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Saúde

Estados e municípios têm até domingo para informar gastos com saúde

Foto: Divulgação

Estados e municípios têm até o dia 1º (domingo) para declarar, no Sistema de Informação sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), as receitas e despesas de 2019. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), cerca de três mil gestores locais ainda não registraram seus gastos na área.

As secretarias estaduais e municipais que não informarem os gastos dentro do prazo podem ter as transferências de recursos públicos suspensas, como os Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).

Por lei, os estados e o Distrito Federal devem investir no mínimo 12% de suas receitas na saúde. No caso dos municípios, a Constituição determina o investimento mínimo de 15% na saúde pública, enquanto o governo federal deve aplicar 15% da Recente Corrente Líquida, atualizada pela inflação acumulada no período desde 2017.

Saúde

São Paulo cria comitê de coronavírus e deve preparar leitos de hospital

Foto: Reprodução / Diário Popular

O governo de São Paulo decidiu criar um comitê de contingenciamento para enfrentar a chegada do coronavírus. Ele será coordenado pelo infectologista David Uip e reunirá os maiores especialistas em doenças contagiosas do estado, como o infectologista Marcos Boulos, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e o diretor do hospital Emílio Rivas, Luiz Carlos Pereira Junior.

O estado registrou na terça (25) o primeiro caso de coronavírus do Brasil. O paciente está internado no hospital Albert Einstein e foi contaminado na Itália, onde esteve em viagem a trabalho de 9 a 21 de fevereiro.

“Guerra é guerra”, diz Uip, que já foi contactado para assumir a função. Segundo ele, São Paulo está preparado para enfrentar o vírus. “O estado já passou por outras epidemias, como a do H1N1”, afirma o médico. Em 2009, foram registrados 1.900 casos na capital paulista e 9.000 em todo o estado.

Segundo ele, há planos de contingenciamento já elaborados para enfrentar a chegada do vírus. Eles precisam apenas ser atualizados e implementados.

Uma das primeiras providências deve ser isolar leitos de hospitais públicos e privados para receber eventuais pacientes infectados. Haverá também medidas de proteção a profissionais de saúde e estudos rigorosos sobre o fluxo de entrada de pacientes no sistema de atendimento e hospitalar.

Ele afirma que várias questões precisarão ser esclarecidas para a população –como a necessidade de uso de máscaras, por exemplo.

Elas precisam ser descartadas a cada período e cada pessoa teria que usar no mínimo três máscaras por dia. “Seriam 600 milhões de unidades por dia”, afirma Uip, notando que dificilmente as pessoas vão conseguir manter o uso das máscaras.

Saúde

Secretaria de Saúde diz que está investigando três possíveis casos de coronavírus no RN

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A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte confirmou nesta quarta-feira (26) que está investigando três possíveis casos de coronavírus no estado. De acordo com a Sesap, exames foram realizados nos pacientes para confirmar as suspeitas. Eles estão internados no Hospital Giselda Trigueiro.

A Sesap informou que a investigação é para confirmar se os casos atendem, ou não os critérios para serem considerados suspeitos. Os pacientes são uma criança de 10 anos, que estava em um cruzeiro que ia pra Xangai e foi desviado pra Hong Kong, e duas mulheres, uma de 28 e outra de 35 anos, que viajaram para o norte da Itália. Não há grau de parentesco entre os três.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria, após os resultados desses procedimentos médicos a pasta convocará uma entrevista coletiva para divulgar mais informações. A expectativa é de que isso aconteça até a sexta-feira (28).

Saúde

Ministro da Saúde pede calma e compara Coronavírus a uma gripe

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O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta evitou qualquer tom alarmista diante do primeiro caso de teste positivo do novo coronavírus no Brasil. O caso é de um homem de 61 anos, que mora na capital paulista e que voltou da Itália recentemente. “Nós vamos nos preparar da melhor maneira. Mas é preciso ter calma. É uma gripe, vamos passar por ela e colocar todas as fichas na ciência”, disse o ministro da Saúde. “E não podemos perder a noção de humanidade”.

Segundo Mandetta, o Brasil tem características climáticas diferentes dos países do Hemisfério Norte, onde surgiu o vírus. Por isso, segundo ele, é preciso saber como esse vírus vai se comportar durante o verão de um país tropical. “Não sabe se por aqui o vírus acelera ou desacelera. Os vírus se comportam de forma diferente no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Esse é um vírus que surgiu em baixa temperatura. Pode não ter o mesmo comportamento. Pode ser para melhor ou para pior”, ressaltou o ministro

Saúde

São Paulo tem primeiro caso de suspeita de coronavírus de pessoa vinda da Itália

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O Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde confirmaram o primeiro caso na capital paulista de suspeita de coronavírus em uma pessoa vinda da Itália.

