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Educação » IFRN » UFRN

Governo do RN e UFRN firmam parceria para ampliar a produção gráfica do estado

FOTO: DEMIS ROUSSOS/ASSECOM RN

A Governadora Fátima Bezerra recebeu a reitora da UFRN, Ângela Paiva, que deixa o cargo no início de junho e, em uma de suas últimas ações no posto, trataram de questões referentes aos parques gráficos da Universidade, assinando um protocolo de cooperação de uso com o Governo, para ampliar a produção gráfica do estado.

Na reunião de trabalho que aconteceu na Governadoria, nessa quinta-feira (23), ainda foram discutidas possíveis parcerias com o Instituto Metrópole Digital (IMD) e a importância do Parque Tecnológico, que está previsto no plano de aplicação do Governo Cidadão.

A parceria foi firmada com a assinatura do protocolo de intenções pela chefe do Executivo estadual e da gestora da UFRN, o secretário da Educação, Getúlio Marques, e a Secretária de Comunicação Social, Guia Dantas, acertando o início do trabalho para integrar o parque gráfico da UFRN com os servidores do Governo que trabalham na área, ligados ao Departamento Estadual de Imprensa (DEI) e a Fundação José Augusto (FJA).

“Temos que agradecer à UFRN por essa cooperação, que muito vai contribuir com a ampliação de iniciativas no campo cultural e educacional em todo o estado. É uma parceria que vai otimizar recursos na hora em que mais precisamos”, pontuou a governadora, destacando ainda o trabalho da reitora Ângela, que deixa o cargo após uma grande gestão. “A reitora Ângela sempre mostrou liderança, uma competência reconhecida nacionalmente e seriedade, afinal, segue trabalhando e discutindo ações de importância para o Estado”, afirmou.

Também durante o encontro, as equipes discutiram a formatação de uma ação conjunta sobre o Parque Metrópole, que faz parte do Instituto Metrópole Digital. O equipamento é focado no desenvolvimento de tecnologia da informação e conta com o Governo como um dos membros do Conselho Administrativo. O Estado e o IMD vão trabalhar na divulgação do Parque Metrópole, em estudos de incentivos fiscais para atração de empresas e na abertura de um escritório de negócios em São Paulo.

“Hoje, as empresas que saíram do IMD já geram 300 empregos diretos. Precisamos dar visibilidade ao que já foi feito para fortalecer a ideia do parque e ampliar a atração de empresas e talentos de fora do estado e do país”, explicou o diretor do IMD e ex-reitor da UFRN, Ivonildo Rêgo.

Já no espírito de cooperação acertado na reunião, o Governo vai consultar o IMD no desenvolvimento da legislação de incentivo a pequenas e microempresas para a inclusão de startups de tecnologia e similares. O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, também destacou a importância do parque dentro do planejamento da gestão estadual. “O futuro está aqui na nossa frente e não podemos deixar de investir nessas ações, trabalhar em parceria. O nosso plano de desenvolvimento para o estado é totalmente voltado para a inovação, pois só temos condições de competir com os grandes estados se investirmos na inteligência”, disse Jaime.

O Governo confirmou, ainda, a inclusão do investimento de R$ 8 milhões no parque tecnológico após a readequação feita no projeto Governo Cidadão. O projeto de implantação do parque ainda envolve a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN), a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), a Federação das Indústrias do RN (Fiern), por meio do Sesi e do Centro de Tecnologias do Gás e Energia Renováveis (CTGAS-ER), e o Sebrae-RN.

O planejamento é de que a nova estrutura seja instalada em Macaíba, onde funciona a Escola Agrícola de Jundiaí. O parque tecnológico será desenhado para promover polos de inovação e empreendedorismo em áreas econômicas vitais para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, como energias renováveis, mineração, pesca, aquicultura, setor têxtil, turismo, fruticultura e serviços.

Para o secretário de Gestão de Projetos e Metas, Fernando Mineiro, o momento para a implantação do parque é o ideal. “Esse parque é voltado para o desenvolvimento de todo o estado. Por determinação da governadora, fizemos uma readequação no Governo Cidadão e retomamos o investimento na implantação do parque. O novo plano de aplicação do empréstimo foi aprovado pelo Banco Mundial e agora precisamos avançar na discussão sobre o investimento no parque”, finalizou Mineiro.

Portal no Ar
IFRN

Reitor do IFRN vai Brasília tentar mais recursos no Ministério da Educação

Divulgação / IFRN

O reitor da Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), professor Wyllys Farkatt Tabosa, confirmou nesta segunda-feira, 6, que o bloqueio de recursos do governo federal – inicialmente de 23,67%, segundo o Ministério da Educação (Mec) – chegou a 30%, o que em cifras representa um corte de 30% no orçamento. Ele foi a Brasília ainda ontem tentar uma nova solução juntamente com outros reitores.

