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Economia » Petrobras

Petrobras anuncia Plano de Resiliência, que prevê ampliação de desinvestimentos

A Petrobras aprovou o que chamou de Plano de Resiliência, que é uma adição ao Plano de Negócios e Gestão 2019-2023. Segundo a companhia, esse novo plano foi estruturado em três alavancas de geração de valor. E a primeira delas é a ampliação do programa de desinvestimentos.

Nesse aspecto, a Petrobras prevê a inclusão de mais campos maduros de petróleo e gás localizados em terra e águas rasas, além de ativos de refino e logística. Segundo a companhia, esse novo plano não contempla ainda a revisão do pacote de desinvestimento de refinarias, que ainda está em estudo.

“Os desinvestimentos de ativos em que não somos donos naturais contribuem para melhorar a alocação do capital aumentando consequentemente a geração de valor. Simultaneamente, viabilizam a redução do endividamento e do custo de capital”, diz a Petrobras em Fato Relevante.

A segunda parte do plano diz respeito aos gastos operacionais gerenciáveis, que a companhia pretende diminuir em US$ 8,1 bilhões, um acréscimo de 6,6% ao valor de R$ 122,6 bilhões previstos no PNG. A Petrobras cita cortes de gastos com pessoal, com anúncio de programa de demissão voluntária, e de despesas discricionárias, como publicidade e patrocínios, além de otimização do uso de prédios administrativos.

A estatal diz que está trabalhando também para liberar o excesso de capital que consta nas disponibilidade de caixa, realocando para usos mais produtivos.

A companhia ressalta que não há previsão de mudanças no PNG 2019-2023. O cronograma referente aos novos sistemas de produção de óleo e gás está mantido, com exceção de Búzios 5, que terá início de operação postergado de 2021 para 2022, tendo em vista atraso no processo de contratação de afretamento de plataforma, com impacto na produção estimado em 60 mil boed no período 2022-2023″, finaliza a Petrobras.

Estadão Conteúdo
Economia » Petrobras

Petrobras tem lucro de R$ 25,7 bilhões em 2018, após quatro anos de prejuízo

A Petrobras teve lucro líquido de R$ 25,779 bilhões em 2018. Foi o primeiro resultado positivo da companhia depois de quatro anos seguidos de perdas e o melhor resultado desde 2011.

O resultado do ano passado, segundo a companhia, foi influenciado pela melhora do lucro operacional e do resultado financeiro, com a redução das despesas com juros originados pela diminuição do endividamento. A empresa também teve crescimento das receitas financeiras devido aos ganhos com a renegociação de dívidas do setor elétrico.

Entre os destaques do resultado do ano estão:

Aumento de 31% nos preços do barril tipo Brent
Desvalorização do real frente ao dólar
Redução de R$ 1,1 bilhão dos juros pagos com o declínio do endividamento
E regularização de créditos de R$ 5,3 bilhões com a Eletrobras

“A performance da Petrobras no ano que passou foi indiscutivelmente a melhor em muitos anos, o que inclui a obtenção de alguns recordes históricos (…) e da interrupção de quatro anos seguidos de prejuízos”, disse o presidente da estatal, Roberto Castelo Branco.

O lucro operacional foi de de R$ 62,957 bilhões em 2018, alta de 77% na comparação com o ano anterior. As receitas somaram R$ 349,8 bilhões, uma alta de 23% sobre 2017.

Nos últimos anos, os resultados da companhia foram influenciados por perdas originadas com a Operação Lava Jato. Em 2017, por exemplo, a Petrobras teve prejuízo de R$ 446 milhões. À época, o desempenho da empresa foi afetado pelo acordo fechado pela companhia para encerrar processos judiciais movidos por investidores nos Estados Unidos e pela adesão a programas de regularização fiscal, que custaram juntos cerca de R$ 21,6 bilhões.

Dívida e investimento em queda

No ano passado, a dívida bruta foi de R$ 326,876 bilhões, uma queda de 10% na comparação com 2017 (R$ 361,483 bilhões).