Segundo o ministério, trata-se de um homem de 61 anos, que passou pelo Hospital Israelita Albert Einstein (zona sul), que nesta terça-feira registrou a notificação de caso suspeito da doença.

“No atendimento, o hospital adotou todas as medidas preventivas para transmissão por gotículas, coletou amostras e realizou testes para vírus respiratórios comuns e o exame específico, conforme preconizado pela Organização Mundial de Saúde”, diz o ministério. “Com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, o Instituto Adolfo Lutz, para contraprova. Este processo de validação dos resultados está em curso e o Ministério da Saúde divulgará o laudo final da investigação oportunamente”, afirma a nota.

Segundo o ministério, o homem traz histórico de viagem para a Itália, na região da Lombardia (norte do país), à trabalho, sozinho, no período entre 9 de fevereiro e a última sexta-feira (21).

Por Folha UOL

Saúde

Ministério da Saúde promove nova etapa da vacinação contra sarampo

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Para combater o Sarampo, o Ministério da Saúde abriu uma nova etapa de vacinação contra a doença que vai até o dia 13 de março. Esta nova etapa tem como meta vacinar três milhões de jovens e crianças, entre 05 e 19 anos de idade. Ainda neste ano, entre junho e agosto, será a vez da população entre 20 a 29 anos e em agosto, o público entre 30 a 59 anos.

Até 8 de fevereiro de 2020, foram registrados 338 casos da doença em oito estados do país. Em 2019, 18.203 incidências de sarampo foram registradas em todo o Brasil, com 16 mortes, 14 delas em São Paulo, 1 no Pará e 1 em Pernambuco.

As etapas da vacinação são definidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) que visa proteger pessoas entre 1 a 59 anos de idade. O público entre 1 a 29 anos precisam de duas doses da vacina; para as crianças a partir de 1 ano, a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

A partir dos 30 anos a 59 anos, uma dose da vacina já é considerada o suficiente para proteção. Gestantes não devem se vacinar mas o Ministério implantou o “dose zero”, que protege crianças de seis a onze meses de idade, porém, mesmo com o dose zero, as crianças não estão dispensadas da vacina entre os 12 e 15 meses.

Saúde

Plano de saúde coletivo não pode ser cancelado durante tratamento

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que as operadoras de plano de saúde coletivo não podem romper o contrato de prestação dos serviços durante o tratamento médico. Pela decisão, a cobertura deve valer enquanto os beneficiários estiverem internados ou em tratamento e só pode terminar após a alta médica.

O caso julgado pelo STJ envolveu uma operadora de plano de saúde que cancelou unilateralmente o plano coletivo de 203 funcionários de uma transportadora, que recorreu à Justiça para manter a continuidade da cobertura.

Apesar de garantir a cobertura para quem está em tratamento, a Terceira Turma do tribunal entendeu que as operadoras podem cancelar o contrato por conta própria, no entanto, além de manter o tratamento, devem cumprir a vigência de 12 meses e notificar os trabalhadores com antecedência mínima de 60 dias. O julgamento ocorreu em outubro do ano passado, mas o acórdão, que é a decisão final, foi divulgada nesta semana pelo STJ.

Durante o julgamento, prevaleceu o voto do relator, ministro Marco Aurélio Bellizze. Para o ministro, embora a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998) proíba a suspensão ou rescisão somente de planos individuais, o direito à saúde beneficiário se sobrepõem a cláusulas contratuais também nos contratos coletivos.

Por Agência Brasil

Saúde

Coronavírus: governo monitora navios que estão na costa brasileira

Foto: Divulgação

O governo brasileiro tem monitorado os navios que circulam na costa brasileira para evitar a entrada do coronavírus no país. O Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm adotado ações de vigilância para navios de cruzeiro, que atracam na costa brasileira, especialmente no período do Carnaval.

Dentre essas ações, estão uma série de orientações aos passageiros e tripulantes. No caso de cruzeiros marítimos, alguns procedimentos devem ser adotados para proteger a saúde dos passageiros e tripulantes, pessoal de solo e do público em geral nos portos.

Os dois órgãos orientam que, em qualquer situação, os trabalhadores de portos, aeroportos e fronteiras devem sempre adotar medidas preventivas, tais como higienizar as mãos com frequência com água e sabonete, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo.

