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Em 5 anos, RN tem maior alta nas exportações

RN fechou janeiro e fevereiro com um superávit de US$ 69,2 mi

O Rio Grande do Norte registrou no primeiro bimestre a maior alta nas exportações dos últimos cinco anos. Entre janeiro e fevereiro, o estado enviou para o mercado internacional mais de 667 mil toneladas de produtos, resultando numa movimentação de US$ 92,4 milhões negociados. Isso representa um crescimento de 44,3% em comparação com o que foi exportado no primeiro bimestre de 2018.

O bom desempenho do setor exportador, no entanto, não foi acompanhado pelas importações potiguares, que registraram um leve decréscimo de 2,1% em relação ao que foi importado durante o mesmo intervalo do ano passado. Neste primeiro bimestre, o RN importou 49,5 mil toneladas de produtos, o que representa um volume de US$ 23,1 milhões. No primeiro bimestre de 2018, o total chegou a US$ 23,6 milhões.

Com a alta nas exportações e baixa nas importações, o saldo da balança comercial potiguar foi favorável, fechando o bimestre com um superávit de US$ 69,2 milhões. Esse resultado representa um crescimento de 71,5% em comparação com o resultado da balança nos dois primeiros meses do ano passado, quando o saldo foi de US$ 40,3 milhões.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (20) pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, através da edição 42 do Boletim dos Pequenos Negócios, que pode ser conferido na íntegra no portal do www.rn.sebrae.com.br/ na seção ‘Estudos e Pesquisas’. A publicação traz uma síntese dos principais indicadores da conjuntura econômica do estado e, nesta edição, o informativo foi modernizado e ampliado com mais conteúdo para marcar a primeira versão com os indicadores de 2019.

De acordo com o boletim, o estado exportou no bimestre 64,6 mil toneladas de melão, o que resultou num volume de US$ 41,5 milhões negociados. As melancias foram o segundo item mais exportado. Ao todo, foram enviadas ao exterior 26,1 mil toneladas e um total comercializado de US$ 12,4 milhões. O terceiro produto foi o sal marinho (US$ 12 milhões), castanhas de caju (US$ 3,4 milhões) e querosene de aviação (US$ 2,8 milhões). Os principais destinos da pauta de exportação potiguar foram a Holanda, Reino Unido e Estados Unidos.

No que se refere às importações do bimestre, o RN importou 44,7 mil toneladas de trigo e misturas com centeio, o equivalente a US$ 9,7 milhões negociados. Esse foi o item mais demando pelo RN no mercado internacional. O cloreto de vinila apareceu no segundo lugar do ranking de importações (US$ 1,1 milhão), seguido do polietileno (US$ 1,1 milhão). Foram importados também US$ 668 mil em copolímeros de etileno e ácido acrílico e outros US$ 638 mil com a aquisição de bombas centrífugas. Esses produtos vieram principalmente de países, como Argentina, Estados Unidos e China.

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