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Rio Grande do Norte » Saúde

Em parceria com a Unesco, governo vai implantar RN Saudável

Governadora Fátima Bezerra recebeu a representante da Unesco, Mariana Braga

O Rio Grande do Norte ganhará programa amplo de promoção à saúde desenvolvido por meio de Cooperação Técnica entre o Governo e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O RN Saudável será implementado em âmbito estadual com adesão também dos municípios e participação da sociedade civil. A governadora Fátima Bezerra recebeu a representante da Unesco, Mariana Braga. Ela veio a Natal para participar da construção das bases e viabilidade do projeto.

A Governadora ressaltou a importância da parceria. “Neste momento de calamidade financeira, pelo qual atravessamos, é uma alegria poder contar com a parceria da Unesco, que realiza um trabalho de muita seriedade nas áreas da saúde, educação e cultura em nosso País, voltado para a inclusão social, alinhado diretamente com o trabalho que queremos desenvolver aqui no Rio Grande do Norte”, destacou.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reuniu um conjunto de secretarias e órgãos de governo para discutir com a Unesco a concepção do programa. “O objetivo é implantar o RN Saudável, que busca fortalecer e ampliar ações de promoção à saúde, desde a alimentação saudável, redução da violência, atividades físicas e a prevenção ao uso abusivo do álcool e drogas, em busca da melhoria da qualidade de vida da população”, explicou o secretário de Saúde, Cipriano Maia.

A Unesco trabalha no Brasil por meio de termos de cooperação técnica, dentro das áreas de interesse do Estado. O RN Saudável é encampado pela secretaria de saúde, porém possui características múltiplas, pois agrega diversas áreas. Para a representante da Unesco, “o Rio Grande do Norte sai na liderança e consegue mostrar articulação intersetorial, unindo áreas distintas em prol da melhoria da qualidade de vida do povo do estado”, pontuou Mariana.

Participaram da reunião o vice-governador, Antenor Roberto, o secretário de Saúde, Cipriano Maia e Teresa Freire, Coordenadora de Programas Estratégicos e Regionais da Sesap.

Agora RN
Saúde

SAÚDE: Após Dia D, campanha de vacinação contra a gripe continua no RN

Na Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, o Rio Grande do Norte já realizou uma cobertura vacinal de 47%. A porcentagem, que está prevista para aumentar, ampliou após a promoção do Dia D de vacinação no sábado (4). No final da sexta-feira (3), o dado da cobertura era de apenas 24%. O município que mais vacinou foi São José do Mipibu, com 81,98% de cobertura, Tibau, com 75,24% e São Fernando, com 74,19%.

Com a porcentagem, o RN é o primeiro, entre os estados do Nordeste em número de vacinação de acordo com sua população. “Os dados foram coletados na manhã desta segunda-feira e sabemos que os municípios ainda estão sendo inseridos as informações no sistema. Mas continuaremos com o trabalho consistente para alcançarmos nota meta”, explicou Alessandra Lucchesi, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap.

A campanha contra a influenza segue até o dia 31 de maio. É importante levar o cartão de vacinação e documento de identificação.

O público alvo da campanha é composto por: crianças na faixa etária de seis meses a menos de 6 anos de idade; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); idosos a partir dos 60 anos; trabalhadores da saúde; professores de escolas públicas e privadas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e funcionários do sistema prisional.

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais e também podendo causar pandemias. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém‐contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.

Portal no Ar
Brasil » Saúde

SAÚDE: Falta de remédios ameaça dois milhões de pacientes no Brasil

No dia 12 de março de 2019, um ofício do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) endereçado ao gabinete do ministro Luiz Henrique Mandetta avisava: a situação dos estoques públicos de medicamentos em todos os estados da federação é crítica.

O documento traçava um panorama do desabastecimento, problema que se arrasta há anos, mas se agravou nos primeiros meses do governo Jair Bolsonaro.

De um total de 134 remédios que são distribuídos obrigatoriamente pelo Ministério da Saúde, 25 estão com estoques zerados em todos os estados do país e outros 18 devem se esgotar nos próximos 30 dias.

O GLOBO analisou relatórios de dez secretarias estaduais de Saúde e outro documento do Conass encaminhados ao governo federal cobrando providências para o problema. De acordo com eles, o país vive a maior crise de sua História na oferta de medicamentos para o sistema público de saúde.