Saúde

Brasil tem apenas um caso suspeito do coronavírus

O Brasil tem, atualmente, apenas um caso suspeito do novo coronavírus (Covid-19). Trata-se de uma criança de 2 anos de idade, em São Paulo, considerada suspeita desde esta quarta-feira (19) por ter um histórico de viagem à China, mas não à Wuhan, o epicentro da contaminação. A informação foi dada por representantes do Ministério da Saúde, na tarde desta quinta (20), em Brasília.

O ministério, no entanto, continua atento ao surto ocorrido na China e trabalha com a possibilidade de aumento dos casos suspeitos, principalmente a partir do final de abril, quando as doenças respiratórias começam a aparecer no país.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira, existe uma série de circunstâncias que freiam o aparecimento de vários casos suspeitos, como a quarentena imposta na China, o fato do Brasil estar no verão e não termos voos diretos para aquele país. Mas um aumento não é descartado.

“Não quer dizer que não possa aumentar. Podemos ter mudanças de definição de casos no futuro se um outro país entrar como área e transmissão ocidental. É muito dinâmico e prematuro dizer que vai continuar baixo”, disse.

Segundo o ministério, os exames têm sido feitos com maior celeridade e, com isso, casos considerados suspeitos são descartados rapidamente e sequer entram no balanço diário da pasta.

Ainda não existe nenhum caso confirmado na América do Sul. Até o momento, 75.778 casos foram contabilizados no mundo, conforme dados da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos. Só a China reúne 74,5 mil casos.

Curas e idosos

O Ministério da Saúde tem acompanhado o crescente número de pessoas curadas, sobretudo na China. Atualmente, são 16.882 curados. Segundo o Wanderson de Oliveira, tratamentos específicos têm sido testados, mas as curas estão ocorrendo “de forma espontânea”.

“Essas curas estão ocorrendo, quase que a totalidade delas, de forma espontânea. É o organismo da pessoa. Mais de 80% dos casos na China são de moderados a leve. Isso não quer dizer que foi um tratamento específico que curou aquelas pessoas e sim o tratamento sintomático, o isolamento, [o uso de] respiradores, ou seja, toda uma conduta para evitar que essas pessoas evoluíssem para casos graves e óbitos”.

Outra tendência verificada é a letalidade maior em idosos. Se em crianças e adultos até cerca de 40 anos de idade o número de mortes beira o zero, a partir de 60 anos de idade essa curva aumenta rapidamente, chegando a 15% de mortes entre pessoas de 80 anos de idade. “Os casos graves e de óbito na China estão totalmente concentrados em pessoas acima de 60 anos de idade. Isso é importante para nós nos prepararmos para o caso de haver a situação do vírus no Brasil. A nossa preocupação terá que ser preferencialmente os idosos”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.

Agora RN
Saúde

Japão: Dois passageiros do Diamond Princess morrem devido ao novo coronavírus

Autoridades do governo japonês informaram que dois passageiros do navio Diamond Princess morreram em decorrência do novo coronavírus. São as duas primeiras mortes entre os ocupantes da embarcação. Os passageiros que morreram eram um homem e uma mulher, ambos na faixa de 80 anos de idade.

Com isso, o total de mortes no Japão chegou a três. A primeira vítima do vírus no país morreu na quinta-feira da semana passada (13).O navio de cruzeiro Diamond Princess está ancorado no Porto de Yokohama, próximo a Tóquio. Os passageiros estão em quarentena desde o último dia 5, determinada pelo governo japonês por causa do surto do novo coronavírus.

Novos desembarques do navio

O segundo grupo de passageiros do navio Diamond Princess, afetado pelo novo coronavírus, deixará a embarcação nesta quinta-feira (20). A infecção foi confirmada em 621 passageiros e tripulantes. Segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, pessoas que testaram negativo para o vírus e não apresentam sintomas estão recebendo permissão para desembarcar desde ontem, após um período de quarentena de 14 dias.

A pasta informou que 443 pessoas deixaram a embarcação, sendo que 90% delas são japonesas. Disse ainda que aproximadamente mais 50 pessoas devem desembarcar hoje e que metade delas não é japonesa. Espera-se que a maioria dos passageiros desembarque do Diamond Princess até esta sexta (21).

O Ministério da Saúde pede que qualquer um que tenha testado negativo, mas compartilhado uma cabine com algum passageiro infectado, permaneça a bordo do navio por mais 14 dias, a partir do momento da separação de um do outro.

Autoridades da pasta planejam telefonar por vários dias para aqueles que voltaram para casa, com o objetivo de checar o estado de saúde deles. As autoridades discutirão a adoção de medidas para a tripulação com a empresa operadora do Diamond Princess. Elas disseram que os tripulantes que desejarem desembarcar poderão ter permissão para isso.

Agência Brasil

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