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OPERAÇÃO: Batalhão de Choque adentra Alcaçuz para realizar transferência de presos do Sindicato

Veículo blindado do Batalhão já está dentro de Alcaçuz.

O Batalhão de Choque adentrou as imediações da penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, no começo da tarde desta quarta-feira (18). A entrada foi negociada com os presos com o intuito de realizar a contenção dos detentos membros do PCC para que os integrantes do Sindicato do Crime possam ser levados e transferidos pelos agentes para outras penitenciárias do estado. Está confirmado que parte destes presidiários será transferida para a Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), onde se encontram detidos mais membros do Sindicato.

No momento, viaturas do Grupo de Operações Especiais cercam a penitenciária em apoio ao Batalhão de Choque, enquanto o helicóptero Potiguar I sobrevoa a área também em suporte à operação. Alguns presos, que estavam nos telhados dos pavilhões se recolheram diante da ação policial. Ao todo, quatro ônibus estão à espera do desfecho da operação para que possam levar os detentos.

A medida é um plano do governo do Rio Grande do Norte para que se possa construir um muro provisório para separar os pavilhões rivais. Anteriormente, o governador Robinson Faria (PSD) havia dito que não mandaria forças policiais para dentro do presídio receando que pudesse culminar em um massacre semelhante ao ocorrido em Carandiru, em 1992.

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MAIS UM: Oitavo corpo de detento assassinado na Penitenciária Estadual de Alcaçuz é identificado

O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) identificou o oitavo corpo, dentre os 26 retirados da Penitenciária Estadual de Alcaçuz durante a rebelião na unidade prisional. O detento é Luiz Carlos da Costa, identificado através de exame de necropapiloscopia.

Até agora, a lista de detentos identificados é a seguinte: Tarcisio Bernardino da Silva, Antonio Barbosa do Nascimento Neto, Jefferson Souza dos Santos, Jefferson Pedroza Cardoso, Anderson Barbalho da Silva, George Santos de Lima, Diego de Melo Ferreira e, por último, Luiz Carlos da Costa.

O trabalho de identificação conta com o apoio da Polícia Federal, que enviou papiloscopistas para ajudar no processo. A expectativa é de que mais corpos sejam identificados até o fim do dia.

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Presos são transferidos da Penitenciária de Parnamirim para a Zona Norte

Reprodução

O Governo do Estado inciou a transferência de detentos da Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP) na manhã desta quarta-feira (18). Foram transportados 119 apenados para o Presídio Provisório Raimundo Nonato, na zona Norte de Natal. Além disso, outros 116 presos serão transferidos do Raimundo Nonato para o Presídio de Parnamirim.

Os presos foram distribuídos em pelo menos três ônibus e deixaram o PEP por volta das 10h30. Viaturas da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e da Polícia Rodoviária Federal compõem o comboio.

A Penitenciária de Parnamirim é controlada por presos ligados à facção Sindicato do RN. Há a possibilidade de que os detentos sejam levados para a Penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Essa informação não foi confirmada pelas autoridades de segurança do estado.

O envio dos presos para Alcaçuz seria parte da operação de retirada de membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) do presídio. Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPChoque) e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) estão em Alcaçuz desde as primeiras horas da manhã para conduzir a transferência.

Membros das facções PCC e Sindicato do RN entraram em confronto no último sábado (14). O conflito já deixou pelo menos 26 mortos e dezenas de feridos. O Governo do Estado trabalha para conter a rebelião.

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Comboio para transferência de presos chega a Alcaçuz

Um comboio para transferir detentos chegou na manhã desta quarta-feira (18) à Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Grande Natal, onde presos de duas facções rivais passaram a noite em barricadas montadas durante a terça-feira (17).

O comboio é formado por um ônibus e veículos do Batalhão de Operações Especiais e do Batalhão de Choque da Polícia Militar e do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil.

O governo do Rio Grande do Norte confirma a intenção de transferir nesta manhã os detentos do Sindicato RN, que domina quatro dos cinco pavilhões do presídio. O número de presos a serem transferidos e o destino deles não foi informado.

 

G1 RN
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Itep identifica 7 dos 26 corpos de presos mortos em rebelião no RN

Ao todo, até o momento, Itep já recolheu corpos de 26 presos em Alcaçuz (Foto: Divulgação/PM)

Dos 26 corpos encontrados após a rebelião da Penitenciária de Alcaçuz, sete já foram identificados. Essa já é a rebelião mais violenta da história do Rio Grande do Norte. 15 detentos foram decapitados e dois dos presos mortos tiveram os corpos carbonizados. Segundo o Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), o trabalho de identificação dos cadáveres pode demorar até um mês.

