Arquivos:

Política

“Bolsonaro não termina o governo; espero que não seja por suicídio”, diz Ciro Gomes

Ciro Gomes (PDT) aposta na renúncia de Bolsonaro

Candidato à Presidência pelo PDT derrotado em 2018, o ex-ministro Ciro Gomes acredita que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não concluirá seu mandato. Ciro, inclusive, afirmou esperar que isto não ocorra em virtude de um suicídio de Bolsonaro, mas sim por uma renúncia voluntária.

“Acho que ele não termina o governo. Isso é um mero palpite. Espero que não seja pelo suicídio. Meu palpite, é um mero palpite, é que vai ser por renúncia”, disparou Ciro Gomes.

Segundo o pedetista, o PSDB tinha grandes chances de ganhar a eleição se não tivessem sido “corresponsáveis” pela saída de Dilma Rousseff da presidência. Isso, de acordo com ele, “produziu” Bolsonaro, que, diante de “energias negativas”, não deve suportar chegar a 2022 na presidência da República.

“Os políticos, que de alguma forma foram negados também pelo caráter antipolítico que o Bolsonaro impôs na retórica dele, estão muito ressabiados com a bobagem que fizeram no impedimento da Dilma. Então, por exemplo, o PSDB sabe que talvez tenha se liquidado mortalmente naquele gesto burro. Se tivesse esperado o tempo fluir, até o final do mandato ruidoso da Dilma, tinha ganho as eleições. O que aconteceu, interromperam o mandato e passaram a ser corresponsáveis pelo desastre que veio daí adiante com Michel Temer e agora com o Bolsonaro. Produziram o Bolsonaro. Isso o PT também está vendo. Então a probabilidade de um impeachment hoje é pequena. Mas as energias são tão negativas e tão rápidas que não vejo como Bolsonaro termine o governo”, disse.

Com informações do Estadão.
Política

‘Foi mais questão de comunicação do que crise mesmo’, diz Mourão sobre reação a queimadas na Amazônia

Em Natal, Hamilton Mourão participa da abertura do 37° Encontro Econômico da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha — Foto: Inter TV Cabugi

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (16) que houve “mais uma questão de comunicação do que uma crise mesmo” na reação às queimadas na Amazônia.

Mourão fez a afirmação ao responder, em entrevista à Inter TV Cabugi, se o encontro que terá com empresários alemães, previsto para ocorrer nesta manhã em Natal, seria uma oportunidade de virar a página da crise ambiental gerada pela alta nas queimadas e alertas de desmatamentos na região amazônica neste ano.

As altas nos indicadores causaram reação fora do Brasil. A chanceler Angela Merkel foi uma dos líderes internacionais a defender que os incêndios na Amazônia fossem debatidos no G7, que ocorreu em agosto. O país europeu também suspendeu o repasse de R$ 155 milhões para o combate ao desmatamento no país.

Houve também boicote de algumas marcas. O grupo sueco H&M, segundo maior varejista de moda do mundo, suspendeu a compra de couro brasileiro em resposta às queimadas.

A V&F, dona de 18 marcas – Timberland e Vans entre elas – também paralisou as compras até ter segurança de que os materiais usados em seus produtos não prejudicam o meio ambiente.

Para Mourão – que no fim do mês passado havia admitido problemas no combate às queimadas na Amazônia – o encontro desta segunda foi uma oportunidade para “destacar o compromisso do governo do presidente Bolsonaro com a preservação da Amazônia”.

“Lembrando sempre que a nossa missão de preservar e protegê-la não foi a mais árdua nem é a mais árdua daqueles que nos antecederam e conquistaram aquela região para o Brasil como um todo. Deixamos muito claro: a Amazônia é brasileira, e é responsabilidade de cada um dos brasileiros protegê-la e preservá-la”, disse.

A viagem de Mourão a Natal começou com um café da manhã com a governadora Fátima Bezerra (PT), em que ambos trataram de segurança pública.

G1
Política

Deputados oferecem R$ 100 mil a quem der informação sobre ataque a Bolsonaro

Saída Pela Direita/Folha de S.Paulo

Dois deputados federais do PSL estão oferecendo recompensas no valor de R$ 100 mil cada por informações que levem ao suposto mandante do atentado cometido há um ano contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O autor do ataque, em Juiz de Fora (MG), é Adélio Bispo de Oliveira, que, segundo a Polícia Federal, agiu sozinho. Mas essa conclusão não convence parte dos apoiadores do presidente.