Dois milhões de pacientes dependem de remédios que estão em falta ou que vão acabar nos próximos dias, segundo o Conass. Dentre os já esgotados, estão drogas para tratamento de doenças como câncer de mama, leucemia em crianças e inflamações diversas.

Também falta medicação para pessoas que receberam transplantes recentes de rins e de fígado. Sem isso, é possível que órgãos transplantados precisem ser removidos e descartados, já que as drogas servem para que o corpo do receptor consiga se adaptar. Em apenas em dez estados, incluindo Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco, mais de 20 mil transplantados dependem dos medicamentos fornecidos pelo governo federal.

O Ministério da Saúde afirma que, desde janeiro, tenta regularizar o abastecimento de medicamentos adquiridos. Segundo a pasta, muitos processos de compra não foram iniciados no tempo devido e, por isso, “as entregas estão ocorrendo de modo intempestivo”.

Ao todo, 12 processos de aquisição foram finalizados e 52 estão em andamento. “Assim, a expectativa é de assinatura dos contratos de compra para regularização do abastecimento de grande parte dos fármacos ainda no mês de maio”, diz a nota.

Alertas foram emitidos

O Ministério da Saúde já foi alertado diversas vezes sobre a escassez em que se encontram os estados. O documento mais recente, do Conass, diz que o desabastecimento atinge principalmente “portadores de doenças crônicas” e que causa “consequências sociais, clínicas, e não menos importante, econômicas”.

“Isso configura uma grande preocupação para os gestores estaduais no que diz respeito ao planejamento das ações de acesso e, principalmente, na qualidade e segurança do tratamento do paciente”, diz o texto do conselho, que solicita ainda que a pasta dê prioridade ao tema.

Secretário de Saúde do Pará e presidente do Conass, Alberto Beltrame afirma que o atual governo não é o único culpado pela crise de abastecimento e que ela é causada pela má gestão do ministério, que não consegue terminar licitações dentro do prazo nem fazer com que empresas distribuidoras honrem seus contratos.

— Estamos no pior momento da crise, que é quando de fato a prateleira está sem nada. É, possivelmente, o maior desabastecimento que já enfrentamos. Isso causa danos severos aos pacientes — diz Beltrame.

A reportagem teve acesso a relatórios detalhados de dez secretarias estaduais de saúde e a um outro, mais sintético, que traça o panorama em todo o país. Todos os estados, em maior ou menor escala, são afetados.

No Sudeste, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro já pediram ajuda ao governo federal em diversas ocasiões, mas continuam com as prateleiras vazias. No Rio de Janeiro, dados da Superintendência de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) revelam que 11 medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde estão com os estoques zerados.

Segundo o governo do Rio, a secretaria de Saúde obteve de Brasília o “compromisso com a normalização do abastecimento o mais breve possível”.

Em Pernambuco, 35 medicamentos fornecidos pelo ministério estão em falta ou com entregas em atraso; outros 11 constam como “saldo a receber”, sinalizando que o volume entregue não foi suficiente para atender a demanda. No Paraná, chega a 23 o número de remédios em risco de acabar.

Aumento dos estoques

No Norte, a escassez se repete: Rondônia tem 33 drogas já em falta ou prestes a acabar. Em Belém (PA), o Hospital de Oncologia passou a dispensar pacientes que precisam de tratamento contra o câncer.

— É muito difícil chegar para o paciente e dizer que você não tem nenhum frasco de medicamento no estoque. É uma crise que não pode se prolongar, ou passa a ser uma crise humanitária — lamenta Beltrame.

Segundo o presidente do Conass, uma portaria da Saúde estabeleceu o compromisso de manter estoques de três meses, mas sucessivas administrações vêm ignorando essa regra.

O ministério diz estar ampliando os processos licitatórios de compra para garantir o abastecimento por, no mínimo, um ano. Medidas emergenciais como o remanejamento de estoques e a antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios contratados também estão sendo adotadas, segundo a pasta, para garantir o abastecimento imediato.

O órgão afirma que a distribuição de drogas como o micofenolato de mofetila e o micofenolato de sódio — usadas para prevenir a rejeição de órgãos transplantados — já está regularizada.

Na próxima semana, prossegue o ministério, serão regularizados os fármacos Imatinibe 100 mg e Imatinibe 400 mg, usados no tratamento de crianças com leucemia.

