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Prefeitura de Currais Novos e CAERN realizam obras de saneamento básico no “Alto de Santa Rita”

A Prefeitura Municipal de Currais Novos através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos – SEMOSU está realizando obras de saneamento básico no bairro “Alto de Santa Rita” em parceria com a CAERN – Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte. Na manhã desta terça-feira, 02, o Prefeito Odon Jr e o Secretário da SEMOSU, Lucas Galvão, visitaram o bairro para acompanhar os serviços.

“Essa era uma antiga reivindicação dos moradores do Alto de Santa Rita e estamos realizando o saneamento que é de grande importância para a saúde da população”, comentou o Prefeito Odon Jr. Mais de 600 metros de canos com espessura de 150mm já foram instalados em algumas ruas como Raimundo Cruz, Laercio Ferreiro, José Alves Pinheiro e Celso Cruz, interligando todas as casas ao sistema central coletor de resíduos. Ao final da obra mais de 90% do bairro estará totalmente saneado.

Brasil » Saneamento

Saneamento só cobrirá todo o Brasil após 2060

Falta de saneamento básico é um dos entraves para a saúde pública. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil tem investido uma média anual de R$ 10 bilhões em ações de saneamento básico. Esse valor representa menos da metade do previsto para que o País chegue a ter, até 2033, uma rede de cobertura nacional de água e esgoto, conforme prevê o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). Mantido o ritmo atual, dificilmente a universalização seria atingida até 2060, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). “O mais preocupante é que os investimentos caíram nos últimos dois anos”, afirma Ilana Ferreira, especialista em infraestrutura da CNI.

Hoje, praticamente metade da população do Brasil, o equivalente a 100 milhões de pessoas, não tem acesso à coleta de esgoto. Pelo menos 35 milhões de brasileiros vivem sem abastecimento de água encanada nas periferias do País. A cada 100 litros de esgoto lançados diariamente no meio ambiente, 48 litros não são coletados. Cerca de 1,5 bilhão de metros cúbicos de esgoto coletado não é tratado.

Mito

Os dados expõem a fotografia do que há de pior na infraestrutura do País. Essa precariedade faz parte do dia a dia dos mais de 100 mil moradores da favela do Sol Nascente, no Distrito Federal A 32 quilômetros de distância do Palácio do Planalto, saneamento básico é um mito. No colo da avó, o pequeno Lucas, de 2 anos, se revira na cama e chora aos soluços. Sua pele foi tomada por urticárias. A avó Maria Joana dos Santos pega o menino no colo e tenta acalmar a criança. “Olha isso. É a água”, diz ela. “É a água suja daqui que fez isso com meu menino.”

A rede de água e esgoto ainda não bateu na porta de Maria Joana e seu neto. O menino vive doente, com tosse e coceira pelo corpo Na semana passada, uma chuva forte formou um rio de barro e lixo na porta de casa. Maria tentou sair com o pequeno nos braços, mas escorregou. Foram carregados por alguns metros no lamaçal misturado ao esgoto.

MP do Saneamento

Para a diretora-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Christianne Dias, a destinação de toda essa sujeira poderia começar pelo Congresso. O governo aguarda a votação da Medida Provisória 868 para tentar colocar ordem no setor de saneamento, que hoje padece de uma gestão sem regras padronizadas entre municípios, Estados e União “Esse problema nunca terá solução se não adotarmos parâmetros únicos, que todos sigam. É isso que estamos buscando”, diz.

As empresas têm estudado o assunto e garantem que seria possível fazer dinheiro com a prestação desses serviços em parte dos municípios do País, por meio de contratos de concessão. Além disso, há efeitos colaterais benéficos. A estimativa é a de que, para cada R$ 1 investido em saneamento, gera-se retorno de R$ 2,50 ao setor produtivo.

Esgoto

Fernando Franco, presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar), diz que esse pode ser um caminho positivo, mas lembra que a cobrança de tarifas de saneamento no Brasil ainda é tratada como assunto proibido por muitas prefeituras. “Hoje, há 1,5 mil municípios no País que não têm nenhuma regulação sobre a área de saneamento e não querem nem ouvir falar disso, justamente para que os recursos destinados à área possam correr facilmente e sem fiscalização”, comenta.

A viabilidade econômica do serviço é outra dificuldade. A Abar avaliou as contas dos serviços prestados em 398 municípios. “O resultado mostrou que, em 99,3% dessas cidades, o valor da tarifa média de esgoto era inferior ao valor da despesa total com o serviço. Somente em 0,75% dos casos (três municípios) essa conta fechava. Portanto, como está, não há viabilidade econômica”, diz Franco.

Em muitas cidades do País, principalmente nos Estados das regiões Centro-Oeste e Norte, não há cobrança por serviços de água e esgoto. Com alguns centavos por mês de cada cidadão, seria possível viabilizar o serviço, dizem especialistas. Para Malvina Moreira, 50 anos, moradora do Sol Nascente que, diariamente, tem de retirar o lixo jogado na porta de sua casa, não se trata apenas da cobrança de mais alguns centavos por mês nas faturas. “Falta um pouco de educação da população também”, afirma ela. “Se quero um lugar melhor, tenho de ajudar a melhorar esse lugar”, acrescenta.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Currais Novos » Saneamento

JÁ NA ATIVA: Anderson Alves reforça diálogo com presidente da CAERN e cobra ampliação do saneamento básico de C. Novos

Anderson com a Diretora Comercial de Atendimento, Maria Helena, e o diretor da Caern, Marcelo Toscano

Anderson com a Diretora Comercial de Atendimento, Maria Helena, e o diretor da Caern, Marcelo Toscano

O vice-prefeito eleito de Currais Novos esteve participando na tarde desta quarta-feira de audiência pública na Assembléia Legislativa, onde foi aberta a discussão sobre o Plano de Parcerias e Investimentos – PPI do Governo Temer e seus reflexos na estrutura da CAERN.

Anderson é funcionário da empresa de saneamento e durante o mês de setembro fez uso de suas férias para disputar a prefeitura de Currais Novos como companheiro de chapa de Odon Júnior, saindo vitoriosos.

Marcelo Toscano lhe parabenizou pelo resultado exitoso das eleições e garantiu a parceria para avançar no saneamento básico de Currais Novos, que atualmente é 55% saneada, assim que o Plano Municipal de Saneamento Básico fosse apresentado pelo município.

Anderson se comprometeu em buscar a elaboração do plano já nos primeiros meses da Gestão, e assim pleitear os investimentos necessários junto aos entes federais e estaduais para que Currais Novos tenha seu percentual de saneamento básico elevado.

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