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Política

Desentendimento na Câmara de Currais Novos acaba em agressão verbal

Na última quarta-feira, um desentendimento acerca de uma resolução sobre as verbas indenizatórias dos gabinetes dos vereadores da Câmara de Currais Novos acabou com diversas agressões verbais do vereador Adailson Pereira contra a presidente da Câmara, Zefinha Moura, e contra servidores da casa.

De acordo com o que o blog apurou, o vereador Adailson tentava impor uma mudança na resolução, mas a presidente da Câmara argumentava que era preciso discutir isso com o corpo técnico da Casa e com os demais vereadores, depois de ter seu pleito negado o vereador se exaltou e aos berros usou palavras de baixo calão contra a vereadora e um dos assessores da Câmara.

Há poucos dias o vereador Adailson denunciou que o Ministério Público está investigando o uso das verbas de gabinete da casa.

Política

Ex-Governador Geraldo Melo devolve medalha que recebeu do Governo de Minas

O Ex-Governador Geraldo Melo, anunciou ontem no MEIO-DIA CIDADE, que estava pensando em devolver a Medalha da Inconfidência, que teria recebido em 1986 em decorrencia do atual Governador de Minas ter homenageado esse ano o líder do MST, o Sr. João Pedro Stédile.

O ex-governador acaba de postar no seu Facebook que está devolvendo a homenagem.

Geraldo-Melo

Política

Partido dos Trabalhadores “trava” indicação de secretário no governo Robinson

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João Dutra já exerce sua função apesar de não ter sido nomeado.

Ainda não saiu a publicação no Diário Oficial do Estado a nomeação de João Dutra para o cargo de secretário-adjunto do gabinete Civil. Os motivos ainda não foram publicamente explicados. Entretanto, apesar de não estar nomeado, ele está exercendo a função. Comenta-se nos corredores da governadoria que é uma “trava” colocado pelo Partido dos Trabalhadores. João não engole o PT pela ingerência no governo de Robinson Faria. E vice-e-versa.

Os desentendimentos de João Dutra são com o deputado estadual, Fernando Mineiro.

Política

Planalto tenta impedir a fusão DEM/PTB

Preocupados com o aumento da força da oposição no Congresso Nacional, integrantes da base aliada do governo Dilma Rousseff têm conversado com membros do ainda governista PTB na tentativa de evitar a fusão do partido com o oposicionista DEM.

Se o plano vingar, a nova legenda se tornará a quarta maior bancada tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado, dificultando ainda mais a situação do Planalto no Legislativo. Um dos principais interlocutores é o ministro petebista Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), para quem este não seria o melhor momento para discutir a questão.

Uma parte da legenda se diz independente e afirma que não reconhece o ministério como de sua cota. Monteiro foi candidato derrotado ao governo de Pernambuco no ano passado, apoiado por Dilma e pelo ex-presidente Lula. Em outra frente, o governo tenta convencer a ala governista do PTB a se manter ao menos independente, mediante a manutenção de cargos já sob seu controle no segundo escalão do governo federal.

Paraíba » Política

Na Paraíba, prefeitos poderão concorrer ao terceiro mandato com permissão do TSE

Os prefeitos de Princesa Isabel, Domingos Sávio (PSDB), e o de Marcação, Adriano Barreto (PSB), assumiram a titularidade dos cargos após a cassação dos prefeitos pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Pelo menos dois prefeitos paraibanos podem ser beneficiados caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) responda positivamente a consulta feita pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que trata da possibilidade de um prefeito que, na condição de vice, ocupou o lugar do titular e, posteriormente, foi reeleito, se candidatar novamente ao mesmo cargo.

Em 2012, já como prefeitos concorreram ao cargo e foram eleitos. Por conta disso, entende-se que os dois gestores já estão cumprindo os dois mandatos a que tem direito.

Política

Dilma sanciona aumento do fundo partidário para quase R$ 900 milhões

A presidente Dilma Rousseff sancionou o Orçamento Geral da União de 2015 sem vetar a proposta que triplicou os recursos destinados ao fundo partidário, uma das principais fontes de receita dos partidos políticos, hoje com dificuldades de financiamento por causa da Operação Lava Jato.

Em seu projeto original, o governo destinava R$ 289,5 milhões para o fundo, mas o valor foi elevado para R$ 867,5 milhões pelo relator do Orçamento no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Em um momento de ajuste fiscal para reequilibrar as contas públicas, o caminho natural seria o veto da proposta. Mas politicamente a recomendação foi de manter o novo valor para não desagradar a base aliada da presidente no Congresso.

Além disso, tecnicamente só era possível vetar toda verba destinada ao fundo, e não apenas o montante extra.

Segundo um assessor, isso iria gerar uma “guerra” com a base aliada e comprometeria a votação do ajuste fiscal.

Os presidentes dos partidos governistas chegaram a enviar uma carta a Dilma solicitando a sanção da verba.

Todos trabalham com a redução de doações de empresas privadas após a Operação Lava Jato. Empreiteiras já informaram a dirigentes partidários que não devem doar recursos na eleição municipal do próximo ano.

Autor da emenda, Jucá justifica a medida como uma “necessidade dos partidos” e “início da discussão do financiamento público das campanhas”. Se o financiamento eleitoral for exclusivamente público, como defende o PT (sem apoio do PMDB), seriam necessários de R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões para bancar as campanhas, diz Jucá.

O fundo partidário é usado para custear gastos dos partidos. Cada sigla define como utilizará o dinheiro. Muitas aplicam em campanhas, somado a doações privadas.

