é feito em parceria com a Federação Sul Americana de Krav Maga, pelo grão-mestre Kobi Lichtenstein, israelense especialista na técnica e que vive no Brasil há 27 anos. Lichtenstein já treinou unidades de elite, como o Bope, as forças especiais do Exército e a segurança da Presidência da República. A unidade da Marinha é a única do Brasil que está fazendo o treinamento específico para a Olimpíada. Lichtenstein explica que o curso envolve uma parte teórica e prática com simulações.

“Na parte teórica, aprende sobre a história do terror, o regime do terror moderno, a forma de atuação, a forma moderna de combate ao terror ao redor do mundo. A parte prática é dividida em três: a proteção pessoal do agente, que aprende como se defender quando um agressor chegar perto armado, como ele se protege. Outra de proteção a terceiros, em casos de situações como a gente viu na França, como ele atua em tiroteio na multidão. A terceira parte é ligada a suicidas, homens-bomba. O objetivo é aproximar o agente ao máximo da realidade que ele pode encontrar”.

Ele explica que o krav maga surgiu na década de 1940, por Imi Lichtenfeld, para grupos que lutavam pela independência do estado de Israel. Atualmente, é a única técnica usada dentro dos serviços de segurança de Israel, como Forças Armandas e serviço secreto.

“É uma técnica muito simples, muito rápida, muito objetiva, que vem dar para qualquer pessoa, independente de idade, sexo, preparo físico, a capacidade de enfrentar qualquer agressor em qualquer situação, qualquer agressão. A gente não tem leis, não tem regras, não tem juízes, não tem competições”.

 

Agência Brasil
Bancos » Notícias » Segurança

Caixa eletrônico a prova de bombas chega ao mercado brasileiro

Uma feira para o setor bancário lançou na semana passada em São Paulo um produto destinado a ter muito mercado em lugares como Síria, Faixa de Gaza e… Brasil. Trata-se de um caixa eletrônico a prova de bombas. Ou, como promete a empresa que o fabrica, “resistente a ataques por explosão”. É uma evolução de um produto que já existe no mercado brasileiro — o caixa eletrônico que resiste a dinamite.

Lauro Jardim
Educação » Segurança

Sesed e UFRN discutem melhorias para políticas públicas de segurança no RN

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) recebeu na manhã desta sexta-feira (24) a visita de pesquisadores do Núcleo Avançado de Políticas Públicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (URFN) que integram o Observatório das Metrópoles, um programa plurinstitucional e pluridisciplinar que procura aliar suas atividades de pesquisa e ensino com a missão social de realizar e promover atividades que possam influenciar as decisões dos atores que atuam no campo da política pública, tanto na esfera do governo, como da sociedade civil.

Durante a visita foi realizada uma análise do projeto das Área Integradas de Segurança Pública (AISPs), implantado pelo Governo do Estado em Natal, Parnamirim e Mossoró, visando permitir a convergência dos trabalhos das forças policiais na prevenção e investigação dos casos de violência e oferecer à Sesed um diagnóstico específico de cada área para as intervenções necessárias à melhoria da qualidade de vida da população.

“Nossa reunião serviu para conhecer o andamento do processo de implantação das Áreas Integradas de Segurança Pública, uma vez que o Observatório das Metrópoles também teve uma importante participação na elaboração deste projeto. Viemos para dialogar e analisar o andamento, por termos sido demandados algumas adequações na estruturação das áreas. É muito prazeroso e virtuoso ver que o Governo do Estado está efetivando e avançando nestas políticas públicas levando em consideração os estudos científicos desenvolvidos pela UFRN”, disse a coordenadora regional, Dra. Maria do Livramento Miranda Clementino.

O secretário da Sesed, Ronaldo Lundgren, demonstrou interesse pelo aprofundamento das pesquisas para outras áreas que também impactam na segurança pública, como aquelas que envolvem as causas da violência.

“Atualmente, nossos trabalhos estão muito focados em buscar uma resposta rápida para combater os efeitos da criminalidade. Estamos com recordes de prisões e apreensões de armas e drogas, mas a violência continua presente no nosso dia à dia. É preciso avançar os estudos para as causas desta violência, com a implantação de políticas públicas transversais, com efetivas respostas as causas sociais. É momento de todos os órgãos se enjangarem nesta proposta, sejas eles municipal, estadual ou federal”, disse o secretário Ronaldo Lundgren.