De acordo com Wyllys Tabosa, desde 2015 começou a haver contingenciamento de recursos, mas o que havia sido aprovado no planejamento era sempre visível, embora só pudesse retirar a chamada “quota-limite”. Agora, segundo o reitor do IFRN, a nomenclatura mudou e aparece o termo “bloqueio” e o recurso simplesmente desapareceu. “Não podemos esquecer que ano passado, no nosso estado, foram 11 atendimentos na saúde, 4,4 mil auxílios e 3,2 mil bolsas para os alunos”, ressaltou Wyllys Tabosa.

Em entrevista ao programa Manhã Agora, apresentado pelos jornalistas Tiago Rebolo e Vicente Cerejo, na rádio agora FM (97,9), o reitor destacou ainda que 85% dos alunos do IFRN tem renda per capita de até um salário mínimo. “Esse corte vai nos causar muitos transtornos operacionais e trará dificuldades para honrar despesas básicas com energia, água e internet, além de atrapalhar projetos importantes como a geração de energia fotovoltaica, a coleta de água da chuva e o reuso da água. Não há explicação lógica para esse bloqueio”, frisou Tabosa.

Segundo o reitor, o governo está esquecendo que o planejamento do IFRN é austero e feito um ano antes com riqueza de detalhes. O problema agora é que só há recursos para 60% do custeio. “Realmente estamos imaginando que o segundo semestre será melhor. Além disso, queremos saber qual o critério para eleger tais cortes”, questionou. Para Tabosa, vão faltar recursos para as aulas práticas, laboratoriais e vai ter instituição que vai parar.

Esta semana, o reitor da IFRN Wyllys Farkatt Tabosa ainda terá outras duas reuniões: uma com a frente parlamentar do Rio Grande do Norte em Brasília e outra com o ministro da educação, Abraham Weintraub. Ele deixou claro que todo o trabalho de ensino, pesquisa e extensão está ameaçado. No Rio Grande do Norte são 21 campi. Em todo o país, os IFs somam 1 milhão de alunos, com 80 mil servidores e 80 mil trabalhadores terceirizados. De todos os alunos que passaram pelos IFs, 91% estão trabalhando ou estudando e trabalhando. De todas as vagas ofertas, 61% são voltadas para o ensino técnico profissionalizante.

Agora RN
Currais Novos » Economia » IFRN

Prefeitura, SEDEC e IFRN discutiram ações de Desenvolvimento Econômico para Currais Novos

Durante a tarde desta terça-feira, 19, o Desenvolvimento Econômico e Social de Currais Novos foi tema de discussão entre a Prefeitura, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, IFRN, e empresários locais, que se reuniram para debater sobre ações que contribuam com o fortalecimento da economia local. O encontro aconteceu no Gabinete da Prefeitura Municipal com a participação do Prefeito Odon Jr, Vice-Prefeito Anderson Alves, do Secretário da SEDEC RN, Jaime Calado, e do Reitor do IFRN, Wyllys Farkatt.

Também estiveram na reunião os representantes da CDL, SEBRAE, vereadores Rady, Tércia Lêda e Zefinha Moura, imprensa, e empresários de diversos setores.

De acordo com o secretário Jaime Calado, algumas Câmaras Setoriais serão criadas no Estado para a discussão entre poder público e privado sobre ações para o avanço na economia do Rio Grande do Norte, e dentre essas Câmaras Temáticas estão a indústria, comércio e serviços, ciência e tecnologia e mineração, esta última de grande potencial em Currais Novos e que contará em breve com a abertura do Centro de Tecnologia Mineral no Campus do IFRN. O Prefeito Odon Jr ressaltou as potencialidades econômicas de Currais Novos como a prestação de serviços, comércio, e a grande importância mineral, e afirmou o quanto o CT Mineral do IFRN irá contribuir para a indústria e pesquisa. “Queremos um diálogo permanente com nossos empresários e buscar fortalecer nossa economia e, assim, gerar emprego e renda na nossa cidade”, comentou.

Após a reunião aconteceu uma visita técnica ao CT Mineral e ao CT do Leite e do Queijo no IFRN onde foram apresentadas as potencialidades dos dois setores para a economia local.

IFRN

IFRN avalia se reduz de 4 para 3 anos tempo dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) está em fase de revisão dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio. Uma das possíveis mudanças – e a mais polêmica – é a redução do tempo dos cursos, de 4 anos para 3 anos. Se aprovada até julho, a medida já vai valer a partir do próximo ano.

De acordo com o pró-reitor de Ensino da instituição, Agamenon Tavares, a discussão sobre o tempo dos cursos ocorre dentro da revisão global das ofertas, prevista pelo programa politico-pedagógico para acontecer em 2016. A medida acabou atrasando por causa de algumas questões, como a reforma do ensino médio, em 2017.

