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Policial » Rio Grande do Norte

Alcaçuz ganhará 800 novas vagas até o meio do ano, diz novo titular da Sejuc

O novo secretário estadual de Justiça e Cidadania, Pedro Florêncio, disse nesta quarta-feira, 27, em entrevista ao programa Patrulha Agora, apresentado por Genésio Pitanga na rádio Agora FM (97,9), que até o meio do ano serão entregues três novos pavilhões na Penitenciária de Alcaçuz, criando mais 800 vagas no sistema prisional do Rio Grande do Norte. Ele também destacou que este ano serão chamados outros 92 aprovados no último concurso para agente penitenciário.

Quando questionado sobre a realização de um novo concurso, Pedro Florêncio foi enfático ao afirmar que não há previsão. Ele também esclareceu que procedimentos de disciplina foram colocados com competência na gestão anterior e que serão mantidos na gestão da governadora Fátima Bezerra. Ele explicou que, depois disso, o próximo passo será trabalhar na reeducação dos presos, melhora do atendimento médico e oferta de cursos de qualificação.

Na avaliação de Pedro Florêncio, atenção médica, educação e oportunidade para um futuro profissional são direitos garantidos por lei para os presos. “Eles precisam produzir para não serem presos de novo. Apesar de estarem encarcerados pagando pelos crimes que cometeram, também necessitam de dignidade”, disse Florêncio. Esta semana, os presos receberam novos uniformes, e 50 deles iniciaram um curso de qualificação profissional que inclui aulas de informática.

Para Pedro Florêncio, o que o interno aprende algema alguma retira. O novo secretário disse ainda que estas medidas serão adotadas em todos os presídios, o que inclui Nova Cruz e Ceará Mirim, e que um novo presídio será construído em Mossoró. Segundo Florêncio, também é necessário remodelar a comissão de classificação nas unidades prisionais, que foram extintas, mas que precisam retornar para melhorar as políticas de atuação nos regimes aberto e semiaberto, além da normatização dos procedimentos nos presídio.

Quanto à criação de uma Secretaria de Administração Penitenciária, Florêncio mostrou-se favorável e destacou que hoje – com crime cada vez mais organizado – os estados precisam fazer frente ao problema. Além disso, Florêncio disse que chegou o momento de deixar a Secretaria de Direitos Humanos (também a ser criada) tratar das questões de defesa dos direitos dos idosos, mulheres e crianças, ou seja, separando os apenados deste contexto.

Na questão do crime organizado, o secretário frisou que houve um agravamento da atuação de facções criminosas a partir do final da década passada por causa da questão do escoamento da droga trazida do Peru, Colômbia e Paraguai. “Os portos do Nordeste foram utilizados para transportar estas drogas para a Europa. Com a prisão de muitos criminosos, muitas ordens passaram a ser dadas dentro dos presídios, mas as medidas tomadas com as revistas e a retirada de equipamentos eletrônicos inibiram muitas ações”, detalhou.

Agora RN
Policial

Foragido que atropelou e matou criança e babá em 1998 na praia de Genipabu é preso

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio da Polícia Militar, conseguiu localizar e prender, na última sexta-feira (22), João Maria Ribeiro de Souza. No dia 29 janeiro de 1998, ele atropelou duas pessoas na praia de Genipabu, no município de Extremoz.

No dia do crime, o réu estava conduzindo um veículo do tipo Buggy em alta velocidade e realizando manobras perigosas, quando atingiu primeiramente um cachorro e depois as três vítimas que estavam brincando à beira mar. Uma criança de um ano e quatro meses, e sua babá, de 20 anos, não resistiram aos ferimentos e morreram.

João Maria Ribeiro de Souza foi condenado por homicídio doloso pelo Tribunal do Júri de Extremoz em 2012 ao cumprimento de pena de 10 anos, 8 meses e 18 dias, mas a pena foi reduzida pelas instâncias superiores para 7 anos, 10 meses 15 dias, em regime fechado. Ele estava foragido desde então.

