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REFORÇO: Força Nacional envia aeronave para apoiar operações em Natal

A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) enviou para Natal, no último dia (14), um helicóptero para apoiar as operações realizadas na capital potiguar e que fazem parte do Plano Nacional de Segurança Pública.

A será utilizada de acordo com a necessidade das forças de segurança estaduais, que estão atuando em parceria com os 120 integrantes da FNSP que estão na cidade desde o dia 15 de fevereiro – parte do efetivo chegou nos últimos dias. Para as ações com o helicóptero, o Ministério da Justiça enviou uma equipe do Grupamento Aéreo da Força Nacional.

A FNSP tem atuado na ostensividade nas ruas e operações com barreiras itinerantes, apoiando também a Polícia Militar local. As ações ainda contemplam patrulhamento nas áreas bancárias e no combate a redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs).

O apoio às investigações de CVLIs, inclusive, também já começou, com o levantamento de dados e planejamento estratégico para investigação de homicídios, realizado em apoio à polícia civil potiguar. Essas equipes da Força Nacional – são 23 da polícia judiciária e 6 peritos – já estão, respectivamente, estudando inquéritos e confeccionando laudos.

BG
Segurança

Segurança Pública é tema de debate na AMSO entre Prefeitos e Desembargador Cláudio Santos

Os prefeitos seridoenses se reuniram na tarde desta quinta-feira (16) na sede da Associação dos Municípios da Microrregião do Seridó Oriental – AMSO, em Currais Novos, para debaterem sobre a segurança púbica na região.

O encontro contou com a presença do Desembargador do Tribunal de Justiça do RN, Cláudio Santos. O prefeito de Currais Novos, Odon Jr, participou da reunião e destacou a importância do encontro para o debate sobre ações articuladas entre os municípios para a melhoria na segurança pública na região.

Entre os temas abordados na reunião, o Desembargador Cláudio Santos falou sobre a Lei de Execução Penal e construção de presídios no Estado, e o Capitão Moacir falou sobre a proposta de transformação da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar de Currais Novos em Batalhão de Polícia.

Rio Grande do Norte » Segurança » Seridó

SANTANA DO SERIDÓ: População protesta contra construção de presídios no munnicípio

Uma multidão saiu as ruas para protestar contra a construção de presídios no município

Com faixas, cartazes e bandeira do município, a população de Santana do Seridó saiu às ruas no fim da tarde e início de noite deste sábado (11) para dizer não a construção de dois presídios de segurança máxima, anunciados pelo Governo do Estado. O movimento ganhou até adesão de moradores de outras cidades, como Parelhas e Equador.

Desde que o Governo do Rio Grande do Norte anunciou os investimentos, ainda na noite da última sexta-feira (10), a revolta tomou conta dos moradores das cidades que serão atingidas diretamente com os presídios. O assunto vem predominando as redes sociais na região Seridó.

Governo do Estado » Natal » Rio Grande do Norte » Segurança

SEGURANÇA: Permanência das Forças Armadas em Natal é prorrogada por cinco dias

Forças Armadas atuando no RN

 

A atuação das Forças Armadas no Rio Grande do Norte foi prorrogada por mais cinco dias. A Operação Potiguar II, conforme decreto presidencial, tinha previsão para terminar nesta segunda-feira (30), mas com a renovação as tropas devem permanecer na capital potiguar e região metropolitana até dia 4 de fevereiro.

O Governo do RN enviou, na sexta-feira (27), documento ao Governo Federal solicitando prorrogação por mais dez dias. No entanto, a permanência foi renovada por apenas mais cinco dias.

No documento, o governador Robinson Faria elencou cinco motivos para fundamentar a necessidade da continuidade da Operação Potiguar II. Em um dos tópicos, o Governo do Rio Grande do Norte diz que há possibilidade de que os ataques às agências bancárias tenham relação com facções criminosas que roubam “para se capitalizarem de forma a possibilitar ações contra o estado”.

A Operação Potiguar II teve início no dia 20 de janeiro, contando com militares do Exército, da Aeronáutica e da Marinha. No total, 1.800 militares foram designados para patrulhamento nas ruas de Natal e região metropolitana, com objetivo de combater ataques de facções criminosas.

