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Inflação

Inflação do aluguel é de 8,05% em 12 meses

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 1,06% na segunda prévia de março. O resultado ficou acima da inflação verificada na segunda prévia de fevereiro (0,55%).

Os dados foram divulgados hoje (19), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A inflação pelo IGP-M é de 8,05% em doze meses. A alta da taxa foi puxada pelos preços no atacado e no varejo.

A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,73% em fevereiro para 1,41% em março.

Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,17% para 0,5% no período. E o Índice Nacional de Custo da Construção teve queda. Ele passou de 0,29% na prévia de fevereiro para 0,11% na prévia de março.

Agência Brasil
Inflação

Inflação em janeiro tem alta de 0,32%, puxada por alimentos e bebidas

Pressionada pelo setor de alimentos e bebidas, a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), atingiu 0,32% em janeiro, informou o IBGE nesta sexta-feira (8).

Dentro do grupo alimentação em domicílio, o impacto veio em maior parte pela alta do feijão carioca (19,76%), da cebola (10,21%), das frutas (5,45%) e das carnes (0,78%). A alimentação fora de casa também acelerou, chegando a 0,79%, enquanto em dezembro a alta foi de 0,33%.

Pelo terceiro mês consecutivo os combustíveis caíram. Desta vez, porém, com uma queda de 2,09%, não tão acentuada como a de 4,25% no mês passado.

Neste segmento, o maior impacto veio da gasolina, com uma retração de 2,41%. Com exceção de Salvador, onde esse combustível registrou alta de 1,50%, as demais áreas apresentaram queda, tendo a cidade de Aracaju o maior recuo, de 5,98%.

Apesar dos combustíveis recuarem, o segmento de transportes avançou no primeiro mês de 2019, após a deflação de 0,54% em dezembro. A maior contribuição para que esse grupo crescesse veio dos ônibus urbanos, que apresentaram alta de 2,67%.

Esse movimento positivo foi puxado por reajustes em cinco das 16 regiões pesquisadas durante o período, apresentando Belo Horizonte o maior reajuste (11%), no dia 31 de dezembro de 2018. São Paulo tem o segundo maior aumento, numa alta de 7,50%, ocorrida em 7 de janeiro.

Com informações da Folhapress.
Inflação

Inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, ela havia ficado em 2,95%.

Os dados foram divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro, o IPCA registrou inflação de 0,15%, taxa maior que a de novembro, que teve deflação de 0,21%.

Em dezembro de 2017, o indicador havia registrado inflação de 0,44%.

Com informações da Agência Brasil.
Inflação

O DESMANTELO CONTINUA: Com alta de 1,68% anunciada para amanhã, gasolina tem recorde de preço


Cinco dias após o último aumento no preço da gasolina, a Petrobras acaba de anunciar que a partir desta quarta-feira (5), nas refinarias de todo o país, o preço do derivado estará 1,68% mais caro. Com o novo aumento, o preço do litro da gasolina passará de R$ 1,1704, que vigorava desde o último sábado (1º), para R$ 2,2069. É o valor mais alto cobrado pelo preço do litro da gasolina desde junho do ano passado, quando a Petrobras mudou a política de preços e passou a acompanhar as oscilações do preço da commoditie no mercado externo.

“Os preços médios informados consideram a média aritmética nacional dos preços à vista, sem encargos e sem tributos, praticados na modalidade de venda padrão nos diversos pontos de fornecimento, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média. Essa variação pode ser de até 12% para gasolina A”, informa a Petrobras.

Na última sexta-feira, após três meses de congelamento em decorrência de acordo do governo que pôs fim à greve dos caminhoneiros e que envolveu subsídio governamental ao produto, a Petrobras anunciou aumento de 13% no preço médio do óleo diesel comercializado nas refinarias do país.

Agência Brasil
Brasil » Inflação » Trânsito

Caminhoneiros voltam a protestar em rodovias contra alta do diesel

Caminhoneiros voltaram a protestar em rodovias federais e estaduais nesta terça-feira (22). Na segunda, foram registrados atos em ao menos 20 estados e no DF.