OP9
Policial » Rio Grande do Norte

No interior do RN, PRF prende dois irmãos com arma e animais silvestres

Em uma fiscalização da Operação Lábaro, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu no início da noite desta quinta-feira (21), no km 130 da BR 406, em Taipu/RN, um revólver calibre 38 com dez munições intactas, além de três pássaros silvestres (um galo de campina, um caboclinho e um bigodinho), que eram transportados sem a devida autorização.

A arma, que tinha queixa de furto/roubo e os pássaros, estavam na posse de dois irmãos, de 30 e 34 anos, ocupantes de uma Pick Up Montana que vinha da cidade de Parazinho/RN para Natal. Os dois são residentes na capital potiguar. Conforme consulta, a arma havia sido roubada de uma empresa de segurança.

O homem de 30 anos, que assumiu ser o dono do revólver, já havia sido preso em 2010 por tentativa de assalto, e em 2012 por porte ilegal de arma de fogo. Diante dos fatos, os dois foram presos e encaminhados à Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal.

Portal no Ar
Policial » São Vicente

SÃO VICENTE: Ladrões arrombam chácara na zona rural

Por volta das 05 horas da manhã de hoje (22) um produtor rural procurou a Polícia para relatar que teve sua chácara arrombada por meliantes não identificados. A chácara fica próximo a cidade de São Vicente, o que facilitou o acesso o local. De lá foi furtado apenas 01 alicate, 01 martelo, chaves de fenda e outras chaves que estavam no local. Os ladrões cortaram o arame da cerca para chegar ao prédio. Além dos objetos os meliantes bagunçaram o local e jogaram um tambor de leite encima do telhado do imóvel.

Qualquer informação que ajude a identificar os meliantes pode ser repassada para o celular da viatura de São Vicente (84)9.9673-1139.

Contamos com ajuda da população para prender esses delinquentes que vem agindo com frequência na zona rural do município.

CN Polícia
Lava Jato » Michel Temer » Policial

LAVA JATO: Temer ficará preso em sala de 20 m² do corregedor da PF no Rio

Preso nesta quinta-feira (21) em São Paulo, pela Força-Tarefa da Lava Jato no Rio, o ex-presidente Michel Temer chegou à Superintendência da PF no Rio por volta das 18h38. O ex-presidente ficará sozinho na sala da corregedor da PF, no terceiro andar do prédio. É uma das poucas no edifício que tem banheiro privativo.

Na porta do prédio havia um grande número de jornalistas e alguns manifestantes com cartazes aguardando a chegada de Temer. Alguns manifestantes chegaram a dar tapas e socos em viaturas do comboio da PF.

Por volta das 19h30, o cômodo onde Temer ficará preso ainda estava sendo montado. O espaço terá área de cerca de 20 metros quadrados, com ar condicionado. Há também um frigobar no cômodo.

Temer foi trazido de São Paulo em um avião da Polícia Federal, do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos e desembarcou na Base Aérea do Galeão. O juiz da 7ª Vara Criminal Federal Marcelo Bretas aceitou o pedido da defesa para que o ex-presidente fique preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, no Centro do Rio.

O ex-ministro da Casa Civil Moreira Franco, também preso na Estrada do Galeão pela Força-Tarefa da Lava Jato no final da manhã desta quinta-feira (21) foi levado para a delegacia da PF no Aeroporto Tom Jobim, o Galeão.

Em seguida, encaminhado no mesmo comboio de Temer para a Superintendência da PF e, posteriormente, para a Unidade Especial Prisional da PM, em Niterói. No local está preso desde novembro do ano passado o ex-governador Luiz Fernando Pezão.

G1
Policial » Política

Pela primeira vez, Brasil tem dois ex-presidentes presos por crimes comuns

Temer cumprimenta Lula durante visita no Hospital Sírio-Libanês (Beto Barata/PR/Divulgação)

Com a prisão de Michel Temer no início da tarde desta quinta-feira, 21, o Brasil
vive uma situação inédita. Pela primeira vez na história da República, dois ex-
presidentes — Temer e Lula — estão presos por crimes comuns.

