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Reforma da Previdência

Segundo Mourão, Reforma da Previdência criará confiança que o país precisa

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, voltou a defender, hoje (19), a reforma da Previdência, afirmando que a medida é o primeiro passo para o Brasil sair da crise e combater o baixo crescimento econômico e a deterioração das contas públicas. “A reforma da Previdência criará a confiança que o Brasil precisa [para atrair mais investimentos], mas não é ela que vai solucionar a crise da noite para o dia”.

Para Mourão, a reforma tributária, a abertura econômica, o enxugamento do Estado, com privatizações e desvinculação de despesas do orçamento, além da desburocratização de processos, são exemplos de medidas a serem tomadas para impulsionar a agenda produtiva do país.

“Temos que abrir a economia, mas de forma lenta, gradual e com segurança, porque se não reformarmos o sistema tributário, será um massacre para o setor produtivo”, destacando a necessidade de aumentar a competitividade comercial do país.

Mourão reafirmou que espera que a reforma da Previdência seja aprovada ainda no primeiro semestre.

Ao debater as metas e os desafios do governo federal, em encontro com empresários, em Brasília, Mourão disse que o presidente Jair Bolsonaro “não é ameaça à democracia” e que, ao fazer as reformas, está pensando no futuro do país.

“Quando deixarmos esse governo, em janeiro de 2023, queremos que todos estejam experimentando as quatro liberdade essenciais: a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a liberdade de não ser imposto à vontade dos outros e a liberdade de não ter medo”.

O presidente em exercídio participou hoje de um almoço promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em Brasília. Participaram do encontro, além de Mourão, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, parlamentares e cerca de 40 empresários brasilienses de diversas áreas.

Agência Brasil
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REFORMA DA PREVIDÊNCIA: Bolsonaro admite a jornalistas que pode mudar idade mínima de mulheres para 60 anos

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (28) num café com jornalistas que o Congresso pode reduzir a idade mínima para aposentadoria das mulheres de 62 para 60 anos. Bolsonaro admitiu que alguns pontos da reforma da Previdência devem ser modificados no Congresso, mas que a parte mais importante do projeto será aprovada pelos deputados e senadores.

Outro ponto polêmico citado por Bolsonaro que pode sofrer alteração na proposta original é o BPC –Benefício de Prestação Continuada. Hoje, recebem o benefício de um salário mínimo idosos a partir de 65 anos e deficientes em situação de pobreza. Pela proposta apresentada pela equipe econômica, os beneficiários receberiam R$ 400 a partir dos 60 anos e somente aos 70 passariam a receber o salário mínimo.

“Estes pontos devem ser revistos pelo Congresso Nacional mas, com certeza, a base do projeto enviado pela equipe do Paulo Guedes será aprovada. O Brasil precisa desta aprovação para não passar por uma crise como a que enfrentou a Grécia. Ninguém no Brasil quer isso.”

Perguntado sobre a base para aprovação no Congresso, Bolsonaro foi enfático e afirmou que não vai negociar cargos nos ministérios, mas admitiu que os deputados precisam ser atendidos em algumas exigências e que fará isso sem afrontar o governo.

“A gente sabe o que deputado quer, vivi isso muitos anos. O deputado está na ponta junto ao eleitor e precisa ser atendido.”

Na área internacional Bolsonaro voltou a citar os dois maiores aliados: os Estados Unidos e Israel. Mas disse que a mudança da Embaixada brasileira para Jerusalém está suspensa temporariamente. O governo mantém relações diplomáticas e, sobretudo, comerciais com os países árabes.

” A Tereza Cristina (ministra da Agricultura) ficou preocupada e dei uma freada nesta questão, A mudança não está descartada, afinal é uma proposta de campanha. Vamos aguardar para tomar a melhor decisão.” disse o presidente.

Bolsonaro comemorou também a decisão da Venezuela em reabrir as fronteiras e admitiu conversar com o ditador Nicolas Maduro.

“Desde que ele aceite eleições livres e retome a democracia. Mas acho difícil disso acontecer.”

Bolsonaro garantiu que o Brasil não tem nenhum plano para invadir a Venezuela e não acredita que o governo de Maduro ataque alvos na fronteira.”Seria um grande erro dele.” sentenciou.

Vida de presidente

Perguntado se está gostando de ser presidente, Bolsonaro disse que o povo o colocou ali porque apresentou um jeito novo de fazer política. Por isso, não acha que tem o direito de reclamar da sua posição. Mas admite que gostaria de retomar alguns hábitos antigos que, por conta do cargo, foram abandonados.

“Eu gostava de caminhar na praia, conversar com as pessoas e até tomar uma cervejinha uma vez por semana. Agora estou em prisão domiciliar sem tornozeleira eletrônica.” disse em tom de brincadeira.

R7 – Coluna do Fraga

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