G1RN

Rio Grande do Norte » Segurança

FALTA DE TRANSPARÊNCIA: Polícia entra em Alcaçuz, faz contagem de presos e não divulga dados

Policiais do Bope, Tropa de Choque e o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Secretaria de Justiça (Sejuc) entraram na Penitenciária Estadual de Alcaçuz nesta terça-feira (24) com o objetivo de fazer a identificação e contagem de presos, a finalização da montagem dos contêineres e a retirada de entulhos de dentro da unidade. Até a publicação desta matéria o governo não havia se posicionado sobre o número de presos e a quantidade de armas encontradas no local.

Poucos minutos após o Grupo de Operações Especiais (GOE) do Sistema Penitenciário sair de dentro do Pavilhão 5 de Alcaçuz presos subiram ao telhado da unidade segurando armas brancas e celulares. A equipe do G1 registrou a ação dos detentos às 15h35.

Os secretários estaduais de Segurança Pública e de Justiça e Cidadania e o comandante da PM se reuniram a portas fechadas após a operação. Todos saíram sem falar com a imprensa, apesar de terem sido questionados sobre o resultado da operação.

Em nota, o governo informou que a instalação dos contêineres para a divisão dos pavilhões 1, 2 e 3 dos pavilhões 4 e 5 foi finalizada, inclusive com a colocação de concertinas nos perímetros. Os contendores são provisórios, uma vez que um muro de concreto de 90 metros de extensão será erguido no pátio do presídio. A construção do muro de concreto levará 15 dias, com a colocação de blocos de seis metros de altura que deixarão a estrutura no mesmo nível que o muro da penitenciária.

Além disso, 17 detentos que se feriram durante as brigas entre as facções dentro da unidade prisional foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) e encaminhados para o hospital.

G1
Notícias » Penitenciária Estadual de Alcaçuz » Segurança

SEM LIMITES: Dois detentos foram mortos durante confronto entre facções em Alcaçuz; Tropa de Choque e Força Nacional permanece à noite

Penitenciária registrou novos confrontos nesta quinta-feira.

A luta pelo domínio da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Grande Natal, superou nesta quinta-feira, 19, 120 horas, com cenas de batalha campal, duas mortes e tentativa de assassinato até do diretor da cadeia. À noite, a Tropa de Choque entrou na prisão para tentar criar uma “parede” que separasse os detentos ligados ao Sindicato do Crime (SDC) dos filiados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ao longo do dia, o ponto em disputa era o pavilhão 3 da unidade, antes ocupado por detentos considerados neutros e também por aqueles ligados ao SDC. Perto dali, integrantes do PCC, que ganharam força desde o massacre do sábado, quando mataram 26, queriam avançar ainda mais no território e conquistar mais um pavilhão – além do 5, o 4 já havia passado para a organização de origem paulista. Essa disputa, travada com armas artesanais, entre lanças e escudos, e com os pés na areia, representou o confronto mais intenso entre as partes na cadeia desde o início da semana.

O sexto dia de rebelião em Alcaçuz começou cedo. Nas primeiras horas da manhã, detentos de lado a lado voltaram a ocupar os telhados dos pavilhões e traçar objetivos para ameaçar e confrontar a parte rival. A polícia, que havia entrado no local na noite de quarta para transferir detentos do SDC, só ocupava as guaritas.

 

Estadão
Rio Grande do Norte » Segurança

STYVENSON RETORNA ÀS RUAS: “Vou trabalhar para proteger Natal dessa praga chamada bandido”

Anúncio da nova função foi publicada no Boletim Interno. Governador Robinson em conversa com Styvenson.

Felicíssimo! Pelo menos é assim que afirma estar o capitão PM Styvenson Valentim, após ser anunciado nesta terça-feira, no Boletim Interno da corporação, como o novo comandante da 1ª Companhia do 9°BPM, na zona Oeste de Natal. Na nova função, ele promete  jogar mais duro do que nunca contra a criminalidade nas ruas. O oficial ficou conhecido como o ‘Xerife da Lei Seca’, por ser implacável e incorruptível no cumprimento do dever.

