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Gasolina » Petrobras

Petrobras eleva em 2,12% preço médio da gasolina; diesel sobe 1,51%

A Petrobras anunciou alta de 2,12% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sábado, dia 19, para R$ 1,5308. Além disso, a estatal anunciou alta de 1,51% no preço do diesel, para R$ 1,9778, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, “conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”.

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Agora RN
Petrobras

Petrobras reduz preço da gasolina em 1,38% nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma redução de 1,38% no preço da gasolina vendida em suas refinarias. O litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,4337 a partir desta quarta-feira (9), dois centavos a menos do que o preço praticado hoje (R$ 1,4537).

Essa é a terceira queda consecutiva do preço do combustível, que começou o ano sendo vendido a R$ 1,5087 por litro. Desde o dia 1º, a gasolina acumula queda de 4,97% no preço nas refinarias da estatal. O preço do diesel foi mantido em R$ 1,8545, o mesmo valor desde 1º de janeiro.

Agência Brasil
Economia » Petrobras

Petrobras eleva em 1,12% preço médio da gasolina nas refinarias nesta quinta

A Petrobras anunciou alta de 1,12% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta quinta-feira, dia 13, para R$ 1,6121. O preço do diesel, por sua vez, permanece em R$ 1,7984 até 15 de dezembro, diante dos novos valores dos preços de referência para o quinto período da terceira fase do programa de subvenção ao diesel, de acordo com a estatal. Em 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

Istoé Dinheiro
Notícias » Petrobras

EXCLUSIVIDADE: ‘Não há monopólio’ de gás natural, diz Petrobras, sobre acusação da JBS

Resposta à acusação feita pelo empresário Joesley Batista.

A Petrobras afirmou que “não há monopólio” em gás natural. Trata-se de resposta à acusação feita pelo empresário Joesley Batista, um dos sócios da J&F, holding do Grupo JBS, de que a Petrobras monopoliza o acesso ao gás natural no Brasil e, por isso a térmica Mário Covas, controlada pelo grupo em Cuiabá (MT), não pode gerar energia.

“O projeto original da usina previa o uso do gás da Bolívia sem participação da Petrobras, o que continua possível hoje tanto quanto ao gás, que pode ser adquirido diretamente na Bolívia, quanto ao transporte e distribuição do mesmo. Além disso, a usina pode funcionar também a óleo diesel”, afirmou a Petrobras ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado

Em sua delação, Batista disse ter pedido ao deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para interceder no processo contra a Petrobras no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aberto pela Empresa Produtora de Energia (EPE) Cuiabá, operadora da térmica controlada pela J&F. No processo, a estatal é acusada de monopolizar o acesso ao gás natural e impossibilitar a compra do combustível para gerar energia pela térmica EPE.

Em comunicado oficial, o Cade negou influência política em suas decisões. “A EPE fez ou reiterou seu pedido de medida preventiva ao menos seis vezes, pedido esse que não foi deferido pelo Cade em nenhum momento. Também não houve, até agora, qualquer parecer ou decisão do Cade em favor da EPE, tendo sido expedidos inúmeros ofícios e atos instrutórios conduzidos pela área técnica do órgão, o que demonstra que o caso tem sido conduzido dentro da normalidade e sem quaisquer favorecimentos.”

Agência Estado
Petrobras

Petrobrás vende subsidiária no Chile por US$ 470 milhões

Petrobras concluiu venda no Chile.

A Petrobrás concluiu nesta quarta-feira, 4, a operação de venda de 100% da Petrobrás Chile Distribuición (PCD) para a Southern Cross Group. O valor da entrada de caixa resultante da operação foi de US$ 470 milhões, dos quais US$ 90 milhões foram oriundos da distribuição de dividendos líquidos de impostos da PCD, ocorrida em 09 de dezembro, e os demais US$ 380 milhões foram pagos hoje. Este valor, segundo a empresa, ainda está sujeito a ajustes finais.

A PCD é a companhia de distribuição de combustíveis da Petrobrás no Chile e possui 279 postos de serviços, uma unidade de lubrificantes, oito terminais de distribuição, operações em 11 aeroportos e participação em duas empresas de logística. A operação também inclui o licenciamento das marcas Petrobrás e Lubrax, por um período de oito anos, podendo ser renovado.

A Southern Cross Group é um fundo de private equity, com US$ 2,9 bilhões em ativos sob gestão, e com foco em investimentos na América Latina, em empresas nos setores industriais, de serviços, logística e de produtos de consumo.