As revisões das licenciaturas foram concluídas ainda em 2018. Foram iniciados, ainda no mesmo ano, a revisão dos cursos superiores de tecnologia (CSTs), cujas diretrizes foram discutidas, votadas e aprovadas.

“Em 2019, estamos fechando os Projetos Pedagógicos de Cursos dos CSTs e retomando as diretrizes para os cursos técnicos, com previsão de término no início de 2019.2”, explicou.

Um dos pontos em questão é uma nova metodologia para os orçamentos dos cursos, aprovada em agosto do ano passado pelo Conselho de Reitores do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). “Foi uma mudança de estratégias dos reitores”, considerou.

A mudança prevê uma alteração no cálculo de ponderação que define quanto cada curso recebe para seu custeio. Ele leva em conta número de alunos matriculados, laboratórios necessários, número de professores, custos de água, energia, internet e tempo de duração, por exemplo.

Antes, o catálogo de cursos tinha o mínimo de 3.000 horas, mas a instituição poderia optar por quantas horas a mais considerasse necessária. No Rio Grande do Norte, por exemplo, os cursos são de 4.000 horas de curso. “O que o conselho definiu é que nós podemos continuar ofertando quantas horas quisermos, mas eles agora só vão custear 3.200 horas”, explica.

Com esse novo cálculo, enquanto um curso recebia cerca de R$ 1,7 milhão por ano, passaria a receber aproximadamente R$ 1,5 milhão – cerca de R$ 200 mil a menos – por exemplo.

De acordo com o pró-reitor, atualmente, cerca de 90% dos IFs no país têm curso técnico-integrado com duração de três anos. Apenas quatro, entre eles o do Rio Grande do Norte, desde 2005, mantém quatro anos de formação.

Decisão tomada em conjunto

Ainda de acordo com o pró-reitor, as informações estão sendo detalhadas à comunidade acadêmica, que está formando comissões de cada campus do estado, formadas por professores das disciplinas regulares e das técnicas, além de alunos, e servidores técnicos. Eles vão se reunir e definir essa medida a

Essas comissões têm três encontros mensais gerais e se reúnem também separadamente. A ideia da instituição é definir essa questão até o mês de junho.

Ainda de acordo com o pró-reitor, a reitoria não tem uma posição tomada a respeito do assunto e espera justamente a decisão desse conjunto de comissões. Além disso, ele considera que o que deve ser estudado é uma integração ainda maior entre as disciplinas técnicas e as do currículo comum.

G1
Educação » IFRN

IFRN abre inscrições para Programa de Iniciação Tecnológica

A Pró-Reitoria de Ensino (Proen) do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) publicou, nesta sexta-feira (8), o Edital 10/2019, referente ao Programa de Iniciação Tecnológica e Cidadania (ProITEC). O Programa objetiva o aprofundamento de aprendizagem de alunos das escolas da rede pública de ensino do Rio Grande do Norte, contemplando as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática e Ética e Cidadania.

Inscrições e isenção

Os interessados poderão se inscrever a partir da próxima segunda (11), a partir das 14h, até às 17h do dia 8 de abril, exclusivamente via internet, através do Portal do Candidato. Para realizar a inscrição, é necessário efetuar o pagamento de uma taxa de R$ 30,00 (trinta reais). O aluno que não tenha acesso à internet poderá fazer a sua inscrição em qualquer um dos campi do IFRN, em dias úteis, nos horários de funcionamento de acordo com o Anexo I do Edital. Os estudantes que forem membros de família de baixa renda e comprovem inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), podem acessar o Sistema Gestor de Concurso e solicitar a isenção do pagamento no período de 11 a 20 de março de 2018.

ProITEC

O Programa de Iniciação Tecnológica e Cidadania (ProITEC) é um curso na modalidade à distância, voltado somente para alunos do 9º ano da rede pública de ensino. O programa prepara os estudantes por meio de livro, fascículos e teleaulas para o ingresso no ensino técnico integrado ministrado pelo IFRN. A prova não dá acesso aos cursos do Instituto Federal. Ela serve para avaliar os conhecimentos e preparar os estudantes para o processo seletivo que dá acesso aos cursos técnicos integrados ao ensino médio do Instituto, o Exame de Seleção. Os estudantes que fazem a prova recebem o certificado de conclusão do ProITEC.

Acesse:

Edital Nº 10/2019 – Programa de Iniciação Tecnológica e Cidadania (ProITEC) 2019

Portal do Candidato

Currais Novos » IFRN » Mineração

Centro de Tecnologia Mineral em Currais Novos será um dos mais modernos do Brasil

Com investimentos de R$ 7 milhões e a previsão de inauguração no início do segundo semestre deste ano, o Centro de Tecnologia Mineral construído no Campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRN de Currais Novos será um dos mais importantes e modernos centros de pesquisa mineral do país. Na tarde desta terça-feira, 26, o Prefeito de Currais Novos, Odon Jr, visitou as obras do CT acompanhado do Pró-Reitor de Pesquisa do IFRN, Professor Márcio Azevedo, além de técnicos, pesquisadores, geólogos, e equipe do IFRN.