A Saúde afirma que todas as informações e dificuldades relacionadas aos processos de compra estão sendo compartilhadas com o Tribunal de Contas da União (TCU) e demais órgãos de controle, que têm acompanhado a situação do desabastecimento nos Estados.

O Globo
Saúde

Fim da epidemia de Aids pode estar próximo: remédios conseguem prevenir transmissão do HIV

Foto: Latinstock

Um estudo europeu com cerca de 1.000 casais de homens gays que fizeram sexo sem preservativos — em que um dos parceiros possuía o vírus HIV e estava tomando medicamentos antirretrovirais para suprimi-lo — mostrou que o tratamento pode prevenir a transmissão do vírus pela via sexual.

O estudo prova, segundo os pesquisadores, que utilizar a terapia antirretroviral para suprimir o vírus da Aids para níveis indetectáveis também significa que o vírus não pode ser transmitido através de relação sexual.

— Nossas descobertas apresentam evidências conclusivas para homens gays de que o risco da transmissão do HIV com o supressor ART é zero — afirmou Alison Rodger, professora da University College London, que co-liderou a pesquisa.

Rodger acrescentou que essa “mensagem poderosa” poderia ajudar a acabar com a pandemia do HIV ao prevenir a transmissão do vírus em populações de alto risco. Apenas no estudo, por exemplo, os pesquisadores estimam que o tratamento antirretroviral supressor preveniu aproximadamente 472 transmissões de HIV durante oito anos.

A pesquisa, publicada no jornal médico científico Lancet nesta quinta-feira, avaliava o risco da transmissão do HIV entre casais homossexuais compostos por homens em que um dos parceiros é HIV-positivo e o outro é HIV-negativo e que não usam preservativos.

Cura da doença

Em março deste ano, um homem britânico tornou-se a segunda esperança de cura da Aids . Após receber células-tronco da medula óssea de doador com resistência à infecção pelo vírus, ele foi considerado “funcionalmente curado”.

O Globo
Saúde

RN reduz casos de dengue, zika e chikungunya, mas tem 97 municípios com risco de surto

Na contrapartida do país, que teve aumento de 339,9% nos casos de dengue, o Rio Grande do Norte contou com redução de 36,5% de registros desde o início do ano até a metade de abril. Apesar disso, o estado ainda tem 97 municípios com risco de surto, de acordo com o Ministério da Saúde. Outras 54 cidades estão em alerta, por causa do índice de infestação.

De janeiro ao dia 15 de abril, foram registrados 3.239 casos de dengue no estado, contra 5.103 no mesmo período do ano passado. Os índices ficaram em de 93,1 para cada 100 mil habitantes. No Brasil todo, o número de casos prováveis saltou de 102.681 em 2018 para 451.685 em 2019.

Segundo o coordenador geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária e das Doenças Transmitidas pelo Aedes, Rodrigo Said, mesmo com a redução de casos suspeitos, é preciso cuidado da população e das autoridades potiguares, principalmente a partir do período de chuvas, que está começando.

“Em relação ao quantitativo de município, o Rio Grande do Norte é o estado nacional com maior proporção de municípios em situação de risco. E o período de chuvas se acentua a partir de agora. Caso a gente tenha uma circulação da dengue do sorotipo 2, isso pode aumentar muito os índices. O cenário é de atenção”, ressalta.

Cerca de 85% dos casos suspeitos de dengue no país são do sorotipo 2, neste ano, de acordo com o médico. O coordenador explica que esse sorotipo não circulava tanto nos anos anteriores. Com o aumento dele, a possibilidade de surto aumenta.

Zika e chikungunya

O RN teve uma redução ainda maior quando se trata dos casos de zika, que teve queda de 76,5% entre janeiro e o dia 30 de março. Foram 36 casos no primeiro trimestre do ano, contra 153 no mesmo período do ano passado. No mesmo período, por outro lado, o país teve aumento de 2,8%, por ter passado de 3.001 para 3.085 casos.

Apenas nos casos de chikungunya, o país conseguiu reduzir os índices (- 36,3) de janeiro a 15 de abril, passando de 37.874 casos para 24.120. O Rio Grande do Norte também teve redução, porém menor. Foram 434 no ano passado para 392 neste ano – uma queda de -9,7%.

Índices

Os dados do estado correspondem às informações de 162 municípios potiguares que responderam ao Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019.

