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Rio de Janeiro

RIO: Chega a 18 número de mortos no desabamento

No início da tarde de hoje (17) foram retirados mais dois corpos nos escombros do desabamento de dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá, na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro, ocorrido na sexta-feira (12). Segundo informou o Corpo de Bombeiros, trata-se de dois adultos, sendo um homem e uma mulher.

Hoje (17) também foi constatado que uma das pessoas dadas como desaparecidas estava entre os óbitos identificados no Instituto Médico Legal (IML), portanto a estimativa de desaparecidos foi revista para baixo e permanecem as buscas por cinco pessoas.

O trabalho dos bombeiros na Muzema entrou hoje no sexto dia. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros e secretário da Defesa Civil, coronel Roberto Robadey, o trabalho continua de forma manual até pelo menos sexta-feira (19), pois ainda há a esperança de encontrar sobreviventes entre os escombros.

Estão sendo empregadas britadeiras, cortadeiras e cães farejadores, que indicam os locais onde possa haver pessoas. A equipe completa do Corpo de Bombeiros conta com 11 militares no local, com substituições a cada 12 horas.

Vítimas

O total de vítimas está em 26, sendo oito sobreviventes. Destes, três permanecem internados e cinco já tiveram alta. Entre as vítimas fatais, cinco já foram sepultadas, os corpos de três pessoas de uma mesma família aguardam traslado para o Maranhão e outros oito corpos ainda estão no Instituto Médico Legal. Fora os corpos encontrados hoje, apenas um ainda não foi identificado.

Agência Brasil
Rio de Janeiro » Tragédia

RIO: Sobe para 11 o número de mortos na tragédia em Muzema

Na manhã de hoje (15) às 10h30 foi retirado mais um corpo dos escombros dos dois prédios que desabaram na sexta-feira na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. As equipes de busca não confirmaram se era homem ou mulher.

Com isso sobe para 11 o número de mortos na tragédia e 13 pessoas estão desaparecidas. Dos oito sobreviventes, quatro permanecem internados, sendo três do Hospital Miguel Couto e uma mulher no Lourenço Jorge.

Ela está em estado grave. Outras duas pessoas que foram resgatadas com vida não resistiriam aos ferimentos e morreram no hospital.

Antes das 9h houve troca de turno nas equipes de busca. O local do desabamento, que é a última rua do condomínio Figueiras do Itanhangá, permanece parcialmente interditado.

Um total de 13 prédios foram interditados e os moradores só podem entrar por poucos minutos, para retirar alguns pertences. Segundo moradores, a Defesa Civil os informou que a área ficará interditada enquanto os trabalhos de busca estiveram acontecendo.

Agência Brasil
Rio de Janeiro

RIO: Bombeiros continuam buscas por sobreviventes de desabamento de prédio

Equipes que atuam na busca e resgate de pessoas após o desabamento dos dois prédios na comunidade da Muzema. – Fernando Frazão/Agência Brasil

O Corpo de Bombeiros continua as buscas por desaparecidos nos escombros do Condomínio Figueiras do Itanhangá, na comunidade da Muzema, onde dois prédios desabaram ontem (12). Os bombeiros retiraram mais dois corpos na madrugada de hoje (13) até as 5h. Com isso, chega a sete o número de mortos, sendo cinco corpos retirados dos escombros e suas pessoas que morreram em hospitais depois de terem sido resgatadas com vida.

O menino Hilton Guilherme, de 12 anos, morreu durante a madurgada quando passava por uma cirurgia no Hospital Municipal Miguel Couto. Os pais dele continuam desaparecidos. O pastor Cláudio José de Oliveira Rodrigues, 41 anos, foi levado para o Hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos e morreu no início da tarde dessa sexta-feira (12). Ele sofreu traumatismo craniano e deu entrada no hospital em estado gravíssimo, com politraumatismo e múltiplas lesões torácicas.

Cerca de 100 militares atuam na tragédia, da qual dez pessoas foram resgatadas com vida, sendo quatro homens, três mulheres, dois menores de idade do sexo masculino e uma menor de idade do sexo feminino.

Os bombeiros trabalham com a possibilidade de 12 pessoas desaparecidas e utilizam cães farejadores, drone, helicópteros, ambulâncias e viaturas de recolhimento de cadáveres nas buscas.

Segundo a Prefeitura do Rio, os prédios foram construídos irregularmente em uma área controlada por milícias. O município já havia interditado os edifícios de cinco andares duas vezes e deve demolir ao menos mais três prédios por não oferecerem segurança aos moradores.