A companhia reduziu de forma mais intensa a sua dívida de curto de prazo. A queda foi de 38%, de R$ 23,244 bilhões para R$ 14,296 bilhões. A dívida de longo prazo foi reduzida em 8%, de R$ 338,239 bilhões para R$ 312,580 bilhões.

O investimento também apresentou leve recuo no período de 2,8%, passando de R$ 42,4 bilhões para 41,2 bilhões.

Produção e vendas

Na comparação com 2017, a produção de petróleo, gás natural liquefeito e gás natural teve queda de 5%, para 2,628 milhões de barris de óleo equivalente por dia, por conta dos desinvestimentos nos campos de Lapa e Roncador, entre outros.

A Petrobras também divulgou o crescimento de 13% nas vendas de diesel, e uma queda nas vendas de gasolina, por conta da perda de competitividade em relação ao etanol.

Quarto trimestre

No quarto trimestre, o lucro líquido foi de de R$ 2,1 bilhões, uma queda de 68% na comparação com os três meses anteriores.

O resultado refletiu a redução do preço do petróleo tipo Brent no período, a queda das margens nas vendas de derivados e a ocorrência de itens especiais, que totalizaram R$ 6,3 bilhões, tais como acordo com ANP relacionado ao Parque das Baleias e perdas com contingências.

Acionistas

A companhia também informou que a remuneração total aos acionistas será de R$ 7,1 bilhões, sendo R$ 0,2535 por ação ordinária e R$ 0,9225 por ação preferencial.

G1
Bolsonaro Presidente » Petrobras » Política

Patrocínios da Petrobras estão sob revisão, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro informou, pelo Twitter, que os patrocínios concedidos pela Petrobras estão sendo revistos.

“Para maior transparência e melhor empregabilidade do dinheiro público, informamos que todos os patrocínios da Petrobras estão sob revisão, objetivando enfoque principal dos recursos para a educação infantil e manutenção do empregado à Orquestra Petrobras”, escreveu o presidente.

Bolsonaro permanece internado no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, mas pode receber alta ainda esta semana. Para esta quarta-feira (13), não estão previstos compromissos oficiais em sua agenda. As visitas continuam restritas.

Segundo último boletim médico, de ontem à noite, o presidente mantém boa evolução clínica, está afebril, sem dor abdominal e com o quadro pulmonar em resolução.

Ele permanece uma dieta leve e com suplemento nutricional. Bolsonaro está internado desde o dia 27 de janeiro, para a retirada a bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal.

Agência Brasil
Comunicação » Cultura » Mídia » Petrobras

Petrobrás estuda cortar verbas de patrocínio de projeto cultural, mídia e comunicação

As mudanças na política cultural e de publicidade prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro no período eleitoral chegaram à Petrobrás. A empresa avalia romper contratos firmados nos governos anteriores, principalmente com grandes grupos de teatro e cinema e com a imprensa profissional. Na nova gestão, o dinheiro deve ir para as redes sociais e artistas menos conhecidos, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A decisão foi mal recebida internamente por executivos da área de comunicação, que interpretaram a medida como interferência política e ideológica. Um deles chegou a entregar o cargo. A principal reclamação é uma suposta falta de critério para definir os novos beneficiados. Até então, o foco eram projetos alinhados com a imagem que a empresa pretende transmitir aos seus consumidores – de inovação, alto potencial e capacidade técnica única. Com esse propósito, a petroleira patrocinou mais de 4 mil projetos culturais desde 2003, quando foi criado o Programa Petrobrás Cultural, que passou a ser a maior seleção pública do tipo no País.

Juntas, as áreas de cultura e imprensa consumiram quase R$ 160 milhões da estatal no ano passado. Os gastos com publicidade foram de cerca de R$ 120 milhões e com patrocínios culturais, de R$ 38 milhões. A empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, respondeu apenas que “está revisando sua política de patrocínios e seu planejamento de publicidade”. “Os contratos atualmente em vigor estão com seus desembolsos em dia”, afirma a assessoria.