Desse total, 11 estão com nível satisfatório de infestação, 54 estão em alerta e 97 em risco.

São considerados municípios em risco aqueles que têm o índice de infestação predial superior a 3,9%. Quando contam com índices de 1% e 3,9%, eles são considerados em alerta. Apenas abaixo de 1% o município é classificado com índice satisfatório.

A capital potiguar foi uma, entre apenas três, no país, cujos dados não foram levantados pelo LIRAa, mas através de armadilhas. De acordo com o Ministério da Saúde, essa metodologia é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente no local. Dos mais de 5 mil municípios pesquisados, apenas 256 usaram esse sistema.

O Ministério da Saúde alertou que o sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o mosquito. No país, são quase mil cidades em risco de surto.

G1
Saúde

Até 2050, uso excessivo de remédios pode matar 10 milhões de pessoas por ano

Marcelo Casal Jr. / Agência Brasil

Relatório de entidades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta segunda-feira, 29, alerta que o uso excessivo de medicamentos e os consequentes casos de resistência antimicrobiana podem causar a morte de até 10 milhões de pessoas todos os anos até 2050.

O prejuízo à economia global, segundo o documento, pode ser tão catastrófico quanto a crise financeira que assolou o mundo entre 2008 e 2009. A estimativa é que, até 2030, a resistência antimicrobiana leve cerca de 24 milhões de pessoas à extrema pobreza.

Atualmente, pelo menos 700 mil pessoas morrem todos os anos devido a doenças resistentes a medicamentos – incluindo 230 mil por causa da chamada tuberculose multirresistente.

“Mais e mais doenças comuns, incluindo infecções do trato respiratório, infecções sexualmente transmissíveis e infecções do trato urinário estão se tornando intratáveis”, destacou a Organização Mundial da Saúde (OMS) por meio de comunicado.

“O mundo já está sentindo as consequências econômicas e na saúde à medida em que medicamentos cruciais se tornam ineficazes. Sem o investimento dos países em todas as faixas de renda, as futuras gerações terão de enfrentar impactos desastrosos da resistência antimicrobiana descontrolada”, completou a entidade.

O relatório recomenda, entre outras medidas, priorizar planos de ação nacionais para ampliar os esforços de financiamento e capacitação; implementar sistemas regulatórios mais fortes e de apoio a programas de conscientização para o uso responsável de antimicrobianos e investir em pesquisa e no desenvolvimento de novas tecnologia,s para combater a resistência antimicrobiana.

Agência Brasil
Caicó » Morte » Saúde

Hospital esclarece sobre morte de paciente com suspeito de Meningite em Caicó

O Hospital Regional Do Seridó Telecila Freitas Fontes (HRSTFF) vem através deste meio, esclarecer a população sobre o óbito ocorrido ontem (28/04/19) pela manhã, nesta unidade hospitalar, por causa SUSPEITO de meningite bacteriana. A paciente deu entrada nesta Unidade Hospitalar na manhã da última quinta-feira (25/04/19), trazida por profissionais de saúde em uma ambulância do município de Jucurutu. Foi atendida pelo médico da urgência, que prontamente solicitou exames laboratoriais e de alta complexidade para serem realizados com urgência e encaminhou a paciente para o internamento.

O Hospital esclarece que não conseguiu isolar o tipo específico da bactéria, e que mesmo assim, foram tomadas todas as medidas cabíveis, inclusive em relação à situação epidemiológica. Foi administrado protocolo de tratamento específico por nossa equipe de profissionais que são devidamente preparados e capacitados. Realizamos esclarecimentos e quimioprofilaxia para todos os profissionais que manejaram diretamente com a paciente (inclusive os profissionais do município de Jucurutu) e familiares mais próximos.

A Meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central no cérebro. É uma doença séria que pode ser fatal. A causa mais comum é uma infecção por bactérias, fungos ou vírus (mais frequentemente). Entre outros, o sintoma que mais chama a atenção para o problema é a rigidez na nuca.

O contágio se dá por vírus e bactérias causadoras da doença que podem ser transmitidos por gotículas via tosse, espirro, beijo ou compartilhamento de itens pessoais. Por isso, é importante evitar ficar muito próximo a pessoas portadoras de meningite.