“A operação é parte integrante do plano de parcerias e desinvestimentos 2015-2016, que atingiu US$ 13,6 bilhões no biênio. A venda está alinhada ao Plano Estratégico da Petrobrás que prevê a otimização do portfólio de negócios”, afirma a estatal.

Agência Estado
Petrobras

Petrobrás vende complexo petroquímico e fatia na Guarani por US$ 587 milhões

O Conselho de Administração da Petrobrás aprovou ontem a venda do Complexo Petroquímico de Suape (PQS), em Pernambuco, e também sua participação na usina Guarani. Com os dois negócios, avaliados em US$ 587 milhões, o programa de desinvestimento da estatal somou US$ 13,6 bilhões em 2015 e 2016, ficando abaixo da meta estabelecida para o período, que era de US$ 15,1 bilhões.

A venda do complexo de Suape envolveu a Companhia Petroquímica de Pernambuco e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe) e foi fechada por US$ 385 milhões. Duas subsidiárias da mexicana Alpek, uma das principais líderes globais na fabricação de poliéster, arremataram as empresas brasileiras.

Segundo informou a Petrobrás, a conclusão da operação deverá ser precedida por uma reestruturação das dívidas de longo prazo das duas companhias e estará sujeita às aprovações de sua Assembleia Geral Extraordinária, do Conselho de Administração do Alfa (dono da Alpek) e das autoridades brasileiras de concorrência (Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade).

Açúcar. Por meio da sua subsidiária na área de biocombustíveis, a estatal também se desfez de sua participação na Guarani, terceira maior produtora de açúcar do País, com sete unidades industriais no Estado de São Paulo e uma no continente africano, em Moçambique. Por US$ 202 milhões, a francesa Tereos, que já detinha 54,03% do capital social da Guarani, comprou a parte da Petrobrás no negócio, tornando-se a única acionista da empresa.

A transação ainda está sujeita à aprovação do Cade. Após a conclusão do negócio, a Guarani deverá passar a chamar Tereos Açúcar e Energia Brasil.

Em nota, a Petrobrás informou que o programa de desinvestimento já previa sua saída integral das atividades de produção de biocombustíveis.

“Para a Tereos, esta aquisição é uma oportunidade para fortalecer sua presença no Brasil, líder global na produção de açúcar”, disse o diretor-presidente da Tereos, Alexis Duval.

O Brasil é o maior produtor e exportador de açúcar, com participação de cerca de 50% das exportações mundiais. A companhia francesa, por sua vez, é a terceira maior produtora de açúcar no mundo.

 

Abaixo da meta. Em fato relevante, a Petrobrás atribuiu o não atingimento da meta de desinvestimento de ativos à decisão liminar da Justiça de Sergipe, “impedindo a conclusão das negociações dos campos de Tartaruga Verde e Baúna, localizados, respectivamente, na Bacia de Campos e na Bacia de Santos, para as quais a Petrobrás já estava em estágio avançado de negociação”, com apresentação de proposta vinculante, conforme divulgado em fato relevante de 6 de outubro de 2016.

Diante disso, informou a empresa, a meta do programa de parcerias e desinvestimentos para o biênio 2017-2018 será automaticamente acrescida dos valores referentes a esses campos, passando de US$ 19,5 bilhões para US$ 21 bilhões no período.

A estatal esclareceu ainda que os dois acordos fechados fazem parte das cinco transações que podem ter seus contratos assinados conforme a decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU).

No último dia 20, a Petrobrás informou ao mercado que não dará início a novos projetos de desinvestimentos até que o TCU tome uma posição sobre qual deverá ser a estratégia da estatal para a venda de ativos. O órgão suspendeu as operações em decisão cautelar. Na época, a petroleira ressalvou que a decisão de barrar as negociações não se aplicaria, entretanto, às transações com contratos já assinados.

Com a decisão do TCU, foram adiados negócios, entre eles, a venda da fatia na BR Distribuidora, que é aguardada pelo mercado e tem vários interessados.

Agência Estado
Petrobras

Petrobrás fecha acordo de US$ 2,2 bilhões com a empresa francesa Total

Acordo também prevê parcerias em processamento geológico e produção de submarinos.

Acordo também prevê parcerias em processamento geológico e produção de submarinos.

