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Petrobras reduz valor da gasolina, mas preço no RN vai depender de cada posto

Queda vem em resposta à drástica redução do preço do petróleo no mercado internacional

A Petrobras informou nesta quinta-feira (12) que reduziu o preço da gasolina em 9,5%, ou R$ 0,1600 o litro, e do diesel em 6,5%, em R$ 0,1250 o litro em todas as praças. A queda vem em resposta à drástica redução do preço do petróleo no mercado internacional.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN), Antonio Cardoso Sales, a diminuição do valor não significa a mudança dos preços cobrados em postos de gasolina, pois “a redução dada pela Petrobras é para as refinarias, que produzem a ‘Gasolina A’, que são vendidas para as distribuidoras produzirem a ‘Gasolina B'”.

O presidente detalha que as distribuidoras são responsáveis pela venda da gasolina aos postos e que, por isso, o valor cobrado ao consumidor final pode manter-se sem variação negativa. “As distribuidoras podem ser beneficiadas com a redução, mas os postos de gasolina podem não sentir a redução, já que não compram diretamente das refinarias”, explica.

Outra justificativa apresentada pelo presidente para o valor cobrado seguir sem mudanças, é o fato da gasolina representar 30% do preço do produto, sendo os outros 70% de carga tributária. “A redução não foi no valor total, mas no produto em si. Por isso, não posso falar se o valor cobrado ao consumidor final vai diminuir ou aumentar, pois depende da escolha individual de cada empresário”, esclarece.

Agora RN
Petrobras

Em meio a greve, Petrobrás inicia contratações

Em decorrência disso, afirma a empresa, o Tribunal autorizou a contratação emergencial para evitar impactos à operação e à produção

A Petrobrás informou em nota que iniciou a contratação imediata de pessoas e serviços, de forma emergencial, para garantir a continuidade operacional em suas unidades durante a paralisação dos petroleiros. A categoria está em greve desde o dia 1.º deste mês.

Até a sexta-feira, trabalhadores de 84 unidades da estatal do petróleo, em 13 Estados, haviam aderido ao movimento, segundo informação da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A estatal afirma que a medida foi autorizada pela Justiça, uma vez que a ordem judicial de manter em serviço o mínimo de 90% do efetivo – determinada na semana passada pelo ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – não vem sendo cumprida pelos sindicatos.

Em decorrência disso, afirma a empresa, o Tribunal autorizou a contratação emergencial para evitar impactos à operação e à produção.

O ministro considerou que a greve possui “conotações políticas” e determinou também o bloqueio das contas dos sindicatos envolvidos nas paralisações e a suspensão das mensalidades dos empregados da estatal.

A Petrobrás diz ainda que as contratações serão feitas garantindo que os profissionais atendam a requisitos de qualificação técnica e possuam as certificações necessárias para exercício das atividades.

Os sindicatos afirmam que a greve é contra o anúncio de demissões em decorrência do fechamento da Araucária Nitrogenados (Ansa), subsidiária da Petrobrás no Paraná que fabrica fertilizantes. Para os sindicatos, quase mil pessoas, entre contratados diretos e indiretos, vão ficar desempregados – a direção da empresa se refere em comunicados a 396 empregados diretos atingidos pela decisão de fechamento da unidade. Os empregados também questionam o cumprimento de termos de Acordo Coletivo de Trabalho (TAC).

A diretoria da estatal argumenta ser impossível manter a subsidiária funcionando após sucessivos prejuízos financeiros e diz também não ser viável, do ponto de vista jurídico, incorporar os funcionários ao seu quadro, porque a subsidiária possui autonomia estatutária. Os sindicatos reclamam por não terem sido avisados previamente da demissão em massa e pedem uma solução alternativa ao desligamento dos trabalhadores.Maria As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Blog do Ismael Medeiros
Petrobras

Petrobras aumenta litro do diesel em R$ 0,081 a partir desta terça-feira

O litro do óleo diesel vai ficar mais caro nas refinarias da Petrobras a partir desta terça-feira, 2. O reajuste médio será de R$ 0,0810, de R$ 2,0664 para R$ 2,1474. Já o valor da gasolina não sofreu revisão. O reajuste foi divulgado no site da Petrobras, onde a empresa detalha as mudanças nos principais pontos de entrega às distribuidoras.