Temer, que passou a faixa para Jair Bolsonaro no último 1° de janeiro, foi preso
preventivamente pela força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio, por decisão do juiz
Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no estado. O emedebista foi
acusado pelo Ministério Público Federal de ser o “líder de uma organização
criminosa” que recebeu 1,8 bilhão de reais em propina envolvendo desvios em obras na
usina nuclear de Angra 3. Já Luiz Inácio Lula da Silva, mandatário entre 2003 e
2011, foi preso em 7 de abril do ano passado depois de condenação em segunda
instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex em Guarujá (SP).

Lula tem ainda outra prisão em sua biografia, em 1980, acusado de “incitação à
desordem” pelo regime militar quando era sindicalista e liderou greves no ABC
paulista. O processo, claramente político, foi depois anulado.

Outros seis ex-presidentes já foram detidos

Antes de Temer e Lula, outros seis ex-presidentes foram detidos, mas sempre por
motivos políticos. Em 1922, Hermes da Fonseca (que governou entre 1910 e 1914)
presidia o Clube Militar de Pernambuco quando fez críticas à intervenção federal nas
eleições do estado. Foi preso a pedido do então presidente Epitácio Pessoa, menos de
oito anos depois de deixar o poder. Hermes ficou detido por seis meses e morreu
poucos meses depois de ser solto.

Washington Luís, o último presidente da República Velha (comandou o país de 1926 a
1930), foi preso por ser correligionário de seu sucessor Júlio Prestes na chamada
“política do café com leite”. Ele e outros líderes da política paulista foram
detidos durante o golpe que levou Getúlio Vargas ao poder em 1930. O político, que
era carioca mas fez carreira em São Paulo, ficou preso por 27 dias no Forte de
Copacabana, no Rio, e depois partiu para o exílio.

O mineiro Arthur Bernardes também foi preso no contexto da ascensão de Vargas.
Presidente do Brasil entre 1922 e 1926, Bernardes apoiou uma revolução comandada por
autoridades de São Paulo e foi encarcerado no interior de Minas Gerais ao tentar
organizar um levante contra o governo federal. Foi levado ao Rio de Janeiro e ficou
preso por aproximadamente dois meses, antes de também ir para o exílio, em Portugal.

Primeiro líder do Executivo após o suicídio de Vargas, seu vice, Café Filho se
afastou da função por problemas de saúde. Quem assumiu foi o presidente da Câmara,
Carlos Luz. Supostamente envolvido em um plano de golpe de Estado, Luz foi impedido
com apenas oito dias no cargo e Café Filho foi posto em prisão domiciliar por dois
meses e meio quando recebeu alta médica, como garantia de que o presidente eleito,
Juscelino Kubitsckek, assumiria o cargo em janeiro de 1956.

Já os ex-presidentes Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek foram presos pela ditadura
militar. Em julho de 1968, Quadros foi posto em confinamento na cidade de Corumbá,
no Mato Grosso do Sul, em uma medida do regime para afastar figuras políticas
importantes das manifestações pela democracia que ocorriam no país. Jânio,
publicamente crítico ao golpe de 1964, ficou confinado por quatro meses acompanhado
da esposa, Eloá.

Kubitschek foi preso no dia em que foi baixado o Ato Institucional n°5 (AI-5), que
levou ao período de maior repressão da ditadura militar. Depois de discursar como
paraninfo de uma formatura no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ele detido por
militares e levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu encarcerado por nove
dias.

Mais alvos de denúncias

Apesar de sofrerem consequências mais extremas, Lula e Temer não são os primeiros
ex-presidentes a enfrentar problemas com a justiça. José Sarney foi denunciado duas
vezes pela Procuradoria Geral da República na Operação Lava Jato, acusado de receber
propina de contratos superfaturados da Petrobras.

Os depostos Fernando Collor e Dilma Rousseff também foram denunciados pela
procuradoria. Collor foi acusado de receber 30 milhões de reais em propina de
contratos da BR Distribuidora. A denúncia foi aceita mas o ex-presidente, atual
senador por Alagoas, nega. Já Dilma responde por suposta formação de quadrilha
durante os governos do PT.

