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Acidente » Motos » Redução » Rio Grande do Norte

RN: Vítimas de acidentes com moto diminui 59,31% nos últimos quatro anos

Maior média de vítimas destes casos foi registrada em 2015, com 29 novos pacientes/dia

Um novo levantamento feito pelo Setor de Arquivo do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) registrou, pelo quarto ano consecutivo, redução no número de pessoas vítimas de acidentes sobre duas rodas.

A maior média de vítimas destes casos foi registrada em 2015, com 29 novos pacientes/dia. Para estas mesmas situações, até o fim do ano passado, o Pronto Socorro Clóvis Sarinho (PSCS) atendeu a uma média de 17,2 pacientes/dia. Isso representa uma redução de 59,31% no número de motociclistas e motoqueiros feridos e que deram entrada na maior unidade de saúde pública para atendimentos do trauma.

Para o chefe do setor de cirurgia geral do HMWG, Ariano Oliveira, a diminuição do número destas vítimas se deve a uma maior conscientização tanto de motoristas, quanto de motociclistas. “Acredito que as pessoas estão ficando mais conscientes no trânsito, afirma”.

O cirurgião, no entanto, chama a atenção para a gravidade daqueles pacientes que continuam a dar entrada no PSCS. “Infelizmente essa redução do número de casos ainda não acompanhou uma queda na seriedade do quadro de saúde de quem chega ferido a nossa porta de urgência. É preciso que mais pessoas se conscientizem sobre os perigos de pilotar uma moto e que procurem se educar sobre pilotagem segura no trânsito”, sugere.

O acompanhamento do número de acidentes com moto é feito pelo setor de arquivo desde o ano de 2004 e computa, anualmente, o total de vítimas, assim como as médias mensais e diárias destes atendimentos.

Agora RN
Morte » Redução » Rio Grande do Norte

RN: Até 30 de março, assassinatos tiveram redução de 33%

Até sábado, 30 de março, o Rio Grande do Norte registrou 140 assassinatos. Isso representa uma redução de 13% em comparação a março do ano passado, quando foram mortas 162 pessoas.

A informação consta no painel Crimes Violentos Letais Intencionais no Rio Grande do Norte, planilha mantido pela Secretaria de Segurança Pública que traz informações diárias sobre homicídios.

As informações são abastecidas pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine). Em comparação com 2017, a redução é maior ainda.Naquele ano foram 195 assassinatos. No comparativo, a redução 2017 -2019 para o mês de março é de 28,2%.

Com relação ao ano, levando em consideração os números apurados até 30 de março, foram assassinados no Rio Grande do Norte 373 pessoas. Em 2018, até 31 de março, o total de homicídio era de 556.

No comparativo 2018 – 2019, são 183 mortes a menos, o que equivale a uma redução de 33%. Quando a comparação é feita com 2017, o percentual sobre um pouco mais. Naquele ano, quando aconteceu o massacre de Alcaçuz, quando pelo menos 26 pessoas foram mortas em janeiro, o total de mortos por CVLI até março foi de 599 pessoas.

Sesed aponta redução de 43% em homicídios com relação a 2018 no RN, estado registrou 27 homicídios no carnaval, 32,5% a menos que 2018, Natal a 3ª capital mais violenta do Brasil, fica 7 dias sem homicídios.

No comparativo 2017 – 2019, até 30 de março, são 226 mortes a menos. Isso equivale a uma redução de 37,7%. Os números oficiais de março serão fechados neste domingo (31). Na segunda-feira, 1º de abril a Sesed deve apresentá-los, fechados.

A variação entretanto não deve ser muito diferente da que está registrada até sábado. Até as 12h deste domingo, a página do Instituto Técnico-científico de Polícia (Itep) estava registrando um homicídio a mais.

Nos meses anteriores, quando já foram registradas reduções nos assassinatos, os representantes dos órgãos de segurança afirmaram que esse resultado tem sido obtido graças à integração dos órgãos de segurança pública.

Em fevereiro, o comandante da Polícia Militar, coronel Alarico José Pessoa Azevedo Júnior, afirmou que a polícia está atuando com barreiras nos bairros e fazendo ações de abordagem surpresa, iniciativas que ajudam na redução dos homicídios.

OP9/RN
Crime » Redução » Rio Grande do Norte

RN: Combate à posse ilegal de armas e carros roubados reduziram crimes

Professor Ivênio Hermes, pesquisador do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio)

O primeiro trimestre de 2019 foi o menos violento no Rio Grande do Norte nos últimos quatro anos. De acordo com o chefe da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine) da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) e pesquisador do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio), professor Ivênio Hermes, há diversas variáveis que são responsáveis por essa redução. Duas delas, a utilização de veículos roubados e armamento para cometimento de crimes, foram combatidas ostensivamente no início deste ano.

“A equação criminal é dinâmica e composta de diversas variáveis. Elas precisam ser atacadas para haver redução no número final. No Rio Grande do Norte temos o que chamamos de ‘variável-meio’: são as armas de fogo e os veículos. Foi trabalhada a retirada dessa variável com as blitzen de operações integradas nos primeiros 60 dias deste ano. Além de retirar veículos e armamentos, também foram apreendidas de drogas”, explicou Ivênio em entrevista ao programa “Manhã Agora”, apresentado pelo jornalista Tiago Rebolo na rádio Agora FM (97,9).

Segundo o pesquisador, durante a transição do governo de Robinson Faria (PSD) para o de Fátima Bezerra (PT), houve uma estratégia criada chamada “Plano 181”. O planejamento de combate ao crime contempla os primeiros seis meses do ano.

“Houve uma série de ações deflagradas que visam a impactar nos dois tipos criminais que mais influenciam a violência no Rio Grande do Norte e no Brasil: o CVLI (Conduta Violenta Letal Intencional) e CVP (Crime Violento ao Patrimônio)”, disse o especialista, esclarecendo, ainda, que a Operação Verão, pontuada em locais e horários de profusão criminal, foi baseada nesse planejamento.

O pesquisador do Obvio explicou que em janeiro deste ano houve uma redução de cerca de 30% da taxa de crimes letais intencionais, enquanto que em fevereiro a diminuição alcançou os 40%. “Com esses dois meses juntos, temos uma diminuição de 35%. É um número substancial para esse período, e nos leva a uma reflexão do que foi feito e do que gerou efeitos positivos. Temos que continuar trabalhando dessa forma para manter a redução”.

Apesar da redução, Ivênio não acredita que a sensação de segurança no povo potiguar tenha sido restabelecida. “Para haver uma sensação mais permanente de segurança são precisos muitos meses de trabalho e redução da atuação delituosa”, pontuou.

Agora RN

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