O litro do diesel mais caro sairá de Uberaba (MG), a R$ 2,1764 o S500, mais poluente, e a R$ 2,2211 o S10, produzido com menos enxofre. Em contrapartida, o combustível mais barato será vendido em Itacoatiara (AM), a R$ 1,9406, no caso do S500, e em Ipojuca (PE), a R$ 1,9602, no caso do S10.

Por Fernanda Nunes
Petrobras

Petrobras anuncia redução de 3% no preço da gasolina nas refinarias

A Petrobras anunciou que, a partir desta terça-feira, o preço da gasolina em suas refinarias vai ter uma queda de aproximadamente 3%, com uma redução de R$ 0,0549 por litro do combustível. No Rio de Janeiro, por exemplo, a gasolina é comercializada por R$ 1,8333. Com a redução anunciada para esta terça, o preço será reduzido para R$ 1,7784.

Em São Paulo, na refinaria de Paulínia, a redução também será na casa dos 3%. O combustível passará dos atuais R$ 1,8528 para R$ 1,7979: queda de 2,96%.

O óleo diesel nas refinarias da Petrobras, entretanto, não terá reajuste.

Embora a estatal tenha reduzido o preço em suas refinarias, a redução depende das políticas das distribuidoras e dos postos de combustíveis para que o consumidor pague menos pelo combustível.

O último reajuste no preço da gasolina nas refinarias tinha sido em 31 de maio. Na ocasião, o preço do combustível apresentou queda de 7,15%, passando de R$ 1,9543 para R$ 1,8144.

No fim de maio, o diesel também foi reajustado, apresentando queda de 6%. Ele foi de R$ R$ 2,3047 para R$ 2,1664.

O GLOBO
Petrobras

Justiça Federal suspende processo de venda de ativos da Petrobras

Estatal informou, em nota, que foi intimada da decisão e tomará as medidas cabíveis em favor de seus interesses e dos seus investidores

A Justiça Federal no Rio de Janeiro concedeu liminar, em ação popular, determinando a suspensão do processo de venda de 100% da participação acionária da Petrobras na Araucária Nitrogenados S.A. (Ansa) e de sua Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III).

A estatal informou, em nota, que foi intimada da decisão e tomará as medidas cabíveis em favor de seus interesses e dos seus investidores.

Para a estatal, o programa de desinvestimentos é importante para a redução do seu nível de endividamento. “A companhia reforça a importância dos desinvestimentos através da gestão de portfólio para a redução do seu nível de endividamento e geração de valor, em linha com seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2023 e Plano de Resiliência”.

Agência Brasil
Petrobras » Rio Grande do Norte

Petrobras vai investir mais de R$ 790 milhões no RN

Petrobras vai investir mais de R$ 790 milhões (US$ 198 milhões) no Rio Grande do Norte em 2019

A Petrobras vai investir mais de R$ 790 milhões (US$ 198 milhões) no Rio Grande do Norte em 2019. A garantia foi dada nesta terça-feira, 28, pelo presidente da empresa, Roberto Castello Branco, que confirmou ainda
a presença em cerca de 60% dos campos terrestres e a reestruturação da refinaria Clara Camarão, em Guamaré.

O anúncio foi feito à governadora Fátima Bezerra, na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, na reunião foi discutir quais os planos de investimento da empresa no Rio Grande do Norte nos próximos anos.

“A audiência foi muito positiva, na medida em que viemos conversar com o presidente sobre a presença da Petrobras no Rio Grande do Norte, partindo do princípio de que ela desempenha um papel muito importante na promoção do desenvolvimento social e econômico do estado”, ressaltou Fátima.

A Petrobras também anunciou estudos para delimitar a área de reserva real do campo marítimo de Pitu, próximo a fronteira do Rio Grande do Norte com o Ceará. Sobre a Clara Camarão, a intenção da empresa é investir diretamente na refinaria ou através de parcerias com grupos privados.

“Saímos muito otimistas, o presidente da Petrobras garantiu não apenas a manutenção, mas a ampliação de investimento no setor de petróleo e gás, que é um dos principais da economia do RN’’, disse o secretário de Estado de Planejamento, Aldemir Freire.