A Petrobrás deu um novo passo para atingir sua meta de vendas de ativos para o ano ao anunciar a ampliação de sua parceria com a francesa Total. A companhia fechou acordo de US$ 2,2 bilhões com a Total, que inclui a venda de fatias de campos do pré-sal. Com o negócio, a petroleira chega a US$ 13 bilhões em ativos vendidos entre o ano passado e 2016, próxima dos US$ 15,1 bilhões previstos até o dia 31.

Dos US$ 2,2 bilhões, US$ 1,6 bilhão entrarão no caixa da companhia em 60 dias, quando o acordo for assinado de fato. Além disso, a Total irá assumir US$ 600 milhões em investimentos que seriam feitos pela Petrobrás nas áreas negociadas. As empresas serão parceiras nos campos de Iara e Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos, e em duas usinas térmicas.

“Dinheiro não tem carimbo. Entrou no caixa, é um dinheiro importante para nós”, disse Pedro Parente, presidente da petroleira, complementando que o acordo vai ajudar a empresa a pagar dívidas. A Petrobrás busca se livrar do título de petroleira mais endividada do mundo.

Sobre a meta de desinvestimentos, o executivo diz que, caso a meta de US$ 15,1 bilhões até o dia 31 não seja alcançada, a meta de desinvestimentos para 2017 será elevada.

O acordo envolve a cessão de 22,5% dos direitos na área de concessão de Iara, que inclui os campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu. A Petrobrás continuará como operadora e também deterá a maior participação na área, de 42,5%. No campo de Lapa, haverá cessão de direitos de 35%, com a transferência da operação para a Total. A Petrobrás ficará com 10% de participação nesta concessão.

Apesar do plano estratégico da estatal prever investimentos exclusivamente no Brasil, “oportunidades serão avaliadas” no mercado internacional, segundo Parente. A diretora de exploração e produção da Petrobrás, Solange Guedes, adiantou que a intenção é estudar negócios na África, Golfo do México e Uruguai. Ao todo, Petrobrás e Total já são parceiras em 19 consórcios de exploração e produção no Brasil e no exterior, entre eles projetos importantes como a área de Libra, no pré-sal da Bacia Santos.

Na África, as empresas estudarão áreas na Nigéria, Gabão, República do Congo e Angola. No Brasil, avaliam oportunidades nas bacias do Foz do Amazonas, Pelotas e Espírito Santo, além dos blocos de pré-sal, onde a petroleira francesa adquiriu participações da Petrobrás.

O negócio prevê ainda a opção da Petrobrás participar de 20% da área de Perdido Foldbelt, no Golfo do México, recém adquirida pela Total. Esse negócio não envolveria desembolso por parte da Petrobrás.

O acordo, apesar de fazer parte da meta de desinvestimentos, não está inserido na limitação imposta pelo Tribunal de Contas da União (TCU). No início do mês, o TCU aprovou medida cautelar que proíbe a Petrobrás de assinar novos contratos de venda de ativos. Mas liberou a empresa a continuar as negociações já em curso. O tribunal questiona o sistema de venda de ativos adotado pela estatal.

Cortes. A limitação do TCU, segundo Parente, diz respeito a desinvestimento. Neste caso, a venda de ativos é uma parceria, cujo foco é estratégico. O executivo informou ter procurado a equipe técnica do Tribunal para esclarecer as condições do acordo com a Total.

“Existe clara diferença entre parceria estratégica e desinvestimento”, disse. Ele argumenta que, em um desinvestimento, a Petrobrás deixa o negócio, enquanto, neste caso, a ideia é atuar conjuntamente, e, se houver oportunidades, ampliar a parceria em novos negócios.

Agência Estado
Economia » Petrobras

Petrobras anuncia redução no preço dos combustíveis

Petrobras anuncia redução do preço do diesel em 10,4% e da gasolina em 3,1%

A redução será no preço do diesel em 10,4% e da gasolina em 3,1%

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma nova redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A queda do preço do diesel será de 10,4% do e da gasolina, de 3,1%. Em outubro, a Petrobras já havia reduzido o preço da gasolina e do diesel, na primeira queda desde 2009. No entanto, a redução não foi passada pelos postos aos consumidores.

Segundo a Petrobras, se a redução desta terça for integralmente repassado nas bombas ao consumidor final, o preço do diesel pode cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro. Já o efeito sobre os preços da gasolina seria de queda de 1,3% ou R$ 0,05 por litro. A empresa, no entanto, lembra que a queda do preço para o consumidor final não é direta, e “dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis”.

