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Redes Sociais » Tecnologia » WhatsApp

TECNOLOGIA: WhatsApp vai permitir que brasileiros transfiram dinheiro pelo aplicativo

Já se sabe há algum tempo que o WhatsApp pretende implementar um sistema de pagamentos, que permitiria que usuários transferissem e recebessem dinheiro de contatos, chegando até mesmo a se estudar o desenvolvimento de uma criptomoeda própria. Agora surgiu a informação de que o Brasil pode estar na próxima leva de regiões a receber a novidade.

A informação vem do site WABetaInfo, que se especializou em antecipar os recursos do aplicativo com uma taxa de acerto impressionante. Ele menciona que o sistema, que já havia sido implementado na Índia desde o ano passado, e agora será expandido para três outras nacionalidades: Brasil, México e Reino Unido.

Por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments continua funcionando sem depender de criptomoedas. O único local onde ele já está ativo é na Índia, onde ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.

Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.

O mecanismo pode ser imprescindível para o futuro do WhatsApp. O aplicativo está tentando se tornar uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores, então o próximo passo natural seria permitir a aquisição de produtos e serviços sem precisar sair do aplicativo, transformando o WhatsApp em um intermediário do comércio eletrônico. Seria uma maneira interessante de começar a pagar o investimento bilionário de cerca de US$ 20 bilhões feito pelo Facebook pela compra do app em 2014.

Ainda não há previsão de quando o novo recurso será habilitado no Brasil, nem nas outras regiões para onde o recurso deve se expandir em breve.

 

Olhar Digital
Redes Sociais

Facebook e Instagram sofrem instabilidade e ficam fora do ar nesta quarta-feira

O Facebook, Messenger e Instagram estão com problemas nesta quarta-feira (13). Usuários não conseguem realizar login ou, quando já estão logados, encontram mensagens de erro ao tentar publicar posts. A rede social diz que está realizando “uma manutenção obrigatória”.

Ao tentar fazer login no Facebook, você pode se deparar com a seguinte mensagem: “no momento, o Facebook está fora do ar para uma manutenção obrigatória, mas deve voltar em alguns minutos”.

O Instagram tem um aviso diferente: “Não foi possível se conectar ao Instagram. Verifique se você está conectado à Internet e tente novamente”. O aplicativo pode dizer apenas que “ocorreu um erro de rede desconhecido”.

Se você já está logado no Facebook, pode ter problemas ao criar novos posts ou Stories. E em alguns casos, o feed do Instagram não carrega imagens nem vídeos.

TecnoBlog
Redes Sociais

Google confirma encerramento da rede social Google+ para o dia 2 de abril

O Google anunciou nesta sexta-feira (1°) que irá encerrar a rede social no Google+ ocorrerá no dia 2 de abril de 2019. É o fim oficial de um projeto que nasceu com o objetivo de competir com o Facebook, mas que nunca chegou a se consolidar entre os internautas.

A empresa, que já anunciou sua intenção de fechar a plataforma no ano passado, tinha indicado que isso aconteceria em abril, mas ainda não havia definido uma data específica.

Em novembro do ano passado, os funcionários do Google detectaram uma falha de segurança que expôs informações privadas de 52,5 milhões de usuários da Internet, contribuindo para precipitar a decisão de encerrar a rede social. Outra falha já havia sido descoberta antes.

Os dados pessoais dos usuários que ficaram expostos foram nomes, endereços de e-mail, profissão e idade.

A plataforma esteve vulnerável entre o dia 7 de novembro — data em que o Google lançou uma atualização de software responsável pela falha — e o dia 13 do mesmo mês, seis dias depois, quando a empresa encontrou o erro e o corrigiu.

A companhia disse que não estava ciente de que roubos de informações por terceiros haviam ocorrido durante esse período.

EFE
Redes Sociais » WhatsApp

Usuários reclamam de WhatsApp fora do ar

O WhatsApp apresentou instabilidade durante a tarde desta terça-feira (22). A queda no aplicativo foi relatada por usuários em outras redes sociais, como o Twitter.

Por volta das 15 horas, não era possível realizar a troca de mensagens no aplicativo. O problema atingiu pessoas de fora do país. A empresa ainda não se manifestou até o momento. No Twitter, a hashtag #WhatsApp já está entre os principais assuntos.