O primeiro a ter a ideia foi Loester Trutis (MS), que publicou um vídeo nas redes sociais com a oferta do pagamento.

Saída Pela Direita/Folha de S.Paulo
Política

Governadores do Nordeste se encontrarão em Natal na próxima semana

FOTO: DIVULGAÇÃO/GOVERNO DO RN

O Rio Grande do Norte receberá pela primeira vez em 2019 a reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste. O encontro vai começar às 14h da próxima segunda-feira (16), no Hotel Senac Barreira Roxa, que fica na Via Costeira, em Natal. Todos os estados nordestinos estarão representados no evento.

Dentre as pautas que serão discutidas entre os governadores do Nordeste, estão o projeto Nordeste Conectado e a captação de investimentos para a região, dando prosseguimento à pauta da reunião do dia 21 de agosto, que aconteceu em Teresina/PI. A programação do evento ainda inclui a debates sobre as propostas de reforma tributária, concessões e a situação da Petrobras.

Pautas

A partir das experiências já realizadas em alguns estados, parte dos investimentos para o projeto Nordeste Conectado, que visa ampliar a conexão de internet em banda larga na região, poderá vir de parcerias internacionais. Para isso, a equipe de secretários do Governo do Estado também levará ao encontro dos governadores um portfólio de investimentos para o Rio Grande do Norte que deverá compor a 1ª agenda internacional do Consórcio Nordeste.

A agenda prevista para novembro visa captar investimentos para o Nordeste, com foco na geração sustentável de emprego e renda para a população da região. O grupo chefiado pelo governador da Bahia e presidente do Consórcio, Rui Costa, viajará para a Europa, onde terá encontros institucionais e empresariais em pelo menos quatro países.

Esta assembleia geral do Consórcio Nordeste no RN também será a primeira após o lançamento do 1º edital de compras coletivas do grupo, para aquisição de medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica. O processo foi lançado na manhã de quarta-feira (11), em Salvador-BA.

Após o encontro no Piauí, em agosto, as secretarias estaduais de saúde passaram a recolher as informações sobre as demandas locais e definiram os itens com maior potencial de atendimento à população.

A medida beneficia diretamente a população dos nove estados nordestinos e os cofres públicos com a possibilidade de redução no valor dos remédios, melhor distribuição e controle de estoque. O material adquirido poderá ser compartilhado a partir do contrato de programa assinado pelos estados, que vale para todas as compras que serão realizadas pelo Consórcio.

Portal no Ar
Economia » Política

Governo vai desbloquear R$ 20 bilhões até o fim do ano, afirma Mourão

FOTO: VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta quarta-feira (11) que o governo deve descontingenciar cerca de R$ 20 bilhões do orçamento até o final do ano. Ele ocupa a Presidência da República essa semana enquanto o presidente Jair Bolsonaro se recupera de uma cirurgia em São Paulo.

“O Ministério da Economia é o dono do dinheiro, então eu acho que, até o final do ano, uns R$ 20 bilhões devem ser liberados”, disse Mourão a jornalistas no Palácio do Planalto. Ele já havia adiantado a informação ontem (10) em uma entrevista para a TV Globo.

Procurado, o Ministério da Economia informou à Agência Brasil que “está trabalhando para descontingenciar o maior valor possível”. Segundo a pasta, “ainda não está definido o prazo para esse desbloqueio”.

O governo anuncia os bloqueios e desbloqueios do Orçamento ao divulgar o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, a cada dois meses. O próximo relatório será divulgado no dia 20 deste mês e o outro, o último do ano, será anunciado em novembro. Do orçamento deste ano, o governo bloqueou cerca de R$ 33 bilhões.

A meta fiscal do governo para 2019 é um déficit primário de R$ 139 bilhões para o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. O déficit primário é o resultado negativo nas contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública.

Agência Brasil
Política

Menos crianças estão se matriculando na educação básica, alerta Styvenson

FOTO: WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENADO

O senador potiguar Styvenson Valentim (Podemos) manifestou-se, nessa segunda-feira (9), em Plenário, sobre os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) que indicam redução na taxa de matrículas de crianças na educação básica em escolas públicas e privadas em 2018, em comparação a 2014, em especial nas do Rio Grande do Norte.

