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Opinião

“Hospitais espirituais”, diz deputado ao defender reabertura das igrejas

O deputado estadual Coronel Azevedo (PSC) defendeu que as igrejas sejam inclusas como serviços essenciais, para que possam reabrir e retomar as atividades. De acordo com o parlamentar, as igrejas são “hospitais espirituais”, em que ajudariam a trabalhar na parte psicológica e emocional da população durante o momento de pandemia.

“Acredito que as igrejas deveriam estar abertas. Elas têm um trabalho de suma importância. São uns verdadeiros hospitais espirituais de atendimento à população. Tem gente que entra em contato com o vírus, mas não contrai, pois a imunidade está alta. Ficar preso em casa, aumenta a depressão e potencializa os problemas. Podemos ver com o número de agressões familiares que teve aumento. Então, a igreja tem esse cuidado e atenção. Quantas pessoas saíram das drogas para ir à igreja e agora retornaram para as drogas, pois ficam em casa ou pelo mundo”, explicou, em entrevista à Agora FM (97,9).

O presidente Jair Bolsonaro chegou a incluir no mês de março as atividades religiosas na lista de atividades e serviços considerados essenciais em meio ao combate ao novo coronavírus. Mas no início de abril, o juiz federal Manoel Pedro Martins de Castro Filho determinou que a União retirasse a atividade e mantivesse com o fechamento dos templos religiosos.

Segundo Coronel Azevedo, o retorno das atividades religiosas poderiam retornar ao seguir os cuidados e as normas de distanciamento, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Não sei quantificar. Mas sou evangélico, tenho a prática de ir à igreja e vejo o quanto é importante o trabalho dela. Mantidas as precauções e cuidados, com a distância obedecida, máscaras, ventilação e álcool em gel. Fiz o requerimento para a governadora Fátima Bezerra. Não só eu, uma série de líderes das igrejas também querem isto”, contou.

Para o deputado, a medida tomada no momento deve ser a de isolamento vertical. Pois, de acordo com ele, a manutenção de atividades físicas e a reabertura da economia, são fatores essenciais para que a população não sofra por mais problemas, além da pandemia da Covid-19.

“Sou favorável ao isolamento vertical e ao aumento da comunicação. Acho que o governo deveria aumentar a divulgação das medidas de prevenção. Temos uma cultura de ser um pouco relaxados. Sou favorável à reabertura, inclusive das academias. Corpo são, mente sã. Estar enclausurado em casa, estão mais sujeitos a contrair a doença por todos os problemas causados por isto. Como muito bem diz Bolsonaro e o presidente da OMS, por causa da quebra da economia, mais gente vai morrer do que de Covid”, acrescentou.

Agora RN
Opinião

‘Estado deveria congelar salários’, sugere ex-coordenador de Robinson Faria

Estancar o crescimento das despesas é a prioridade número um de ajuste fiscal que já deveria estar sendo deflagrado nos primeiros dias de governo da recém-eleita governadora Fátima Bezerra.

A opinião é do empresário e administrador Renato Cunha, ex-coordenador da Região Metropolitana, cargo da Secretaria de Planejamento e Finanças ocupado por ele durante o governo Robinson Farias.

Em entrevista ao programa “Agora é Show”, da Rádio Agora 97,9 FM, Cunha disse que essa medida extrema teria como companhia um reordenamento de cargos e valores das remunerações respectivas.

O administrador acredita que, diante de evidências crescentes de uma retomada da economia brasileira, o RN já deveria estar se preparando para colher frutos de um crescimento da arrecadação em 2019.

“Medidas como aumento da alíquota da contribuição previdenciária, além de privatização de estatais, como a Caern e a Potigás, também deveriam figurar entre as medidas mais urgentes do governo de Fátima”, acrescentou.

Para Cunha, no entanto, se os gastos não forem contidos com vigor e de forma enérgica imediatamente, a situação financeira do RN, que já é bastante grave, tenderá a piorar muito mais daqui para frente.

Ainda segundo ele, a solução do congelamento dos salários “é a única medida amarga” capaz de começar a solucionar os atrasos na folha de pagamento. “Quando você aumenta o salário do professor, por exemplo, aumenta também o do professor aposentado, o que é muito justo, mas impacta diretamente as finanças públicas”, argumenta.

Seria, acrescenta, uma medida extensiva não só para o Executivo, como também para os poderes Legislativo e Judiciário.

No ano passado, durante a tentativa do governo Robinson de aprovar medidas de ajuste fiscal, Renato Cunha criticou deputados e senadores do Rio Grande do Norte que, segundo ele, estavam na ocasião “de camarote assistindo e torcendo” pelo agravamento da crise generalizada no estado.

Na ocasião, ele isentou o governador de responsabilidade pelas dificuldades econômicas e creditou a outros governos a implementação de medidas que prejudicaram a saúde financeira do estado.

O empresário criticou, por exemplo, o reajuste no repasse dos duodécimos para os demais poderes. “Não foi Robinson quem aumentou (…), mas foi este governo quem ajuizou no CNJ e no STF ação para que os poderes devolvam os recursos que receberam a mais ao longo dos anos”

Agora RN
Drogas » Opinião » Religiosidade

Papa Francisco diz ser contra legalização de qualquer tipo de droga

Papa Francisco desaprova legalização de qualquer tipo de droga e diz ser um flagelo de dimensões impressionantes.

Papa Francisco desaprova legalização de qualquer tipo de droga e diz ser um flagelo de dimensões impressionantes.

“A droga não se vence com a droga. A droga é um mal e, com o mal, não pode haver relaxamento ou compromissos. Pensar em poder reduzir o dano, permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga, não resolve de fato o problema. A legalização das chamadas drogas leves, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram prefixados”, disse o papa, após receber, no Vaticano, participantes de uma conferência internacional de agências antidrogas.

Com o tema “Desmantelamento das estruturas financeiras do narcotráfico”. o evento reuniu 500 delegados de 129 países. Na conferência, foram discutidos os diversos problemas causados pela lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. “O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto necessidade de expressar minha tristeza e minha preocupação”, argumentou o pontífice.

Agência Brasil

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