Política » Seridó

Ezequiel dialoga com seridoenses e reafirma empenho para combater a seca

A preocupação com ações de convivência com a seca e o planejamento para os próximos anos para as cidades de Currais Novos, Acari, Caicó e cidades seridoenses foram os temas abordados na reunião neste sábado (18) entre o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PMDB), o prefeito de Currais Novos, Vilton Cunha e vereadores da cidade.  Ezequiel reafirmou empenho nas ações e projetos para o Seridó que serão debatidos em uma reunião na Assembleia na próxima semana.

O presidente da Assembleia defendeu investimentos para ajudar no combate da seca nas cidades que estão em colapsos de abastecimento de água.  “Estamos dialogando com o Governo do Estado e vamos defender novas ações para serem executadas no Seridó otimizando o que já está sendo feito para amenizar os efeitos da seca na região”, destaca Ezequiel.

No final da noite, o parlamentar participou dos festejos da tradicional vaquejada de Florânia ao lado do prefeito Júnior de Janúncio; o prefeito de Carnaúba dos Dantas, dr. Sérgio Eduardo; o prefeito de São Vicente, Joci Lins; vereadores e lideranças locais.

Em Currais Novos, Ezequiel se reuniu com o prefeito Vilton Cunha e vereadores da cidade.

Em Currais Novos, Ezequiel se reuniu com o prefeito Vilton Cunha e vereadores da cidade.

Em Florânia, Ezequiel se reuniu com os prefeitos seridoenses Júnior de Janúncio, Dr. Sérgio Eduardo e Joci Lins, além de vereadores e lideranças locais.

Em Florânia, Ezequiel se reuniu com os prefeitos seridoenses Júnior de Janúncio, Dr. Sérgio Eduardo e Joci Lins, além de vereadores e lideranças locais.

Política

Em palestra motivacional, Luiz Inácio bebe cerveja e defende a Petrobras

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Convidado pelo Grupo Petrópolis para dar uma palestra motivacional direcionada aos funcionários da cervejaria Itaipava, o ex-presidente Lula (PT) aproveitou o momento para defender a imagem do partido e, entre uma fala e outra, beber cerveja.

Segundo informações do Blog de Jamildo, Lula criticou os tidos como “pessimistas”, defendeu a Petrobras, investigada por denúncias de corrupção, e tentou justificar o ajuste fiscal tomado pela presidente Dilma Rousseff (PT) durante a palestra feita para mais de duas mil pessoas.

“Se tem problema de corrupção na Petrobras, então prendam quem roubou. Prendam. É pra isso que tem Justiça, é para isso que tem polícia, mas não vamos confundir o que está acontecendo com algumas pessoas com o destino desse País”, disse o ex-presidente.

Política

Robinson Faria fala de potencialidades do RN a principais empresários do país

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O governador Robinson Faria participou, na tarde deste domingo, 19, de um painel dentro do Fórum de Comandatuba (BA) que abordou medidas para combater a crise institucional e política no Brasil. Na ocasião, o líder do executivo estadual do Rio Grande do Norte enumerou alguns pontos relevantes sobre o tema, entre os quais está a reformulação do pacto federativo, o que propiciaria mais autonomia a estados e municípios.

Diante de uma plateia que reuniu os principais líderes empresariais brasileiros, Robinson destacou as potencialidades do Rio Grande do Norte para a atração de novos investimentos. Ele citou o novo aeroporto internacional intermodal, em São Gonçalo do Amarante, como um dos diferenciais potiguares e convidou o empresariado a conhecer o estado e as condições oferecidas para a instalação de novas empresas.

Dirigindo-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, presente à mesa, Robinson Faria fez um apelo para que a reforma política repense o modelo administrativo federal, reconhecendo a necessidade de um novo pacto na federação que permita o maior protagonismo dos estados.

“Essa situação que concentra poderes no Governo Federal precisa ser repensada. São nos estados que os empregos são criados, é neles que começa o desenvolvimento”, destacou o governador. “Faço um apelo para que este assunto entre na pauta no Congresso”, disse.

Política

Henrique Alves faz defesa enfática do mandato de Dilma

A discussão sobre a abertura ou não de um pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), dividiu os debatedores que participaram, na tarde deste domingo, 19, do 14º Fórum de Comandatuba. Na ausência de representantes do PT, a presidente Dilma teve a mais enfática defesa de seu mandato feita pelo peemedebista Henrique Alves, atual ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Em resposta aos que defendiam a abertura de processo de impeachment da presidente petista, como o senador tucano Cássio Cunha Lima (PSDB-PI) e o deputado Mendonça Filho (DEM-PE), Henrique Alves disse que “o mais ilustre tucano”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ponderou sobre o tema porque já esteve no comando do País e viveu bons e maus momentos. Henrique Alves indagou a razão de nenhum partido estar presente nas manifestações de rua.

Ao falar em defesa do mandato de Dilma, o ministro do Turismo disse que entendia o embate da oposição em querer enfraquecer um governo que saiu recém-eleito das urnas (sem ampla maioria), mas queria dizer que defendia a gestão petista, não por ser ministro mas por ter vivido em sua família, “que foi a mais cassada”. “Eu sei a dor da injustiça, do desrespeito à Constituição e à cidadania.”

Henrique Alves disse que o momento é de maturidade e de responsabilidade. “Não falo como ministro do governo Dilma, mas com autoridade de quem já comandou a Câmara e sabe que tudo deve ser feito com base na legalidade e no diálogo.” E emendou: “Não podemos ter o terceiro turno das eleições.”

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