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Policial » Rio Grande do Norte

Começa o período de inscrições para o programa Bombeiro Mirim, no RN

Começou nesta segunda-feira (11) o período de inscrições para o programa Bombeiro Mirim, realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte. O projeto oferece 100 vagas para crianças e adolescentes de 12 a 13 anos de idade.

As inscrições vão até a sexta-feira (15) e devem ser feitas exclusivamente na sede do Grupamento de Busca e Salvamento, na Avenida Antonio Basílio, em Natal. Os participantes vão ser entrevistados e escolhidos com resultado a ser divulgado no dia 20 de fevereiro.

Segundo o capitão Marcelo silva, coordenador do programa, o programa oferece às crianças e adolescentes um treinamento que trabalha desde questões de cidadania, de educação no trânsito e civismo a técnicas de primeiros socorros, salvamento aquático, educação física e prevenção de incêndios. “O projeto só termina no fim do ano, quando ocorre a formatura de encerramento. Nosso objetivo é transformar e salvar vidas”, disse.

Policial » Política

PF descobre homem que tinha dois títulos de eleitor no RN, através de cadastro biométrico

Mandado de busca e apreensão foi cumprido pela PF contra homem que tinha três identidades e dois títulos eleitorais no RN — Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal cumpriu nesta segunda-feira (11), na Zona Norte de Natal, um mandado de busca e apreensão para combater o delito de falsificação de documentos para fins eleitorais. O homem alvo da ação tinha três documentos de identidade falsos, além de dois títulos de eleitor. A fraude foi descoberta por causa do cadastramento biométrico da Justiça Eleitoral.

A operação aconteceu no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte de Natal. A investigação começou após provocação realizada pela Justiça Eleitoral, que informou a existência de um eleitor cadastrado com perfis biométricos semelhantes, mas com documentação de cadastro eleitoral diferente, o que evidenciava uma possível fraude.

Durante as investigações, foi constatado que o suspeito possuía três identidades, sendo uma da Paraíba e outras duas no Rio Grande do Norte. Através do trabalho de perícia datiloscópica, os investigadores constataram que o suspeito fazia uso de diferentes documentos, o que possibilitou a prática da fraude eleitoral e a expedição de mais de um título de eleitor vinculados às cidades de São José do Mipibu e Monte Alegre.

“O cumprimento da busca e apreensão teve como objetivo arrecadar documentos e/ou informações sobre esta e outras fraudes praticadas pelo acusado que responderá pelos crimes de inscrição fraudulenta de eleitor, falsificação de documento público para fins eleitorais, inserção de dados falsos em documento público para fins eleitorais e uso de documento falso, cujas penas somadas poderão, em caso de condenação, alcançar 22 anos de reclusão”, informou a Polícia Federal, em nota.

De acordo com a Polícia Federal, esse tipo de crime deverá ser cada vez mais combatido, após a implantação do cadastro biométrico promovido pela Justiça Eleitoral. “Fica praticamente impossível a fraude não ser detectada”, informou.

G1 RN
Assalto » Currais Novos » Policial

Taxista sequestrado em Natal consegue fugir do veículo em Currais Novos; assaltantes foram presos após capotarem carro na RN 041

Um taxista de Natal, que foi assaltado durante a madrugada desta segunda (11) na capital, conseguiu abrir a mala do veículo e fugir no momento em que os bandidos pararam para abastecer em um posto de combustíveis de Currais Novos. A vítima, por nome Francisco Sena, 49 anos, conseguiu se esconder por trás de um caminhão que estava estacionado no posto. O mesmo estava sem roupas.

Em conversa com os policiais, o taxista informou que andou durante muito tempo por uma estrada carroçável. Ainda desorientado, a vítima revelou a PM que os bandidos (dois assaltantes) pegaram a corrida em um bar chamado Caicó, próximo a Rodoviária de Natal, por volta das 23h.

O veículo foi localizado, após capotar, por volta das 6:00 na RN-041, estrada que liga Currais Novos a Lagoa Nova. Os bandidos, identificados como: Davison Lima, 21 anos, e Robson Tavares da Silva, 29 anos, residentes no Bairro Felipe Camarão – Natal, foram presos pela PM de Cerro Corá. Com eles a PM recuperou parte do dinheiro do taxista.