Desde a redemocratização, em 1985, apenas Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso
não foram alvos de inquéritos ou de denúncias.

Veja, com Estadão Conteúdo
Michel Temer » Policial

Ex-presidente Michel Temer é preso pela Lava-Jato

Imagem de arquivo de junho de 2018 mostra o então presidente Michel Temer com o então ministo Moreira Franco durante assinatura de decretos que regulamentam o Código de Mineração — Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ex-presidente Michel Temer foi preso em São Paulo na manhã desta quinta-feira (21) pela força-tarefa da Lava Jato. Os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia, coronel João Batista Lima Filho e mais cinco pessoas, entre elas empresários.

Preso, Temer será levado para o Aeroporto de Guarulhos, onde vai embarcar em um voo e será levado ao Rio de Janeiro em um avião da Polícia Federal. O ex-presidente deve fazer exame de corpo de delito no IML em um local reservado e não deve ser levado à sede da PF de São Paulo, na Lapa.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro.

Desde quarta-feira (20), a PF tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

O G1 ligou para a defesa de Temer, mas até as 11h25 os advogados não haviam atendido a ligação. Ainda não está claro a qual processo se referem os mandados contra Temer e Moreira Franco.

O ex-presidente Michel Temer responde a dez inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo. Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer já não tinha mais foro privilegiado. Por isso, assim que deu a autorização, o ministro enviou os inquéritos para a primeira instância.

Entre outras investigações, Temer é um dos alvos da Lava Jato do Rio. O caso, que está com o juiz Marcelo Bretas, trata das denúncias do delator José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. O empresário disse à Polícia Federal que pagou R$ 1 milhão em propina, a pedido do coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do presidente Michel Temer. A Engevix fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3.

G1
lula » Policial

PF indicia Lula e filho por lavagem de dinheiro e tráfico de influência em pagamentos para empresa de marketing esportivo

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Luís Cláudio, por supostos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A investigação, que é abastecida pela delação da Odebrecht, mira pagamentos à empresa de marketing esportivo Touchdown, de propriedade de Luís Cláudio. Segundo a PF, a empresa teria recebido R$ 10 milhões em alguns anos “apesar de seu capital social de R$ 1 mil”.

As informações foram reveladas pelos repórteres Bruno Tavares e Robinson Cerântula, da TV Globo, e confirmadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A juíza da 4.ª Vara Criminal de São Paulo, Bárbara de Lima Issepi, remeteu o caso para uma das varas especializadas em lavagem de dinheiro.

A investigação tem origem na delação de executivos ligados à Odebrecht. Eles afirmam que Lula teria mantido contato com a empreiteira para beneficiá-la no governo Dilma Rousseff, e, “como contrapartida, a empresa ficaria responsável por financiar projetos pessoais de seu filho, Luis Cláudio”.

Consta nos autos que “a partir disso, Alexandrino Alencar (Odebrecht) teria procurado a empresa ‘Concept’, com o intuito de beneficiar a empresa de Luis Claudio, Touchdown, a desenvolver o futebol americano no Brasil”.

“Adalberto Alves, representante da Concept, por sua vez, afirmou que a empresa foi principalmente remunerada pela Odebrecht, contudo prestou serviços para a empresa Touchdown: segundo consta, a Odebrecht teria arcado com valor aproximado de R$ 2 milhões, ao passo que a Touchdown teria desembolsado aproximadamente R$ 120 mil”.

A juíza anota que “apesar das expressivas quantias pagas, não houve sequer a formalização de qualquer contrato”.

“Por sua vez, a empresa Touchdown teria comprovado o pagamento de aproximadamente R$ 150 mil.A autoridade policial ainda aponta outros elementos que, no seu entendimento, possuem severas inconsistências:”

Segundo a PF, “a empresa Touchdown recebeu ao longo dos anos vultuosas quantias (mais de R$ 10 milhões) de grandes patrocinadores, apesar de seu pequeno capital social, de apenas R$ 1 mil (fl. 317); os serviços prestados pela empresa Concept estão aproximadamente 600% acima do valor de mercado, haja vista que, segundo afirmado por Adalberto, os custos da atividade realizada seriam em torno de R$ 300/400 mil”.

