Arquivos:

Economia » Exportação » Mercado » Rio Grande do Norte

PRODUÇÃO DO RN EM ALTA: Camarão potiguar volta a ganhar espaço no mercado brasileiro e no exterior

Ex-presidente e atual secretário da Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha não hesita em dizer que os bons tempos estão de volta à carcinicultura do Rio Grande do Norte.

Com uma produção atual ao redor de 15 mil toneladas, o Estado – que, no passado, liderava a produção nacional -, amargou anos de descaso e preconceito por parte das autoridades. Até a aprovação, em julho de 2015, da Lei Cortez Pereira, que dispõe sobre o desenvolvimento sustentável da carcinicultura no RN.

Com a lei, produtores passaram a contar com o apoio que precisava para enfrentar problemas globais da produção do camarão, como a mancha branca, a doença mais devastadora do crustáceo no mundo.

A partir do apoio governamental, os produtores potiguares foram capazes de se armar com a doença, que não pode ser vencida, apenas por meio da convivência obtida com a assimilação de tecnologias. “Basta manter os viveiros a uma temperatura constante entre 30 a 35 graus para afastar a proliferação da doença, que mercado para todo o tipo de camarão não falta. Não podemos nos queixar do governo Robinson e muito menos da direção do Idema, que compreendeu o potencial da carnicicultura e passou a colaborar com o desenvolvimento de uma atividade economicamente muito importante para o estado”, explica.

O resultado foi que, na gangorra entre Rio Grande do Norte e o Ceará pela liderança da produção nacional -, a balança voltou a pender para o RN, que pelo terceiro ano consecutivo vai sediar a Feira Nacional do Camarão, que acontece em dezembro, atraindo produtores do mundo.

Mercado

Energia solar aposta em crescimento

A instalação de sistemas fotovoltaicos, para a geração de energia através dos raios solares, tem apresentado crescimento.

A instalação de sistemas fotovoltaicos, para a geração de energia através dos raios solares, tem apresentado crescimento.

Natal é conhecida por ser a Cidade do Sol e, em meio a um cenário de aumentos sucessivos no preço da energia elétrica e crise econômica, a instalação de sistemas fotovoltaicos, para a geração de energia através dos raios solares, tem apresentado crescimento, segundo empresas e entidades do setor. De acordo com as instituições, por conta do custo elevado de instalação – entre R$ 40 mil e R$ 70 mil – os sistemas acabam não sendo indicados para residências menores e com menos demanda energética, mas, no caso de imóveis com mais de 300 m², comércios e indústrias, a alternativa torna-se viável.

O crescimento deste segmento é visível e já trouxe mudanças ao setor tributário do Estado. A partir de 1º de setembro, o Governo do RN reduzirá a base de cálculo do ICMS sobre a energia elétrica com geração solar, atualmente em 17% de alíquota. De acordo com o secretário adjunto de tributação, Fernando Amorim, o consumidor não vai zerar a sua conta, pois,  alguns custos não são descartáveis. Contudo, pagará menos.

“Para exemplificar, vamos utilizar uma conta de luz hipotética de R$ 1 mil, onde o KW/H corresponde a R$ 1 real de tarifa e o cliente gerou 300 KW/H com a energia solar. O que acontece hoje? Ele paga R$ 1 mil, com um desconto feito pela Cosern de R$ 300, mas, o ICMS permanece, com R$ 170, já que o imposto é calculado sobre toda a conta. Mas, com o convênio, a base de cálculo será outra. O valor será os R$ 700, que é a diferença entre a fatura total e a energia gerada. É sobre este número que será calculado os 17% da alíquota, que permanece com o mesmo percentual”, explicou Fernando Amorim.

Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, o incentivo, anunciado pelo governo do estado após acordo firmado em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), é positivo e pode resultar em um melhor aproveitamento do potencial energético do Rio Grande do Norte.

“O Estado tem um excelente potencial de geração distribuída, para condomínios, residências, indústrias, e também de geração centralizada, com os leilões. A mudança do ICMS é o primeiro passo para atrair novos investimentos e já recomendamos também a instalação de sistemas nos telhados dos prédios públicos e a realização de um leilão estadual”, afirmou Sauaia.

Diogo Azevedo, diretor na empresa Energia Zero e diretor de energia solar fotovoltaica do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), possui a mesma visão comercial e não acredita em prejuízos para o Estado com incentivos fiscais deste porte. “Sabemos que a energia é uma grande receita do Estado. Mas, o nível de pessoas que vão adotando sistemas solares é muito pequeno versus a matriz energética que você tem instalada e o crescimento populacional das cidades. Isto não incomoda o Governo, ele não vai perder com isso”, pontuou.

Vantagens

Ainda de acordo com Diogo, os sistemas fotovoltaicos são rentáveis também para os consumidores que possuem capital para investimentos seguros. “Hoje, está rendendo mais que poupança. Se você investir R$ 40 mil reais à vista em um sistema, ganhando R$ 450 todo mês de redução na conta de energia, o rendimento é de 1,1% ao mês. Está melhor que a Selic. E, no segundo ano, vai ser maior, porque a tarifa da energia sempre será reajustada”, garantiu o diretor.

