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Justiça » Poder » Política

Moro cita áudio Dilma-Lula: ‘Não me arrependo de forma nenhuma’

O juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta segunda-feira (27), em São Paulo, que não se arrepende de ter divulgado áudio de conversa em 2016 entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, que acabava de ser nomeado para a o cargo de ministro da Casa Civil.

“Não me arrependo de forma nenhuma, embora tenha ficado consternado com a celeuma que a divulgação causou”, disse em entrevista no fórum Amarelas ao Vivo, promovido pela revista Veja.

No diálogo, Dilma afirmava a Lula que mandaria a ele o “termo de posse” para “caso de necessidade”. A oposição interpretou a fala e a nomeação do ex-presidente como uma tentativa de dar a ele foro privilegiado. Assim, ele ficaria livre de uma eventual ordem de prisão da Justiça do Paraná, já que essa eventual determinação deveria partir do Supremo Tribunal Federal (STF).

Dilma e Lula negaram. O governo afirmou à época que a presidente estava enviando a Lula o termo de posse para ele assinar porque o ex-presidente estava com dificuldades para comparecer à cerimônia de posse em Brasília. A defesa de Dilma também argumentava que o áudio deveria ter sido enviado para o Supremo, e não ter sido divulgado por Moro.

 

Poder

PODER: Lava Jato pressiona Andrade Gutierrez a delatar filho de Lula

O filho de Lula pode ser delatado.

Sem Gamecorp, Lulinha e teles, não tem acordo. Foi esse recado, dito sem rodeios, que negociadores da Andrade Gutierrez receberam de procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba neste mês.

O grupo Andrade Gutierrez é um dos controladores da Oi, operadora de telefonia que investiu R$ 82 milhões na Gamecorp, empresa que tem entre os seus sócios Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o filho mais velho do ex-presidente Lula.

O que os investigadores querem saber é por que a Oi colocou os R$ 82 milhões na Gamecorp, depois rebatizada de PlayTV, numa época em que a operadora acumulava prejuízo atrás de prejuízo e a empresa de Lulinha não dava retorno. A Oi está em recuperação judicial desde junho do ano passado, com dívidas de R$ 63,9 bilhões.

A Andrade Gutierrez foi uma das primeiras empresas a fechar acordos de delação e de leniência com procuradores da Lava Jato, em 2015, após aceitar pagar uma multa de R$ 1 bilhão.

Investigações de procuradores e da Polícia Federal descobriram depois que a empresa omitira uma série de crimes em seu acordo. Entre eles estavam o suposto pagamento de suborno ao senador Aécio Neves (PSDB), por conta da obra da Cidade Administrativa quando ele era governador de Minas, e ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) –o que ambos negam enfaticamente.

Poder

Henrique oferece garantia para ter desbloqueio de contas

A defesa do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), preso desde de junho, ofereceu ao juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, bens em garantia no valor equivalente a R$ 1 milhão para que as contas do peemedebista possam ser movimentadas pela família. Alves recebe os rendimentos de suas empresas nessas contas, mas elas foram bloqueadas por determinação de Oliveira. (mais…)

Época
Poder

CRIME FINANCEIRO: Acionistas da JBS foram vítimas dos irmãos Wesley e Joesley Batista, diz PF

Os acionistas da empresa JBS e o mercado financeiro de modo geral foram os mais prejudicados pelo crime financeiro praticado pelos irmãos Wesley Batista e Joesley Batista, dirigentes da empresa, de acordo com a Polícia Federal de São Paulo. Wesley foi preso preventivamente hoje (13) na capital paulista e Joesley teve prisão temporária decretada na segunda-feira (11) e foi levado para Brasília.

De acordo com a Polícia Federal, Wesley ficará preso em São Paulo por tempo indeterminado. Já seu irmão, cuja prisão temporária vence na sexta-feira (15) que foi determinada pela Justiça em Brasília, pode ser transferido para São Paulo, onde ficará detido e cumprirá a prisão preventiva, determinada hoje pela Justiça de São Paulo. Caso o Supremo Tribunal Federal determine prorrogação da prisão ou alterá-la para preventiva, Joesley permanecerá em Brasília

Justiça » Poder

PRESOS: Joesley Batista e Ricardo Saud entregam-se à PF em São Paulo

O empresário Joesley Batista e o ex-executivo da J&F Ricardo Saud se entregam por volta das 14h15 à Polícia Federal (PF), em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria da companhia. A prisão temporária foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. (mais…)

Poder

GEDDEL: PF vai investigar procedência dos R$ 51 milhões

O Superintendente da Polícia Federal na Bahia, Daniel Madruga, informou hoje (6) que os R$ 51 milhões encontrados ontem em um apartamento de Salvador e atribuídos ao ex-ministro Geddel Vieira Lima foram depositados em juízo, para que seja investigada a procedência das cédulas.

“O dinheiro, após contabilizado, foi depositado na Caixa Econômica Federal, numa conta vinculada ao processo. Importante destacar que possuir e ter o dinheiro, por si só, não é crime. Essa investigação, que está em curso em Brasília, vai apurar se a origem do dinheiro é ou não lícita”, destacou Madruga.

No despacho do juiz federal Wallisney Oliveira, as investigações atribuem os valores a fraudes na liberação de créditos na Caixa Econômica Federal, entre os anos de 2011e 2013, período em que Geddel era vice-presidente de Pessoa Jurídica da empresa federal.

O Superintendente da PF disse, ainda, que os agentes policiais, que cumpriram o mandado de busca e apreensão no apartamento no bairro da Graça, ficaram “surpresos” com o conteúdo das malas e caixas e com a quantidade de dinheiro.

“Os policiais, quando entraram no apartamento, ficaram surpresos, porque esperavam encontrar caixas com documentos e na verdade se depararam com caixas e malas de dinheiros. Foi uma surpresa muito grande”, relatou o Superintendente. Além disso, ele disse que, pela quantidade de cédulas encontradas, foi preciso o serviço de uma empresa transportadora de valores, que utilizou oito máquinas para contar o dinheiro, com o auxílio de onze funcionários. A contagem, segundo ele, durou cerca de 12 horas.

Passadas mais de 24 horas desde a apreensão do dinheiro atribuído a Geddel, a defesa do ex-ministro ainda não se manifestou. Geddel cumpre prisão domiciliar em Salvador, no apartamento onde mora com a família. Atualmente, ele não utiliza tornozeleira eletrônica, porque o estado da Bahia não possui o equipamento. A Secretaria de Administração Penitenciária estadual informou que até 20 de setembro os aparelhos de monitoramento adquiridos devem chegar a Salvador.

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