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Política

Jair tem sorte de ter os filhos que tem, afirma presidente do PSL

O presidente do PSL, deputado federal eleito Luciano Bivar (PE), minimizou as novas denúncias envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro “tem sorte de ter os filhos que ele tem”.

“Eles têm capacidade, retidão, todos foram bem votados. O Flávio foi o senador mais votado do Rio, o Eduardo o deputado mais votado do Brasil”, disse ao Broadcast Político.

Questionado sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que mostra que Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos suspeitos, revelado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, Bivar limitou-se a dizer que, do que conhece do senador eleito pelo Rio de Janeiro, ele é uma “pessoa correta e idônea”.

O deputado pernambucano também minimizou o eventual abalo que as movimentações reveladas pelo Coaf pode causar no governo. “O impacto é zero”, disse. “Este é um fato pontual, isolado e pequeniníssimo. Daqui a pouco, vira jornal de ontem.”

Com informações do Estadão Conteúdo
Política

Dilma ‘deu corda’ para Lava Jato ‘sufocar’ Lula, diz Palocci

Em delação premiada fechada com a Polícia Federal, o ex-ministro Antonio Palocci afirmou que havia uma “ruptura” entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, criada a partir da indicação de Graça Foster para a presidência da Petrobras. Segundo o ex-ministro, em função dessas divergências, Dilma teria “dado corda” para o aprofundamento das investigações da Lava Jato para implicar e “sufocar” o ex-presidente.

Por seu relato, a nomeação de Graça representava “meios de Dilma para inviabilizar o financiamento eleitoral dos projetos de Lula retornar à Presidência”. À época, Dilma presidia o conselho de administração da Petrobras.

“Esse momento de ruptura se caracterizava por um ex-presidente dominante que queria controlar o governo de sua indicada e preparar sua volta à Presidência, sendo que isso exigia um controle do financiamento lícito e ilícito do seu instituto e do PT, ao passo que a presidente lutava pela renovação de seu próprio mandato”, disse Palocci no depoimento.

Palocci depôs no dia 9 de agosto do ano passado. O relato do ex-ministro foi anexado anteontem ao inquérito da PF que investiga supostas fraudes na licitação e construção da usina de Belo Monte, no Pará.

Dinheiro

Em sua delação, o ex-ministro afirmou ainda ter entregado propinas em espécie a Lula. Palocci relatou pelo menos dois episódios aos investigadores, um no Terminal da Aeronáutica, em Brasília, e outro no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em que teria entregue dinheiro vivo da empreiteira Odebrecht em uma caixa de celular e em uma caixa de uísque. Lula sempre negou o recebimento de valores ilícitos.

Este depoimento foi dado em 13 de abril do ano passado, uma semana depois que o ex-presidente foi preso para cumprir pena de 12 anos e 1 mês de reclusão no processo do triplex do Guarujá.

Segundo Palocci, os repasses a Lula teriam ocorrido em 2010. O ex-ministro relatou uma conversa que teria tido com Marcelo Odebrecht na qual o empresário acertou o repasse de R$ 15 milhões para o ex-presidente depois que a empreiteira entrou no negócio de Belo Monte.

O delator, que foi alvo da Operação Omertà, desdobramento da Lava Jato em 2016, livrou-se da prisão depois que fechou acordo de delação com a PF.

Palocci afirmou ter repassado “em oportunidades diversas” valores em espécie que variaram de R$ 30 mil a R$ 80 mil para Lula. Segundo Palocci, “os valores eram demandados pelo próprio Lula com a orientação para que não comentasse sobre os pedidos com Paulo Okamotto (presidente do Instituto Lula) e nem com ninguém”.

Questionado pela Polícia Federal se tinha testemunhas de suas afirmações, Palocci apontou dois motoristas que trabalhavam para ele, na ocasião.

Palocci detalhou duas entregas de dinheiro a Lula, uma em Brasília, no valor de R$ 50 mil, “escondidos dentro de uma caixa de celular”. A outra entrega teria ocorrido em Congonhas. Ele contou que, a caminho do aeroporto, “recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega”.