Repórter Seridó
Ceará » Policial » Rio Grande do Norte

Transferidos para o RN durante ataques no Ceará, 39 presos deixam a Penitenciária Federal de Mossoró

Penitenciária Federal de Mossoró, na região Oeste potiguar

Trinta e nove presos que foram transferidos para o Rio Grande do Norte durante a série de ataques ocorridos no estado do Ceará, em janeiro, deixaram a Penitenciária Federal de Mossoró nesta quarta-feira (6) com destino a outras unidades federais. A informação foi confirmada ao G1 pela direção do presídio potiguar.

A transferência para outros presídios federais, a partir de Mossoró, já havia sido anunciada pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) quando a unidade potiguar recebeu a primeira remessa de presos no dia 9 de janeiro. Depois dessa, a penitenciária de Mossoró ainda voltou a receber presos no dia 11.

G1RN
Policial » Rio Grande do Norte

Ex-marido contratou pistoleiros para matar empresária, diz polícia do RN

O ex-marido da empresária Maria da Conceição de Lima Barbosa contratou dois pistoleiros de Alagoas para executá-la.

A informação é da Polícia Civil, que, nesta quinta-feira (7), prendeu mais um suspeito do crime, o terceiro. Outros dois homens já estavam presos, em janeiro. Maria da Conceição tinha 56 anos e foi assassinada em novembro, no interior do Rio Grande do Norte.

Luiz Hugo Vital Barbosa, 57, ex-marido dela e apontado pelas investigações como o mandante do crime, morreu em um acidente de carro no dia 30 de janeiro. Um dia antes, segundo a polícia, ele ficou sabendo que um dos homens que estavam presos o havia delatado.

De acordo com o delegado Erick Gomes, titular da Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor), dois homens foram contratados para executar a empresária e cada um deles recebeu R$ 2 mil pelo serviço.

Depois de presos, os pistoleiros disseram aos investigadores que o mandante era Luiz Hugo. “Há também conversas nos celulares deles que apontam situações nesse sentido”, afirma o delegado.

Os executores chegaram a passar mais de uma semana em Santo Antônio, onde Maria da Conceição morava e administrava seu negócio, para planejar o assassinato. Os custos de estadia e aluguel de carro para eles, segundo a Polícia Civil, foram bancados pelo ex-marido da empresária.

Até o momento, três pessoas foram presas: os atiradores e também um homem responsável por alugar o carro para a fuga. Maria da Conceição de Lima Barbosa foi morta com tiros de espingarda calibre 12 e também de pistola.

G1RN
Policial » Sérgio Moro

Moro diz que policial não pode ser tratado como homicida se criminoso morrer

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou nesta quarta-feira (6) que “ninguém” deseja a morte de criminosos, mas, se houver algum incidente, os policiais não podem ser tratados como homicidas.

Moro deu a declaração após se reunir com parlamentares na Câmara dos Deputados para apresentar o pacote anticrime e anticorrupção, divulgado na última segunda (4).

Entre vários outros pontos, a proposta livra de pena o agente policial ou de segurança pública que matar alguém quando estiver em serviço em situação de “conflito armado ou em risco iminente de conflito armado” ou para prevenir “injusta e iminente agressão a direito seu ou de outrem”.

“Ninguém deseja a morte de criminoso, o criminoso tem que responder segundo a lei. Mas, se um incidente infeliz acontecer, o policial não pode ser tratado como homicida”, declarou.

De acordo com o ministro da Justiça, o projeto não prevê “licença para matar”. Segundo ele, se alguém avalia dessa forma, “está fazendo uma leitura absolutamente equivocada que não é consistente” com o texto apresentado.

Ainda na entrevista, Moro afirmou que as pessoas não são robôs e, por isso, “eventualmente” podem reagir sob “violenta emoção”.

Apresentação do pacote

Em um plenário lotado de parlamentares e assessores, Moro apresentou o projeto por quase duas horas.