Nesta terça-feira mais três mortos foram identificados. São eles: Tarcisio Bernardino da Silva, Antonio Barbosa do Nascimento Neto e Jefferson Souza dos Santos. Na segunda-feira (16) os corpos de Jefferson Pedroza Cardoso, Anderson Barbalho da Silva, George Santos de Lima e Diogo de Melo Ferreira foram identificados.

Segundo o Itep, os corpos estão em uma carreta-frigorífico no quartel da Polícia Militar e serão levados de quatro em quatro para o Instituto. Os peritos coletarão as impressões digitais dos mortos e farão exame de raio-x da face, que deve ajudar a identificar os detentos pela arcada dentária. Além disso, legistas do Ceará e da Paraíba foram deslocados para ajudar no trabalho de identificação.

Depois que todos forem examinados, os dados coletados serão cruzados com o sistema de identificação do Instituto, que entrará em contato com as famílias dos presos conforme eles forem identificados.

A assessoria da Sejuc informou que a busca de corpos nas fossas será feita pelos bombeiros quando houver segurança para os profissionais. Por volta da 13h30 desta terça-feira (17), uma escavadeira chegou ao presídio. De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, o equipamento será usado para diligências em busca de novos corpos dentro da unidade.

G1 RN
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AMEAÇAS: ‘A gente só sai daqui quando derramar a última gota de sangue’, diz preso em Alcaçuz

Presos seguram objetos pontiagudos em cima dos pavilhões de Alcaçuz.

Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Região Metropolitana de Natal, ameaçam promover uma nova matança caso o governo estadual não transfira detentos ligados a uma facção rival para outra unidade prisional. É o que avisa um preso que conversou por telefone com a reportagem do GLOBO por volta das 18h30m de ontem terça-feira (17).

“Nós não quer o PCC aqui não, nós quer que tire eles. E eles (governo) tinham até hoje para tirar eles (preso). Não tirou. Com quatro dias que não tiraram, hoje, nós vamos matar tudinho — diz o preso, que se intitula membro do Comando Vermelho e aliado do Sindicato do RN. — Nós quer que tire eles. Bote eles pra Caraúba, Mossoró, bote pros infernos da terra, mas não deixe perto de nós. Porque Alcaçuz é só nossa. Tá entendendo? É só nós. Aqui a gente só sai quando derramar a última gota de sangue”, prometeu.

Segundo o preso, a situação em Alcaçuz é crítica. Ele diz que há detentos com ferimentos à bala e cortes. Ele não descarta que outros presos tenham sido mortos além dos 26 contabilizados pelo governo.

O GLOBO conversou com o preso por cerca de três minutos por intermédio de sua mulher, de 19 anos, que não quis se identificar e mantém conversas regulares com o marido por telefone. Ontem, de um morro próximo ao presídio, ela acenava para o marido enquanto acompanhava a movimentação dos detentos.

“Olha lá, é aquele com uma bandeira azul perto do pavilhão cinco. Ele está vivo, você está vendo?”, disse a jovem.

Nesta terça-feira, ao longo do dia, foi possível ver a divisão dos presos em grupos rivais no pátio da penitenciária. Separados por barricadas, os bandos se ameaçavam munidos de paus e objetos pontiagudos. Sons de tiros e bombas foram ouvidos de fora da penitenciária. No início da tarde, a tentativa de invasão do Pavilhão 5 provocou um corre-corre na área interna da unidade, quando policiais militares, localizados em uma guarita, atiraram para conter os presos do Pavilhão 1. Houve mais quatro tentativas de ataque durante a tarde.

Pela manhã, em Brasília, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), disse que o presídio estava sob controle. Pouco antes, os presos haviam voltado a ocupar os telhados da unidade. Segundo Faria, a tentativa de retomar o controle da penitenciária poderia provocar um novo massacre em Alcaçuz:

“Se a polícia entrar dentro do presídio, pode haver novas mortes, confrontos policiais, aí vai ser um novo Carandiru. Temos que evitar isso. Vamos entrar em casos de extrema necessidade”, declarou.

Segundo o governador, a morte dos presos em Alcaçuz foi uma vingança promovida pela facção paulista pelo massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, no primeiro dia do ano.

Por Aura Mazda / Agência O Globo

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