O ex-ministro falou ainda de reunião com outra empreiteira, Andrade Gutierrez, na qual teria sido acertado pagamento de 1% em propinas sobre o valor recebido pelo grupo nas obras de Belo Monte. Em troca, Palocci atuaria contra um consórcio que estava tentando “atravessar” a licitação.

Procurada, a Odebrecht informou que colabora com a Justiça nos termos do acordo que firmou com a Lava Jato. Até a conclusão desta edição, a reportagem tentava contato com a direção da Andrade Gutierrez. As informações são do jornal O Estado de S Paulo.

Estadão Conteúdo
Política

‘Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha’, diz Flávio Bolsonaro

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em entrevista exibida nesta sexta-feira pela “Record”, que é contra o foro privilegiado, mas disse que não tinha alternativa se não pedir para o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar em qual instância deve tramitr a investigação sobre seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

— Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha. O foro é por prerrogativa de função. Então, querendo ou não querendo, eu tenho que entrar com o remédio legal no órgão competente. O STF é o único órgão que pode falar qual é o foro.

Flávio disse que não se “escondendo”, e afirmou que irá respeitar a decisão do STF sobre qual instância o caso deve tramitar:

— Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Não me preocupo com a investigação de quem quer que seja. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir para prestar os devidos esclarecimentos, eu vou fazer. Se for no Rio, vai ser no Rio. Se for na Procuradoria-Geral da República, sem problema nenhum.

O parlamentar se diz perseguido por ser filho do presidente da República:

— Eu exijo, como qualquer cidadão desse país, que a lei valha para mim também, que a Constituição seja respeitada para mim também. Não é porque eu sou filho do presidente que eu tenho que ser alvo de um procedimento que não está respeitando a legalidade.

Flávio afirmou que teve seu sigilo bancário quebrado de forma ilegal. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou, em um período de um mês, depósitos em dinheiro que somam cerca de R$ 96 mil na conta do senador eleito. Entretanto, o Coaf tem autorização para enviar dados ao MP sem passar por juiz.

O Globo
Policial » Política

Palocci relata propinas em dinheiro para Lula dentro de caixas de celular e de whisky

Palocci também disse que houve entregas de dinheiro em espécie para Lula, retirados por seu assessor Branislav Kontic na Odebrecht.

“Também se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da Odebrecht e retirados por Branislav Kontic, levou em oportunidades diversas cerca de trinta, quarenta, cinqüenta e oitenta mil reais em espécie para o próprio Lula; que esses valores eram demandados pelo próprio Lula com a orientação dada por ele de que não devia o colaborador comentar os pedidos com Paulo Okamotto nem com ninguém”, afirmou o ex-ministro, detalhando informações que já havia dividido anteriormente com os investigadores, durante o processo de negociação para a colaboração premiada.

No depoimento, o ex-responsável pela Fazenda destacou que os pagamentos a Lula envolveram, inclusive, um encontro no avião da presidência da República e que chegou a repassar dinheiro dentro de caixas de celular e de whisky.

“Se recorda que levou valores a Lula em Brasília/DF; que levou valores em espécie a Lula em diversas vezes em São Paulo/SP; que já levou valores em espécie para Lula dentro da aeronave presidencial; que era apenas o colaborador a levar pessoalmente recursos a Lula, entregues em suas mãos; que indagado se existem testemunhas dessas entregas, respondeu que em determinada oportunidade levou 50 mil reais em espécies a Lula no Terminal da Aeronáutica em Brasília/DF, durante a campanha de 2010, dentro de uma caixa de celular na frente do motorista do colaborador, cujo nome era Cláudio Gouveia”, relatou. Palocci prosseguiu: “Em São Paulo, recorda-se de episódio de quando levou dinheiro em espécie a Lula dentro de caixa de whisky até o Aeroporto de Congonhas, sendo que no caminho até o local recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega”.