Agência Brasil
Rio de Janeiro

Prédios que desabaram no Rio eram irregulares e estavam interditados

A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou uma nota à imprensa em que informa que os prédios que desabaram na comunidade da Muzema, na zona oeste da cidade, eram construções não autorizadas pelos órgãos municipais. De acordo com a nota, os edifícios estavam interditados desde novembro de 2018.

Os desabamentos de dois edifícios na manhã desta sexta-feira(12) deixaram pelo menos dois mortos e três feridos. O Corpo de Bombeiros atua no local em busca de outras possíveis vítimas no local.

De acordo com a prefeitura, a zona em que se encontram os prédios que desabaram e as construções vizinhas (que incluem vários edifícios) é uma área de proteção ambiental (APA) que só permite a construção de edificações unifamiliares, ou seja, casas.

“Na Muzema, as construções não obedecem aos parâmetros de edificações estabelecidos, como afastamento frontal, gabarito, ocupação, número de unidades e de vagas”, diz a nota.

A prefeitura diz na nota que, por se tratar de uma área dominada por uma milícia (grupo criminoso que controla territórios de forma armada no Rio), precisa de apoio da Polícia Militar para atuar na área.

Agência Brasil
Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO: Temporal causa danos e deixa a cidade em estágio de crise

A forte chuva, a maior desde o início do verão – um dos mais quentes dos últimos anos -, trouxe caos à cidade do Rio de Janeiro desde a noite de ontem (6), quando o Centro de Operações da prefeitura decretou, às 22h15, estágio de crise – o terceiro nível em uma escala de três.

Os moradores se depararam, por toda a cidade, com muitos danos causados pelo temporal, principalmente nas zonas sul e oeste: árvores caídas e atravessadas em algumas das principais vias em razão dos fortes ventos que, em Copacabana, chegaram a 110 quilômetros por horas; sinais de trânsito funcionando precariamente; postes caídos e bolsões d’água nas principais ruas e avenidas.

Pelo menos cinco pessoas morreram em consequência da chuva, entre elas duas em Guaratiba, na zona oeste, e uma na favela da Rocinha, na zona sul.

Em Guaratiba, as mortes foram provocadas pelo desabamento de uma casa, onde moravam quatro pessoas. Mais duas ficaram feridas no mesmo acidente e levadas para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na zona oeste. Até o início da manhã, ainda não havia informações sobre o estado de saúde delas. Outra morte confirmada ocorreu após um deslizamento na Favela da Rocinha, uma das áreas mais atingidas pela chuva.

Também foram notificados diversos deslizamentos de terra na Avenida Niemeyer, que liga os bairros do Leblon e São Conrado, na zona sul, e que deverá ficar interditada por todo o dia.

Em outro trecho da Niemeyer, um deslizamento provocou o desabamento de parte da Ciclovia Tim Maia, que caiu no mar. O local é próximo da parte da ciclovia que foi derrubada pelas ondas durante uma ressaca em abril de 2016, matando duas pessoas.

Na mesma avenida, outro deslizamento atingiu um ônibus, que acabou tombando sobre a ciclovia na encosta da pista. De acordo com o motorista, dois passageiros que estavam no coletivo ficaram presos nas ferragens. Os bombeiros trabalham no local para tentar resgatar as vítimas.

Alerta Rio

De acordo com dados do Alerta Rio, o sistema de monitoramento da prefeitura, o volume de chuva acumulado em apenas duas horas na noite dessa, quarta-feira, foi maior do que o esperado para todo o mês de fevereiro em alguns pontos dessas regiões.

Até o início da manhã, a prefeitura havia registrado 63 quedas de árvores pela cidade. Em alguns casos, os galhos caíram sobre a rede elétrica e provocaram falta de energia, principalmente em bairros das zonas oeste e norte.

A ventania também arrastou um veleiro que estava nas proximidades de uma das praias da zona sul para o Arpoador, entre Copacabana e Ipanema. A embarcação ficou encalhada na areia, e os quatro ocupantes foram retirados sem nenhum ferimento. Alguns quiosques instalados na orla de Ipanema e no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, foram danificados pelo vento.

Ainda há grandes bolsões de água em vários pontos da zona sul, como Leblon, Gávea, Ipanema, Lagoa, Botafogo e em São Conrado. Há bolsões também no Itanhangá e na Barra da Tijuca.