Além disso, seguir algumas medidas básicas ajuda a prevenir a doença:

• Lave sempre as mãos. Elas são a principal porta de entrada para muitas doenças;

• Não compartilhe itens de uso pessoal com outras pessoas, como cigarro, copos ou escovas de dente;

• Permaneça sempre saudável, com sistema imunológico funcionando corretamente;

• Ao tossir ou espirrar, cubra a boca.

Deixamos aqui, nossos sinceros sentimentos de pesar a todos os familiares da paciente e que o tempo traga alívio para dor dessa perda irreparável.

Entenda o caso:

Uma senhora de 63 anos faleceu no Hospital Regional do Seridó, em Caicó, com suspeita de meningite. Residente em Jucurutu, 63 anos de idade, Maria José da Silva Lira, veio à óbito na manhã desse último domingo (28) no Hospital Regional do Seridó.

A familiar relatou que ela ”começou a sentir uma dor de cabeça segunda-feira, dia 22, teve febre, dor nas costas.. De quarta pra quinta ela não conseguia mais andar, teve delírios, e foi levada ao Hospital, ficando internada com suspeita de AVC, mas depois foi constatado que era meningite”, afirmou.

Jair Sampaio
Saúde

Elevados casos no RN de raiva em morcegos deixam Sesap em alerta; Parnamirim, Mossoró, Caicó e mais municípios

Já somam 18 os casos de raiva confirmados em morcegos no Rio Grande do Norte em 2019. O número preocupa o Programa de Controle da Raiva da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), já que a doença – quando transmitida do animal para o homem – resulta em morte em quase 100% dos casos.

O número de animais com diagnóstico laboratorial de raiva em 2019 já está três vezes maior do que os três primeiros meses de 2018. Durante todo o ano de 2018, foram registrados 35 morcegos positivos para raiva no RN e, somente nos três primeiros meses de 2019 e nos 10 dias iniciais de abril, já são 18 morcegos com raiva no estado e 1 caso em bovino.

“Os morcegos identificados com raiva no RN são sobretudo de áreas urbanas. Fato que aumenta ainda mais a nossa preocupação em decorrência da densidade populacional nas cidades. Das espécies identificadas predomina o Molossus molossus, morcego que tem o hábito de se alimentar de insetos. Segundo a literatura, esses animais estão muito bem adaptados ao meio urbano”, explicou Alene Castro, veterinária da equipe do Programa de Controle da Raiva da Sesap.

Os casos registrados em morcegos no ano de 2019 são dos municípios de Parnamirim (4), Mossoró (4), Caicó (4), Macaíba (3), Santo Antônio (2) e Nova Cruz (1). O município de João Câmara registrou caso de raiva em um bovino.

A Sesap solicita aos municípios que, através da integração entre os profissionais de saúde da assistência e os profissionais das vigilâncias, a investigação na área de ocorrência de acidentes envolvendo morcego seja realizada mais prontamente e que aumente o número de envio de amostras de quirópteros suspeitos de raiva. Além disso, a Secretaria sugere que o tema “Raiva e a prevenção dessa doença” seja incluído nas ações do Programa Saúde nas Escolas, para conscientização das crianças quanto às formas de prevenção.

A doença é transmitida pela saliva do animal infectado – principalmente, cão e gato, ou de animais silvestres, como morcego e sagui – através da pele ou mucosas, seja por mordedura, arranhadura ou lambedura. A principal forma de prevenção é a vacinação de animais domésticos e de pessoas que foram expostas ao risco.

A orientação da Sesap é para que as vítimas de mordeduras lavem o local com água corrente e sabão e procurem imediatamente a unidade de saúde mais próxima. O vírus rábico é muito sensível a agentes externos e ao lavar o ferimento com água corrente e sabão, ou outro detergente, isso diminui, comprovadamente, o risco de infecção.

É fácil identificar um morcego suspeito de raiva. Se observar um morcego voando ou alimentando-se durante o dia, pousado em local desprotegido ou encontrá-lo caído ou morto no chão, entre em contato com o Controle de Endemias ou com o Centro de Controle de Zoonoses da sua cidade e solicite a remoção do animal. Em Natal os telefones são: 3232-8235 e 3232-8237. Não toque no animal, afaste pessoas e animais do local e tente colocar uma caixa, balde ou pano em cima do morcego. Em caso de dúvidas se o morcego entrou no local ou não e se ocorreu contato, também é preciso buscar assistência médica.

