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Saúde

Infeção anterior por coronavírus oferece menos proteção contra nova variante

Foto: Reuters

Infecções anteriores com coronavírus podem oferecer menos proteção contra a nova variante inicialmente identificada na África do Sul, afirmaram cientistas, nesta segunda-feira, embora esperem que as vacinas desenvolvidas ainda funcionem.

Estudos também descobriram que a nova variante se liga com mais força e prontidão às células humanas. Isso ajuda a explicar por que parece estar se espalhando aproximadamente 50% mais rápido do que as versões anteriores, disse o importante epidemiologista sul-africano Salim Abdool Karim.

A variante 501Y.V2 foi identificada por especialistas sul-africanos em genômica no final do ano passado. Ela levou as infecções locais por Covid-19 a um novo pico diário acima de 21.000 casos no início deste mês.

É uma das muitas novas variantes descobertas nos últimos meses, incluindo as encontradas inicialmente na Inglaterra e no Brasil, que deixaram cientistas preocupado que estivessem acelerando a disseminação da Covid-19.

“Estudos de soro convalescente sugerem que os anticorpos naturais são menos efetivos”, disse Abdool Karim, introduzindo a pesquisa, “(mas) dados atuais indicam que a nova variante não é mais severa”.

Cientistas e políticos britânicos expressaram preocupação de que as vacinas atualmente em uso ou em desenvolvimento possam ser menos eficazes contra a variante.

Especialistas falando com um painel virtual na segunda-feira disseram que ainda não havia uma resposta clara à essa pergunta e que os estudos estão em andamento.

Mais cedo, especialistas sul-africanos afirmaram que, uma vez que as vacinas induzem uma ampla resposta imunológica, é improvável que as mutações na proteína spike anulem completamente o efeito.

CNN Brasil
Saúde

Vacinas recebidas pelo RN até agora só dão para imunizar 10% dos idosos que vivem no Estado

Caixas da CoronaVac — Foto: REUTERS/Thomas Peter

As vacinas contra a Covid-19 recebidas até agora pelo Rio Grande do Norte são suficientes para imunizar apenas 10% dos idosos que vivem no Estado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para fechar o primeiro ciclo de imunização, o Estado precisa receber mais doses, principalmente considerando que profissionais de saúde estão no grupo prioritário, independente da idade.

Nesta terça-feira (19), o Rio Grande do Norte recebeu do Ministério da Saúde 82,4 mil doses da Coronavac, o que dá para vacinar 41 mil pessoas – já que serão duas doses. Em contrapartida, o RN tem 392 mil habitantes com mais de 65 anos, de acordo com o mais recente estudo, de 2019.

As pessoas com mais de 60 anos formam o principal grupo de risco para a Covid-19. Nesta faixa etária, a mortalidade é maior que nos outros pacientes. No Rio Grande do Norte, a maioria dos óbitos por Covid-19 entre os homens aconteceu naqueles pacientes que têm entre 70 e 74 anos de idade. Já entre as mulheres, são mais afetadas as que têm mais de 80 e menos de 84 anos de idade.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a campanha de vacinação contra a Covid-19 deve começar nesta terça-feira (19) às 10h. A imunização estava prevista para iniciar nesta segunda (18) às 17h, mas o voo que trará as doses da vacina para o Estado atrasou.

Neste domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19: a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; e a da Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca e a Fiocruz do Brasil.

Na primeira fase da campanha, serão vacinados no RN profissionais de saúde (independente da idade). Já na segunda etapa, a vacina será aplicada em quem tem mais de 75 anos. Na terceira fase, a vacina será aplicada em quem tem mais de 60 anos e está em instituições do governo, como asilos.

Desta fase adiante, serão contempladas também as pessoas que têm comorbidades, como pressão alta, diabetes e doença renal. Essas doenças incluem as pessoas no grupo de risco para a Covid-19 apesar da idade.