Ruptura com Dilma

Palocci relatou ainda o processo de ruptura entre a ex-presidente Dilma Rousseff e o seu antecessor, afirmando que Dilma tomou decisões que retiravam o acesso de Lula a fontes de financiamento eleitoral. Uma dessas decisões foi despedir José Sérgio Gabrielli da presidência da Petrobras. “Durante o crescimento da Operação Lava-Jato, Dilma deu corda para o aprofundamento das investigações, uma vez que isso sufocaria e implicaria Lula”, disse Palocci.

O Globo
Política

Capitão Styvenson abre mão do auxílio-mudança de R$ 33 mil

Eleito senador mais votado no RN, o Capitão Styvenson anunciou nesta sexta-feira (18) que abriu mão do auxílio-mudança. O benefício concedido pela Casa é de R$ 33.763.

O anúncio da recusa do auxílio foi feito em seu perfil oficial no Instagram. “A única mudança que recebi foi a de representar com respeito, honra e coerência população norte-rio-grandense. A mudança que queremos é na política”, escreveu.

A ajuda de custo é paga aos senadores para cobrir gastos com mudança e transporte no início e no final do mandato. Styvenson assume a vaga no Senado no dia 1º de fevereiro.

Portal no Ar
Diversos » Política

Em carta a Jean Wyllys, Lula pede ‘enfrentamento’ a Bolsonaro

Da prisão em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua se mostrando um dos principais opositores ao presidente Jair Bolsonaro. Em carta divulgada nessa quinta-feira (17) pelo deputado Jean Wyllys, o petista pediu “forte enfrentamento político” ao novo governo.

Wyllys contou que enviou o seu livro “Tempo bom, tempo ruim”, escrito por ele, a Lula. Em resposta, ele recebeu uma carta feita à mão pelo ex-presidente, em que ele agradece o presente e a dedicação do deputado à política e pede oposição ao governo de Bolsonaro:

“Eu estou convencido que temos que consolidar um forte enfrentamento político com o governo, e ao mesmo tempo, tratar de organizar politicamente o nosso povo”, escreveu Lula.

Política » Valores

STJ e Conselho da Justiça Federal divulgam salário de magistrados e servidores

O subsídio e a remuneração de cargos como analistas e técnicos judiciários também estão disponíveis para consulta no documento

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Conselho da Justiça Federal publicaram no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, dia 18 de janeiro, a remuneração de magistrados e outros servidores do Poder Judiciário.

Os ministros do STJ recebem salário de R$ 37.328,65; juízes de Tribunais Regionais Federais, R$ 35.462,22; juízes federais, R$ 33.689,11; e juízes federais substitutos, R$ 32.004,65.

O subsídio e a remuneração de cargos como analistas e técnicos judiciários também estão disponíveis para consulta no documento.

Agora RN
Partidos » Política

SEM CRISE: Partidos levaram quase R$ 900 milhões de fundo partidário e R$ 1,7 bilhão de fundo eleitoral em 2018

A crise nas contas públicas não afetou partidos políticos. Somados, os 35 partidos brasileiros embolsaram em 2018 mais de R$ 880 milhões só com o Fundo Partidário. Trio de legendas políticas que governou o país desde a redemocratização, PT, PSDB e MDB faturaram um terço do fundo que sustenta partidos: R$103 milhões, R$85 milhões e R$83 milhões, respectivamente. O PSL de Bolsonaro recebeu cerca de R$8 milhões. E os valores não contemplam R$1,7 bilhão do fundo eleitoral.

O fundo eleitoral de R$1,7 bilhão que banca campanhas soma-se a R$780 milhões do fundo partidário e mais de R$100 milhões de multas.

PCB, PCO, PMB, PRTB e PSTU não elegeram deputados suficientes e não terão dinheiro do fundo e nem tempo de TV gratuito.

Rede, Patri, PCdoB, PHS, PRP, PMN, PTC, PPL e DC têm deputados, mas, sem desempenho mínimo, precisam se unir para receber dinheiro.

Juntos, partidos barrados pela cláusula de desempenho receberam R$70,6 milhões. Mas o valor não deixa de ser gasto; será redistribuído.