G1
Economia » Notícias » Petrobras

MUITO ALÉM DA CRISE: Petrobras é eleita a marca com a cara do Brasil

Pela primeira vez a categoria figura na Folha Top of Mind. A petroleira se destacou entre os homens (18%), mais escolarizados (20%) e mais ricos (34%). Também foi mais citada no Sudeste (17%).

Pela primeira vez a categoria figura na Folha Top of Mind. A petroleira se destacou entre os homens (18%), mais escolarizados (20%) e mais ricos (34%). Também foi mais citada no Sudeste (17%).

Bianchi e a Interbrand fizeram, em 2014, um estudo sobre atributos do país que extrapolassem clichês e definissem a imagem brasileira para além do turismo. “Vivemos um momento conturbado, mas nosso olhar tende a ser mais otimista. Essa capacidade de reconstrução é muito definidora do nosso país.”

Nenhuma outra empresa viu sua capacidade de reconstrução tão posta em xeque quanto a estatal nos últimos anos. É dela a maior receita líquida anual do país, R$ 321,638 bilhões em 2015, o dobro da segunda colocada e o equivalente ao PIB de Cuba. Já a dívida beira R$ 500 bilhões. Fechou 2015 com prejuízo de R$ 35 bilhões. Além disso, tem seu nome envolvido na Lava Jato. Mas apesar de tanta crise na companhia e na economia a marca não foi afetada.

Para o presidente da Petrobras, Pedro Parente, o brasileiro tem ligação de orgulho e reconhecimento com a estatal por seu sucesso e sua capacidade de vencer desafios. “É uma empresa que se supera e que vai se superar novamente. Tem alcançado resultados extraordinários e é conhecida mundialmente por sua tecnologia do pré-sal.”

Folha de São Paulo
Economia » Petrobras

Petrobras vende fatia em área do pré-sal por US$ 2,5 bilhões

Em comunicado divulgado na madrugada desta sexta, a estatal informou que a primeira parcela, de US$ 1,25 bilhão, será paga no fechamento da operação.

Em comunicado divulgado na madrugada desta sexta, a estatal informou que a primeira parcela, de US$ 1,25 bilhão, será paga no fechamento da operação.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (29) a maior operação, até agora, de seu plano de desinvestimento: a venda de sua participação da área de Carcará, no pré-sal, para a norueguesa Statoil por US$ 2,5 bilhões.

A Petrobras tem 66% da área, que já tem descobertas de petróleo, mas ainda não está em operação. Os outros sócios são a portuguesa Petrogral, com 14%, a Queiroz Galvão Exploração e Produção e a Barra Energia, ambas com 10%.

Em comunicado divulgado na madrugada desta sexta, a estatal informou que a primeira parcela, de US$ 1,25 bilhão, será paga no fechamento da operação, que depende ainda da consulta aos demais sócios pelo direito de preferência e da aprovação das autoridades competentes.

O restante será pago em parcelas relacionadas a determinados eventos, informou a estatal. Um deles é o acordo de unitização da área —quando concessionários e governo negociam a exploração de uma parte da jazida que se estende para fora da área de concessão.

“A operação faz parte da política de gestão de portfólio da Petrobras, que prioriza investimentos em ativos com maior potencial de geração de caixa no curto prazo e com maior possibilidade de otimização de capital e de ganhos de escala, devido à padronização de projetos de desenvolvimento da produção”, afirma a empresa no comunicado.

O analista André Nadal, do Credit Suisse, lembra que a estatal já havia adiado o início da produção na área para depois de 2020, quando anunciou a última revisão de seu planejamento estratégico, em 2015. Com poucos recursos em caixa e elevada dívida, a empresa decidiu focar nos projetos hoje em operação, como Lula e Sapinhoá, e na área da cessão onerosa.

“Sua venda traz de volta ao presente uma receita que, de outra forma, só estaria disponível no futuro”, escreveu Nadal, em relatório divulgado a seus clientes ainda na madrugada desta sexta.

Carcará fica na Bacia de Santos, a cerca de 200 quilômetros do litoral de São Paulo. A descoberta foi feita em um bloco exploratório arrematado pela Petrobras e seus sócios em 2000, na segunda rodada de licitações de áreas petrolíferas do país.

Com a descoberta do pré-sal, percebeu-se que a jazida se estendia para além da área concedida no passado e, por isso, as empresas terão que negociar com a União qual a parcela de cada parte nas reservas. A parcela do governo deve ser leiloada no ano que vem, em licitação de áreas do pré-sal.

Folha de S.Paulo

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