Na mira dos cortes estão contratos ainda vigentes, firmados com grupos culturais de grande visibilidade que recebem verba da estatal há anos. É o caso das companhias de teatro Galpão, de Minas Gerais, que possui contrato ativo de R$ 4,2 milhões até abril de 2020, e Poeira (R$ 1 milhão até fevereiro de 2019), do Rio de Janeiro; da Companhia de Dança Deborah Colker (R$ 4,9 milhões até junho de 2020), do Rio; além da Casa do Choro (R$ 950 mil até março de 2019), no Rio, e o Festival de Cinema do Rio (R$ 750 mil até março de 2019).

Ao todo, a Petrobrás tem contratos de patrocínio ativos firmados em gestão e governos anteriores que somam R$ 3,5 bilhões, segundo dados divulgados em seu site. Alguns deles se estendem até 2021.

A migração da verba de cultura e publicidade para as redes sociais e artistas de menor visibilidade já estava decidida. Diante das divergências internas e alertas para os riscos jurídicos, porém, o tema voltou a ser discutido pelos advogados da empresa, que se sustentam no argumento de corte de custos para justificar as mudanças.

A decisão estava encaminhada a ponto de a área técnica começar a ligar para os responsáveis dos projetos com contratos vigentes para avisá-los da reavaliação dos patrocínios. Pelo menos um deles chegou a ser informado de uma possível suspensão do repasse da verba. Mas, preocupada com questionamentos na Justiça, a empresa resolveu reavaliar o tema. O martelo será batido no próximo dia 12, quando acontecerá nova reunião para decidir a dimensão das mudanças.

Publicidade. Entre os patrocinados, o clima é de expectativa. No meio publicitário, é de descrença de que a Petrobrás será capaz de alterar sua política de comunicação tão radicalmente. Os publicitários já estavam acostumados com a transformação do perfil de gastos da petroleira na última década, período em que estatal realocou parte do dinheiro que era gasto com mídias tradicionais, como TV e jornais, para a internet, e, com isso, incluiu as redes sociais e veículos menos tradicionais entre os agraciados com orçamentos.

De 2008 a 2017, a verba destinada a sites saltou de R$ 2,4 milhões para R$ 33,2 milhões. No mesmo período, o dinheiro para emissoras de televisão aberta minguou de R$ 133 milhões para R$ 59 milhões. Ainda assim, os veículos tradicionais de comunicação nunca chegaram a sair do radar da empresa.

As sinalizações de mudança surgiram antes mesmo de Bolsonaro tomar posse. Em dezembro, pelo Twitter, já eleito, o presidente antecipou que promoveria um rígido controle das concessões feitas por meio da Lei Rouanet. Em sua opinião, “há um claro desperdício” de recursos que poderiam ser aplicados em outras áreas.

Nos primeiros dias do mandato, o governo cancelou um contrato de R$ 30 milhões com a assessoria de imprensa CDN, que cuidava do Palácio do Planalto no exterior. Cortes nas verbas de publicidade da Caixa e do Banco do Brasil também foram anunciados. Segundo afirmou Bolsonaro nas redes sociais, esses gastos são “uma irresponsabilidade em detrimento das reais demandas dos brasileiros e do Estado”.

Grupos esperam não ser afetados
A Companhia de Dança Deborah Colker, o grupo teatral Galpão, a Orquestra Petrobrás Sinfônica e o Grupo Corpo, de dança, esperam não sofrer mudanças no patrocínio da Petrobrás. “Isso porque, no ano passado, cada um acertou novos contratos, alguns com vigência até 2020”, afirma João Elias, diretor executivo de Cia. Deborah Colker. “Mas, se isso acontecer, esperamos que seja apenas uma revisão dos acordos, com alteração nas cifras ou no tempo de validade.”

