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Redes Sociais

WhatsApp testa reduzir limite de compartilhamento de mensagens

O WhatsApp iniciou nesta segunda-feira (17) um teste para reduzir o limite de compartilhamento de mensagens de 20 pessoas para cinco.

A informação foi divulgada em um perfil não oficial, o WA Beta Info, que divulga novidades sobre versões de teste do aplicativo.

A empresa não comenta testes, mas fontes ouvidas pela reportagem confirmaram que o processo está em andamento.

Em uma tentativa de conter a desinformação antes do segundo turno das eleições, um conselho consultivo sobre internet e eleições havia pedido, em reunião com executivos do WhatsApp no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que a empresa reduzisse o número de vezes que um conteúdo é compartilhado, a exemplo da Índia.

O país é o único que limita uma mensagem a cinco destinatários.

Na ocasião, a empresa informou que a mudança demoraria meses e que não ficaria pronta a tempo. Alguns usuários já relatam que não conseguem enviar mensagens a 20 pessoas como antes.

Folhapress
Facebook » Redes Sociais

PRIVACIDADE: Facebook é alvo de ação por falhas na segurança de dados dos usuários

A Associação Estadual de Defesa da Cidadania e do Consumidor (ADECC/MS) ajuizou ação civil pública contra o Facebook por conta da falha de segurança nos dados dos usuários ocorrida em setembro deste ano, situação em que foram expostos dados de cerca de 30 milhões de usuários.

No dia 28 de setembro de 2018, usuários começaram a receber comunicados sobre um “incidente de segurança” quando entravam em seus perfis, e eram informados que tiveram seus dados pessoais roubados por conta de uma falha de segurança. À época, a própria empresa se posicionou sobre o caso dizendo que estava tomando as providências necessárias. Dados como nome, endereço de email, número de telefone, dispositivos usados para acessar o Facebook, idioma, status de relacionamento, religião e trabalho vazaram.

De acordo com a inicial, o próprio Facebook alertou que a investigação ainda está em andamento e não se sabe, até o momento, se as senhas das contas e informações de cartão de crédito ou pagamento também foram comprometidas.

Casos anteriores

Na inicial, a associação relembrou casos recentes de diversos escândalos que envolveram o Facebook no que diz respeito à privacidade dos usuários e os mecanismos de segurança de sua rede social. Citou, por exemplo, a ocasião em que o próprio Mark Zuckerberg foi convocado para audiência diante do Congresso dos Estados Unidos e não apenas admitiu seu erro, como também pediu desculpas aos seus bilhões de usuários.

“(…) embora o CEO da Requerida, Mark Zuckerberg tenha afirmado em 2010 que a privacidade não seria mais uma norma social, recentemente ele comprou quatro casas ao redor da sua, gastando um total de 30 milhões de dólares para evitar que pessoas monitorassem o que ele estava fazendo em sua vida pessoal.14 Deixando de lado a ironia do acontecido, e trazendo isso para a “vida real”, basta questionar qualquer um que diga que a privacidade não importa se ele estaria disposto a publicar todas as senhas de seus e-mails, redes sociais e etc. A resposta será certamente negativa.”

Na ação, a Adecc pediu, dentre outras coisas, que o Facebook seja obrigado a adequar suas políticas relativas aos consumidores brasileiros no tocante à política de dados e privacidade. Também pediu a indenização pelos danos morais coletivos em valor não inferior a 10 milhões de reais.

O processo foi distribuído à 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande/MS. A ação é patrocinada pelo escritório Lopes & Ormay Júnior Advogados.

Processo: 0838100-51.2018.8.12.0001

Migalhas
Judiciário » Redes Sociais

Após polêmicas, Governo quer regular o acesso a dados no Brasil

Redes sociais, imagem ilustrativa.