O senador Jean Paul Prates (PT) disse que evento garantiu a presença da Petrobras no RN, apesar de a política de desinvestimentos no plano nacional concentrar investimentos na área marítima.

Agora RN
Governo » Petrobras

Presidente da Petrobras nega interferência do governo

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou ontem (15) que a decisão de suspender o reajuste do óleo diesel foi empresarial, e não uma determinação do governo. O dirigente da petroleira passou a tarde reunido, no Palácio do Planalto, com ministros do governo, para discutir a política de preços de combustíveis e o tabelamento do frete para caminhoneiros. Segundo ele, o presidente da República apenas alertou que o aumento poderia desencadear insatisfação dos caminhoneiros.

“A decisão foi tomada pela diretoria da Petrobras. Ninguém ordenou a Petrobras que [não] reajustasse. O presidente [Bolsonaro] alertou para os riscos”, afirmou. O presidente da Petrobras disse ainda que Jair Bolsonaro quer abordar a questão dos caminhoneiros, mas que a Petrobras é “livre” e “tem vida própria” em relação ao governo.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa em poucas horas por recomendação do presidente da República. O governo informou que quer entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras para pensar medidas que possa minimizar o impacto dos aumentos para os caminhoneiros, mas negou que haja interferência na política de preços da estatal.

No dia que o reajuste foi suspenso, Bolsonaro manifestou preocupação de que alta no preço do combustível possa impactar o setor de transporte de cargas, afetando diretamente os motoristas de carga. Em maio do ano passado, a alta no preço do diesel levou à paralisação da categoria, e que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos, causando prejuízos a diversos setores produtivos.

Após a decisão de suspender o reajuste do diesel na sexta-feira (12), as ações da empresa na Bolsa de Valores registraram desvalorização de 8,54%.

Hoje (16), outra reunião está agendada para tratar do assunto, dessa vez com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Em São Paulo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que “não tem solução fácil” para questão do diesel.

“O presidente Michel [Temer], quando fez o subsídio, faltavam seis meses para acabar o governo. Custou R$ 10 bilhões. O presidente [Jair] Bolsonaro tem ainda três anos e nove meses [de governo]. Ele vai sustentar um subsídio de óleo diesel?”, questionou Maia. “Tem consequências que vão ser mais negativas do que positivas. Acho que o governo vai ter que sair dessa decisão da semana passada com alguma solução, e nenhuma delas será positiva. Vai ter que sinalizar para um lado contra outro lado”, disse.

Agência Brasil
Bolsonaro Presidente » Petrobras

Segundo presidente da Petrobras, preocupação de Bolsonaro com caminhoneiros é legítima

Em nota divulgada no início da noite desta sexta (12), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse ter considerado legítima a preocupação do governo com ameaça de greve dos caminhoneiros e, por isso, suspendeu o reajuste do diesel anunciado na quinta (11).

No texto, ele confirma ter recebido ligação do presidente Jair Bolsonaro antes de tomar a decisão pelo recuo. Na quinta, a Petrobras disse que não houve pedido do governo para suspender o reajuste – que seria o primeiro desde o dia 22 de março.

“Recebi ontem no fim do dia uma ligação telefônica do presidente Bolsonaro me alertando sobre os riscos do aumento do diesel divulgado pela Petrobras”, escreveu Castello Branco, que está em viagem nos Estados Unidos.

“Considerei legítima a preocupação do presidente”, prosseguiu, dizendo que a decisão foi tomada “com base em cálculos técnicos” e na posição de instrumentos de proteção financeira que a companhia diz usar para evitar perdas com a venda de combustíveis abaixo das cotações internacionais.

Ao fim do texto, Castello Branco afirma que a Petrobras é uma empresa “completamente autônoma para a tomada de decisões, coerente com seus fins institucionais e que sempre buscará a defesa dos interesses dos seus acionistas e do Brasil”.

Em resposta a pedido de esclarecimentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Petrobras reforçou que o risco de nova paralisação dos caminhoneiros motivou a decisão.

“Diante do anúncio de reajuste do valor do diesel em 5,7% realizado em 11/04/2019 e das ameaças de nova paralisação [dos caminhoneiros], a União alertou para o possível agravamento da situação e solicitou esclarecimentos à Petrobras”, disse a empresa.