Elias considera que, se houver modificação no contrato, terá de ser de interesse mútuo. “Pode acontecer de, por exemplo, proporem uma redução do valor, mas um aumento na duração. Aí, faço as contas e vejo se interessa para a companhia.”

Desde 2000 na Cia. de Dança, ele acredita que um dos motivos das mudanças programadas pela Petrobrás no sistema de patrocínio é resquício do período eleitoral. “Ainda não se desarmou o espírito de briga que polarizou a campanha do ano passado.”

O investimento na área cultural feito pela Petrobrás vem diminuindo com o passar dos anos. O grupo Teatro da Vertigem afirma que desde a gestão de Michel Temer não consegue renovar o contrato que foi encerrado no fim de 2018. “Por conta das eleições, a Petrobrás informou que as renovações seriam negociadas posteriormente. O que não aconteceu”, diz a integrante Eliane Monteiro.

Na área de literatura, escritores lamentam a possibilidade do fim de investimentos como o prêmio Petrobrás Cultural de Criação Literária. “Sem esse apoio eu dificilmente teria escrito os livros Guia de Ruas Sem Saída e Noite Dentro da Noite”, afirma o escritor Joca Reiners Terron.

Estadão Conteúdo
Lava Jato » Petrobras

Em acordo com a Lava Jato, Petrobrás deposita R$ 2,5 bi para projetos contra a corrupção

A Petrobrás, nesta quarta-feira, 30, depositou R$ 2.567.756.592,00 em conta vinculada à 13ª Vara Federal de Curitiba, em cumprimento a acordo feito com os procuradores integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Paraná em 23 de janeiro deste ano e homologado pela Justiça dois dias depois.

As informações foram divulgadas pela Procuradoria da República do Paraná. “O acordo estabeleceu uma revisão periódica do programa de compliance da estatal e um depósito judicial de US$ 682,5 milhões (R$ 2,5 bilhões). Esse valor corresponde a 80% das penalidades definidas no acordo celebrado pela Petrobras com autoridades dos Estados Unidos, divulgado em setembro de 2018, e isenta a Petrobras de pagar esse montante naquele país”, afirma a Procuradoria.

O Ministério Público Federal afirma que ‘metade do valor pago no Brasil será destinada a um fundo patrimonial (endowment), cuja gestão será feita por uma fundação independente, ainda em fase de criação’. “Caberá a essa instituição definir a distribuição dos rendimentos para projetos de combate à corrupção e promoção da cidadania. A outra metade do valor depositado hoje será utilizada para eventual ressarcimento de investidores nacionais e poderá ser acrescida ao fundo patrimonial, caso não seja empregada integralmente”.

A escolha pela fundação das iniciativas deve levar em consideração objetivos apartidários já definidos, como o reforço de valores democráticos, a conscientização da importância da integridade no setor público e privado, a elaboração de estudos sobre corrupção e impunidade e o fomento da cidadania participativa. Outros critérios de avaliação priorizam programas voltados para comunidades prejudicadas pela corrupção em geral e também aquelas afetadas pela paralisação de obras e projetos da Petrobras associada aos casos desvendados pela operação Lava Jato. Até 25% dos rendimentos do fundo poderão ser empregados, ainda, na reparação, proteção e promoção de direitos afetados pela corrupção, como saúde, educação, segurança, meio ambiente e proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A fim de assegurar maiores rendimentos para os valores depositados, que não se confundem com depósito judicial, o Ministério Público Federal obteve junto à Caixa Econômica Federal a remuneração de 100% da SELIC na aplicação dos recursos, descontada uma taxa mensal de manutenção de R$ 12.500,00. Com base na SELIC atual (6,5%a.a.), o rendimento estimado dos recursos no primeiro ano supera R$ 160 milhões, um resultado bem superior ao originalmente previsto. A título de parâmetro, depósitos judiciais são legalmente remunerados pela TR, que foi baixa nos últimos anos (p. ex., 0,60% em 2017 e 0% em 2018).