A categoria quer a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias. Nesta terça, o preço sobe 0,97% nas refinarias. Mas a Petrobras já anunciou que a partir de quarta-feira (23), o valor cairá 1,54%. A escalada dos preços aconteceu em meio à disparada dos valores internacionais do petróleo.

As revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesta manhã, foram registrados atos em pelo menos 13 estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

A maioria dos atos impede a passagem de caminhões, mas libera a de carros de passeio e outros veículos. Alguns protestos ocorrem apenas nos acostamentos.

Inflação

SEM CONTROLE: Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina e do diesel nas refinarias

Petrobras elevará os preços do diesel em 0,97% e os da gasolina em 0,9% nas refinarias a partir desta terça-feira (22), informou a petroleira no seu site nesta segunda-feira (21).

Com os reajustes, os preços dos combustíveis irão a novas máximas dentro da política em vigor desde julho, a R$ 2,3716 o litro de diesel e R$ 2,0867 o litro de gasolina.

A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo, que chegou a bater as cotações máximas desde 2014, além da tendência de alta do dólar sobre várias moedas, incluindo o real.

Nesta segunda, caminhoneiros fazem protestos pelo país contra o aumento no valor do diesel.

Brasil » Inflação » Trânsito

O DESMANTELO CONTINUA: Petrobras aumenta preços do diesel e da gasolina a partir de hoje (17)

A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,76% e os da gasolina em 1,83% nas refinarias a partir de quinta-feira (17), informou a empresa nesta quarta-feira em comunicado em seu site.

Com os reajustes, o valor do diesel na refinaria subirá para R$ 2,3082 por litro e o da gasolina passará para R$ 2,0046, para novas máximas dentro da era de reajustes diários, iniciada em julho do ano passado.

A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado pela Petrobras para o consumidor final é dos postos de combustível.

Economia » Inflação

CHOQUE NO BOLSO DO CONSUMIDOR: conta de luz pode subir mais 9% em 2018

O consumidor residencial brasileiro terá de lidar com dois anos de reajustes na energia bem acima da inflação. As causas são um regime de chuvas insuficiente para compensar períodos de seca e o aumento dos encargos sociais.

Na média, as tarifas devem fechar o ano com alta de 14% e subir 9,4% em 2018. A expectativa é que o IPCA (inflação oficial) fique abaixo de 3% em 2017 e em 4% no ano que vem.

Inflação

Inflação para famílias com renda mais baixa fecha 2016 em 6,22%

No Índice de Preços ao Consumidor, os transportes tiveram inflação de 7,8%.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2016 com uma taxa de 6,22%. A taxa é inferior aos 11,52% de 2015, segundo dados divulgados hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-C1 ficou, no entanto, acima dos 6,18% registrados pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda.

Entre os grupos de despesas analisados pelo IPC-C1, as maiores taxas de inflação de 2016 vieram de despesas diversas (11,21%), saúde e cuidados pessoais (9,73%) e educação, leitura e recreação (8,88%).

Os alimentos tiveram inflação de 7,1% e os transportes, de 7,8%. As menores taxas foram observadas em habitação (2,9%), comunicação (3,1%) e vestuário (3,59%).

Agência Brasil
Economia » Inflação

ROUBO: Juros do cheque especial voltam a subir e ficam em 13,6% ao mês

Os juros do cheque especial (o “limite” extra da conta corrente no banco) voltaram a subir em dezembro, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP divulgada nesta terça-feira (6). A taxa média foi de 13,6% ao mês, superior aos 13,56% registrados em novembro. No mês passado, os juros caíram, interrompendo nove meses seguidos de alta.

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados se manteve a mesma de novembro, de 6,51% ao mês.
Esses são números médios e podem variar para cada situação específica, porque os bancos oferecem taxas diferentes de acordo com o plano contratado pelo cliente e a relação entre eles (quem tem mais dinheiro no banco paga menos taxas).

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