Para subsidiar novos estudos do Observatório das Metrópoles da UFRN, o secretário da Sesed, Ronaldo Lundgren repassou às mãos da coordenadora regional, Dra. Maria do Livramento Miranda Clementino, um livro contendo as diretrizes detalhadas do Ronda Cidadã, com todos os dados necessários para o pleno conhecimento do programa.

Finanças » Policial » Segurança

Governo propõe pagar diárias para policiais de folga em áreas de violência contra mulheres

O ministro da Justiça Alexandre de Moraes – André Coelho / Agência O Globo.

O ministro da Justiça Alexandre de Moraes – André Coelho / Agência O Globo.

O governo federal quer pagar diárias aos policiais dos estados, durante períodos de folga, para reforçar a segurança em áreas marcadas por homicídios e violência contra a mulher. As medidas foram anunciadas pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, após reunião com secretários de Segurança Pública, nesta terça-feira, em Brasília.

De acordo com ele, a ideia de remunerar policiais com recursos da União vai se aplicar não só ao efetivo ostensivo, que fica na rua. Mas também aos agentes das delegacias, responsáveis pelas investigações. Moraes disse que a ideia é fazer um “grande mutirão” para priorizar todos os processos relacionados à violência contra a mulher. Segundo o ministro, os recursos sairão do orçamento da Força Nacional de Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça. Moraes disse ainda que o governo federal encaminhará aos estados, até o fim desta semana, uma sugestão de protocolo unificado de atendimento às mulheres vítimas de violência, para que elas não se intimidem na hora de denunciar.

Quanto ao pagamentos de diárias para fortalecer o policiamento local, Moraes disse que não há prazo nem custo estimado da ação. De acordo com ele, é preciso esperar que os estados mandem suas estatísticas de crimes, mostrando onde será preciso empregar os policiais. O ministro afirmou que isso não deve demorar, até porque, segundo ele, a ideia contou com a adesão dos secretários de Segurança.

Moraes, no entanto, negou que a utilização de recursos da Força Nacional irá esvaziar o órgão, composto por policiais e bombeiros de vários estados que são chamados para ajudar, em caráter provisório, estados que passam por dificuldades na área da segurança. Eles recebem diárias pelo trabalho. Parte do dinheiro, agora, será direcionado a agentes locais. Moraes afirmou, entretanto, que as funções da Força ficam mantidas.

– A mesma diária (da Força Nacional) é mais exitosa se você investir na própria polícia local, para que ela possa, nessas horas-extras, realizar policiamento e investigações nos locais indicados, por meio de convênios. Será direcionado, é importante dizer, ao combate de homicídios e violência doméstica.

O ministro reafirmou ainda o anúncio feito pelo presidente interino Michel Temer, mais cedo, de que será criado um núcleo de combate à violência contra a mulher no Ministério da Justiça. O departamento será composto pelas secretarias nacionais de Segurança, Mulheres e Direitos Humanos, além de integrantes do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública.

Ele negou, no entanto, que as iniciativas estejam sendo apresentadas como uma resposta apressada ao caso do estupro da menina no Rio de Janeiro. Ele afirmou que, como secretário de Segurança de São Paulo, planejava lançar uma ação voltada à violência doméstica. Como ministro, readaptou a iniciativa para o âmbito nacional.

— Nós tivemos na semana passada (referindo-se ao caso do Rio) a confirmação da importância dessa união entre o governo federal e os estaduais — disse.

O Ministério da Justiça também pedirá auxílio ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para que façam chegar, às delegacias e aos policiais na rua, todas as medidas protetivas – que visam proteger vítimas do contato com o algoz – relacionadas à Lei Maria da Penha de caráter penal e cível.

O ministro da Justiça evitou comentar as declarações do governador interino do Rio, Francisco Dornelles, que desejou pena de morte para os estupradores do caso da menina. Mas voltou a defender uma revisão na Lei de Execuções Penais para que os presos não tenham direito a progressão de regime tão rapidamente.

Hoje, em geral, isso ocorre com um sexto da pena cumprida. Moraes defende que, para casos graves, como corrupção, a progressão só possa ser concedida depois de quatro quintos de punição em regime fechado. Moraes defendeu, no entanto, que em casos de crimes sem violência ou grave ameaça, seja aplicada uma pena de prestação de serviços à comunidade.