Fundação administrará recursos – Impenhorável e inalienável, o fundo permitirá que investimento social seja realizado ao longo de décadas, com os rendimentos do valor principal. A Petrobras não terá nenhuma ingerência na fundação gestora. A constituição da entidade está sob responsabilidade do MPF que pode buscar auxílio de parceiros da sociedade civil e do poder público. “Já foram feitos contatos com o Ministério Público do Estado do Paraná, que prontamente se disponibilizou para oferecer valiosa contribuição. A instituição não só tem quadros qualificados e larga experiência nesse assunto mas também possui atribuição legal para criar fundações em certas hipóteses”, afirma o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato em Curitiba.

A constituição da fundação será supervisionada por um comitê de curadoria social, composto por até cinco cidadãos, indicados por instituições sólidas, que tenham reputação ilibada e experiência comprovada em organizações da sociedade civil, em investimento social e/ou nas áreas temáticas previstas para destinação de valores.

O acordo prevê várias medidas de salvaguarda para fortalecer a transparência, a integridade e a independência da fundação, bem como para permitir a ampla participação da sociedade na gestão. A futura instituição deverá, por exemplo, reforçar a legitimidade dos projetos escolhidos por meio de uma curadoria plural, de uma ampla consulta da sociedade e de salvaguardas contra conflito de interesses. Adotar uma gestão profissional dos recursos, primar pela transparência com prestação de contas pública e periódica, institucionalizar instrumentos de governança e conformidade (compliance), garantir a realização de auditorias independentes e construir um plano de investimentos racional, sem concentração ou dispersão de recursos, são critérios que também estão previstos para a fundação e são detalhados no acordo.

Desde a divulgação do acordo entre Petrobras e Estados Unidos, a força-tarefa Lava Jato tem recebido diversos pedidos de recursos, mas apenas a fundação poderá avaliar os projetos e decidir quais serão contemplados. A criação da fundação, o início de suas atividades e a abertura de prazos ou editais para candidatura serão amplamente divulgados oportunamente.

Petrobras » Rio Grande do Norte

Petroleiros do RN criticam projeto de concessão da cessão onerosa do Pré-Sal

Os trabalhadores do setor petrolífero no Rio Grande do Norte são contrários ao projeto venda de excedentes da cessão onerosa dos campos do Pré-Sal. Estudos do ministério da Economia apontam que o governo pode arrecadar cerca de R$ 100 bilhões com o negócio.

A cessão onerosa foi assinada em 2010, durante o processo de capitalização da Petrobras, o que garante à companhia o direito a explorar 5 bilhões de barris sem licitação dos campos do Pré-Sal. A atual proposta é de comercializar a exploração de seis áreas petrolíferas.

Segundo Ivis Corsino, presidente do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte (Sindipetro), a exploração da cessão onerosa deve ficar com a Petrobras. “O governo Federal quer pegar esta área da cessão onerosa e vender, para que seja explorado em regime de concessão. Temos um posicionamento contrário. A distribuição desta riqueza não está bem difundida na sociedade”, ressalta.

Atualmente, o projeto para a comercialização do excedente do Pré-Sal está sob análise do Senado Federal. A expectativa do presidente Jair Bolsonaro é que a discussão seja encerrada ainda no primeiro semestre deste ano. “Nós temos defendido, como categoria petroleira, a manutenção da exploração da cessão com a Petrobras, uma vez que há um contrato da União com a Petrobras”, defende Ivis Corsino.

O presidente do sindicato falou, também, sobre a pressão dos governadores em acelerar a votação, como é o caso da representante do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, que discutiu sobre a distribuição dos recursos da cessão onerosa com representantes do ministério da Economia. A expectativa do governo estadual é a de utilizar o dinheiro para pagar dívidas e os salários dos servidores. “Acreditamos que a discussão açodada ou apressada sobre o assunto não é o melhor para nenhuma Estado brasileiro”, detalha.