Após o alerta, diz o texto, a companhia revisitou sua estratégia de proteção contra perdas com a venda de combustíveis mais baratos e avaliou que poderia segurar o preço “por mais alguns dias”. O preço do diesel não é alterado desde 22 de março.

Em comunicado enviado na noite desta sexta, após pedido de explicações do órgão regulador do mercado de capitais, a empresa diz que reafirma a manutenção do alinhamento do preço do diesel às cotações internacionais.

As ações da Petrobras despencaram no pregão desta sexta, levando a empresa a perder R$ 32 bilhões em valor de mercado, o que levou a CVM a cobrar explicações.

A autarquia quer saber por que a Petrobras considerou que não era necessária a divulgação de fato relevante ao mercado. O recuo foi publicado no site da empresa no início da noite de quinta e divulgado pela imprensa. A Petrobras defende que comunicou a decisão “tempestivamente”.

Folhapress
Bolsonaro Presidente » Economia » Petrobras

Petrobras suspende reajuste do diesel após pedido de Bolsonaro

A Petrobras suspendeu um reajuste previsto para esta sexta-feira de 5,7% no diesel na refinaria, que passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662. Segundo fonte a par das discussões, ao ser informado da alta de preços, o presidente Jair Bolsonaro teria pedido que a estatal segurasse o aumento no valor do combustível. O Palácio do Planalto considerou a importância do diesel para os caminhoneiros e o custo do transporte de cargas.

De acordo com fontes, a avaliação é que o aumento teria impacto grande para a economia se fosse aplicado agora. Este seria o primeiro reajuste desde que a estatal anunciou uma nova política, no fim de março, que assegura um intervalo mínimo de 15 dias nas revisões de preços para cima ou para baixo.

Em nota, a estatal informou que agiu de acordo com sua estratégia de reajuste de preços e que “revisitou sua posição de hedge (proteção) e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”. A petroleira reforça, no comunicado, que mantém sua política de alinhamento com os preços do mercado internacional.

Os reajustes são divulgados no site da estatal. Durante a tarde, a tabela chegou a ser atualizada para o valor de R$ 2,2662 a partir desta sexta. No fim da noite, porém, a página exibia cotação válida de R$ 2,1432.

Desde o início de 2019, com o fim dos subsídios do governo federal ao combustível, a estatal adotava prazo de sete dias para os reajustes. No fim de março, ampliou o intervalo. Analistas afirmaram na ocasião que a mudança poderia ter sido uma tentativa de evitar uma nova paralisação dos caminhoneiros, insatisfeitos com o preço do produto. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência monitora há meses a movimentação da categoria. Desde o início do ano, o combustível acumula alta de pouco mais de 15% nas refinarias.

No fim de março, a Petrobras já havia anunciado outra medida favorável aos caminhoneiros, com o lançamento do “Cartão Caminhoneiro” , que permitirá a antecipação da compra de volumes maiores de diesel a um preço fixo. Os detalhes, porém, só seriam divulgados após a conclusão de estudos que seriam concluídos no prazo de 90 dias.

Nesta semana, o IBGE divulgou inflação de 0,75% em março, a maior taxa para o mês desde 2015. O resultado foi afetado principalmente por alimentos e combustíveis como álcool e gasolina.

O GLOBO
Economia » Petrobras

Petrobras sobe preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,10

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (4), um aumento de R$ 0,10 no preço do litro da gasolina nas refinarias. O novo valor já começará a ser praticado nesta sexta-feira (5). Segundo a companhia, o litro da gasolina A subiu de R$ 1,8326 para R$ 1,9354. O valor do diesel, por enquanto, segue inalterado, em R$ 2,1432.

Os valores refletem o preço praticado para as distribuidoras, sem tributos, e em cima deles são acrescentados diversos impostos e margens de lucro em cada etapa do processo, até chegar ao valor final nas bombas. Este é livre e regido pelas regras do mercado e varia em cada estado, principalmente pela grande diferença de ICMS.

Em 1º de janeiro deste ano, o preço do litro da gasolina nas refinarias era de R$ 1,5087 e chegou a cair para R$ 1,4337, em 10 de janeiro. Dali em diante, o preço retomou uma tendência de alta gradual, chegando aos valores atuais.

A Petrobras explica que a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras “tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”.

A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.

EBC

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