Ele explicou os pontos da proposta e depois abriu espaço para perguntas dos deputados.

No entanto, nem todos os inscritos tiveram chance de fazer questionamentos porque o ministro alegou outro compromisso fora da Câmara e precisou deixar o local.

Cada partido indicou um representante para fazer questionamentos, e os nomes foram sorteados pelo coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como a “bancada da bala”, deputado Capitão Augusto (PR-SP).

Mudança a pedido de governadores

Segundo Sérgio Moro, houve uma mudança na redação do pacote a pedido de governadores com os quais se reuniu na última segunda-feira.

“Foi solicitado [apresentada] uma preocupação [para] o projeto habilitar as polícias de retirar criminosos perigosos com armas pesadas na rua, e os governadores fizeram uma sugestão específica. […] A ideia é essa, tirar pessoas muitas vezes com armamentos pesados, indicativo de serem membros de organizações criminosas, da circulação, proteger o cidadão”, declarou Moro.

Repercussão do encontro

Em entrevista ao final do encontro com Moro, o deputado Capitão Augusto afirmou que o projeto foi bem recebido pela maior parte dos parlamentares. Na opinião dele, vários pontos da proposta têm chance de serem aprovados ainda neste semestre.

“[São] projetos que têm viabilidade de serem aprovados. Não são projetos complexos, que demandam teoria, convencimento. É muito fácil realmente a forma como ele expôs, a justificativa [dada]. Por isso que não deveremos ter grandes problemas para aprovação desse projeto. Então, estou bastante otimista que neste semestre nós vamos conseguir aprovar boa parte do que foi proposto hoje”, disse.

Para ele, o projeto supre a necessidade de atualizar a legislação na área de segurança pública. Ele defendeu, no entanto, que sejam feitas algumas inclusões no projeto.

“Por exemplo, aqui não foi tratado o bloqueio de celulares dos presídios, que é uma coisa que nós vamos ter que incluir nesse projeto, nesse pacote”, afirmou.

G1
Policial » Política

Flávio Bolsonaro é investigado por crime eleitoral relacionado a compra de imóveis

Flavio Bolsonaro, senador pelo PSL-R

A Procuradoria-geral da República (PGR), em Brasília, recebeu um inquérito da Polícia Federal do Rio de Janeiro que investiga o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) por falsificação de documento público para fins eleitorais. O caso foi revelado pelo O Globo e confirmado ao Estado.

O caso tramitava desde março de 2018 na Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (PRE-RJ) e apurava possível crime eleitoral praticado por Flávio Bolsonaro ao declarar imóveis comprados por meio de “negociações relâmpago” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com valores supostamente abaixo do real. No inquérito, há ainda a citação de que as negociações teriam resultado em aumento do patrimônio do atual senador. Há no inquérito citação a possível lavagem de dinheiro.

Em novembro de 2018, a PRE-RJ havia encaminhado a investigação para a PF para que fossem cumpridas diligência para apuração dos fatos, entre elas, a oitiva de Flávio Bolsonaro. O prazo estipulado pela Procuradoria à época era de 60 dias para cumprimentos dessas medidas investigatórias.

No documento em que enviou, ainda em novembro de 2018, o material para a PF, a PRE-RJ afirma que como Flávio Bolsonaro havia sido eleito senador, após os 60 dias era necessário o envio do inquérito à PGR para analisar a possível existência de foro por prerrogativa de função.

Com o recebimento do inquérito, a PGR irá agora analisar se o caso permanece no Rio de Janeiro ou se passa a tramitar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Estado apurou que, em um primeiro momento, a expectativa é que seja utilizada a nova interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu o foro apenas a crimes praticas durante o mandato. Com isso, o caso voltaria à 1ª instância.

Toda a investigação tem relação com as transações imobiliárias de Flávio Bolsonaro. Em reportagem de janeiro de 2018, o jornal Folha de S. Paulo revelou que o senador eleito realizou 19 operações envolvendo imóveis na zona sul do Rio de Janeiro e na Barra.