Segundo o IBGE, o RN tem 829 mil pessoas diagnosticadas com alguma comorbidade que são de risco para a Covid-19. Considerando apenas os maiores de 60 anos, 297 mil pessoas estão inscritas nesse grupo.

Além da Coronavac, o Ministério da Saúde deve distribuir nos próximos dias cerca de 2 milhões de doses da vacina de Oxford, que serão importadas de um laboratório da Índia.

Agora RN
Saúde » Vacina

Pazuello diz que vacinação contra covid continuará ‘todos os anos’, assim como acontece com ‘H1N1, sarampo e outras doenças ao longo da nossa vida’

Foto: Wanderley Preite Sobrinho/UOL

Depois de anunciar para hoje o início da vacinação contra a covid-19 em todo o Brasil, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil continuará vacinando contra o novo coronavírus ao longo dos próximos anos.

“A outra ideia que não podemos deixar de pensar é que este modelo se repetirá no ano que vem”, afirmou o ministro ao lado de 19 governadores e vice-governadores no Centro de Distribuição Logística do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

“Continuaremos tomando vacina contra o coronavírus e suas variantes todos os anos em estratégia de vacinação definida pelo SUS (Sistema Único de Saúde), e isso vai entrar numa normalidade, como [a vacina para] H1N1, sarampo e outras doenças ao longo da nossa vida”, disse Pazuello.

Durante o anúncio, Pazuello aproveitou para antecipar a campanha de vacinação, antes prevista para começar na quarta-feira (20). A decisão foi tomada enquanto conversava com os governadores. Primeiro, em uma roda de conversa, ele sugeriu iniciar a vacinação às 14h de amanhã, mas ao iniciar o evento afirmou que seria possível começar a campanha ainda hoje “no final do expediente”.

Ele afirmou que a maioria dos imunizantes seria transportado hoje pela FAB (Força Aérea Brasileira) e que por isso as vacinas chegarão por volta das 14h de hoje na maioria dos estados brasileiros.

“A gente pode colocar a ideia de hoje, ao final do expediente, os estados começarem no município principal a vacinar. Com isso a gente adianta (…) Acho que a gente pode começar hoje ao final do expediente”, disse.

Vacinação terá duas doses

Pazuello também negou a intenção de vacinar o maior número possível de brasileiros com todas as doses disponíveis —adiando a aplicação da segunda dose—, como sugeriu na reunião a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). A estratégia vem sendo usada no Reino Unido e é cogitada por outras nações a fim imunizar o maior número possível de pessoas na primeira fase de imunização.

“Nós não podemos fazer isso. O Butantan são duas doses em tempo curto, e tem de ser feito. Esse assunto já foi tratado em todos os níveis”, afirmou Pazuello, em referência às discussões na Anvisa (Agência Nacional de Saúde) em nos fóruns de governadores e prefeitos.

Mudança de discurso

Embora o governo federal seja acusado de minimizar a pandemia, Pazuello defendeu a manutenção das medidas preventivas mesmo após o início da campanha de vacinação.

“A vacina não determinam o fim das medidas preventivas”, disse. “O início da vacinação não nos desobriga a continuar com o uso de máscara e medidas de prevenção e afastamento social. Continuaremos vivendo desta forma até termos a pandemia controlado aos níveis normais de qualquer doença.”

UOL

Saúde

‘SUS é nacional; temos o dever de socorrer Manaus’, afirma médico do RN

Com hospitais cheios, Manaus enfrenta uma crise no abastecimento de oxigênio — Foto: Bruno Kelly / Reuters

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte, Geraldo Ferreira, afirmou nesta quinta-feira 14 que os demais estados e municípios brasileiros tem o “dever” de ajudar o Amazonas na superação da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Desde o início da semana, o estado da região Norte vive colapso no sistema de saúde ocasionado pela falta de cilindros de oxigênio e pela alta no número de casos de Covid-19.

