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Brasília » Política

Depredações, ataques a Ministérios, vandalismo e confronto com a Polícia em Brasília

Confronto próximo ao Ministério da Agricultura impede chegada de bombeiros para controlar incêndio na área interna do prédio.

Pastas e documentos foram retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo prédio na Esplanada. Edifícios foram evacuados, e há registro de dano e vandalismo em vários deles.

Interior do Ministério da Agricultura foi depredado e grupo ateou fogo em área interna do prédio.

De 35 mil a 40 mil manifestantes na tarde desta quarta-feira(24) em Brasília,

Depredações até o momento:

– Ministério do Turismo

– Ministério da Fazenda

– Ministério do Planejamento

– Catedral Metropolitana

– Museu da República

– Ministério de Minas e Energia

Blog do BG
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CRISE POLÍTICA: Temer perde dois assessores próximos em menos de 24 horas

Em menos de 24 horas, o presidente Michel Temer perdeu dois assessores importantes do seu núcleo mais próximo no Palácio do Planalto. Tadeu Filippelli foi exonerado nesta terça-feira (23) após ser preso pela Polícia Federal (PF) acusado de envolvimento no esquema de superfaturamento das obras do estádio Mané Garrincha, em Brasília.

No mesmo dia, o empresário e ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) – importante articulador do presidente no Congresso Nacional – entregou uma carta a Temer pedindo demissão.

Os dois assessores despachavam no terceiro andar do Palácio do Planalto, mesmo pavimento do gabinete presidencial.

G1
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STF condena Paulo Maluf por lavagem de dinheiro e determina perda do mandato

 

O deputado Paulo Maluf durante sessão da CCJ da Câmara (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (23), por 4 votos a 1, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) pelo crime de lavagem de dinheiro, além de determinar a perda do mandato do parlamentar. Maluf também foi condenado a pagar multa de mais de R$ 1,3 milhão.

A pena foi fixada em 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado. O tribunal não decidiu pela execução imediata da pena e, com isso, a defesa ainda poderá entrar com recursos no Supremo, chamados de embargos de declaração, para questionar a decisão.

 

G1
Política

DESABAFO: “Ele não honra a memória do pai e avô”, diz pai de primo de Aécio Neves

Aécio Neves: o diálogo sobre o acerto com o agora senador afastado foi gravado por Joesley.

“Aécio: Meu filho Frederico Pacheco de Medeiros está preso por causa de sua lealdade a você, seu primo.

Ele tem um ótimo caráter, ao contrário de você, que acaba de demonstrar não ter, usando uma expressão de seu avô Tancredo Neves, o “mínimo de cerimônia com os escrúpulos”.

Vejo agora, Aécio, que você não faz jus à memória de seu saudoso pai, o deputado Aécio Cunha. Falta-lhe, Aécio, qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República.

Para o bem do Brasil, sua carreira política está encerrada.

Ass. Lauro Pacheco de Medeiros Filho

Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de Minas Gerais”

Circulou nas redes sociais, ontem domingo (21), um texto atribuído ao desembargador aposentado Lauro Pacheco de Medeiros Filho com fortes críticas ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

Nele, o pai do advogado Frederico Medeiros, preso na semana passada por buscar parte da propina acertada pelo primo com o dono da JBS, desabafa: falta a Aécio “qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República”.

O Truco – projeto de checagem de dados da Agência Pública – verificou a postagem e constatou que o texto é verdadeiro.

A informação foi confirmada à Pública pelo próprio Lauro. “[Meu filho] fez aquilo de boa fé. Fiquei com um sentimento de revolta muito grande com o Aécio. Sempre fui um admirador dele, mas a decepção é grande, com aquela imagem de bom moço…”, afirmou.

Advogado e empresário, Frederico é filho do primeiro casamento de Lauro com uma das sobrinhas de Risoleta Neves, avó de Aécio que foi casada com Tancredo Neves por quase 50 anos.

Lauro foi nomeado procurador-geral da Justiça em Minas Gerais quando o tio torto Tancredo assumiu o governo do Estado, em 1983.