Redes sociais, imagem ilustrativa.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, defendeu nesta terça-feira, 19, a regulamentação sobre o fornecimento de informações à Justiça por parte de empresas de telefonia e de comunicação. Após se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Moraes disse que o ministério prepara um projeto sobre o tema.

“Acabamos ficando em opostos: de um lado o não fornecimento de informações por parte daqueles que detêm os dados absolutamente necessários, até para o combate ao crime organizado. De outro lado, quando há necessidade de algum bloqueio, isso prejudica milhões de pessoas”, disse. Para o ministro, é preciso buscar um “meio-termo”, em que a empresa detentora das informações tenha uma sede no Brasil que permita tecnologicamente o fornecimento dos dados requisitados.

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, também disse que deve haver um equilíbrio na legislação. “A preocupação dos juízes é a utilização de aplicativos para o cometimento de crimes. Eles acabam imunes a prestar informações.”

Projetos

Rodrigo Maia se comprometeu a acelerar a tramitação do projeto do deputado Arthur Maia (PPS-BA), que pode impedir bloqueios no WhatsApp. Dessa forma, o texto poderá ser votado na Câmara já nas primeiras semanas de agosto, logo após o recesso.

De acordo com Arthur Maia, o projeto proíbe de maneira ampla a punição de empresas que operam concessões públicas por meio da suspensão de serviços. Como alternativa, o texto sugere multa. A proposta valeria para fornecimento de energia elétrica, transporte e comunicação. “A intenção do projeto é proibir que a penalização seja feita com a suspensão do serviço, a menos que seja um serviço que esteja causando algum risco para o usuário. É descabida a utilização do bloqueio de um algo tão essencial, usado até para fins profissionais ou comerciais”, explicou.

A ideia é votar a urgência do projeto, que tramita atualmente na Comissão de Tecnologia e Inovação, e levá-lo diretamente para o plenário. Segundo o deputado, o presidente da Câmara disse que trará a proposta para a primeira reunião de líderes, logo após o recesso. “É adequado que a legislação imponha limites aos magistrados, pois os juízes não têm o poder de cercear a comunicação de milhões de pessoas em todo o País”, afirma Arthur Maia.

No Senado, outro parlamentar do PPS, José Medeiros (MT) também é autor de um projeto com o objetivo de impedir o bloqueio do WhatsApp. Mais restrita, a proposta de Medeiros se limita às aplicações de internet. O projeto tramita na Comissão de Tecnologia e Inovação do Senado e tem como relator o líder do governo, Aloysio Nunes (PSDB-SP).

Marco

O próprio bloqueio determinado nesta terça pela juíza do Rio já tem por base uma lei, que entrou em vigor recentemente: o Marco Civil da Internet. A tese é fundamentada especificamente no artigo 12, que prevê a suspensão e a proibição de atividades de coleta, tratamento, armazenamento de dados e de comunicações quando as empresas não respeitam a legislação brasileira e o direito à privacidade, à proteção dos dados e ao sigilo das comunicações.

Mas, mesmo entre os magistrados, ainda não há consenso sobre a interpretação da regra. “O Supremo Tribunal Federal precisa definir como esse norma deve ou não ser interpretada”, diz Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio). Na avaliação de Francisco Cruz, diretor do Internet Lab, mais do que obter informações sobre pessoas investigadas, a decisão judicial desta terça tem o propósito de constranger a empresa para que ela se adapte à legislação brasileira.

Agência Estado
Internet » Redes Sociais

Hello nova rede social do fundador do Orkut já tem data para chegar ao Brasil

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O Orkut não existe mais, mas deixou uma lacuna no coração de milhões de usuários que, mesmo que não usassem mais com tanta frequência o serviço, ainda nutriam uma nostalgia pela rede social. Afinal de contas, o site nasceu nos Estados Unidos, mas se tornou quase totalmente brasileiro. Para esse público, está chegando o Hello.