De acordo com Geraldo Ferreira, apesar de também estar em uma situação crítica na área da saúde, o Rio Grande do Norte pode ajudar o Amazonas. “O SUS (Sistema Único de Saúde) é nacional. Temos o dever de socorrer outras instâncias que estão mais comprometidas”, afirmou o médico ao Agora RN.

Nesta quinta, diante do agravamento da crise, estados de diversas regiões do País decidiram acolher pacientes do Amazonas. Só no Rio Grande do Norte, serão instalados 10 pacientes no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A Prefeitura do Natal também disponibilizou leitos no Hospital Municipal de Campanha.

“A situação de Manaus é muito grave, e nós, apesar de estarmos passando também por um momento também delicado na pandemia, ainda podemos dar um socorro. É isso: assistirmos quando pudermos e sermos assistidos quando necessitarmos”, enfatiza Geraldo Ferreira.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Estado ressaltou que o estado caótico no Amazonas é resultado de uma saúde precarizada. “A rede de saúde em Manaus é precarizada, com quase todos os profissionais terceirizados por empresas que prestam serviços nos hospitais públicos. Convém tirar lições e melhorar a rede de lá com concurso e novas unidades de saúde”, conclui.

Agora RN
Saúde » Vacina

Vacinação contra covid começará em janeiro, anuncia Pazuello; avião para buscar doses na Índia decola nesta quarta, e lote chegará ao Brasil no dia 16

Em pronunciamento nesta quarta-feira (13), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a campanha de vacinação contra a Covid-19 começará ainda neste mês.

“Vamos vacinar em janeiro e Manaus será também a primeira a ser vacinada. Ninguém receberá a vacina antes de Manaus”, disse o ministro. “A vacina será distribuída simultaneamnte em todos os estados, na sua proporção de população, e Manaus terá essa prioridade também”, afirmou Pazuello.

Após o pronunciamento de Pazuello, o ministério esclareceu que a vacinação em Manaus ocorrerá como em outros locais do país, de forma “simultânea e proporcional”, e que não haverá diferença de data e nem de quantidade de doses em comparação com outras cidades. Haverá apenas diferença de horário, por causa do fuso.

O ministro ainda alertou que a população deverá compreender que o início da imunização não significa ir para “rua fazendo festa”.

“A vacina induz a produção de anticorpos, essa é a função da vacina, ela vai induzir a produção de anticorpos. Quem produz os anticorpos é o próprio ser humano. Essa produção de anticorpos não é no dia seguinte. A literatura fala de 30 a 60 dias. Não é tomar a vacina no dia 20 e no dia 22 estar na rua fazendo festa. Nem vai resolver o problema da infraestutura e do tratamento precoce de Manaus”, disse Pazuello.

O ministro da Saúde destacou que tem família na capital amazonense e reforçou que o estado não está enfrentando a pandemia de forma isolada do governo federal.

“Nós, em Manaus, temos que nos cuidar. Temos que seguir as orientações dos gestores. Não adianta lutar contra isso. A minha família está em Manaus, todos sabem disso. Minha filha está em Manaus. Então, quero deixar claro pra todos, que nós não estamos nem um pouco afastados de viver o problema de Manaus, estamos dentro do problema com vovcês. Contem comigo e com o presidente da República”, disse Pazuello.

Vacina de Oxford

Na coletiva, Pazuello disse que um avião buscará hoje 2 milhões de doses da vacina de Oxford na Índia. Segundo o colunista da CNN, Igor Gadelha, o cargueiro será da companhia aérea Azul.

A aeronave decola nesta quarta-feira do aeroporto de Guarulhos e deve pousar, no retorno, também por lá. A expectativa é de que as vacinas cheguem ao Brasil até dia 18 de janeiro, mas, segundo o ministro da Saúde, as doses podem estar disponíveis no país no dia 16.

Pandemia em Manaus

Apenas nos 10 primeiros dias de janeiro, Manaus registrou 379 enterros por Covid-19 nos cemitérios públicos e privados da cidade. O número supera o recorde mensal registrado em todo o mês de maio de 2020, quando a capital do Amazonas teve 348 sepultamentos de vítimas da doença.