Mais tarde, Frederico também faria parte do governo do primo, entre 2003 e 2010, atuando em órgãos como a Cemig, além de ter sido um dos coordenadores de sua campanha presidencial em 2014.

“Aécio não honra a memória do avô e do pai, Aécio Cunha, que era um político honestíssimo”, afirma Lauro Pacheco, que tem 78 anos e vive em Belo Horizonte.

Divulgação

Ele foi visitar o filho na Penitenciária Nelson Hungria, onde Frederico está preso – junto com o assessor parlamentar e cunhado do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima – desde a quarta-feira da semana passada.

“Ele está bem, numa cela isolada.” Sobre as especulações de que o filho poderia fazer uma delação premiada, Lauro nega.

“Ele jamais faria uma delação. Ele não sabe de nada, o Fred caiu numa enrascada”, disse.

Frederico Medeiros foi pelo menos duas vezes à sede da JBS, em São Paulo, para buscar parte da propina acertada entre o primo, Aécio Neves, e o dono da JBS, Joesley Batista.

O diálogo sobre o acerto com o agora senador afastado foi gravado por Joesley.

“Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, disse o empresário, sobre a entrega de R$ 2 milhões para o senador.

Aécio respondeu: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu, porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”.

Ao buscar parte da propina, Frederico revelou preocupação, segundo as interceptações realizadas com a autorização da Justiça:

“Outro dia estava pensando. Acordei à meia-noite e meia, o que estou fazendo? O que tenho com isso? Eu não trabalho para o Aécio, eu não sou funcionário público, sou empresário. Trabalho para sobreviver”, disse o primo para Ricardo Saud, diretor de relações institucionais da J&F.

O primo de Aécio deixa claro que estava cometendo uma ilegalidade.

“Eu tenho com o Aécio um compromisso de lealdade que o que precisar eu tenho de fazer. Eu falei, olha onde eu tô me metendo”, disse, para o diretor da J&F.

Sobre a situação do filho, preso numa “enroscada”, segundo ele, provocada pela deslealdade de Aécio, Lauro Pacheco de Medeiros Filho concluiu: “É uma pena”.

 

 

 

Exame
Política

Justiça mantém ação contra Lula por suposto esquema na compra de caças suecos

Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015.

A Justiça do Distrito Federal determinou o prosseguimento da ação penal decorrente das investigações da Operação Zelotes contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  e seu filho, Luís Cláudio. O petista é acusado de cometer os crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e integrar organização criminosa em esquema envolvendo a compra de aviões caças  da empresa sueca Saab. A ação penal também apura suposta negociação irregular envolvendo Medida Provisória do governo que prorrogava incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos.

Em despacho publicado nesta segunda-feira (22), o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, rechaçou os argumentos apresentados pela defesa de Lula , que alegava cerceamento de defesa, apontava a “inexistência de fundamentação” no despacho que recebeu a denúncia e a “ausência de justa causa para a ação penal”, entre outros argumentos.

O magistrado considerou que a denúncia oferecida em dezembro do ano passado pelo Ministério Público Federal está “lastreada em fatos concretos encadeados” e entendeu que “as acusações de tráfico de influência em relação aos caças suecos e os demais termos da denúncia devem passar pelo crivo judicial sob o comando do devido processo legal”.

No mesmo despacho, o casal Mauro Marcondes e Cristina Mautoni foi absolvido das acusações de evasão de divisas, mas os dois também serão julgados pelas denúncias de crime de tráfico de influência.

O juiz federal também negou o pedido das defesas do ex-presidente e de seu filho Luís Cláudio para que fossem ouvidas 80 testemunhas de defesa. O magistrado considerou que cada um terá direito a 16 testemunhas, que deverão ser indicadas no prazo de cinco dias.

O juiz Vallisney definiu ainda o dia 22 de junho para o início da tomada de depoimentos na ação penal.