O sindicalista também falou sobre a redução dos investimentos da Petrobras no Rio Grande do Norte. Ele aponta que houve uma redução de 73% dos trabalhadores do setor nos últimos três anos. “Houve uma redução de 15 mil trabalhadores para cerca de 4 mil. Não há expetativa de contratações”, pondera.

Ele também falou sobre a decisão da companhia em deixar 70% das 70% das 254 concessões no Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito no início do ano pele Petrobras. “Em janeiro de 2017, o Rio Grande do Norte produzia 60 mil barris por dia. Hoje, em 2019, a produção está em 40 mil barris”, reclama.

Gasolina » Petrobras

Petrobras eleva em 2,12% preço médio da gasolina; diesel sobe 1,51%

A Petrobras anunciou alta de 2,12% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sábado, dia 19, para R$ 1,5308. Além disso, a estatal anunciou alta de 1,51% no preço do diesel, para R$ 1,9778, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, “conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”.

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Agora RN
Petrobras

Petrobras reduz preço da gasolina em 1,38% nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma redução de 1,38% no preço da gasolina vendida em suas refinarias. O litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,4337 a partir desta quarta-feira (9), dois centavos a menos do que o preço praticado hoje (R$ 1,4537).

Essa é a terceira queda consecutiva do preço do combustível, que começou o ano sendo vendido a R$ 1,5087 por litro. Desde o dia 1º, a gasolina acumula queda de 4,97% no preço nas refinarias da estatal. O preço do diesel foi mantido em R$ 1,8545, o mesmo valor desde 1º de janeiro.

Agência Brasil
Economia » Petrobras

Petrobras eleva em 1,12% preço médio da gasolina nas refinarias nesta quinta

A Petrobras anunciou alta de 1,12% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta quinta-feira, dia 13, para R$ 1,6121. O preço do diesel, por sua vez, permanece em R$ 1,7984 até 15 de dezembro, diante dos novos valores dos preços de referência para o quinto período da terceira fase do programa de subvenção ao diesel, de acordo com a estatal. Em 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

Istoé Dinheiro
Notícias » Petrobras

EXCLUSIVIDADE: ‘Não há monopólio’ de gás natural, diz Petrobras, sobre acusação da JBS

Resposta à acusação feita pelo empresário Joesley Batista.

A Petrobras afirmou que “não há monopólio” em gás natural. Trata-se de resposta à acusação feita pelo empresário Joesley Batista, um dos sócios da J&F, holding do Grupo JBS, de que a Petrobras monopoliza o acesso ao gás natural no Brasil e, por isso a térmica Mário Covas, controlada pelo grupo em Cuiabá (MT), não pode gerar energia.

“O projeto original da usina previa o uso do gás da Bolívia sem participação da Petrobras, o que continua possível hoje tanto quanto ao gás, que pode ser adquirido diretamente na Bolívia, quanto ao transporte e distribuição do mesmo. Além disso, a usina pode funcionar também a óleo diesel”, afirmou a Petrobras ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado

Em sua delação, Batista disse ter pedido ao deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para interceder no processo contra a Petrobras no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aberto pela Empresa Produtora de Energia (EPE) Cuiabá, operadora da térmica controlada pela J&F. No processo, a estatal é acusada de monopolizar o acesso ao gás natural e impossibilitar a compra do combustível para gerar energia pela térmica EPE.

Em comunicado oficial, o Cade negou influência política em suas decisões. “A EPE fez ou reiterou seu pedido de medida preventiva ao menos seis vezes, pedido esse que não foi deferido pelo Cade em nenhum momento. Também não houve, até agora, qualquer parecer ou decisão do Cade em favor da EPE, tendo sido expedidos inúmeros ofícios e atos instrutórios conduzidos pela área técnica do órgão, o que demonstra que o caso tem sido conduzido dentro da normalidade e sem quaisquer favorecimentos.”

Agência Estado

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