De acordo com o parlamentar, a redução do número de crianças nas escolas num prazo de cinco anos supera 1,3 milhão. Na opinião dele, um dos motivos que afastam os jovens das escolas públicas é o fato de serem pouco atrativas. Afora a falta de investimentos, raras são as que oferecem infraestrutura adequada, como quadras de esportes, bibliotecas e laboratórios para pesquisas que ajudam no aprendizado. Defende, portanto, mais fomento para a educação.

“Um dos nossos maiores desafios é aumentar o índice de aprendizado para, assim, diminuir a tão grande desigualdade que há neste país. O nosso IDH [Índice de Desenvolvimento Urbano] é baixíssimo, 0,77. O do Rio Grande Norte — 0,68 — está em 16º lugar no País; o da Noruega é 0,94. Eu não quero comparar países; eu quero que meu país melhore, e é através da educação, do Índice de Desenvolvimento Humano”, defendeu.

Agência Senado
Política

Lula chama nova denúncia de “descabida” e associa a vazamento da Lava Jato

A defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a nova denúncia da Lava Jato, que investiga uma suposta mesada da Odebrecht para Frei Chico, irmão do ex-presidente, é “descabida” e a relacionou com a divulgação mais recente de diálogos privados entre integrantes da Operação Lava Jato recebidos pelo The Intercept Brasil.

“Lula jamais ofereceu ao Grupo Odebrecht qualquer ‘pacote de vantagens indevidas’, tanto é que a denúncia não descreve e muito menos comprova qualquer ato ilegal praticado pelo ex-presidente”, analisa a defesa em nota.

“Mais uma vez o Ministério Público recorreu ao subterfúgio do ‘ato indeterminado’, numa espécie de curinga usado para multiplicar acusações descabidas contra Lula”, completa. “O ex-presidente também jamais pediu qualquer vantagem indevida para si ou para qualquer de seus familiares. A denúncia sai no dia seguinte de graves revelações pelo jornal Folha de S. Paulo de atuação ilegal da Lava Jato contra Lula, mostrando a ocultação de provas de inocência e ação indevida e ilegal voltada a romper a democracia no país.”

A Lava Jato denunciou ontem Lula e seu irmão, Frei Chico, por corrupção passiva continuada. Os donos da Odebrecht, Emilio e Marcelo Odebrecht, e o ex-diretor da empresa, Alexandrino de Salles Ramos Alencar, foram denunciados por corrupção ativa continuada. Leia a íntegra da denúncia.

A peça foi apresentada à 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo, a quem caberá tornar ou não réus os cinco denunciados.

Segundo o MPF, Lula, “de modo consciente e voluntário, solicitou e/ ou – no mínimo conscientemente – recebeu, para e por seu irmão, entre 2003 e 2015, vantagens financeiras indevidas, em razão do cargo de Presidente da República que exerceu entre 2003 e 2010, entregues de forma contínua, parcelada e em espécie, no montante total aproximado de R$ 1.131.333,12 (um milhão, cento e trinta e um mil, trezentos e trinta e três reais e doze centavos) em valores atuais”.

Em fevereiro de 2018, em depoimento à Polícia Federal, Lula negou envolvimento em qualquer irregularidade sobre a suposta “mesada” paga pela empreiteira Odebrecht a seu irmão.

Irmão mais velho de Lula e ex-militante do Partido Comunista, Frei Chico foi o responsável por despertar o interesse do ex-presidente pela política e iniciar o petista no mundo sindical.

UOL
Política

Sem dinheiro na Justiça, Moro sai em busca de recursos privados

Ministro da Justiça, Sérgio Moro

Com restrição orçamentária por conta dos contingenciamentos do governo federal , a equipe do ministro da Justiça, Sergio Moro já teria começado uma romaria atrás de obter financiamento externo e privado para ampliar seu Plano Nacional de Segurança Pública, revela neste domingo, o, o jornal O Globo. A campanha de nome até teria um nome: “Em Frente Brasil”.

Lançado no fim de agosto, ainda segundo o jornal, o plano consiste na coordenação de forças de segurança pública e ações de estados e municípios em áreas como educação e saúde, com o objetivo de reduzir as taxas de crimes violentos, como homicídios e latrocínios.