Neste momento, a chuva deu uma trégua e não há previsão de precitações fortes ao longo desta quinta-feira. Pode ocorrer, no entanto, chuva de intensidade fraca a moderada, com probabilidade de deslizamentos de terra nas zonas sul e oeste, onde o solo está encharcado.

Trânsito

Em relação ao trânsito, o prefeito Marcelo Crivella admitiu que a situação mais crítica é na Avenida Niemeyer, que só deverá ter as pistas liberadas no fim do dia.

A avenida é uma das duas opções de ligação entre os bairros da zona oeste, como a Barra, e a zona sul. Nos dias úteis ela opera em mão única sentido zona sul, integrando o corredor reversível em direção ao centro.

Bairros

Entre os bairros mais afetados pelo temporal estão a Rocinha, onde uma pessoa foi arrastada pela força da água, o Vidigal, o Alto da Boa Vista, a Barra da Tijuca e Pedra de Guaratiba.

Sirenes foram acionadas na Favela da Rocinha e na Comunidade Sítio Pai João, no bairro do Itanhangá, perto da Barra. A orientação do Sistema Alerta Rio era para que as pessoas procurassem pontos seguros de apoio.

Vários bairros ficaram sem luz, devido à queda de árvores sobre a rede de alta tensão. As equipes de emergência da Light foram muito acionadas, principalmente nas zonas oeste e norte.

Durante parte da noite, os túneis Santa Bárbara e Zuzu Angel, que liga São Conrado à Gávea e ao Leblon, foram interditados por quedas de árvores.

Em decorrência do estágio de crise, a prefeitura cancelou a coletiva marcada para hoje, quando seria apresentado o planejamento para o Carnaval Rio 2019.

Agência Brasil
Policial » Rio de Janeiro

AÍ TÁ CERTO! Tropa de choque para ações de alto risco no Rio é comparada a grupo do exército americano que matou Bin Laden

Uma tropa que recebe treinamento de alto nível, com sede em Goiânia, chegou ao Rio para ficar na linha de frente da intervenção federal na área da segurança pública do estado, sob o comando do general Walter Souza Braga Netto. Na caserna, entre os militares, seus integrantes são chamados de “fantasmas” por atuarem nas sombras, em operações sempre cercadas de sigilo. O Batalhão de Forças Especiais do Exército conta com aproximadamente 2 mil homens.

Não raro, eles são comparados aos Navy Seals da Marinha americana, que mataram Osama bin Laden no Paquistão em 2011. Esses militares, preparados para ações antiterror, têm nas mãos uma missão muito difícil: expulsar o tráfico e as milícias de algumas favelas cariocas.

Coronel da reserva e ex-integrante das Forças Especiais, Fernando Montenegro coordenou a ocupação do Complexo do Alemão, em 2010. Ele explica que o grupo tem um nível de preparo muito superior à média da tropa do Exército. Além de táticas de guerrilha, os “fantasmas” aprendem estratégias de combate à criminalidade urbana durante o período de formação: fazem treinamentos com oficiais do Bope da PM e com militares de unidades especiais de outros países.

É por isso que se espera, nas ruas, um resultado muito diferente dos obtidos até agora pelas operações de Garantia da Lei e da Ordem no Rio. Os integrantes das Forças Especiais passam por um rígido processo de seleção no Forte Imbuí, em Niterói, antes de seguirem para um mínimo de cinco anos de preparação em Goiânia.

— É incomparável a qualidade deles. Eles alcançam uma qualificação extrema não só em nível tático, recebem treinamento de ponta para ações de alto risco em áreas urbanas. Trabalham com inteligência e entendem como funcionam as forças de sustentação de uma guerrilha — afirma Montenegro, acrescentando que a formação visa, em condições normais, a proteger o país contra invasões. — É um treinamento que capacita o militar a suportar situações extremas. Cada integrante das Forças Especiais tem um nível de conhecimento que o permite planejar sabotagens em grandes instalações e até produzir explosivos de forma improvisada.

O símbolo das Forças Especiais foi criado para passar a imagem de que seus homens são os mais temidos do Exército. No brasão dos FEs, como são chamados, aparece uma mão empunhando uma faca. Não por acaso, ela está com uma luva, referência às ações sempre discretas, que não deixam rastros. A lâmina está manchada de vermelho. Até mesmo o fundo do desenho, na cor preta, tem um significado: a tropa, preferencialmente, age à noite. O primeiro grupo de FEs desembarcou no Rio no último dia 16, e, na madrugada de sexta-feira, fez uma incursão à Vila Kennedy antes da chegada de 3 mil homens do Exército à comunidade.

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