Tal afirmativa é compatilhada também pelo diretor da empresa New Energy, Fábio Amaro. De acordo com ele, os rendimentos justificam os custos elevados de instalação, principalmente, a longo prazo. “Quando você instala um sistema de energia fotovoltaica, ele já começa a render 1% ou mais do valor do investimento. Analisando os números friamente, uma conta de energia vai subir, ao ano, em média, 8%. Então, entre 5 e 6 anos, ela se paga e o consumidor tem mais 19 anos de lucro, porque a vida útil do produto é 25 anos”, apontou.

Tribuna do Norte
Empreendedorismo » Mercado » Sucesso

Óticas Mirna: Uma história de visão

Sr. Manuel do Ó, família e colaboradores comemoram 30 anos no mercado e de muito sucesso.

Sr. Manuel do Ó, família e colaboradores comemoram 30 anos no mercado e de muito sucesso.

No mês de junho, no longínquo ano de 1984, a empresa Óticas Mirna abria sua primeira porta na cidade de Picuí/ PB. O idealizador desta empreitada é o Sr. Manuel do Ó, hoje um empresário reconhecido por seu trabalho no segmento varejista, mas que na época deixou o emprego de servidor público para tirar do plano dos sonhos e colocar em prática sua ideia de deixar a disposição daquela cidade uma empresa do ramo óptico.

Este empreendimento saiu das fronteiras de um pequeno município paraibano, se espalhou, e conta atualmente com uma rede que ultrapassa o número de 50 lojas. Dentre essas lojas há algumas próprias, outras de filhos, de sobrinhos e desde 2011 há também algumas franquias, que hoje somam 5 – Alto do Rodrigues, Campo Grande, Pau dos Ferros, Montanhas e Santo Antônio – todas no Rio Grande do Norte.

No grupo também existe um laboratório óptico que se situa em Currais Novos. Como desde o início a ideia da empresa era oferecer produtos a preços acessíveis, mas com qualidade e garantia, esse laboratório hoje é um dos mais modernos do Norte-Nordeste, sendo totalmente digital e com capacidade para atender toda a demanda das lojas. Ainda pensando em qualidade, o grupo decidiu comercializar produtos com marcas próprias, como é o caso das grifes de óculos solar e armações Deric e Di Souto.

Olhando para a consolidação dessa empresa, não conseguimos enxergar o quão difícil foi essa caminhada de 30 anos. Muitos foram os percalços. Para o crescimento dessa empresa, foi imprescindível a união de uma família. O Sr. Manuel do Ó, juntamente da esposa, Dona Edileuza, e de seus filhos (Mirna, Erick, Antônio, Luiz Carlos, Elton e Emerson) desde o princípio atuaram em conjunto e em todas as etapas produtivas da empresa: vendas, logística, fornecedores, produção, financeiro, controle de qualidade, etc. E toda família continua até hoje envolvida no negócio.

Neste ano, a empresa comemora seu aniversário sorteando um carro zero quilômetro, o qual torna esta a maior promoção de uma rede de Ótica da história da nossa região. Mas, se engana quem pensa que para por aí, pois esse grupo que tem a frente o Sr. Manuel do Ó já olha para o futuro com olhos de uma empresa que vê bem e é bem vista por amigos, clientes, colaboradores e parceiros.

Jornal Expresso
Economia » Mercado » Vendas

Mercado Livre: Vendas de camisas da seleção brasileira disparam 2.430%

Crescido acentuado é registrado na venda de produtos em alusão a Copa do Mundo.

Crescimento acentuado é registrado na venda de produtos em alusão a Copa do Mundo.

Segundo o portal “Terra”, não são só os estrangeiros que estão gastando mais com a Copa do Mundo no Brasil. Estatísticas do Mercado Livre revelam que as vendas de produtos relacionados à competição esportiva chegaram a crescer 2.430%, no caso das camisas da Seleção Brasileira, em relação ao mesmo período do ano passado.

O site de comércio eletrônico reuniu os artigos relacionados ao Mundial colocados à venda em uma página especial que fica no ar até julho. Além da disparada das camisas do time nacional, as transações de projetores e churrasqueiras praticamente dobraram, com altas de 97% e 93%, respectivamente.

Os produtos mais vendidos desde o lançamento do site são os tênis esportivos, que apresentaram acréscimo de 31% na comparação com as mesmas datas de 2013. Itens como home theather (38%), TVs portáteis (105%) e grill (25%) também foram impulsionados pelo evento esportivo no Brasil.

Últimos Eventos

21/09/2019
São Vicente/RN
03/03/19
Master Leite
06/05/18
Parque Dinissauros - Povoado Sto Antonio (Cobra)
Março 2017
Aero Clube

Mais eventos

Jornal Expresso RN

Baixar edições anteriores

Curta Jean Souza no Facebook

Siga Jean Souza no Instagram

Empresas filiadas

Banners Parceiros

Design por: John Carlos
Programação por: Caio Vidal
Botch das divs centrais
X
Experimente o nosso aplicativo para Android. Clique para baixar e aproveite!