Em um dos casos, de um imóvel no bairro de Laranjeiras, o primogênito declarou à Justiça Eleitoral, em 2016, que o valor era de R$ 846 mil. Entretanto, na escritura, no fim do mesmo ano, o valor registrado foi de R$ 1,7 milhão.

COM A PALAVRA, FLÁVIO BOLSONARO

Nota oficial

A denúncia desprovida de fundamentação foi feita por um advogado ligado ao PT com o único intuito de provocar desgaste político a seus adversários. No âmbito estadual ela foi arquivada e, com absoluta certeza, também terá o mesmo destino no âmbito federal.

Senador Flavio Bolsonaro

Policial

Mulher que matou o próprio pai com veneno para carrapato em leito de hospital em Natal é solta

Crime aconteceu no dia 15 de janeiro, em um leito do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal

Foi solta na segunda-feira (4), após 20 dias de prisão preventiva, a mulher de 27 anos acusada de ter matado o próprio pai aplicando veneno de carrapato na veia dele. O crime aconteceu em um leito do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal. O paciente tinha 60 anos e estava com AIDS. À polícia, a filha alegou que decidiu matar o pai para “evitar mais sofrimento”.

A decisão de soltar a mulher – que agora passa a responder ao processo em liberdade – foi do juiz José Armando Ponte Dias Júnior, auxiliar da 2ª Vara Criminal de Natal. A acusada estava presa no Centro de Detenção Provisória Feminino de Parnamirim, na Grande Natal.

Em razão de a mulher ser mãe de um menor de idade, o Ministério Público defendia que ela passasse para o regime de prisão domiciliar. Porém, em seu despacho, o magistrado também levou em consideração o fato de a acusada não ostentar “laços íntimos com o submundo do crime”, estar “civilmente identificada” e possuir “residência fixa”.

G1
Policial » Segurança

Polícia Civil do RN: um dos menores efetivos do Brasil

Artigo publicado nesta terça-feira(05) pelo Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte(Sinpol-RN) destaca “uma instituição em processo de extinção”. Confira íntegra abaixo.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) é uma instituição que vem sendo sucateada há anos, seus profissionais trabalham em delegacias com condições estruturais totalmente adversas, salários atrasados, sem equipamentos adequados e com sobrecarga de demandas. Há dez anos sem realizar concurso publico, a PCRN possui um dos menores efetivos do Brasil. Estamos em 23º no ranking em comparação com os 27 estados da federação (fonte: COBRAPOL).

A proporção ideal de policial/habitante é relativa, os contextos sócio-culturais envolvidos como credibilidade da força policial e níveis de violência variam em todos os lugares, a quantidade de policiais necessária em Tóquio, considerada a capital mais segura, não é a mesma de Natal que é uma das cidades mais violentas do mundo. Em análise aos contextos e peculiaridades locais em 2010 foi instituído através da Lei Complementar 417/2010, que o efetivo policial civil necessário ao RN era 5.150 policiais, e hoje contamos com um efetivo de 1.398. Em 2010, o estado do RN era um dos mais seguros do Brasil, ao contrário de hoje.

Estudos realizados por duas universidades em Santa Catarina (UFSC e UNISUL), que envolvem a atividade policial civil, demonstram que 60% do efetivo estava acometido por síndrome de burnout, caracterizando a atividade como de estresse excessivo e demonstrando não haver diferença significativa entre o policial operacional de rua e aquele que faz atividade de atendimento ao publico e coleta de oitivas, referentes a atividades internas. Fadiga e sobrecarga de trabalho são uns dos itens desencadeadores da síndrome. O efetivo policial civil de SC é maior que do RN.

A PCRN não possui um sistema informatizado que possa garantir otimização do efetivo e uma melhor eficiência na resolução dos crimes, o que também impede a mensuração dos resultados dos trabalhos produzidos demonstrando a produção individualizada por área, por delegacia e por policial. A falta de sistemas informatizados adequados também gera uma subnotificação dos crimes, ausência de informação sobre a criminalidade em diversas áreas e ausência de compartilhamento de informações entre as forças de segurança no estado. Soluções simples para esta situação existem, mas a burocracia e a inscícia por parte dos gestores da nossa instituição relativa a políticas de tecnologia, impedem a implantação de sistemas inteligentes.

