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Inflação

Inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, ela havia ficado em 2,95%.

Os dados foram divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro, o IPCA registrou inflação de 0,15%, taxa maior que a de novembro, que teve deflação de 0,21%.

Em dezembro de 2017, o indicador havia registrado inflação de 0,44%.

Com informações da Agência Brasil.
Inflação

O DESMANTELO CONTINUA: Com alta de 1,68% anunciada para amanhã, gasolina tem recorde de preço


Cinco dias após o último aumento no preço da gasolina, a Petrobras acaba de anunciar que a partir desta quarta-feira (5), nas refinarias de todo o país, o preço do derivado estará 1,68% mais caro. Com o novo aumento, o preço do litro da gasolina passará de R$ 1,1704, que vigorava desde o último sábado (1º), para R$ 2,2069. É o valor mais alto cobrado pelo preço do litro da gasolina desde junho do ano passado, quando a Petrobras mudou a política de preços e passou a acompanhar as oscilações do preço da commoditie no mercado externo.

“Os preços médios informados consideram a média aritmética nacional dos preços à vista, sem encargos e sem tributos, praticados na modalidade de venda padrão nos diversos pontos de fornecimento, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média. Essa variação pode ser de até 12% para gasolina A”, informa a Petrobras.

Na última sexta-feira, após três meses de congelamento em decorrência de acordo do governo que pôs fim à greve dos caminhoneiros e que envolveu subsídio governamental ao produto, a Petrobras anunciou aumento de 13% no preço médio do óleo diesel comercializado nas refinarias do país.

Agência Brasil
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Caminhoneiros voltam a protestar em rodovias contra alta do diesel

Caminhoneiros voltaram a protestar em rodovias federais e estaduais nesta terça-feira (22). Na segunda, foram registrados atos em ao menos 20 estados e no DF.

A categoria quer a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias. Nesta terça, o preço sobe 0,97% nas refinarias. Mas a Petrobras já anunciou que a partir de quarta-feira (23), o valor cairá 1,54%. A escalada dos preços aconteceu em meio à disparada dos valores internacionais do petróleo.

As revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesta manhã, foram registrados atos em pelo menos 13 estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

A maioria dos atos impede a passagem de caminhões, mas libera a de carros de passeio e outros veículos. Alguns protestos ocorrem apenas nos acostamentos.

Inflação

SEM CONTROLE: Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina e do diesel nas refinarias

Petrobras elevará os preços do diesel em 0,97% e os da gasolina em 0,9% nas refinarias a partir desta terça-feira (22), informou a petroleira no seu site nesta segunda-feira (21).

Com os reajustes, os preços dos combustíveis irão a novas máximas dentro da política em vigor desde julho, a R$ 2,3716 o litro de diesel e R$ 2,0867 o litro de gasolina.

A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo, que chegou a bater as cotações máximas desde 2014, além da tendência de alta do dólar sobre várias moedas, incluindo o real.

Nesta segunda, caminhoneiros fazem protestos pelo país contra o aumento no valor do diesel.

Brasil » Inflação » Trânsito

O DESMANTELO CONTINUA: Petrobras aumenta preços do diesel e da gasolina a partir de hoje (17)

A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,76% e os da gasolina em 1,83% nas refinarias a partir de quinta-feira (17), informou a empresa nesta quarta-feira em comunicado em seu site.

Com os reajustes, o valor do diesel na refinaria subirá para R$ 2,3082 por litro e o da gasolina passará para R$ 2,0046, para novas máximas dentro da era de reajustes diários, iniciada em julho do ano passado.

A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado pela Petrobras para o consumidor final é dos postos de combustível.

Economia » Inflação

CHOQUE NO BOLSO DO CONSUMIDOR: conta de luz pode subir mais 9% em 2018

O consumidor residencial brasileiro terá de lidar com dois anos de reajustes na energia bem acima da inflação. As causas são um regime de chuvas insuficiente para compensar períodos de seca e o aumento dos encargos sociais.

Na média, as tarifas devem fechar o ano com alta de 14% e subir 9,4% em 2018. A expectativa é que o IPCA (inflação oficial) fique abaixo de 3% em 2017 e em 4% no ano que vem.

