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Sony vai fechar fábrica e interromper venda de TVs, câmeras e áudio no Brasil

A Sony anunciou no final da tarde desta segunda-feira (14) o fechamento de sua fábrica no Brasil e o encerramento das vendas de produtos como televisores, câmeras e equipamentos de áudio no país. A notícia cita o ambiente recente do mercado e as tendências esperadas para os negócios da companhia, além de movimentos internacionais da fabricante para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios.

De acordo com o comunicado, a fábrica localizada em Manaus (AM) deixa de funcionar em março de 2021, com a comercialização dos produtos indicados acontecendo em algum momento posterior, mas ainda no ano que vem. Outros produtos continuam sendo ofertados no país por meio de distribuidores e importadores parceiros da Sony, assim como toda a oferta da empresa para o mercado de games. O mesmo também vale para outros segmentos, como os de soluções profissionais e distribuição de música e filmes.

A empresa também esclareceu que as operações de suporte, mesmo para os produtos cuja venda será interrompida, continuam de acordo com as políticas de suporte e leis nacionais. O comunicado sobre a mudança nos negócios da Sony no Brasil foi enviado a varejistas e é assinado por Clóvis Letie, gerente sênior de operações da companhia, que também se disponibilizou para agendar reuniões e compartilhar mais detalhes sobre as alterações aos parceiros da fabricante.

A mudança não afeta o PlayStation 5, cujo lançamento está marcado para o final do ano no mercado internacional e ainda sem disponibilidade confirmada no Brasil. Assim como a operação com o PlayStation 4 por aqui, o console chega às nossas mãos por meio de importadores e distribuidores oficiais, em um trabalho que não deve sofrer alterações pelo fechamento da fábrica no Amazonas e o fim das vendas de outros aparelhos de consumo da Sony.

CANALTECH
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Relatório na Alerj defende continuidade do processo de impeachment de Witzel

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O relatório da comissão de impeachment do governador afastado do RJ, Wilson Witzel (PSC), concluiu pela continuidade do processo. O relator é o deputado estadual Rodrigo Bacelar (Solidariedade). Nas 77 páginas, ele recomenda que o processo — que decidirá se Witzel será destituído do cargo ou não — siga na comissão especial instalada na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

A denúncia aponta supostas irregularidades como a revogação da desqualificação da Organização Social Instituto Unir Saúde e superfaturamentos em meio à pandemia.

“Os fatos demonstram a não mais poder a supremacia do interesse privado sobre o público, o descaso com a vida e o oportunismo com a desgraça”, escreve Bacelar. O relator escreve que não há explicação para o pagamento de “vultuosos valores a uma empresa que foi punida por comprovadamente não prestar o serviço em sua plenitude” e aponta “fortes indícios de dano ao erário”.

O relatório diz ainda que, na opinião de Bacelar, o governador abriu mão “de todos os mecanismos de controle” para “agir dolosamente contra os interesses públicos” e em benefício de alguns empresários.

O relatório deverá ser publicado no Diário Oficial desta terça-feira (15). Na quinta (17), a comissão, com 25 deputados, deve votá-lo. A análise em plenário deve ficar para a semana que vem.

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Paraibano, ex-engraxate, compra a dona da UNP no Brasil por R$ 4 bilhões

Neste domingo, 13, foi anunciado que o “Grupo Ser Educacional” assumirá todas as operações da Universidade internacional “Laureate”. O valor estimado da transação é 4 bilhões de reais.

O adquirente é o paraibano José Janguiê Diniz, ex-engraxate, nascido em 21 de março de 1964, no distrito de Santana dos Garrotes, na Paraíba. Da infância pobre e rural dividiu o seu tempo de dificuldades entre o trabalho e a escola. Da persistência veio a firme vontade de vencer na vida.

Ele é o maior exemplo para os alunos das suas instituições de ensino. Aos 8 anos, montou o primeiro “empreendimento”: uma caixa de engraxate. Depois, trocou pela venda de laranjas. Os pais sempre o incentivaram a estudar. Formou-se em direito na Universidade Federal de Pernambuco.

Tornou-se juiz do trabalho. Graduou-se, ainda, em Letras na Unicap e ensinou na Faculdade de Direito de Olinda Escreveu vários livros sobre direito e educação. A origem do seu atual grupo educacional foi o “Bureau Jurídico”, curso preparatório para concursos públicos. Janguiê sempre teve visão global: investiu na realização de congressos nacionais e internacionais, na área jurídica.