Redes Sociais » Tecnologia

Whatsapp supera Facebook e se torna app mais popular do mundo

O último relatório anual do State of Mobile, realizado pela empresa de pesquisa Annie (via VentureBeat), revelou uma notícia que deve deixar qualquer cidadão americano de cabelo em pé. O Whatsapp, praticamente desconhecido nos EUA, superou o Facebook e se tornou o app para dispositivos móveis mais popular do mundo.

De acordo com a Annie, a posição de liderança do Whatsapp foi alcançada em setembro de 2018 e foi mantida até o final do ano. Não foi informado qual é a distância, em quantidade de downloads, existente entre os dois apps atualmente e, embora o Facebook tenha batido o Whatsapp na média de usuários móveis ativos, considerando todo o ano de 2018, as taxas de crescimento atuais devem consolidar o atual líder na primeira posição para todo o resto de 2019.

Nos EUA, o Facebook e o Facebook Messenger são, de longe, os apps mais populares, enquanto que o Whatsapp não fica nem entre os 10 primeiros. É estranho que, mesmo o Facebook sendo dono do Whatsapp, parece não haver muito esforço de Mark Zuckerberg para popularizar o nosso querido “zap zap” por lá (não se sabe como os americanos conseguem levantar e ir trabalhar todos os dias sem os gifs animados de “bom dia” dos grupos de família). Ele, que costumava exibir os números e realizações dos produtos da empresa, tem andado um tanto contido nos últimos dois anos.

No início de 2018, o Whatsapp tinha 1,5 bilhão de usuários ativos mensais em todo o mundo. Até o final de 2017, o Facebook havia contabilizado 2 bilhões. Agora, embora esses números possam ter se invertido, ainda temos de considerar os vários usuários do Facebook que só o utilizam via PC ou notebook.

Tecmundo
Redes Sociais

WhatsApp testa reduzir limite de compartilhamento de mensagens

O WhatsApp iniciou nesta segunda-feira (17) um teste para reduzir o limite de compartilhamento de mensagens de 20 pessoas para cinco.

A informação foi divulgada em um perfil não oficial, o WA Beta Info, que divulga novidades sobre versões de teste do aplicativo.

A empresa não comenta testes, mas fontes ouvidas pela reportagem confirmaram que o processo está em andamento.

Em uma tentativa de conter a desinformação antes do segundo turno das eleições, um conselho consultivo sobre internet e eleições havia pedido, em reunião com executivos do WhatsApp no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que a empresa reduzisse o número de vezes que um conteúdo é compartilhado, a exemplo da Índia.

O país é o único que limita uma mensagem a cinco destinatários.

Na ocasião, a empresa informou que a mudança demoraria meses e que não ficaria pronta a tempo. Alguns usuários já relatam que não conseguem enviar mensagens a 20 pessoas como antes.

Folhapress
Facebook » Redes Sociais

PRIVACIDADE: Facebook é alvo de ação por falhas na segurança de dados dos usuários

A Associação Estadual de Defesa da Cidadania e do Consumidor (ADECC/MS) ajuizou ação civil pública contra o Facebook por conta da falha de segurança nos dados dos usuários ocorrida em setembro deste ano, situação em que foram expostos dados de cerca de 30 milhões de usuários.

No dia 28 de setembro de 2018, usuários começaram a receber comunicados sobre um “incidente de segurança” quando entravam em seus perfis, e eram informados que tiveram seus dados pessoais roubados por conta de uma falha de segurança. À época, a própria empresa se posicionou sobre o caso dizendo que estava tomando as providências necessárias. Dados como nome, endereço de email, número de telefone, dispositivos usados para acessar o Facebook, idioma, status de relacionamento, religião e trabalho vazaram.

De acordo com a inicial, o próprio Facebook alertou que a investigação ainda está em andamento e não se sabe, até o momento, se as senhas das contas e informações de cartão de crédito ou pagamento também foram comprometidas.