O colapso do sistema de saúde da capital é evidenciado desde o fim do ano passado. Nos primeiros dias de 2021, o Ministério da Saúde anunciou a abertura de 178 novos leitos de UTI em Manaus.

À CNN, o especialista em Medicina Tropical Silvio Fragoso, afirmou que a situação da capital é agravada pelo grande número de pacientes das demais cidades do estado que se infectaram e precisam ser tratados nos hospitais de Manaus.

“Uma das principais causas para a sobrecarga de Manaus ser maior em relação a outras capitais é a infraestrutura nos outros estados: as cidades menores contam com hospitais próprios. Aqui no Amazonas, só Manaus dispõe da estrutura necessária para atender os pacientes da Covid-19. Logo, os de outras regiões vêm se tratar aqui na cidade”, explicou Fragoso.

Saúde

RN chega às 3 mil mortes por Covid-19 e tem 119.079 casos confirmados da doença

O Rio Grande do Norte chegou neste domingo (3) às 3 mil mortes por Covid-19. O estado registra 119.079 casos confirmados da doença desde o início da pandemia. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Cinco mortes foram registradas nas últimas 24 horas nas cidades de Mossoró, Natal, Guamaré, Caraúbas e São Gonçalo do Amarante.

O estado tem ainda 58.606 casos suspeitos de Covid-19 e outros 276.874 descartados. De acordo com a plataforma Regula RN, que monitora a situação dos leitos no estado em tempo real, a taxa de ocupação dos leitos críticos é de 66,9% em todo o estado – até 12h deste domingo (3). A região Oeste apresenta o maior índice, com 77,2%. O Seridó vem logo em seguida, com 71,4%. A região metropolitana de Natal tem 59% de ocupação.

Blog do Ismael Medeiros
Saúde

Com coronavírus, estado de saúde de Hamilton Mourão é bom

Após ser diagnosticado com covid-19, o estado geral de saúde do vice-presidente Hamilton Mourão é bom. Em nota, a assessoria da Vice-Presidência informou hoje (28) que Mourão teve dor no corpo, dor de cabeça e febre, “que não passou de 38 graus”, o que o levou a fazer o exame.

A confirmação do teste positivo foi divulgado ontem (27) e o vice-presidente já está em isolamento no Palácio do Jaburu.

“De acordo com a recomendação médica, [Mourão] faz uso de Hidroxicloroquina, Annita, Azitromicina e sintomácos (remédio para dor e febre). O estado geral de saúde do Vice-Presidente da República é bom, encontrando-se em isolamento na residência oficial do Jaburu”, diz a nota.

Agência Brasil
Saúde

Câmara aprova sigilo sobre condição de pessoa com HIV e hepatites

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (21) projeto de lei que estabelece a preservação do sigilo sobre a condição de pessoa com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), com os vírus das hepatites crônicas (HBV e HVC) ou, com hanseníase ou tuberculose. O texto teve origem no Senado, por onde passará novamente para nova apreciação, pois foi modificado pelos deputados.

“No Brasil, há cerca de 1 milhão de pessoas que vivem com HIV. Nós temos cerca de 73 mil novos casos por ano de tuberculose e 28 mil novos casos por ano de hanseníase. São pessoas que esperam ansiosas que o fato de ser diagnosticado não signifique a exposição dessa situação, que não comprometa sua situação de trabalho, que não prejudique o trabalho dos profissionais de saúde”, argumentou o relator do texto, deputado Alexandre Padilha (PT-SP).

O texto proíbe a divulgação, seja por agentes públicos ou privados, de informações que permitam a identificação das pessoas com esses vírus ou doenças também no âmbito da administração pública, da segurança pública, de processos judiciais e da mídia escrita e audiovisual. O sigilo deverá ser mantido tanto em serviços de saúde quanto escolas e locais de trabalho.