A Polícia Federal ainda aponta um suposto laranja que teria recebido pagamentos da empresa do filho do ex-presidente. “A esse respeito, destaque-se o pagamento de R$ 846 mil, apenas no ano de 2013, a empresa com capital social de R$ 1,00, cujo objeto social diz respeito à animação de festas (recreação, e fabricação de doces e salgados). Segundo a Autoridade Policial, a representante desta empresa (Roseane Matos), antes de começar a receber valores da Touchdown, possuía renda mensal de apenas um salário mínimo”.

Segundo a PF, a “própria Confederação Brasileira de Futebol Americano (fl. 474) nunca obteve um patrocínio anual, tampouco investimentos que se protraíssem por anos, de expressivos valores, e sem ter havido sequer formalização por meio de contrato, caso dos benefícios que teriam sido auferidos pela Touchdown”.

Consta nos autos que a ‘Receita Federal viu indícios de irregularidade nas transações em questões, entendendo caracterizada possível omissão de receitas pela Touchddown”.

A juíza anota que “causou estranheza à Autoridade Policial que a Touchdown comprove pagamentos apenas a partir de 03/12/2012, ao passo que os serviços já eram prestados ao menos desde 16/03/2012, bem como, desde 02/05/2012, a Odebrecht já estar realizando pagamentos à Concept”.

“No caso dos autos, haveria, ao menos em tese, condutas destinadas a ocultar ou dissimular a origem de valores provenientes de infração penal, tais como pagamentos parciais com a intenção de oferecer aparência de licitude, triangulação de valores, utilização de interpostas pessoas, entre outras práticas”, escreve a magistrada.

NOTA DA DEFESA:
O relatório produzido pela autoridade policial não tem qualquer implicação processual e muito menos afasta a garantia constitucional da presunção de inocência em favor do ex-Presidente Lula e de seu filho Luis Claudio.

Trata-se de mero documento opinativo, com enorme fragilidade jurídica e distanciamento da realidade dos fatos, que dá sequencia ao “lawfare” praticado contra Lula e seus familiares.

Lula jamais solicitou ou recebeu, para si ou para terceiros, qualquer valor da Odebrecht ou de outra empresa a pretexto de influir em ato da ex-Presidente Dilma Rousseff ou de qualquer outro agente público. Tampouco teve qualquer atuação nas atividades da TOUCHDOWN, empresa de titularidade de seu filho Luis Claudio que organizava um campeonato nacional de futebol americano.

Luis Claudio, por seu turno, comprovou serem mentirosas as afirmações de delatores da Odebrecht. A empreiteira jamais suportou os custos de fornecedores da TOUCHDOWN. Especificamente no caso do grupo CONCEPT, referido por tais delatores, Luis Claudio apresentou o contrato de prestação de serviços firmado com a TOUCHDOWN e comprovou ter feito todos os pagamentos dos honorários contratados e das despesas incorridas durante a prestação dos serviços.

Espera-se que o Ministério Público Federal de São Paulo, a quem cabe a análise do material, siga a lei e encerre o caso em relação ao ex-Presidente Lula e a Luis Cláudio, tendo em vista que eles não praticaram qualquer ato ilícito.

Cristiano Zanin Martins

Agora RN
Policial » Rio Grande do Norte

Quadrilha de roubos de cargas no RN e Paraíba são apreendidos pela Polícia Civil

Material apreendido com líder da quadrilha de roubo de cargas presa no RN e na Paraíba nesta terça-feira (19) — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Uma operação integrada da Delegacia Especializada de Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov) com as Polícias Civis de Goiás e da Paraíba, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF) desarticulou uma quadrilha de roubos de cargas que atuava em vários estados brasileiros, de acordo com o delegado Normando Feitosa. Um total de oito pessoas foram presas.