Trata-se da nova rede social de Orkut Büyükkökten, o programador turco que criou uma rede social enquanto trabalhava no Google que acabou recebendo o seu próprio nome. Sua nova empresa lançou recentemente um aplicativo, que está previsto para chegar ao Brasil em agosto deste ano.

A Hello Network foi lançada há poucos meses no exterior, e está disponível em poucos países, por enquanto. Funcionando apenas em inglês, apenas usuários nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia podem baixar o aplicativo no Google Play e na App Store. O público brasileiro deve ser contemplado junto com o Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, México e Índia em uma segunda fase de expansão.

A rede social está dando seus primeiros passos depois de pelo menos dois anos em desenvolvimento. Em setembro de 2014, o Olhar Digital noticiou que Orkut havia fundado sua própria empresa para criar a Hello Network.

Na ocasião, o projeto era descrito como “uma comunidade única de usuários que celebram a amizade, imaginação, expressão e engajamento autêntico em um ambiente seguro” que encoraja usuários a “se engajar em exploração social direcionada e compartilhamento de conteúdo com conexões fascinantes que se relacionam com partes diversas de sua personalidade”.

Olhar Digital
Facebook » Internet » Redes Sociais

Pessoas estão compartilhando menos atualizações pessoais no Facebook

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O seu feed de notícias do Facebook se transformou em um fluxo de atualizações de páginas, links, memes e vídeos compartilhados? Isso está acontecendo porque as pessoas estão postando menos atualizações pessoais do que antes.

Um relatório divulgado pelo site The Information mostra que os compartilhamentos de uma forma geral no Facebook caíram 5,5% entre 2014 e 2015 no mundo todo. Já as atualizações pessoais, como pensamentos e o que os usuários estão fazendo, caíram 21% no período.

No início de 2016, esse tipo de post registrou queda de 15%. A redução de compartilhamento de atualizações se deu principalmente entre os usuários com menos de 30 anos.

Para tentar reverter essa situação, o Facebook montou uma equipe em Londres para ajudar a desenvolver uma estratégia para impedir esse declínio. Os posts originais são as publicações mais importantes para a empresa, pois geram engajamento dos usuários.

Apesar disso, a queda nas mensagens originais não representa uma ameaça iminente, uma vez que o número de usuários continua crescendo e o Facebook tem encontrado outras maneiras de fazer as pessoas interagirem com o feed, caso dos vídeos virais e ajustes de algoritmos. Mas, caso os usuários não sintam necessidade de contribuir com seu próprio conteúdo, ao longo do tempo, as mensagens tendem a ficar menos atraente, fazendo as pessoas abandonarem a rede social.

Segundo o relatório, alguns fatores podem estar contribuindo para a redução nos posts originais. Um deles são os aplicativos de mensagens, que permitem que os usuários interajam entre si mais rapidamente. Além disso, o crescimento no número de amigos que as pessoas têm na rede social cria a sensação de um lugar menos íntimo e muitos usuários não se sentam a vontade de compartilhar informações pessoais.

Olhar Digital
Redes Sociais

WhatsApp é ‘pirataria pura’, acusa presidente da Telefônica

Em um debate durante o Congresso da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura), o presidente da Telefónica Brasil, Amos Genish, alegou que aplicativo de mensagens de texto e voz WhatsApp está “trabalhando contra as leis brasileiras”. O WhatsApp disponibilizou neste ano no Brasil sua funcionalidade de conversas por VoIP.

O argumento de Genish é que o aplicativo se aproveita da clientela e da infraestrutura das operadoras de telecomunicações sem, no entanto, estar sujeito às leis regulatórias e aos encargos tributários sob os quais elas trabalham. “Não é admissível uma empresa prover serviço de voz sem licensa do regulador, usando os números das demais operadoras e sem pagar impostos”, disse.

Segundo o presidente da empresa que é dona da marca Vivo, esse é um dos motivos pelos quais a operadora não oferece planos com uso ilimitado do aplicativo. “Não vai acontecer nunca de fazermos parceria com o WhatsApp”, declarou.