A denúncia

Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015 quando Lula, na condição de ex-presidente, integrou esquema que vendia a promessa de que ele poderia interferir junto ao governo para beneficiar as empresas MMC, grupo Caoa e Saab, clientes da empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia LTDA (M&M). Em troca, Mauro e Cristina, donos da M&M, teriam repassado pouco mais de R$ 2,5 milhões a Luís Cláudio.

iG
Política

Programa dos EUA entrevista Moro e Dilma e compara Lava Jato ao Watergate

Programa “60 minutes” citou as denúncias feitas por Joesley Batista.

O juiz federal Sérgio Moro, a ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) e procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato foram entrevistados pelo programa norte-americano “60 minutes”, da rede de televisão CBS, exibido no domingo, 21. A reportagem comparou as investigações no Brasil ao caso Watergate, que derrubou o presidente Richard Nixon e mais de 90 congressistas na década de 1970.

No programa, o juiz Moro afirmou que nenhum réu será julgado pela opinião política que tem, ao se referir ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ex-presidente Dilma, por sua vez, disse que nada sabia sobre os casos de corrupção que ocorreram na Petrobras durante seu governo e que foram descobertos pela Lava Jato.

Perguntado sobre Lula, que acusa Moro de fazer um julgamento com motivações políticas contra ele, o juiz negou as acusações do petista. “Ninguém vai ser julgado por causa de sua opinião política. O ex-presidente Lula vai ter todas as oportunidades que a lei dá para apresentar sua defesa”, disse o magistrado. No último dia 10, Lula prestou depoimento a Moro pela primeira vez em uma das ações em que é réu na Operação.

O juiz criticou as tentativas do Congresso brasileiro em aprovar leis para proteger políticos dos avanços das investigações. Moro respondeu positivamente quando o jornalista Anderson Cooper afirmou que há muitos “interesses poderosos” que querem ver todas as investigações acabarem. “Sim. Mas é nossa responsabilidade não permitir que eles façam isso. Temos de enfrentar o problema. E, encarando isso, acho que teremos um País melhor”, respondeu Moro.

Quando falou sobre a delação de Paulo Roberto Costa, o primeiro a celebrar um acordo de colaboração premiada na Lava Jato, Moro disse que o depoimento do ex-diretor da Petrobras representava um ponto das investigações em que, a partir dali, era impossível voltar atrás. Moro disse ainda que mandou prender executivos de empresas antes do julgamento das ações porque “era preciso fazer algo grande” para parar a difusão da corrupção no Brasil.

Dilma Rousseff, na mesma reportagem, negou que sabia o que as pessoas praticavam de errado na Petrobras enquanto governou o País. “Veja bem: eu não sabia”, disse a ex-presidente. Ela negou que tenha recebido propina, reforçou que não é acusada de receber propina nem de ter conta no exterior.

O coordenador da força tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol, também entrevistado no programa, afirmou que a Lava Jato é “muito, muito maior” que o escândalo de Watergate. “Já cobramos mais de 200 pessoas por centenas de crimes. A quantidade de propina paga vai até aproximadamente US$ 2 bilhões”, disse.

Temer

O programa “60 minutes” citou as denúncias feitas pelo empresário Joesley Batista, dono do Grupo JBS, contra o presidente Michel Temer (PMDB). Ao falar da gravação da conversa entre os dois, a reportagem citou que o escândalo levou o mercado de ações a mergulhar e o caso tem potencial para levar o presidente ao impeachment.

O jornalista Anderson Cooper disse ainda que as coisas “só pioraram” no governo após o impeachment de Dilma Rousseff.

Agência Estado
Notícias » Política

ESTRATÉGIA: Líder no PT na Câmara diz que partido não deve endossar eleição indireta

Estratégia da oposição será de obstrução total a todas as votações.

O líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), afirmou que a legenda não trabalha com a hipótese de participar de uma eventual eleição indireta, caso o presidente Michel Temer deixe o cargo. Ele considera que, neste caso, um candidato alinhado ao atual governo acabaria eleito, como o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) ou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Provavelmente não vamos endossar eleição indireta, pois esse candidato faria as reformas continuarem. Não queremos ter compromisso com isso”, afirmou. Ele avalia que o bloco de apoio ao governo, que possui maioria no Congresso, tem objetivo de continuar o “projeto das grandes reformas”, como a previdenciária e trabalhista.

Zarattini disse que o partido vai lutar pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê eleição direta em caso de vacância na presidência da República. Ele acredita que a admissibilidade do texto, de autoria do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), será aprovada nesta terça-feira, 22, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), permitindo a criação de uma comissão especial sobre o tema. “A partir daí será outro passo”, ponderou.

Esta semana, segundo o líder do PT, a estratégia da oposição será de obstrução total a todas as votações. “Queremos que não vote nada, defendemos paralisia total. Não tem sentido votar Medida Provisória desse governo”, declarou. Ele disse que o presidente Temer “não tem moral” para continuar na função.

Política

Após alto número de críticas, Garibaldi Alves apaga apoio a Temer das redes sociais

Garibaldi Alves apagou publicação no Twitter em que dava apoio a Temer.

No último domingo 21, o senador Garibaldi Alves (PMDB) havia ido às redes sociais para manifestar o seu apoio ao presidente Michel Temer e à sua não renúncia do cargo em virtude do escândalo de corrupção envolvendo seu governo e a JBS. Nesta segunda-feira 22, contudo, o parlamentar deletou a publicação de seu Twitter em menos de 24 horas. Nas redes sociais, Garibaldi não foi perdoado pelos, que teceu várias críticas à sua posição.

Garibaldi afirmou que estava solidário com a situação de Temer e disse que o presidente “foi alvo de acusações caluniosas”.

Notícias » Política

Pedido de Temer só será julgado no STF após perícia nos áudios, diz Cármen Lúcia

Equipamento de gravação de áudio está vindo para o Brasil.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, informou aos demais ministros que o pedido da defesa do presidente Michel Temer para suspender o inquérito contra o peemedebista será pautado para julgamento apenas após a conclusão da perícia nos áudios gravados pelos empresários da JBS.

De acordo com o despacho do ministro Edson Fachin, no qual autorizou a Polícia Federal a periciar os quatro áudios gravados pelo delator Joesley Batista, a defesa do presidente Temer e a Procuradoria-Geral da República terão um prazo de 24h para se manifestarem após terem acesso ao resultado da análise do material.

Como o equipamento de gravação de áudio está sendo transportado dos Estados Unidos para o Brasil, e ainda há um prazo de 24 horas para as manifestações, isso significa que o julgamento em plenário sobre o caso, que inicialmente poderia acontecer na próxima quarta-feira, 24, poderá ser adiado.

A defesa de Temer pediu a suspensão do inquérito com base na alegação de que a gravação entre o peemedebista e o empresário Joesley Batista foi editado.

No seu despacho, a presidente do STF afirma que a “gravidade e urgência da deliberação do tema pelo plenário conduzem-me a liberar a pauta”, isto é, o caso será julgado assim que Fachin avisar que a perícia foi concluída.

Agência Estado
Notícias » Política

É boato impeachment de Robinson, afirma a OAB do Rio Grande do Norte

Governador Robinson Faria (PSD) é acusado de receber propina pela JBS.

A informação de que a diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio Grande do Norte estaria avaliando a possibilidade de entrar com um pedido de impeachment contra o governador Robinson Faria (PSD) é falsa. A informação foi confirmada pelo próprio órgão, que justificou que o presidente Paulo Coutinho precisaria estar em solo potiguar para se reunir com os representantes da Ordem antes de iniciar o processo.

No momento, Coutinho se encontra em Brasília, acompanhando a situação do presidente Michel Temer. A OAB nacional entrou com um pedido de impeachment contra o presidente baseado nas acusações da JBS; já o governador Robinson Faria também foi acusado de receber R$ 10 milhões em propinas da JBS para sua campanha em 2014.

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