Qual a efetividade na resolução de crimes que PCRN tem? A resposta é complexa por não haver dados confiáveis, devido a falta de um sistema informatizado e gerenciável na instituição. A média nacional de resolubilidade de crimes de homicídios dolosos (intenção de matar) é de 6%, conforme dados oficiais da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública. Possivelmente nosso índice seja igual ou pior, pois temos uma das policias mais deficitárias do país em relação a efetivo. A impunidade impera no Estado do Rio Grande do Norte.

Nosso estado possui uma das maiores taxas de mortes do sexo feminino no Brasil, de 2015 até agosto de 2018 foram 270 mortes, sendo 71 por razão de gênero. No ranking nacional, o estado potiguar figura na quarta posição com o maior crescimento de mulheres assassinadas, conforme relatório do Observatório da Violência no RN (OBVIO). A maioria desses crimes aconteceu no período noturno e finais de semana. Por motivo do baixo efetivo as delegacias especializadas de atendimento a mulher (DEAM), não apuram lesão corporal, ameaça, importunação ofensiva ao pudor, injuria, calúnia e difamação mesmo tendo motivação de gênero (não sendo em sede de violência domestica); nem tentativa de feminicídio e nem feminicídio. Não há no nosso estado nenhum atendimento especializado a mulher no período noturno e nos fins de semana, as DEAMs fecham a noite por falta de efetivo. No período de maior vulnerabilidade da mulher, ela irá encontrar as portas da Polícia Civil do RN fechadas.

Quais políticas e atitudes o Ministério Publico tem realizado em prol da instituição PCRN no sentido de fortalecê-la? Qual o apoio em prol de um concurso publico e da aquisição de ferramentas que possam qualificar a investigação na luta contra a impunidade? Por que não ajudar a fortalecer uma instituição que pode promover a justiça e proteger a sociedade? “Nenhuma pergunta é tão difícil de responder quando aquela cuja resposta é óbvia”, Bernard Shaw. O Ministério Publico do RN, instituição rica, sólida e bem estruturada, deveria atuar de forma mais contundente na busca do fortalecimento da polícia investigativa, com intuito de diminuir os índices de impunidade e criminalidade no nosso estado.

Muitos policiais se submetem a mais de 70 horas semanais de carga horária, para terem uma complementação salarial em diárias operacionais. O salário em início de carreira de agentes e escrivães é de R$3.755,48, temos um dos piores salários do Brasil, 24º do ranking entre estados. Os policiais civis sofrem há mais de dois anos com regulares atrasos salariais.

Com todas estas adversidades o termo herói não é adequado para o policial civil do RN, pois o herói sempre possui dotes extraordinários, sobre-humanos para superação dos problemas contando com o apoio e admiração de todos. O melhor termo é obstinado, pois mesmo com limitação de forças sendo cobrado, desmotivado, emocionalmente esgotado, e muitas vezes punido segue inflexível no cumprimento de suas missões.

Policial

STJ decide soltar três funcionários da Vale e dois engenheiros presos

A sexta turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu por unanimidade, nesta terça (5), liberdade para três funcionários da Vale e dois engenheiros da empresa TÜV SÜD, segundo informações do G1.

Os engenheiros André Yassuda e Makoto Mamba, e os funcionários da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp (geólogo), Ricardo de Oliveira (gerente de Meio Ambiente) e Rodrigo Artur Gomes de Melo (gerente executivo do Complexo Paraopeba da Vale) foram presos temporariamente em 29 de janeiro, por causa do rompimento da barragem em Brumadinho (MG).

Investigadores disseram que os profissionais participaram de forma direta e atestaram a segurança da barragem 1 que se rompeu, da Mina do Feijão.

A decisão é provisória e tem validade até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgue o mérito dos habeas corpus apresentados pelos cinco investigados.

Segundo o último comunicado oficial, 134 mortes foram confirmadas na tragédia de Brumadinho. Outras 199 pessoas continuam desaparecidas.

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