Em 2003 criou a Faculdade Mauricio de Nassau no Recife e a partir daí não parou de crescer. O “Ser Educacional” mantém a UNINASSAU, UNINABUCO, UNAMA, UNIVERITAS e UNIVERITAS/UNG. É o maior grupo educacional do Norte/Nordeste. No RN funciona através da Faculdade UNINASSAU, em Natal; a Faculdade Nassau em Parnamirim e a Faculdade Uninassau, em Mossoró.

A negociação criará grupo de ensino superior, com cerca de 450 mil estudantes, mais de 100 campi universitários e 500 polos de ensino em 26 estados e DF. A compra da “Laureate” agregará cursos na área de saúde, especialmente em Medicina, além de 11 instituições de ensino.

Amplia a presença em quase todos os estados do Brasil.

Por justiça Janguiê Diniz merece homenagem ao adquirir a a “Laureate”, uma organização internacional de ensino, com várias unidades no mundo.

Sem dúvida, demonstração de extrema competência e arrojo. Merece a admiração, sobretudo dos seus conterrâneos nordestinos.

BLOG DO NEY LOPES
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‘Único arrependimento é não ter dado na cara desse babaca’, diz Neymar após expulsão

Horas após alegar ter sido vítima de racismo em jogo do Campeonato Francês, Neymar atacou o espanhol Álvaro González nas redes sociais, neste domingo. “Único arrependimento é não ter dado na cara desse babaca”, escreveu o astro do Paris Saint-Germain, após a derrota por 1 a 0 para o Olympique de Marselha, pela terceira rodada.

Pouco depois, Neymar voltou a fazer um desabafo nas redes. Ele reclamou do árbitro de vídeo por causa de sua expulsão após a confusão entre vários jogadores dos dois times. “VAR pegar a minha ‘agressão’ é mole. Agora eu quero ver pegar a imagem do racista me chamando de ‘mono hijo de… (macaco filha da…) Isso eu quero ver! E aí? Carretilha você me pune. Cascudo sou expulso. E eles? E aí?”, questionou Neymar.

As publicações do astro brasileiro ganharam grande repercussão no Twitter. O volante Felipe Melo, do Palmeiras, mostrou apoio a Neymar. “Fez bem, pena eu não jogar contra esse racista de m…!!”, escreveu.

Álvaro González usou as redes sociais para se defender. “Não existe lugar para o racismo. Carreira limpa e com muitos companheiros e amigos no dia a dia. Às vezes há que se aprender a perder e assumir no campo. Três pontos incríveis hoje”, escreveu o jogador espanhol, junto com uma foto ao lado de vários companheiros do Olympique de Marselha, brancos e negros.

Neymar respondeu González. “Você não é homem de assumir teu erro, perder faz parte do esporte. Agora insultar e trazer o racismo pra nossas vidas não, eu não estou de acordo. Eu não te respeito! Você não tem caráter! Assume o que tu fala meu irmão… Seja homem, rapaz! Racista”, criticou o brasileiro.
O PSG foi mal em sua segunda partida no Francês. Além da derrota, o time parisiense teve vários expulsos em confusão no fim, incluindo Neymar. Em seu primeiro jogo nesta temporada, já que estava em isolamento após ter sido diagnosticado com o novo coronavírus e desfalcou o time na estreia, o atacante brasileiro teve forte discussão com o zagueiro González e o acusou de injúria racial.

Ainda no primeiro tempo, em lance aos 37 minutos, Neymar foi até o quarto árbitro para dizer “racismo não!”, referindo-se a González, embora não seja possível saber se ele havia sido o alvo da ofensa ou outro jogador do PSG.

González disse ter sido alvo de uma cusparada do argentino Di María, que afirmou ter sido ofendido pelo defensor espanhol. O zagueiro negou que havia cometido injúria racial e pediu que o VAR fosse utilizado. Na ocasião, o árbitro Jêrome Brissard não puniu ninguém.

TERRA
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Governo quer os militares em ações de preservação da Amazônia até 2022

Defesa tem quase R$ 1 bilhão em recursos para utilizar em operações na Amazônia – Foto:Vinícius Mendonça/Ibama.