Um projeto piloto em cinco cidades em 2019 já estaria em andamento, com o acréscimo de dez novos municípios em 2020 e mais 15 todos os anos até 2023, num total de 60. A idéia é que o plano ultrapasse a vigência do governo Bolsonaro.

Técnicos da pasta de Moro já tratam do plano com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em busca de recursos para executar as fases do plano, diante da crise fiscal enfrentada pelo país.

Segundo o jornal, uma das idéias seria convencer a direção da Fiesp a bancar um dos projetos de concessão de empregos para detentos. A equipe de Moro também quer que BID e BNDES repassem recursos para projetos a serem executados por governos estaduais e prefeituras.

Em 2018, acrescenta o Globo, o BNDES anunciou uma linha de R$ 42 bilhões para projetos de segurança pública em estados e municípios. “No caso da Fiesp, seu presidente, Paulo Skaf, em um aceno ao presidente Jair Bolsonaro, decidiu bancar os projetos básico e executivo do novo Colégio Militar de São Paulo. A iniciativa é uma promessa de Bolsonaro”.

Para o projeto piloto, uma cidade em cada região do país foi escolhida, começando por Ananindeua (PA), Paulista (PE), Goiânia (GO), São José dos Pinhais (PR) e Cariacica (ES).

Ao Globo, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Pontel, disse que o programa será ampliado gradualmente em direção às maiores cidades, e uma das metas é chegar ao Rio até 2023. 

Agora RN
Política

Doria diz que vai disputar 2022, e Bolsonaro o chama de “ejaculação precoce”

Jair Bolsonaro e João Doria trocaram rusgas

Em tom de ironia, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), reagiu à declaração do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de que o tucano é uma “ejaculação precoce”, referindo-se à sua intenção de disputar a eleição presidencial, em 2022. Em resposta, Doria disse que entende de eleição.

“O Lula também falava isso em 2016, e eu ganhei a eleição no primeiro turno. De eleição eu entendo. Tenho acumulado vitórias que podem ser bem avaliadas”, afirmou Doria, num evento em que anunciou um socorro financeiro de R$ 550 milhões à Prefeitura de São Paulo, administrada por Bruno Covas (PSDB), tido como pré-candidato à reeleição à prefeitura paulistana no ano que vem.

A estremecida relação entre o presidente e o governador ganhou destaque nas redes sociais de Bia Doria, primeira-dama do Estado. Em sua conta no Instagram, Bia reagiu à declaração de Bolsonaro , de que seu marido é uma “ejaculação precoce”, numa referência à intenção do tucano de disputar a eleição presidencial de 2022.

“Como mulher, mãe, primeira-dama do Estado de São Paulo, repudio com veemência as declarações do presidente da república, que usa expressões chulas que ferem e desrespeitam a família brasileira e a importância do cargo que ocupa”.

Agora RN
Política

Previsão para fundo público de campanha deverá ficar em R$ 1,86 bi

Previsão representaria um aumento de 47% em relação ao que foi empenhado em 2018

O Ministério da Economia vai fazer uma correção na previsão do fundo eleitoral que será usado para custear gastos de candidatos a prefeito e vereadores no ano que vem.

O valor deve cair para R$ 1,86 bilhão, ante os R$ 2,5 bilhões previstos na proposta orçamentária enviada ao Congresso Nacional.

A previsão representaria um aumento de 47% em relação ao que foi empenhado em 2018, de R$ 1,7 bilhão.

No entanto, uma nota técnica do partido Novo afirma que houve um erro no cálculo, que é composto pelo dinheiro arrecadado com o fim da propaganda partidária e emendas parlamentares.

Agora RN

Últimos Eventos

21/09/2019
São Vicente/RN
03/03/19
Master Leite
06/05/18
Parque Dinissauros - Povoado Sto Antonio (Cobra)
Março 2017
Aero Clube

Mais eventos

Jornal Expresso RN

Baixar edições anteriores

Curta Jean Souza no Facebook

Siga Jean Souza no Instagram

Empresas filiadas

Banners Parceiros

Design por: John Carlos
Programação por: Caio Vidal
Botch das divs centrais
X
Experimente o nosso aplicativo para Android. Clique para baixar e aproveite!