Embora diga que ainda não é possível medir o impacto que o aplicativo tem sobre a receita ou o tráfego de dados da empresa, Genish considera o WhatsApp uma ameaça, por tratar-se de “uma operadora que está atuando sem licensa no Brasil, e pode abrir caminho para que outros provedores queiram fazer o mesmo”.

Por esse motivo, Genish considera que o aplicativo representa um problema muito maior para as empresas de telefonia móvel do que, por exemplo, o Netflix para os planos de TV a cabo. “O Netflix tem na TV a cabo o mesmo impacto que os outros aplicativos OTT [Over The Top, aplicativos de mensagem que permitem evitar as operadoras], mas o WhatsApp pode ter um impacto muito maior”, considera.

O presidente da América Móvil Brasil (dona da marca Claro), José Felix, concorda que falta “isonomia regulatória” à competição entre as operadoras de telefonia móvel e o WhatsApp. Embora considere “inegável” que o aplicativo tenha um impacto na receita da Claro, Felix disse não ter números para quantificar esse impacto.

 

Olhar Digital, UOL
Redes Sociais

Usuários do Facebook vão ver mais posts dos amigos e menos de páginas

O Facebook anunciou nesta terça-feira (21) mudanças em seu feed (o local em que aparecem os posts na rede social). Agora, usuários vão ver mais conteúdo gerado por seus amigos -como fotos, vídeos e postagens- e menos conteúdo de páginas específicas.

Segundo a postagem da empresa em seu blog, foram feitas três mudanças no algoritmo que gera o feed de notícias: fotos, vídeos e atualizações de amigos serão mostrados com frequência maior. As histórias de curtidas e comentários de amigos perderão espaço, e a regra que prevenia usuários de verem múltiplas postagens das mesmas fontes foi relaxada.

As mudanças foram feitas após uma pesquisa da rede social que apontou quais as histórias que as pessoas mais gostam de ver. Segundo a empresa, muitos usuários disseram não gostar de ver o que seus amigos curtiram ou comentaram, preferindo fotos e atualizações.

Essas atualizações vão tornar mais difíceis que páginas de negócios atinjam o mesmo número de usuários sem pagar por isso.

“O impacto dessas mudanças na distribuição da sua página vai variar consideravelmente dependendo da composição da sua audiência e da sua atividade de postagem. Em alguns casos, o alcance de posts e tráfego de referência podem diminuir”, o Facebook escreveu em seu post.

Eleições 2014 » Redes Sociais

Eleições: Candidatos utilizam as redes sociais para chegar ao eleitor

As redes sociais são um das principais estratégias utilizadas pelos candidatos ao governo do RN.

As redes sociais são uma das principais estratégias de campanha utilizadas pelos candidatos ao Governo do RN.

Nessa fase da campanha eleitoral, quando os programas de rádio e televisão ainda não foram ao ar, as campanhas dos candidatos concentram atenção nas redes sociais. Todos os cinco postulantes ao Governo estão com atuações nas mídias sociais, inclusive com equipe específica para tal tarefa. O Facebook e Instagran estão sendo usados por todos os candidatos ao Executivo; já o Twitter deixou de ser usado apenas pela sindicalista Simone Dutra (PSTU).

As equipes dos candidatos ao Governo traçam estratégias distintas para o uso das redes sociais, mas, em comum, elas têm o fato de buscarem, a partir das plataformas, a divulgação do nome das propostas dos postulantes à sucessão de Rosalba Ciarlini.

HENRIQUE EDUARDO ALVES
O deputado federal Henrique Eduardo Alves, que disputa o Governo do Estado pelo PMDB, está atuando em quatro plataformas das redes sociais: Facebook, Instagran, Twitter e Youtube. Coordenadora do trabalho da campanhas nas redes sociais, a jornalista Nina Rodrigues, explicou que o trabalho no Facebook é feito com as medições dos horários de maior audiência. Com isso, as postagens ocorrem em função desses horários.

