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ÍNDICE DE HOMICÍDIOS: Paraíba é o 2º estado do Nordeste com menor taxa de homicídios, aponta levantamento

A Paraíba é o segundo estado do Nordeste com menos mortes violentas no mês de agosto. A informação é do Monitor da Violência, ferramenta do portal G1 em parceria com a USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Apresentando uma taxa de 2 homicídios por cada 100 mil habitantes, o estado ficou atrás somente do Piauí – com 1,58 mortes – na região.

O Rio Grande do Norte, que faz divisa com a Paraíba pelo Norte, foi estado mais violento do Brasil no mês de agosto, com 4,64 de mortes por cada 100 mil habitantes.

Em nível nacional, apesar de ter ficado acima da média – 1,65 homicídios por cada 100 mil habitantes -, a Paraíba ficou entre os 10 estados menos violentos em agosto. Confira:

Paraíba (2); Rio Grande do Sul (1,77); Piauí (1,58); Mato Grosso do Sul (1,24); Minas Gerais (1,11); Roraima (1,04); Distrito Federal (0,94); Santa Catarina (0,78); e São Paulo (0,57).

O Monitor

O Monitor da Violência é uma parceria do Portal G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O número consolidado contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

Índice » Violência

Mapa mostra aumento e disseminação da violência no Brasil

Os índices de violência tem crescido assustadoramente, e os jovens são as principais vítimas.

Os índices de violência tem crescido assustadoramente, e os jovens são as principais vítimas.

Em 2012, 112.709 pessoas morreram em situações de violência no país, segundo o Mapa da Violência 2014, divulgado hoje (2). O número equivale a 58,1 habitantes a cada grupo de 100 mil, e é o maior da série histórica do estudo, divulgado a cada dois anos. Desse total, 56.337 foram vítimas de homicídio, 46.051, de acidentes de transporte, e 10.321, de suicídios.

Entre 2002 e 2012, o número total de homicídios registrados pelo Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, passou de 49.695 para 56.337, também o maior número registrado. Os jovens foram as vítimas em 53,4% dos casos, o que mostra outra tendência diagnosticada pelo estudo: a maior vitimização de pessoas com idade entre 15 e 29 anos. As taxas de homicídio nessa faixa passaram de 19,6 em 1980, para 57,6 em 2012, a cada 100 mil jovens.

Segundo o responsável pela análise, Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, ainda não é possível saber “se o que ocorreu em 2012 foi um surto que vai terminar rapidamente ou se realmente está sendo inaugurado novo ciclo ou nova tendência”.

Uma tendência já confirmada é a disseminação da violência nas diferentes regiões e cidades. Entre 2002 e 2012, os quantitativos só não cresceram no Sudeste. As regiões Norte e Nordeste experimentaram aumento exponencial da violência. No Norte, por exemplo, foram registrados 6.098 homicídios em 2012, mais que o dobro dos 2.937 verificados em 2002. O Amazonas, Pará e Tocantins tiveram o dobro de assassinatos registrados no mesmo intervalo de tempo. No Nordeste, o Maranhão, a Bahia e o Rio Grande do Norte mais que triplicaram os homicídios.

As desigualdades são vivenciadas entre as regiões e também dentro dos estados. Nenhuma capital, em 2012, teve taxa de homicídio abaixo do nível epidêmico, segundo o Mapa da Violência. Todas as capitais do Nordeste registraram mais de 100 homicídios por 100 mil jovens. Logo, o balanço da década mostra, contudo, que não é possível afirmar que há tendência comum de crescimento. Entre 2002 e 2012, as capitais evidenciaram queda de 15,4%, com destaque para meados dos anos 2000, quando a redução foi mais expressiva, o que, segundo o organizador, comprova que a situação pode ser enfrentada com políticas públicas efetivas.

Em cidades do interior, o número tem crescido. Jocobo disse que são especialmente os municípios de pequeno e de médio porte os que têm sofrido com a nova situação. Ele cita dois possíveis motivos para isso: por um lado, o investimento financeiro em políticas públicas nos grandes centros urbanos ajudaram a diminuir a violência. Por outro, houve o desenvolvimento de novos polos econômicos no interior, que atraíram investimentos e também criminalidade, “sem a proteção do Estado como nas outras cidades”.

Agência Brasil
Índice » Otimismo » População

Pesquisa revela que o povo brasileiro é o mais otimista do mundo

Otimismo refere-se a uma disposição para encarar tudo pelo seu lado positivo e esperar sempre por um desfecho favorável, mesmo diante das dificuldades.

Otimismo – disposição para encarar tudo pelo seu lado positivo e esperar sempre por um desfecho favorável, mesmo diante das dificuldades.

Isso nem é tanta novidade assim, não é mesmo? Dados dão conta de que o brasileiro continua a ser o povo com mais confiança no futuro, é o que aponta a pesquisa do Instituto Gallup World Poll. Atingindo uma nota 8,8, numa escala de 0 a 10, o país voltou a liderar o ranking, pelo oitavo ano consecutivo. “Ninguém vê o futuro com tanto otimismo quanto o brasileiro”, afirma o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.

A mesma pesquisa, realizada em 138 países, transparece que na hora de analisar sua vida atual e as condições oferecidas pelo país, o brasileiro se dá nota 7,1. Esse é o mais alto resultado da pesquisa e coloca o Brasil na 14ª posição, à frente de países como Itália, Espanha, Irlanda, Portugal, Rússia, Índia, China, Chile, Peru e Colômbia.

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Assustador: RN já ultrapassa a marca de 850 homicídios no ano

Mais de 850 pessoas já foram mortas neste ano no Rio Grande do Norte. O levantamento de pesquisadores ligados ao Conselho Estadual de Direitos Humanos deu conta de 849 homicídios no estado até o início da manhã da última segunda (23). De la para cá, pelo menos outras três mortes com características de assassinato foram registradas somente no interior do Estado. Segundo o último levantamento do estudioso Ivenio Hermes, do total de 849 crimes contra a vida, a região Leste liderou com 524 casos; seguida pela Metropolitana com 499; Oeste com 220; Agreste com 60; e região Central com 45 homicídios.

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