– O Brasil prende muito e prende mal. Optamos por prisões quantitativas. seja ladrão de galinha, seja o crime organizado, todos têm penas privativas e progridem com um sexto – criticou.

 

O Globo
Notícias » Segurança » Sistema Prisional

RN planeja instalar estacas de aço ao redor de Alcaçuz para evitar fugas

Reunião aconteceu nesta terça (31) na Assembleia Legislativa (Foto: Demis Roussos)

Reunião aconteceu nesta terça (31) na Assembleia Legislativa (Foto: Demis Roussos)

A Secretaria Estadual de Infraestrutura recebeu nesta terça-feira (31) um projeto para instalação de estacas de aço com 12 metros de profundidade para barrar túneis e evitar fugas na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. A informação foi divulgada durante reunião com o governador em exercício, Fábio Dantas, que tratou também da construção de uma nova unidade prisional no Estado.

A reunião aconteceu na Assembleia Legislativa com os secretários de Infraestrutura, de Justiça e Cidadania, com o diretor-geral do DER, deputados, desembargadores, representantes do Ministério Público, da Pastoral Carcerária e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).  Foi discutida a melhor forma de aplicação dos R$ 20 milhões disponibilizados pelo Tribunal de Justiça para construção de nova unidade prisional.

O Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura, apresentou um projeto semelhante ao da penitenciária de Ceará Mirim para ser construído em áreas já disponibilizadas, provavelmente em Parnamirim ou Mossoró, com capacidade para 603 detentos.

Outro ponto em discussão, que deverá ser alvo de apreciação pelos deputados na aprovação do projeto de lei que vai regrar a aplicação dos recursos, é o prazo para reposição ao TJ pelo Executivo. Inicialmente o prazo seria de 24 meses, mas poderá ser ampliado para 36 meses.

Alcaçuz

Ainda na reunião, o diretor-geral do DER, Ernesto Fraxe confirmou que nesta quarta-feira (1º) o Governo do Estado inicia a construção de duas estradas perimetrais, uma interna e outra externa, na Penitenciária de Alcaçuz.

G1 RN
Notícias » Segurança

Ezequiel propõe ações de segurança, esporte e lazer para Ceará-Mirim e Florânia

Foto: Eduardo Maia

Foto: Eduardo Maia

Com o objetivo de promover segurança e incentivar o esporte e o lazer nos municípios de Ceará-Mirim e Florânia o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), apresentou dois requerimentos para beneficiar a população destas cidades.

“São ações que buscam melhorar a qualidade de vida da população das cidades de Ceará-Mirim e Florânia. Na segurança pública o enfrentamento à criminalidade na região precisa antes de tudo de mais efetivo policial e viaturas em condições de oferecer pronta resposta as ações delituosas e o esporte precisa de áreas para a sua prática”, destaca Ezequiel Ferreira.

Para Ceará Mirim, Ezequiel solicita uma viatura e efetivo policial militar na comunidade de Baixo Verde.  “As comunidades rurais estão bastante vulneráveis quanto à segurança pública”, destacou. A região possui um único posto policial, construído por um empresário local, e atende também as comunidades de Rio dos Índios, Boa Vista, Capoeira Grande, Coqueiros, Alto do Sítio, Sítio, Serrinha, Caiana e Aningas. “Portanto, sem policias e viaturas fica impossível o funcionamento do posto”, completa o deputado.

A recuperação geral na quadra poliesportiva localizada na Vila Jucuri é o benefício requerido pelo presidente da Assembleia para o município de Florânia, na região Seridó. “O equipamento que passa por desgastes em sua estrutura física, é o local onde os atletas exercitam o esporte amador na comunidade, como vôlei e futebol de salão e atividades culturais”, justifica. A Vila Jucuri tem cerca de 800 habitantes.

ALRN
Eleições » Segurança

RN começa discussão da segurança nas eleições de outubro

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O secretário estadual da Segurança Pública, Ronaldo Pierre Lundgren, esteve reunido na manhã desta segunda-feira (16), com a desembargadora Maria Bezerra Zeneide, na sede do Tribuna Regional Eleitoral (TRE), em Natal, para discutir o plano de segurança relacionado as eleições municipais, que acontecem no dia 2 de outubro deste ano. Esta foi a primeira reunião realizada com representantes da segurança pública para tratar o tema. Assim como nos anos anteriores, os trabalhos das Polícias Militar e Civil iniciam bem antes das eleições visando garantir, também, a segurança de todas as fases preliminares.