Inflação

Inflação para famílias com renda mais baixa fecha 2016 em 6,22%

No Índice de Preços ao Consumidor, os transportes tiveram inflação de 7,8%.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2016 com uma taxa de 6,22%. A taxa é inferior aos 11,52% de 2015, segundo dados divulgados hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-C1 ficou, no entanto, acima dos 6,18% registrados pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda.

Entre os grupos de despesas analisados pelo IPC-C1, as maiores taxas de inflação de 2016 vieram de despesas diversas (11,21%), saúde e cuidados pessoais (9,73%) e educação, leitura e recreação (8,88%).

Os alimentos tiveram inflação de 7,1% e os transportes, de 7,8%. As menores taxas foram observadas em habitação (2,9%), comunicação (3,1%) e vestuário (3,59%).

Agência Brasil
Economia » Inflação

ROUBO: Juros do cheque especial voltam a subir e ficam em 13,6% ao mês

Os juros do cheque especial (o “limite” extra da conta corrente no banco) voltaram a subir em dezembro, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP divulgada nesta terça-feira (6). A taxa média foi de 13,6% ao mês, superior aos 13,56% registrados em novembro. No mês passado, os juros caíram, interrompendo nove meses seguidos de alta.

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados se manteve a mesma de novembro, de 6,51% ao mês.
Esses são números médios e podem variar para cada situação específica, porque os bancos oferecem taxas diferentes de acordo com o plano contratado pelo cliente e a relação entre eles (quem tem mais dinheiro no banco paga menos taxas).

Inflação

Não há decisão tomada sobre redução de preços dos combustíveis, diz Parente

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, descartou ter uma decisão tomada sobre reajuste de preços de combustíveis. Segundo ele, a estatal vai definir uma política que permita a flutuação de preços de acordo com a paridade internacional da cotação de petróleo.

O modelo para a formação de preços, entretanto, ainda não foi definido e não há prazo previsto. Segundo Parente, a política será “competitiva baseada na paridade internacional”, o que indica que os preços poderiam “tanto subir quanto cair”.

Inflação » Notícias

Prévia da inflação acelera em julho com ‘feijão com arroz’ mais caro

Prato típico da mesa do brasileiro, o "feijão com arroz" ficou bem mais caro em julho.

Prato típico da mesa do brasileiro, o “feijão com arroz” ficou bem mais caro em julho.

Com pressão dos preços de alimentos e bebidas, a prévia da inflação acelerou mais do que o previsto pelo mercado na passagem de junho para julho, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (21).

O IPCA-15 foi de 0,54% em julho, acima do registrado em junho (0,40%), mas abaixo do mesmo mês do ano passado (0,59%). No acumulado em 12 meses, o índice ficou em 8,93%, próximo dos 8,98% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Economistas consultados pela agência Bloomberg esperavam índice de 0,45% para julho.

No ano, a prévia da inflação acumula 5,19%, bem abaixo dos 6,90% do primeiro semestre do ano anterior.

Vale lembrar que o IPCA-15 segue a metodologia do IPCA, a inflação oficial. O que diferencia as duas pesquisas é o período de coleta. O IPCA-15 considera a variação de preços até meados do mês.

‘Feijão com Arroz’

O grupo de alimentação e bebidas foi o principal responsável pela aceleração do IPCA-15. Os preços desse grupo subiram 1,45% em julho -a maior alta para esse mês desde 2008, quando chegou a 1,75%. Em junho, o aumento foi de 0,35%.

Prato típico da mesa do brasileiro, o “feijão com arroz” ficou bem mais caro em julho.

Ainda vilão, o feijão-carioca, cujos preços subiram, em média, 58%, foi, isoladamente, o item que exerceu o maior impacto no índice de julho, com 0,18 ponto percentual. No mês anterior, a alta havia sido de 16,38%.

Os demais tipos de feijão também apresentaram aumentos significativos nos preços. O mulatinho passou a custar, em média, 45,6% a mais, enquanto o preto ficou 34,2% mais caro e o fradinho subiu 11,8%.

Já o preço do arroz subiu 3,36%, e o leite, alimento com participação importante na despesa das famílias, ficou 15,54% mais caro.

Em baixa 

Ao contrário do grupo de alimentação e bebidas, no entanto, a maioria dos demais grupos de produtos e serviços pesquisados apresentou desaceleração na taxa de crescimento de junho para julho.

As maiores quedas foram em habitação –de 1,13% em junho para 0,04% em julho– e saúde e cuidados pessoais (de 1,03% para 0,56%).

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