O ano de 2010 foi o que teve o mais alto número de registro de raiva em morcegos no Rio Grande do Norte (64), ocasião em que foi registrado um caso de raiva humana, transmitido por morcego.

Recomendações:

Em todo caso de mordedura e/ou arranhadura com animal que pode transmitir raiva, lave a lesão com água corrente e sabão e procure assistência médica imediatamente.

Na situação em que morcego adentrou um local e existe dúvida se ocorreu contato com o animal, também é preciso buscar assistência médica.

Caso encontre morcego durante o dia (vivo ou morto), não toque no animal, coloque algo cobrindo-o e informe à Secretaria Municipal de Saúde para que seja feito recolhimento do morcego.

Cães ou gatos que forem encontrados com morcegos devem ficar em isolamento por 180 dias e devem receber duas ou três doses de vacina antirrábica dependendo do estado imunológico do animal.

A vacinação anual contra raiva em cães, gatos, bois, cavalos, porcos, bodes, carneiros e asnos é uma das principais medidas para prevenção da raiva.

Blog do BG
Rio Grande do Norte » Saúde

RN: Secretaria de Saúde confirma três mortes por Influenza em 2019

Doses da vacina contra a Influenza — Foto: Prefeitura de Campos dos Goytacazes/Divulgação

Três pessoas morreram no Rio Grande do Norte vítimas da Influenza em 2019. A informação é da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesap), que confirmou o registro de 24 casos de quatro diferentes tipos do vírus neste ano no estado potiguar.

Duas das mortes foram provocadas pelo vírus da Influenza H1N1 e a outra pela Influenza A, ainda de acordo com a Secretaria. Uma criança de 9 anos morreu em Santa Cruz, um idoso de 74 em Jardim do Seridó e um homem de 45 foi a óbito em Santana do Matos.

Alessandra Lucchesi, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, afirma que o número está abaixo do registrado nos anos anteriores. Em 2018, foram 15 óbitos nos 12 meses. De toda maneira, ela afirma que é necessário que a população tome os cuidados necessários a evitar a contaminação pelo vírus.

A Sesap reforçou que, para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus Influenza, é importante que, além da vacinação, sejam adotadas medidas gerais de prevenção:

  • Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre
  • Indivíduos que apresentem sintomas de gripe devem:
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas)
G1 RN
Rio Grande do Norte » Saúde

SAÚDE: Apenas 8% dos potiguares tomaram vacina contra a gripe este ano

Mais de 63,8 mil pessoas já foram imunizadas no Rio Grande do Norte na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (gripe), que começou no dia 10 de abril e vai até 31 de maio. Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações, 63.809 pessoas tomaram a dose nas últimas duas semanas no Rio Grande do Norte. O dia D de vacinação, em que postos de todo o Brasil estarão abertos, será no dia 4 de maio.

O Rio Grande do Norte ainda está longe de atingir a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que é a vacinação de pelo menos 90% do público-alvo da campanha. Atualmente, apenas 8,2% da população mais prioritária tomou a vacina. Espera-se que mais de 975 mil pessoas (somados os grupos mais e os menos prioritários) sejam protegidas contra a gripe no Estado.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), o RN é o 11º estado do País e o 4º do Nordeste que mais aplicou vacinas até agora. Na região, a imunização chegou a 6,39% do público-alvo prioritário, enquanto que em todo o Brasil o índice está em 8,36%.

O Ministério da Saúde pretende vacinar 58,6 milhões de pessoas nos 26 estados e Distrito Federal. Para isso, enviou aos estados 63,7 milhões de doses da vacina – o RN recebeu pouco mais de 1 milhão.

Neste ano, até 23 de março, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 óbitos. No Rio Grande do Norte, apenas 1 caso foi confirmado até o momento.

Devem tomar a vacina contra a gripe crianças de até seis anos de idade, gestantes, trabalhadores de saúde, povos indígenas, puérperas (mulheres até 45 após o parto), idosos (a partir dos 60 anos), professores, pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico, detentos e jovens que cumprem medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional. No caso de crianças e mulheres grávidas, os postos de saúde também estão oferecendo nesta campanha demais vacinas previstas na Caderneta de Vacinação.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários. A escolha dos grupos que receberão a vacina segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é baseada em estudos epidemiológicos e no comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. Por isso, são priorizadas as populações com maior chance de complicações e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave.

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem o imunobiológico, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações e óbitos.

Agora RN

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