Para ele, a oportunidade de comandar novamente uma equipe está sendo encarada como grande desafio que trará resultados positivos à sociedade. “A Companhia é composta por um efetivo tático-operacional muito bom. Juntos, iremos desempenhar um trabalho permanente de saturação no enfrentamento ao tráfico de drogas, desmanche de veículos, assaltos, arrombamentos e vários outros crimes. Sem dúvida, levaremos mais paz e segurança aos moradores e comerciantes da Cidade da Esperança, Planalto, Felipe Camarão, Guarapes, entre outras localidades da região”, observou.

Diante da crise no sistema prisional do Estado, Styvenson lamentou o atual cenário de guerra e destruição causado pelas facções rivais que atuam dentro e fora dos presídios. Ele garante trabalhar, incansavelmente, no policiamento ostensivo, de forma a inibir e coibir a bandidagem nas ruas. “Fui treinado mesmo na operacionalidade. O que mais sei fazer na polícia é combater o crime e preservar a ordem pública. É a melhor forma que vejo em ajudar cidadãos de bem. Agiremos dentro da legalidade, respeitando sempre os direitos do cidadão. Vou, portanto, fazer o que sei e gosto na PM”.

Desde o final de maio passado, o capitão foi afastado das fiscalizações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), após críticas dirigidas a policiais civis. Tal ‘animosidade’ causou-lhe uma espécie de ‘punição’: sair das ruas e trabalhar no Quartel do Comando Geral da PM, onde ficou exercendo durante todos esses meses, o cargo de chefe do Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar.  “Esse tempo que passei no administrativo foi essencial para refletir os erros e acertos. Hoje, creio estar mais ponderado nas minhas colocações e vou honrar o compromisso de comandar essa Companhia”.

Por Wagner Guerra
Notícias » Segurança » Sistema Prisional

“Estado deve entrar de imediato em Alcaçuz”, declara ex-secretário nacional de Segurança

Ricardo Balestreri, ex-secretário nacional de Segurança.

No cenário de tensão na penitenciária Estadual de Alcaçuz com a rebelião que já dura quatro dias, Ricardo Balestreri, ex-secretário nacional de Segurança e atual professor de Gestão de Segurança Privada na Estácio Natal, afirma que o Estado não pode ficar inerte à situação como espectador e precisa agir de imediato no espaço interno do presídio. “O Estado precisa ‘invadir’ o presídio de Alcaçuz com uso das tecnologias corretas. Não se pode assistir ao motim sem fazer nada”, alerta.

Para ele, o Governo não pode temer a ocorrência de um “segundo Carandiru”, e usar como motivo para a não atuação. “Só vão repetir a chacina no Carandiru se não fizerem da maneira correta. Uma coisa é invadir e controlar, outra é entrar para fuzilar”, coloca o professor. Na opinião dele, para esta invasão, como solução em curto prazo para o controle da penitenciária, devem ser utilizadas “armas não letais com a utilização progressiva e funcional da força”.

Após a entrada e controle da situação, conforme Balestreri, é necessário realizar um esvaziamento do presídio, em uma força tarefa com a atuação do Ministério Público, Tribunal da Justiça do RN, Defensoria Pública. “É preciso estabelecer um método rápido, retirando de imediato os presos provisórios e os de menor periculosidade”, afirma.

Em longo prazo, mas como prioridade, é necessário o Estado formar “grupos táticos de intervenção imediata para presídios”. “É preciso criar esses grupos especializados no controle de manifestações, e não precisar chamar a Policia Militar – que não possui essa especialidade. Invadir uma casa, não é mesmo que invadir uma penitenciária”, considera Balestreri. Outra solução, já em ação futura, de acordo com o especialista, é fazer uso do método APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) para gestão das penitenciárias, contando com a parceria da sociedade organizada. “O Governo não pode achar que vai resolver tudo sozinho, sem o apoio da sociedade”, alerta.