O marketing da campanha do candidato do PMDB está produzindo vídeos exclusivos para as redes sociais. Fato é que o conteúdo é um só, mas as apresentações são distintas, variando de acordo com a plataforma da rede social.  O Twitter tem sido usado para notícias mais instantânea. No caso da página do Facebook, já há mais de mil curtidas. “Começamos no dia 7 de julho e em dez dias tivemos mais de mil curtidas. As pessoas curtem bem, há um nível muito bom de engajamento, com comentários e compartilhamentos”, destacou Nina Rodrigues.

ARAKEN FARIAS
O advogado Araken Farias, candidato ao Governo pelo PSL, disse que a equipe de campanha está trabalhando “intensamente” com as redes sociais. No entanto, ele avaliou que esperava um retorno maior. O candidato do PSL está atuando no Facebook, Twitter e Instagran. “Estamos fazendo o suficiente e as curtidas (termo usado no Facebook) estão aumentando significativamente”, observou, acrescentando que faz um acompanhamento das postagens a partir de gráficos gerados.

ROBÉRIO PAULINO
O professor Robério Paulino, candidato ao Governo pelo PSOL, disse que está centrando a comunicação das redes sociais principalmente no Facebook. A estratégia de trabalho é a formação do grupo “Mil com Robério”. “Até o final da campanha esperamos estar com mil pessoas compartilhando tudo que postamos nos Facebook, hoje temos já mais de 200 pessoas”, comentou o candidato. Ele destacou ainda que as ações da campanha contam também com postagens no Twitter e enviadas via whattsap.

ROBINSON FARIA
O vice-governador Robinson Faria (PSD) está usando quatro plataformas nas redes sociais: Twitter, Instagran, Facebook e Flicker. Além disso, o candidato também entra com a comunicação através de um site próprio, que atua como o grande gerenciador de conteúdo. Diretor da empresa Maxmeio, Flávio Sales explicou que as estratégias são diferentes para cada uma das plataformas de redes sociais.

No Instagran, como é mais imagem, há uma preocupação de postar fotos e vídeos trabalhados. Já no Facebook, o trabalho busca uma interação maior. O Twitter está sendo usado pela campanha como uma comunicação mais simultânea. Já o Flicker é o “ponto de apoio para os jornalistas e os próprios colaboradores da campanha” que podem buscar fotos das mobilizações.

Flávio Sales afirmou que o trabalho está sendo feito em duas grandes frentes, a primeira explora o engajamento e a segunda o monitoramento, onde é possível aferir as postagens nas redes sociais. Ele considerou positiva as ações que estão sendo realizadas nas redes sociais. A equipe que atua nas redes sociais do candidato do PSD avalia que as metas estão sendo atingidas.

SIMONE DUTRA
A campanha da candidata do PSTU Simone Dutra está atuando em duas plataformas das redes sociais: Facebook e Instagran. Além disso, também está sendo mantido um site e postadas mensagens via whattsap. “Os principais candidatos gastarão milhões com marqueteiros, mas  acreditamos que a população está cansada e não vai de deixar enganar por maquiagem e propagandas bonitas. A internet é um espaço para a indignação das pessoas e vamos apostar nisso”, analisou Simone Dutra.

Na fanpage do Facebook a candidata está usando banners com propostas e opiniões sobre os principais temas da campanha, como saúde e educação. No whattsap a equipe dela está divulgando a agenda e fazendo contato direto com os eleitores. Além disso, semanalmente é remetida uma mensagem de voz da candidata.

Com informações de Anna Ruth Dantas
Internet » Redes Sociais » Tecnologia

Redes Sociais: Facebook faz estudo ‘secreto’ para entender emoções de usuários

O Facebook é uma das redes sociais mais acessadas no mundo.

O Facebook é uma das redes sociais mais acessadas no mundo.