O governo Jair Bolsonaro planeja manter, até o fim de 2022, as Forças Armadas na linha de frente do combate às queimadas e ao desmatamento ilegal na Amazônia. A ideia é estender as ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), realizadas em 2019 e neste ano, na chamada “Operação Verde Brasil”.

A estratégia está registrada em metas do Conselho Nacional da Amazônia Legal, enviadas no fim de agosto pelo vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O documento prevê adotar “linhas de ação” com custo mais baixo ao manter militares na Amazônia, mas não detalha qual seria esse valor. Não há solicitação de valores nem de recursos.

As discussões do conselho ocorrem no momento em que o Brasil é pressionado por investidores, governos e movimentos sociais a reduzir queimadas e o desmatamento na região. Há, ainda, uma disputa entre a ala militar e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por recursos para aquela área. No fim de agosto, o ministro ameaçou paralisar atividades na Amazônia por falta de verba.

Mesmo com a ação das Forças Armadas, o Brasil encerrou o mês de agosto com o segundo pior resultado de queimadas na Amazônia, nos últimos dez anos. O número de alertas de desmatamento na região em 2020 foi 34% maior do que em 2019.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, confirmou que está “mais ou menos acertada” a permanência dos militares até o fim de 2022 na Amazônia. “Essa GLO foi tratada exatamente para reduzir as queimadas e os desmatamentos. E as Forças Armadas estão entrando basicamente com o apoio logístico e um apoio cerrado às ações de repressão a essas atividades”, afirmou.

As GLOs ocorrem de uma forma excepcional, sob comando expresso do presidente e duração definida. De acordo com o artigo 5.º da Constituição, “O emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem deverá ser episódico, em área previamente definida e ter a menor duração possível.” Foi um reforço de segurança aplicado, por exemplo, em greves policiais, nas visitas do papa Francisco e na Rio+20.

Como exemplo ainda do prazo curto, a medida foi empregada 29 vezes entre 2010 e 2017. No ano seguinte, foi adotada uma das mais longas e famosas até agora: a da intervenção federal no Rio, que durou 319 dias. O documento do Conselho não detalha se haverá extensão da GLO ou criação de várias “fases”. O orçamento inicial da Operação Verde Brasil 2 é de R$ 60 milhões.

Presença de militares na Amazônia

A presença de militares em ações de conservação ambiental está sob questionamento no Supremo Tribunal Federal. A ministra Cármen Lúcia deu, na quarta-feira, um prazo de cinco dias para o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, informarem operações na fronteira, terras indígenas e unidades de conservação dos Estados da Amazônia Legal.

A medida do Supremo partiu de ação movida pelo Partido Verde. No sábado, Heleno questionou o despacho de Cármen Lúcia. Pelo Twitter, o ministro afirmou que, em vez de pedir informações sobre a atuação de militares na Operação Verde Brasil 2, Cármen deveria questionar “o que seria da Amazônia sem as Forças Armadas?”.

Os ofícios do conselho mostram, ainda, vontade do governo de reestruturar órgãos estratégicos para preservação do meio ambiente, como o Ibama, ICMBio, Incra e Funai. O governo ainda deseja integrar dados, financiar a compra de satélite nacional – cuja competência é contestada – e criar novos mapas da Amazônia Legal.

A Associação Nacional dos Servidores de Meio Ambiente (Ascema) divulgou sexta um “dossiê” sobre ações do governo para “desmontar” órgãos que atuam na preservação ambiental no País. A entidade afirma que servidores de carreira têm sido substituídos por militares ou policiais militares “experientes, porém obedientes”. Essas medidas, para a Ascema, mostram “intencionalidade do enfraquecimento da área ambiental na atual gestão.”

Agora RN
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Jovem é picado em parte íntima por cobra píton após se sentar no vaso

A cobra foi resgatada por especialistas e solta em uma mata – Foto: Reprodução

Era para ser apenas mais um típico “número 2”, mas a ida de um jovem tailandês ao vaso sanitário acabou no hospital. Isso porque o garoto de 18 anos não percebeu que por lá repousava uma cobra píton de 1,3 metro, que o picou no pênis. O caso ocorreu na cidade de Nonthaburi, a 20km da capital Bankok, na noite dessa terça-feira 8.