Casos anteriores

Na inicial, a associação relembrou casos recentes de diversos escândalos que envolveram o Facebook no que diz respeito à privacidade dos usuários e os mecanismos de segurança de sua rede social. Citou, por exemplo, a ocasião em que o próprio Mark Zuckerberg foi convocado para audiência diante do Congresso dos Estados Unidos e não apenas admitiu seu erro, como também pediu desculpas aos seus bilhões de usuários.

“(…) embora o CEO da Requerida, Mark Zuckerberg tenha afirmado em 2010 que a privacidade não seria mais uma norma social, recentemente ele comprou quatro casas ao redor da sua, gastando um total de 30 milhões de dólares para evitar que pessoas monitorassem o que ele estava fazendo em sua vida pessoal.14 Deixando de lado a ironia do acontecido, e trazendo isso para a “vida real”, basta questionar qualquer um que diga que a privacidade não importa se ele estaria disposto a publicar todas as senhas de seus e-mails, redes sociais e etc. A resposta será certamente negativa.”

Na ação, a Adecc pediu, dentre outras coisas, que o Facebook seja obrigado a adequar suas políticas relativas aos consumidores brasileiros no tocante à política de dados e privacidade. Também pediu a indenização pelos danos morais coletivos em valor não inferior a 10 milhões de reais.

O processo foi distribuído à 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande/MS. A ação é patrocinada pelo escritório Lopes & Ormay Júnior Advogados.

Processo: 0838100-51.2018.8.12.0001

Migalhas
Judiciário » Redes Sociais

Após polêmicas, Governo quer regular o acesso a dados no Brasil

Redes sociais, imagem ilustrativa.

Redes sociais, imagem ilustrativa.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, defendeu nesta terça-feira, 19, a regulamentação sobre o fornecimento de informações à Justiça por parte de empresas de telefonia e de comunicação. Após se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Moraes disse que o ministério prepara um projeto sobre o tema.

“Acabamos ficando em opostos: de um lado o não fornecimento de informações por parte daqueles que detêm os dados absolutamente necessários, até para o combate ao crime organizado. De outro lado, quando há necessidade de algum bloqueio, isso prejudica milhões de pessoas”, disse. Para o ministro, é preciso buscar um “meio-termo”, em que a empresa detentora das informações tenha uma sede no Brasil que permita tecnologicamente o fornecimento dos dados requisitados.

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, também disse que deve haver um equilíbrio na legislação. “A preocupação dos juízes é a utilização de aplicativos para o cometimento de crimes. Eles acabam imunes a prestar informações.”

Projetos

Rodrigo Maia se comprometeu a acelerar a tramitação do projeto do deputado Arthur Maia (PPS-BA), que pode impedir bloqueios no WhatsApp. Dessa forma, o texto poderá ser votado na Câmara já nas primeiras semanas de agosto, logo após o recesso.

De acordo com Arthur Maia, o projeto proíbe de maneira ampla a punição de empresas que operam concessões públicas por meio da suspensão de serviços. Como alternativa, o texto sugere multa. A proposta valeria para fornecimento de energia elétrica, transporte e comunicação. “A intenção do projeto é proibir que a penalização seja feita com a suspensão do serviço, a menos que seja um serviço que esteja causando algum risco para o usuário. É descabida a utilização do bloqueio de um algo tão essencial, usado até para fins profissionais ou comerciais”, explicou.

A ideia é votar a urgência do projeto, que tramita atualmente na Comissão de Tecnologia e Inovação, e levá-lo diretamente para o plenário. Segundo o deputado, o presidente da Câmara disse que trará a proposta para a primeira reunião de líderes, logo após o recesso. “É adequado que a legislação imponha limites aos magistrados, pois os juízes não têm o poder de cercear a comunicação de milhões de pessoas em todo o País”, afirma Arthur Maia.

No Senado, outro parlamentar do PPS, José Medeiros (MT) também é autor de um projeto com o objetivo de impedir o bloqueio do WhatsApp. Mais restrita, a proposta de Medeiros se limita às aplicações de internet. O projeto tramita na Comissão de Tecnologia e Inovação do Senado e tem como relator o líder do governo, Aloysio Nunes (PSDB-SP).