Os textos, fotos e vídeos compartilhados por seus amigos no Facebook podem mudar seu humor, essa é a constatação de um estudo “secreto” realizado com mais de 600.000 pessoas selecionadas aleatoriamente que acessam a rede social em inglês. A pesquisa, feita em parceria entre funcionários da equipe de dados da rede social e pesquisadores das Universidades da Califórnia e Cornell, nos Estados Unidos, chamou a atenção neste domingo de usuários da internet: seria ético manipular informações para compreender reações dos seres humanos?

Segundo o estudo, publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, o Facebook mudou propositalmente, entre os dias 11 e 18 de janeiro de 2012, os conteúdos que seriam exibidos na linha do tempo do universo de pesquisa selecionado. Para tanto, formaram-se dois grupos: uma parte só iria acompanhar conteúdos considerados positivos e, a outra metade, assuntos negativos. Ao todo, mais de 3 milhões de conteúdos e 122 milhões de palavras foram analisadas.

O experimento apontou que pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social: posts considerados positivos produzem felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. “Há uma espécie de contágio emocional”, diz o estudo.

Susan Fiske, professora da Universidade de Princeton que editou o artigo para publicação, admitiu preocupação ao aprovar o conteúdo. “Entramos em contato com os autores, mas o conselho aceitou pelo simples fato de que o Facebook faz muitas modificações em seu algoritmo para aprimorar a experiência do usuário na rede social”, finalizou. Procurado pela reportagem de VEJA.com, o Facebook ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Veja
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Redes Sociais: Infográfico mostra o que acontece com os perfis de falecidos

Ilustração produzida pelo portal "O Globo".

Ilustração produzida pelo portal “O Globo”.

O que acontece com os perfis nas redes sociais após a morte de seus donos? Para elucidar a questão, uma empresa americana de webdesign montou um infográfico explicando exatamente como as empresas Facebook, Twitter, Pinterest, Linkedin e Google lidam com o tema. Enquanto todas as companhias garantem que os dados dos falecidos continuam a ser deles, o tempo de desativação da conta após a notificação da morte do dono do perfil por parentes pode variar.

Facebook, Twitter, Pinterest, Linkedin e Google garantem que as informações dos seus usuários continuam a ser deles mesmo após a sua morte. Já o tempo de desativação da conta de alguém que morreu varia de acordo com o site. Enquanto no Facebook e no Linkedin ele é imediato após as empresas serem avisadas sobre a morte dos usuários, no Twitter o tempo é de seis meses após a notificação, e no Google, nove meses. No Pinterest, os perfis de falecidos nunca são desativados.

Em meio à dor e aos transtornos causados pela perda de um ente querido, familiares dos falecidos podem solicitar a desativação dos seus perfis digitais. Os documentos exigidos para o processo, no entanto, variam de acordo com a rede social. O Facebook exige qualquer documento que prove que o falecido é parente direto do solicitante; o Twitter pede o certificado de óbito do usuário e a sua identidade; o Pinterest exige o certificado de óbito do usuário e uma prova da sua relação com o solicitante; o Linkedin requer do nome do usuário, o nome da empresa em que ele trabalhava, além do link para o perfil do usuário e o seu e-mail; por último, a Google pede o certificado de óbito do usuário o conteúdo de um e-mail que tenha sido enviado pelo falecido em vida.

Criado pelo designer Dan Shaffer, o gráfico ainda indica dados curiosos, como o fato de 30 milhões de usuários do Facebook terem morrido nos oito anos de existência da rede social mais popular do mundo. O número equivale a uma média de 428 mortes de usuários por hora, ou 312.500 pessoas por mês. Caso o Facebook pare de conquistar novos usuários, o número de perfis de falecidos na rede superará o de pessoas vivas em 2065 — no entanto, caso a rede continue a se tornar popular, os mortos superarão os vivos no ano 2130.

O Globo

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