Na ocasião, o secretário da Sesed, Ronaldo Lundgren, agradeceu o convite e parabenizou a antecipação do planejamento por parte da Justiça Eleitoral. “Essa antecipação permite que todos nós estejamos mais integrados e preparados para oferecer um serviço de mais qualidade e eficiência. Aproveito para parabenizar a Justiça Eleitoral por esta decisão”, disse o secretário da Sesed.

De acordo com o plano apresentado pelo TRE, caberá as forças estaduais de segurança pública o patrulhamento do Fórum Eleitoral da capital durante o treinamento dos mesários e do Centro de Operações da Justiça Eleitoral (COJE) e das zonas eleitorais durante preparação das urnas, bem como a segurança dos locais de votação em todo o estado do RN.

“Nossa perspectiva é de que este ano tenhamos mais uma eleição tranquila. Nas experiências anteriores nossas ações foram pontuais, de fáceis soluções.”, disse a desembargadora Maria Bezerra Zeneide.

Participaram também da reunião, representantes do 3º Distrito Naval, Base Aérea, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar.

PortalNoAr
Notícias » Rio Grande do Norte » Segurança

Kalina Leite cobra apoio das demais políticas públicas para combater criminalidade no RN

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Os altos índices de assaltos e latrocínios têm deixado a população potiguar cada vez mais apreensiva nos últimos anos. Isso, aliado as fugas em massa que estão ocorrendo nos presídios do Estado, contribui para a proliferação do medo nas pessoas, que estão buscando sair de casa o menor número de vezes possível na tentativa de evitar uma nova ocorrência.

A Secretaria de Segurança e Defesa Social do RN (Sesed) vem sendo alvo constante de críticas da população devido aos números elevados da criminalidade, e a secretária Kalina Leite acredita que o problema só poderá ser resolvido ou amenizado caso haja união com as demais políticas públicas presentes no Estado.

“Enquanto a gente não mudar a concepção de que segurança pública se resolve só com Polícia, vai ficar muito difícil fazer o enfrentamento que todo brasileiro deseja. A segurança pública hoje é o maior problema nacional, em qualquer pesquisa o resultado que se tem é esse. Não tenho dúvida de que a violência está grande no Brasil e no RN não é diferente, mas tivemos uma redução significativa em 2015 as custas de muito empenho do governo e dos policiais”, disse a secretária em entrevista ao programa MEIO-DIA CIDADE, apresentado pelo jornalista Alex Viana, na Rádio Cidade 94FM.

Para Kalina, vários fatores como a falta de iluminação pública e ausência de escolas que disponham de aulas em tempo integral acabam contribuindo para o aumento dos índices de criminalidade, por isso a necessidade de reforçar a importância de uma união com as outras vertentes do Estado.

“Sabemos que não vamos ter, em nenhum lugar do mundo, Polícia o tempo todo. A presença dela espanta o crime em determinado local, mas o bandido acaba migrando para outro polo. Se não houver fiscalização contínua, iluminação pública, escola em tempo integral, família, religião e sobretudo uma economia que propicie condições melhores ao ser humano, vai ser difícil evoluir”, avisou.

Em 2016, quase 200 presos conseguiram fugir do sistema carcerário potiguar, o que certamente também vem sendo um fator atenuante para o desenvolvimento dos crimes no RN, segundo a secretária: “Temos visto, há anos, o abandono do sistema prisional. Hoje a gente não tem ampliação desse sistema, não existe ressocialização lá dentro. Concursos públicos não são realizados há 10 anos. Realmente tem que ser uma conjugação de esforços, governos federal, estadual e municipal, para que a gente possa combater isso, mas o que temos visto é o contrário”, disse, completando:

“Antigamente, o governo federal fazia um investimento muito pesado na segurança, mas nos últimos 4 anos não tem tido investimento e os estados acabaram se acostumando a não fazer melhorias em segurança pública, no sistema prisional, etc. Enfim, isso acabou acarretando na situação que vivemos nos dias atuais”, finalizou.

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