Apontado como liderança do grupo, um casal foi detido no final da tarde desta segunda-feira (18) no bairro Ponta Negra, na Zona Sul de Natal. O homem e a mulher tinham mandados de prisão preventiva contra eles, expedidos pela Justiça de Goiás. “Eles eram daquela região e estavam se instalando aqui, para cometer os mesmos tipos de crime”, afirmou o delegado.

Após diligências da polícia, outras seis pessoas, sendo cinco homens e uma mulher, foram presos nesta terça-feira (19) em Natal e Mamanguape, na Paraíba. Com os suspeitos, a polícia apreendeu uma pistola, um caminhão e dois carros, que seriam usados no crime. Um bloqueador de sinal também foi encontrado com o grupo.

De acordo com o delegado, a quadrilha foi identificada e passou a ser investigada após apreensões de cargas de cervejas, refrigerantes e pneus roubados, feitas pela Polícia Civil e Polícia Militar na região metropolitana de Natal. Porém já havia investigação contra o grupo na Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) de Goiás, que havia inclusive prendido a mãe do homem apontado como liderança, no final do ano passado.

“Trata-se de um grupo extremamente organizado, com movimentação financeira milionária e responsável por diversos eventos criminosos, como roubo, furto, lavagem de dinheiro, homicídio, organização criminosa, entre outros”, informou a Polícia Civil.

A Polícia Civil conta com o auxílio da população no envio de informações que ajudem nas investigações. De acordo com a corporação, denúncias possuem garantia de sigilo e podem ser realizadas por meio do 181.

Carga de refrigerantes foi encontrada junto com pneus e cervejas dentro de galpão neste mês, em Parnamirim RN — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

G1 RN
Bolsonaro Presidente » Policial

Justiça autoriza psiquiatra escolhido por Bolsonaro a falar com Adélio

O juiz da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG), Bruno Souza Savino, autorizou que um médico psiquiatra, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, entreviste Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ataque de setembro do ano passado.

Adélio está preso provisoriamente desde o dia do crime. O presidente já passou por três cirurgias desde a facada no abdômen. Bolsonaro foi atacado durante ato de campanha à Presidência, em setembro, na cidade de Juiz de Fora.

Laudos psiquiátricos
O juiz Bruno Souza também determinou que peritos responsáveis pelos laudos psiquiátricos e psicológicos de Adélio Bispo esclareçam divergências apontadas pelo Ministério Público Federal (MPF).

Na última terça-feira (12), representantes da defesa de Adélio protocolaram na Justiça Federal um laudo complementar sobre a insanidade mental do autor confesso da facada. Ele está preso provisoriamente desde o dia do crime.

Até o momento, foram realizados outros três laudos no procedimento que avalia a insanidade mental em Adélio Bispo de Oliveira.

  • 1º Laudo (particular): uma consulta que atestou indício de transtorno delirante grave
  • 2º Laudo (judicial psiquiátrico): transtorno delirante permanente paranoide
  • 3º Laudo 3 (judicial psicológico): não revelado – sigiloso

O procurador do caso, Marcelo Medina, afirmou que “peritos que participaram do laudo psiquiátrico divergiram do laudo psicológico, feito posteriormente, para aprofundar a investigação sobre a possibilidade de insanidade mental de Adélio Bispo”.

O procurador, contudo, não detalhou quais as divergências nos laudos e nem o teor dos documentos. O processo corre em segredo de Justiça.

Na decisão, o juiz determinou a expedição de carta precatória à Seção Judiciária de Campo Grande (MS) solicitando a intimação dos peritos forenses que fizeram os laudos para que respondam sobre os questionamentos formulados pelo MPF.

Inquéritos

Após o atentado em Juiz de Fora, a Polícia Federal (PF) abriu dois inquéritos. O primeiro, finalizado em 28 de setembro de 2018, conclui que Adélio agiu sozinho no momento do ataque.

Neste inquérito ele foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional. A denúncia do Ministério Público Federal foi aceita pela Justiça.

O segundo inquérito foi aberto para apurar possíveis conexões de Adélio, pessoas que podem ter ajudado o agressor a planejar o crime. A PF segue com as investigações.

G1

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