Marco

O próprio bloqueio determinado nesta terça pela juíza do Rio já tem por base uma lei, que entrou em vigor recentemente: o Marco Civil da Internet. A tese é fundamentada especificamente no artigo 12, que prevê a suspensão e a proibição de atividades de coleta, tratamento, armazenamento de dados e de comunicações quando as empresas não respeitam a legislação brasileira e o direito à privacidade, à proteção dos dados e ao sigilo das comunicações.

Mas, mesmo entre os magistrados, ainda não há consenso sobre a interpretação da regra. “O Supremo Tribunal Federal precisa definir como esse norma deve ou não ser interpretada”, diz Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio). Na avaliação de Francisco Cruz, diretor do Internet Lab, mais do que obter informações sobre pessoas investigadas, a decisão judicial desta terça tem o propósito de constranger a empresa para que ela se adapte à legislação brasileira.

Agência Estado
Internet » Redes Sociais

Hello nova rede social do fundador do Orkut já tem data para chegar ao Brasil

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O Orkut não existe mais, mas deixou uma lacuna no coração de milhões de usuários que, mesmo que não usassem mais com tanta frequência o serviço, ainda nutriam uma nostalgia pela rede social. Afinal de contas, o site nasceu nos Estados Unidos, mas se tornou quase totalmente brasileiro. Para esse público, está chegando o Hello.

Trata-se da nova rede social de Orkut Büyükkökten, o programador turco que criou uma rede social enquanto trabalhava no Google que acabou recebendo o seu próprio nome. Sua nova empresa lançou recentemente um aplicativo, que está previsto para chegar ao Brasil em agosto deste ano.

A Hello Network foi lançada há poucos meses no exterior, e está disponível em poucos países, por enquanto. Funcionando apenas em inglês, apenas usuários nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia podem baixar o aplicativo no Google Play e na App Store. O público brasileiro deve ser contemplado junto com o Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, México e Índia em uma segunda fase de expansão.

A rede social está dando seus primeiros passos depois de pelo menos dois anos em desenvolvimento. Em setembro de 2014, o Olhar Digital noticiou que Orkut havia fundado sua própria empresa para criar a Hello Network.

Na ocasião, o projeto era descrito como “uma comunidade única de usuários que celebram a amizade, imaginação, expressão e engajamento autêntico em um ambiente seguro” que encoraja usuários a “se engajar em exploração social direcionada e compartilhamento de conteúdo com conexões fascinantes que se relacionam com partes diversas de sua personalidade”.

Olhar Digital
Facebook » Internet » Redes Sociais

Pessoas estão compartilhando menos atualizações pessoais no Facebook

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O seu feed de notícias do Facebook se transformou em um fluxo de atualizações de páginas, links, memes e vídeos compartilhados? Isso está acontecendo porque as pessoas estão postando menos atualizações pessoais do que antes.

Um relatório divulgado pelo site The Information mostra que os compartilhamentos de uma forma geral no Facebook caíram 5,5% entre 2014 e 2015 no mundo todo. Já as atualizações pessoais, como pensamentos e o que os usuários estão fazendo, caíram 21% no período.

No início de 2016, esse tipo de post registrou queda de 15%. A redução de compartilhamento de atualizações se deu principalmente entre os usuários com menos de 30 anos.

Para tentar reverter essa situação, o Facebook montou uma equipe em Londres para ajudar a desenvolver uma estratégia para impedir esse declínio. Os posts originais são as publicações mais importantes para a empresa, pois geram engajamento dos usuários.

Apesar disso, a queda nas mensagens originais não representa uma ameaça iminente, uma vez que o número de usuários continua crescendo e o Facebook tem encontrado outras maneiras de fazer as pessoas interagirem com o feed, caso dos vídeos virais e ajustes de algoritmos. Mas, caso os usuários não sintam necessidade de contribuir com seu próprio conteúdo, ao longo do tempo, as mensagens tendem a ficar menos atraente, fazendo as pessoas abandonarem a rede social.

Segundo o relatório, alguns fatores podem estar contribuindo para a redução nos posts originais. Um deles são os aplicativos de mensagens, que permitem que os usuários interajam entre si mais rapidamente. Além disso, o crescimento no número de amigos que as pessoas têm na rede social cria a sensação de um lugar menos íntimo e muitos usuários não se sentam a vontade de compartilhar informações pessoais.

Olhar Digital

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