Chacina em Alcaçuz

“São mortes anunciadas aqui no Rio Grande do Norte, e no Brasil inteiro”, afirma Ricardo Balestreri, sobre o massacre que ocorreu neste último sábado (14), na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior do Estado. Vinte e seis homens foram assassinados na ocasião e há o risco de uma chacina maior, já que a rebelião continua, acumulando quatro dias de tensão no presídio.

O motim foi motivado pela disputa de mercado entre facções rivais que atuam no Estado: o Sindicato do Crime (SDC), facção aliada ao Comando Vermelho que foi alvo do ataque de sábado (14) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), autor dos homicídios. “Além do problema da superpopulação, temos uma luta entre facções por domínio de mercado. A luta por este domínio se trava nas ruas, e também se trava dentro dos presídios que são os grandes escritórios do crime no País”, coloca Balestreri.

De acordo com Ricardo Balestreri, é um erro comemorar a guerra e morte entre os presos, como se estivesse diminuindo o número de criminosos. “O leigo pode não saber, pode achar que é interessante que os bandidos se matem. Mas essas mortes fortalecem e tornam maiores as facções. Elas criam monopólios”, afirma o professor.

Rio Grande do Norte » Segurança

Governo Federal prorroga presença da Força Nacional no Rio Grande do Norte por mais 60 dias

Agentes da Força Nacional trabalhando no RN.

Portaria assinada pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, prorrogou, por mais 60 dias, a presença da Força Nacional no Estado do Rio Grande do Norte. Segundo portaria publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), a decisão considerou a manifestação do governador do Estado do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, quanto à necessidade de continuidade da presença da Força Nacional no Estado para a preservação da ordem pública.

A portaria informa que o uso da Força Nacional, em “caráter episódico e planejado”, em consonância com os órgãos de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, foi prorrogado por mais 60 dias “para exercer ações de polícia ostensiva, com o objetivo de conter a criminalidade, em conjunto com a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte”.

A operação terá o apoio logístico do Estado, nos termos do Convênio de Cooperação firmado entre as partes, bem como a permissão de acesso aos sistemas de informação, inteligência, disque-denúncia e ocorrências, no âmbito da Segurança Pública. O número de profissionais que será disponibilizado pelo Ministério da Justiça obedecerá ao planejamento definido pelos entes envolvidos na operação.

Por Valor Econômico
Policial » Reforço » Segurança

REFORÇO: Manaus terá mais policiais nas ruas e segurança reforçada em presídios

Policiais reforçarão segurança após rebeliões.

O remanejamento dos policiais que atuam nos setores administrativos e o retorno de parte dos policiais cedidos para outros órgãos estão entre as ações definidas em reunião pelos Órgãos de Segurança Pública do Amazonas para reforçar a segurança em Manaus e nas unidades prisionais do estado.

As medidas preveem o aumento do policiamento em todas as zonas da capital amazonense, com reforço de aproximadamente 300 policiais. As ações foram anunciadas ontem (6) à noite. Outra medida é o reforço nos armamentos dos policiais que estão nas muralhas dos presídios. Eles receberão pistolas e espingardas calibre 12.

O governo do Amazonas também instalará uma base fixa no quilômetro 8 da BR-174, onde ficam a maioria das unidades prisionais do estado. A base abrigará policiais de prontidão, que poderão ser acionados em caso de necessidade. Os policiais que forem convocados nas folgas receberão gratificação extra.

A reunião que definiu as ações ocorreu ontem (6) à noite na sede da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e contou com a participação de representantes da Corregedoria-Geral do estado, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), do Departamento de Polícia Técnico-Científica e do Corpo de Bombeiros.

A Secretária de Segurança Pública do Amazonas também criou uma central de denúncias, por meio do telefone 181, para agilizar as informações recebidas sobre os foragidos. Todas as informações recebidas serão repassadas ao grupo especial que atua nas buscas, formado pelas tropas especiais da Polícia Militar, pelas forças especiais da Polícia Civil e por policiais da Secretaria-Executiva-Adjunta de Operações Integradas da SSP-AM (Seaop). A central será coordenada pela Secretaria-Executiva-Adjunta de Inteligência (Seai).

Agência Brasil

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