CLÁUDIO HUMBERTO
Política

Vivaldo tem reunião com secretário dos Recursos Hídricos e pede urgência na restauração da Barragem Passagem das Traíras

A luta do deputado Vivaldo Costa (PSD) em defesa dos municípios é contínua. Nesta quarta-feira (16) o parlamentar foi recebido na Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte, na pauta a recuperação da parede da Barragem Passagem das Traíras, que integra a bacia do Rio Piranhas-Açu. Vivaldo conversou com o secretário João Maria Cavalcanti, professor Valdecir que é técnico da secretaria e o coordenador Carlos Nobre. “Precisamos realizar esta recuperação de forma urgente e antes que o inverno chegue”.

Com o decreto emergencial que o Rio Grande do Norte vive é permitido à contratação direta para reestruturação da barragem por meio do Projeto RN Cidadão. O secretário João Maria ouviu o apelo do deputado Vivaldo e garantiu que deverá priorizar o projeto. “Meu grito de socorro não é de hoje. Peço uma união de todos os demais órgãos para se engajarem no Projeto da Passagem das Traíras, que foi um sonho de 100 anos construído em 100 dias quando estive a frente do Governo do Estado”, contou.

O encontro também foi acompanhando pelo assessor parlamentar Paulo Roque. A Barragem Passagem das Traíras é uma das mais importantes do Rio Grande do Norte. Situada na fronteira dos municípios de São José do Seridó, Jardim do Seridó e Caicó. Ela é o quarto maior reservatório da região do Seridó. Seu nome faz referência a um peixe comum na caatinga, a traíra. Quando cheia a barragem é utilizada para abastecimento de água para a zona urbana de Jardim do Seridó e zona norte de Caicó; irrigação, defesa contra as cheias, atividades recreativas e criação de peixes.

Política

No Planalto ao lado de Bolsonaro, Macri diz que Maduro é ‘ditador’ que quer se perpetuar no poder com ‘eleições fictícias’

Em visita ao presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, o chefe de Estado da Argentina, Mauricio Macri, afirmou nesta quarta-feira (16) que os governos brasileiro e argentino não aceitam o que ele classificou de “escárnio com a democracia” que, supostamente, foi a eleição que reelegeu Nicolás Maduro. Ele também ressaltou que a comunidade internacional já percebeu que o líder venezuelano é um “ditador que quer se perpetuar no poder com eleições fictícias”.

De acordo com Macri, Brasil e Argentina compartilham uma preocupação com a crise política e econômica da Venezuela. Na semana passada, Maduro assumiu o segundo mandato como presidente do país sul-americano diante da reprovação de parte da comunidade internacional.

O grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países, anunciou no início do mês que não reconheceria o novo mandato de Maduro por considerar que se trata de resultado de eleições ilegítimas.

O argentino afirmou ainda que os dois principais países da América do Sul reconhecem apenas a Assembleia Nacional da Venezuela – parlamento comandado pela oposição ao regime bolivariano – como única instituição legítima do país vizinho, “eleita democraticamente pelo povo venezuelano”.

“Compartilhamos a preocupação pelos venezuelanos. Reafirmamos nossa condenação à ditadura de Nicolás Maduro. Não aceitamos esse escárnio com a democracia, e menos ainda a tentativa de vitimização de quem na verdade é o algoz”, discursou Macri em um pronunciamento conjunto com Bolsonaro no Palácio do Planalto.

“A comunidade internacional já se deu conta. Maduro é um ditador que tenta se perpetuar no poder com eleições fictícias, prendendo opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora e angustiante”, complementou o presidente argentino.

Bolsonaro foi o primeiro a fazer pronunciamento no Palácio do Planalto ao final da audiência bilateral com o presidente argentino. Ao se manifestar, o novo chefe de Estado brasileiro também falou sobre a crise na Venezuela.

“Nossa cooperação na questão da Venezuela é o exemplo mais claro do momento. As conversas de hoje com o presidente Macri só fazem reforçar minha convicção de que o relacionamento entre Brasil e Argentina seguirá avançando no rumo certo: o rumo da democracia, da liberdade e segurança e do desenvolvimento”, declarou Bolsonaro.

G1

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