Com a lesão numa região delicada e sangrando muito, Siraphop Masukarat foi levado às pressas para emergência de um hospital próximo, contou o jornal inglês “The Sun”. Um médico precisou dar três pontos na glande do paciente e tratou a ferida com um antibiótico para matar qualquer bactéria oriunda das presas da píton.

“Eu estava usando o banheiro, mas alguns momentos depois de me sentar, de repente senti uma dor no pênis”, relembrou Siraphop. “Eu olhei para baixo e vi que havia uma cobra. Havia sangue por toda parte. Era uma cobra pequena, mas sua picada foi muito forte”, acrescentou.

Após recordar o ataque, o jovem fez apenas um desejo: “Espero que o meu pênis se recupere.” A cobra foi resgatada por especialistas e solta em uma mata.

*Com informações do O Povo
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Associação dos Advogados (AASP) lança Plataforma Digital do Centro de Mediação

A Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) lança a Plataforma Digital do Centro de Mediação. Trata-se de uma ferramenta voltada aos profissionais da área e às partes de todos os estados do Brasil. O pedido de mediação deverá ser feito sempre por um advogado (a) representando o seu cliente, pois a AASP entende que sua presença é imprescindível durante todo o procedimento. A solenidade de lançamento, realizada durante o webinar “Mediação em plataforma digital”, contou com a presença do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco, de dirigentes da AASP e autoridades no tema, e foi acompanhada por 450 participantes.

O presidente da AASP, Renato Cury, que conduziu o evento, ao falar sobre o lançamento da Plataforma Digital, lembrou que a associação criou, em 2015, o seu Centro de Mediação e a plataforma on-line é mais um passo para que a advocacia consiga entender a importância da mediação. “Precisamos deixar a cultura do litígio e a ideia de que todas as questões devem ser levadas ao Judiciário. Sabemos que temos que implementar e estimular cada vez mais a cultura dos meios alternativos de conflito. A participação do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo neste evento mostra a excelência da iniciativa da AASP. Temos que difundir cada vez mais a prática da mediação”, afirmou.

Cury alertou ainda: “No momento pelo qual passamos, da pandemia, temos receio de que as inúmeras demandas advindas desse período aportem todas no Poder Judiciário, causando um colapso no sistema e na prestação jurisdicional, por isso é importante o uso dos métodos alternativos de solução de conflitos”. Importante lembrar ainda que a Mediação visa recuperar o diálogo entre as partes, utilizando-se de um terceiro, o mediador, que contribui para fazer fluir a conversação entre os envolvidos; ao final eles mesmos decidem e, conjuntamente, chegam a um consenso.

A Plataforma Digital do Centro de Mediação da AASP

A Plataforma Digital do Centro de Mediação AASP foi concebida para que tudo seja feito de modo simples, ágil, em prazos adequados, mas reduzidos, sempre com a participação de advogados e a intervenção do mediador, em sessões remotas. A ferramenta mantém o critério de pessoalidade e permite interação entre todos os participantes, além de administrar o contato entre as partes e delas com os mediadores.

A ferramenta permite ainda a realização de reuniões conjuntas, com a participação de todos os envolvidos, e também reuniões privativas. Admite a elaboração de documentos colaborativos on-line: registro de uma possível composição futura, de um pré ajuste, de um pré contrato e até mesmo do documento final.

Com o objetivo de dar celeridade aos procedimentos, a AASP indica o mediador. Entretanto, as partes podem objetar o mediador indicado e de comum acordo podem solicitar um mediador que entendam ser mais adequado para o caso. O ambiente é totalmente sigiloso, garantia de que as tratativas ficarão restritas à plataforma. Se as partes desejarem realizar reuniões presenciais, a AASP disponibiliza instalações adequadas em sua sede na capital paulista.

Diferenciais da plataforma digital do Centro de Mediação – CM AASP

Isenção da taxa de registro e da taxa de administração mensal:

Associado AASP em causas de até R$ 30.000,00

Não associado AASP em causas de até R$ 5.000,00

Mediadores altamente qualificados

Celeridade

Videoconferência integrada

Chat para mensagens rápidas durante o procedimento

Upload de documentos

Assinatura digital na plataforma

Integração com meios de pagamento

Economia de tempo e dinheiro

Saiba mais em: www.aasp.org.br

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Suspeito de fraudar auxílios e invadir celular de presidente da Caixa é alvo de operação da PF

Em julho, a PF abriu o inquérito para apurar invasões ao celular de Pedro Guimarães, que foi alvo de ataques e teve informações pessoais vazadas

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 2, uma operação que investiga fraudes em auxílios emergenciais. Segundo a PF, o alvo da ação está em Três Pontas, em Minas Gerais. O suspeito seria teria difundido formas de fraudar o auxílio emergencial, além de ameaçar divulgar dados do presidente da Caixa. As informações são do G1.

