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bolsonaro » Ministério da saúde

Ministro da Saúde vê risco de oferta irregular de vacina e diz ter o dever de persuadir Bolsonaro

Em meio à discussão sobre a possibilidade de compra de doses pela iniciativa privada, o novo ministro diz desconfiar da capacidade do setor de obter doses: “Quero ver para crer”

Embora afirme que seu “objetivo número 1” no Ministério da Saúde será acelerar a vacinação contra a Covid-19, o novo titular da pasta, Marcelo Queiroga, admite que o cenário de oferta de doses ainda tende a enfrentar dificuldades até o segundo semestre.

Em entrevista à Folha, em seu gabinete, no sábado (10), ele atribui o problema a uma carência mundial por vacinas e diz que o Brasil negocia doses adicionais prontas na tentativa de acelerar a campanha de imunização.

Após citar a previsão de vacinar 1 milhão de pessoas por dia, ele evita dar novas metas e diz que um dos impasses é a falta de liberação de doses pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Não posso chegar dando canetada na Anvisa.”

Em meio à discussão sobre a possibilidade de compra de doses pela iniciativa privada, o novo ministro diz desconfiar da capacidade do setor de obter doses: “Quero ver para crer”.

Questionado sobre discursos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que vão na contramão de pontos que defende, como uso de máscaras e isolamento, Queiroga nega atritos e diz que cabe a ele persuadir o chefe sobre as “melhores práticas” contra a Covid. “Se não conseguir, a falha é minha, e não do presidente.”

Blog do Ismael Medeiros
HIV » Ministério da saúde » Prioritário » Vacinação

Ministério da Saúde inclui pessoas com HIV em grupo prioritário de vacinação contra a Covid

É lei: quem furar fila da vacina no ES pode ser multado em até R$ 116 mil |  A Gazeta
Foto: Tânia Rêgo\ Agência Brasil

O Ministério da Saúde publicou uma nota técnica que passa a incluir, entre os grupos prioritários para vacinação contra a Covid-19, todas as pessoas que vivem com HIV entre 18 e 59 anos. Desde janeiro, parte desse grupo já estava incluído na previsão de vacinação de pessoas com comorbidades, mas havia a exigência de testes de contagem de linfócitos T CD4 menor que 350 –o que era visto como impasse por movimentos da área.

Agora, a nota técnica amplia essa previsão. No documento, o ministério diz que a medida segue “novas evidências científicas publicadas sobre o risco de desfechos negativos da Covid-19 em pessoas vivendo com HIV”. Também visa “reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito, e respeitar o conceito de equidade do Sistema Único de Saúde”, aponta.

A decisão por incluir apenas aqueles até 59 anos ocorre devido ao fato de que pessoas com mais de 60 anos já são alvo prioritário da vacinação, independente de comorbidades ou não. Segundo o ministério, a recomendação deve passar a fazer parte de nova versão do plano de vacinação, prevista para ser publicada em abril.

Atualmente, o grupo de pessoas com comorbidades (que inclui também pacientes com diabetes, hipertensão, entre outros, e onde agora também entram aqueles que vivem com HIV), está previsto como o 14º a receber a vacinação contra a Covid, logo após pessoas de 60 a 64 anos. Alguns estados, porém, têm passado outros grupos à frente da campanha de imunização, como policiais.

Covid-19 » Ministério da saúde » Redução » Vacina

Ministério reduz em quase 10 milhões o total de doses de vacinas contra Covid-19 previstas para abril

O Ministério da Saúde reduziu a previsão de vacinas contra a Covid-19 que serão entregues pelos fabricantes no próximo mês, de acordo com novo cronograma disponível na plataforma “Localiza SUS”.

O governo previa na versão anterior do documento, de 15 de março, que seriam repassadas 57.179.258 doses até 30 de abril. Agora, em arquivo de 19 de março, a previsão caiu para 47.329.258.

Com a mudança, o ministério indica que o Brasil receberá 9,85 milhões de doses a menos no próximo mês.

O que muda na previsão:

  • Retirada da previsão de 1 milhão de doses da Pfizer para até 30 de abril
  • Redução de 8,85 milhões de doses da vacina de Oxford produzidas

O governo continuou com a previsão total de entrega de 38.097.600 para março, com prazo até a quarta-feira (31), daqui a uma semana. Entre essas doses, 8 milhões são da vacina da Bharat Biotech, a Covaxin, que ainda não apresentou pedido de uso emergencial à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O prazo está bastante apertado, já que a reguladora exige 10 dias para a avaliação dos documentos.

Para maio, o novo cronograma também apresenta uma redução de 690 mil doses. Enquanto a previsão de entrega feita pela Fiocruz passa de 25 milhões para 26.810.000 – 1.810.000 doses a mais -, as 2,5 milhões de doses previstas para a Pfizer foram retiradas e não estão mais datadas.

Aliás, no novo documento, a vacina da farmacêutica americana não tem um mês específico para a entrega: são 13.518.180 para o primeiro semestre e, no segundo, mais 86.482.890. Outro imunizante dos Estados Unidos, o da Moderna, ainda consta como “em tratativas”. Se o acordo for fechado, segundo o ministério, o país terá mais 13 milhões de doses até dezembro de 2021.

G1
Butantan » CoronaVac » Ministério da saúde

Butantan entrega mais 2 milhões de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde

efeepa vacina sinovac coronavirus Butantan entrega mais 2 milhões de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde

O Instituto Butantan entregou nesta quarta-feira (17) mais 2 milhões de doses da vacina CoronaVac ao Ministério da Saúde.

É a segunda maior remessa enviada ao governo federal. Na última segunda (15), o instituto tinha enviado o maior lote, com 3,3 milhões de doses.

Os caminhões com carregamento da vacina deixaram a sede do Instituto por volta das 8h30. O governador João Doria (PSDB) esteve no local e acompanhou a liberação.

Até o final deste mês, o Butantan entregará ao país o total de 22,7 milhões de doses. No final de abril, o número de vacinas garantidas por São Paulo ao PNI somará 46 milhões.

O Butantan ainda afirma que trabalha para enviar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros até 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades.

No dia 4 de março, o Instituto recebeu uma remessa de 8,2 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), correspondente a cerca de 14 milhões de doses, desembarcou em São Paulo para serem envasados, rotulados e embalados no instituto.

Brasil » Ministério da saúde » Testes Covid-19

Brasil planeja doar ao Haiti 1 milhão de testes para Covid-19 que estão guardados em galpões do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde está negociando a doação de testes de Covid para o Haiti. Em 2020, a Anvisa prorrogou a validade desses exames – que estão em um armazém. O Ministério da Saúde confirmou que está conversando com o governo do Haiti. A informação foi revelada na edição desta segunda-feira (8) do jornal “O Estado de S.Paulo”. Não será que primeira vez que o Brasil envia testes de Covid para outros países. O Peru já recebeu 50 mil unidades; o Paraguai, mais de 80 mil; e o próprio Haiti já recebeu 4.800, segundo o Ministério da Saúde. Desta vez, a remessa seria de 1 milhão.

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