O sigilo profissional somente poderá ser quebrado nos casos determinados por lei, por justa causa ou por autorização expressa da pessoa com o vírus. Se a pessoa for menor de idade, dependerá de autorização do responsável legal.

A proposta estabelece que o atendimento nos serviços de saúde, públicos ou privados, será organizado de forma a não permitir a identificação da condição da pessoa que vive com infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), vírus das hepatites crônicas (HBV e HVC), Hanseníase e Tuberculose pelo público em geral.

Em processos judiciais ou inquéritos que tenham como uma das partes pessoa com esses vírus ou doenças, os profissionais envolvidos devem tomar as medidas necessárias para garantir o sigilo dessa condição. Nas situações em que não for possível manter o sigilo em julgamento, o acesso ao local somente será permitido às partes diretamente interessadas e aos respectivos advogados.

O descumprimento da lei prevê punição com penas previstas na Lei de Proteção de Dados (Lei 13.709/18), como advertência e multa, e será obrigado a indenizar a vítima por danos materiais e morais.

As penas e a indenização serão aplicadas em dobro se o sigilo for quebrado com a intenção de causar dano ou ofensa por parte de agentes que, por força de sua profissão ou do cargo que ocupam, estão obrigados a guardar essa informação.

Blog da Gláucia Lima
Saúde

OMS: ‘Impacto de mutação do coronavírus sobre produção de vacinas é descartado’

Nesta segunda-feira (21), a Organização Mundial da Saúde (OMS) descartou impactos da variante do novo coronavírus. Essa possibilidade foi confirmada no fim de semana pelo Reino Unido com transmissibilidade 70% maior, sobre a produção de vacinas contra a covid-19.

O diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da entidade, Mark Ryan, destacou que “vacinas já são produzidas visando uma ampla variedade de mutações”. Para a OMS, as vacinas anticovid poderiam ser atualizadas como nova cepa do Sars-cov-2 sem grandes problemas, como já ocorre no caso de imunizantes da gripe comum. O que não pode acontecer é uma mutação da proteína fundamental do novo coronavírus.

Nessa caso, a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, fez um alerta para a necessidade de barrar a doença em todo o planeta em meio à segunda onda de infecções. “Baixar a transmissão da covid-19 é importante justamente para evitarmos mutações. Quanto mais o vírus circula, mais ele gera variantes”, alertou Soumya, em coletiva de imprensa.

Blog da Gláucia Lima
Saúde

Senado Federal deve apreciar em fevereiro adesão do Brasil ao Covax Facility

Os deputados inseriram no texto determinação para que, no caso das vacinas autorizadas, seja dispensada a assinatura de quaisquer termos de responsabilidade ou de consentimento por parte das pessoas, mesmo se a regra constar de outras normas.

O Senado deve apreciar em fevereiro a Medida Provisória 1.003/2020, que autoriza o Brasil a aderir ao consórcio Covax Facility, de acesso a vacinas contra a covid-19.

Com isso, o país terá mais facilidade de acesso a um portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em fase de análise. Por ter sido modificado pelos deputados durante a aprovação, na sexta-feira (18), o texto tornou-se o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 43/2020 e deve ser votado até 3 de março de 2021, quando perde a vigência.

O objetivo da proposição é “proporcionar o acesso do país a vacinas seguras e eficazes contra a covid-19, sem prejuízo à eventual adesão futura a outros mecanismos ou à aquisição de vacinas por outras modalidades”. O governo brasileiro não fica obrigado a adquirir as vacinas por meio do projeto: a compra é opcional, “dependerá de análise técnica e financeira para cada caso” e poderá ser feita sem licitação.

Os deputados inseriram no texto determinação para que, no caso das vacinas autorizadas, seja dispensada a assinatura de quaisquer termos de responsabilidade ou de consentimento por parte das pessoas, mesmo se a regra constar de outras normas.

Senado Federal

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