Em julho, a PF abriu o inquérito para apurar invasões ao celular de Pedro Guimarães, que foi alvo de ataques e teve informações pessoais vazadas. Na época, o presidente da Caixa disse que “centenas de milhares” de contas poupança digital do banco, movimentadas pelo Caixa Tem e usadas para o crédito do Auxílio Emergencial, foram suspensas por suspeita de fraude.

A operação batizada de Falso Samaritano apura crimes de estelionato, ameaça e divulgação de dados sigilosos. Segundo a Polícia Federal, Guimarães e seus familiares foram ameaçados depois que o presidente do banco alertou a população sobre a existência de golpes e declarou que iria intensificar as medidas para impedir a ação dos fraudadores.

G1
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TSE decide que adiamento de eleições libera candidatura de ficha-suja

TSE decidiu que a mudança na data das eleições devido à pandemia de Covid-19 beneficia candidatos impedidos. Foto: Divulgação/ TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira 1º que a mudança na data das eleições devido à pandemia de Covid-19 beneficia candidatos que estariam impedidos de disputar o pleito com base na Lei da Ficha Limpa. Por maioria de votos, os ministros entenderam que os candidatos não estão mais inelegíveis com a alteração.

O caso foi decidido por meio de uma consulta feita pelo deputado federal Célio Studart (PV-CE), questionando se um candidato cuja inelegibilidade vencia em outubro, quando se realizaria a eleição, pode ser considerado elegível para disputar o pleito em 15 novembro, nova data da eleição estabelecida pelo Congresso.

O parlamentar argumentou que, na nova data, já estaria vencido o prazo de oito anos de inelegibilidade para os condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2012, por exemplo. Isso porque, nesses casos, conforme deliberado pela própria Justiça Eleitoral, a contagem teve como marco inicial o dia 7 de outubro, data do primeiro turno da eleição daquele ano.

Devido à pandemia da Covid-19, o Congresso promulgou emenda constitucional que adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

Agência Brasil
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Igreja católica afasta padre Robson das funções religiosas; ele não poderá celebrar missas

De acordo com o decreto, padre André Ricardo assumiu o cargo de padre Robson na Basílica de Trindade

A arquidiocese de Goiânia suspendeu temporariamente o direito do padre Robson de Oliveira de realizar celebrações. Em decisão de domingo, 23, a arquidiocese definiu que o padre, que é investigado pelo Ministério Público de Goiás por supostos desvios de doações de fiéis em valores que podem superar R$ 120 milhões, está proibido de qualquer ato de ministério sacerdotal, como a absolvição de pecados e pregação, assim como “participar, realizar e protagonizar programas de televisão, rádio ou internet”. Segundo o decreto, o religioso está afastado de suas funções religiosas até janeiro de 2022.

A nota sobre a revogação foi assinada pelo Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, e pelo chanceler Dom Levi Bonatto e tem como justificativa “a necessidade de prevenir escândalos, garantir o curso da justiça e tutelar a fé, bem como investigar as acusações realizadas contra o padre Robson de Oliveira”.

O padre já havia se afastado da reitoria do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, de Trindade (GO), e da presidência da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), entidade que recebe e administra os recursos recebidos em doação.

De acordo com o decreto, padre André Ricardo assumiu o cargo de padre Robson na Basílica de Trindade.

Em vídeo divulgado no sábado, 22, padre Robson havia manifestado o interesse em continuar com as orações transmitidas diariamente pela TV Divino Pai Eterno, o terço e a novena, logo após se afastar das atividades administrativas da igreja e da associação.

Em nota encaminhada à imprensa na noite de domingo, 23, pela assessoria, o religioso afirma que “recebe com humildade a revogação temporária do uso de ordens. Trata-se de um procedimento previsto no direito canônico” e que ele seria “o maior interessado no esclarecimento de todas as questões e na total transparência de todas as suas ações”.

Blog do Ismael Medeiros

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