“Essa obra e projeto do CT Mineral iniciou no Governo Lula e será finalizado agora no início do Governo Bolsonaro e será um dos grandes investimentos do Governo Federal em Currais Novos e na região. No total, cerca de R$ 7 milhões em obras e equipamentos, e nessa etapa final está sendo investido pelo IFRN cerca de R$ 1,2 milhões na construção de galpões, calçamento, construção de muro, subestação de energia, tratamento de esgotos, acesso e paisagismo. A meta é que a empresa executora conclua os serviços até Junho de 2019 e atualmente está gerando mais de 20 empregos diretos na obra”, disse o Prefeito Odon Jr.

O Centro conta com uma área de aproximadamente 800m², dois laboratórios de pesquisa, uma planta-piloto, uma área de preparação da amostra, seis salas incubadoras, cinco salas para grupos de pesquisa, sala de treinamento, além de um centro de gestão. O CTM teve a instalação da mini planta de operação de processamento e análise de minerais, equipamento este que é um dos 6 existentes no país e 30 no mundo. O projeto é uma parceria entre IFRN, FUNCERN, FAPERN e Fundação Gorceix da Universidade Federal de Ouro Preto.

O CT Mineral de Currais Novos será o único do Norte-Nordeste do país e fomentará projetos de pesquisa em tecnologia mineral com uma grande capacidade produtiva de nível mundial.

Educação » IFRN

IFRN é reconhecido como melhor Instituto Federal do Brasil

IFRN – Campus Currais Novos

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) ficou em primeiro lugar entre os Institutos do Brasil, conforme o Web Ranking of Universities, e em segundo no que diz respeito às instituições de ensino do RN. O “Webometrics Ranking of World Universities” é uma iniciativa do Laboratório Cybermetrics, um grupo de pesquisa pertencente ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), maior corpo de pesquisadores da Espanha. O sistema classifica universidades em todo o mundo, com base em um indicador composto que leva em conta tanto o volume do conteúdo da instituição na web (número de páginas e arquivos), quanto a visibilidade e o impacto destas publicações online, de acordo com o número de inlinks externos (citações do site) que receberam.

A lista tem como objetivo melhorar a presença das universidades e instituições de pesquisa na internet e promover a publicação em acesso aberto dos resultados científicos, sendo publicada desde 2004 e com atualizações a cada janeiro e julho. Atualmente, ela fornece indicadores para mais de 12.000 universidades em todo o planeta.

“O resultado indica que o Instituto, através dos trabalho de estudantes e servidores, produz conteúdo relevante, o que atrai o interesse de pesquisadores e da sociedade em geral”, comemorou o reitor do IFRN, Wyllys Farkatt Tabosa. Abrangendo tanto materiais como artigos científicos, dissertações e teses como páginas de divulgação institucional, o ranking considera o número de acessos ao material como também compartilhamentos e citações. “É uma notícia para todos os nossos pesquisadores, sejam estudantes ou servidores, que produzem conhecimento e o repercute: em livros, artigos, comunicações em eventos, páginas de redes sociais e na mídia como um todo”, completou.

Para a Diretora de Regulação e Avaliação do Ensino, Tarcimária Gomes, a posição no ranking comprova a qualidade do ensino e das ações desempenhadas pela Instituição. A Diretora lembra no final de 2018, o MEC renovou por oito anos o credenciamento para a oferta de cursos técnicos, superiores de graduação e de pós. Ainda sobre ensino superior, foco do ranking, conquistou o maior Índice Geral de Cursos (IGC) entre os Institutos Federais do Nordeste. “Um dos fatores mais avaliados é a comunicação, tanto com a comunidade interna quanto com a externa. A repercussão dos trabalhos que desenvolvemos, como também o acesso a eles mostra que temos uma comunidade de pessoas produzindo pesquisas relevantes e que a Instituição tem respaldo e credibilidade”, enfatizou.

IFRN

Construindo conexões, mudando vidas: IFRN celebra sua primeira década neste sábado

Escolas de Aprendizes Artífices, Liceu Industrial de Natal, Escola Industrial de Natal, Escola Industrial Federal, Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte e Centro Federal de Educação Tecnológica. Todos esses nomes e uma só entidade de ensino, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, criado pela Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.

Agora, dez anos depois, o Instituto reúne estudantes, técnicos, professores e a comunidade externa para celebrar. No próximo sábado, 15 de dezembro, uma noite de celebração às histórias construídas com a expansão da instituição terá como sede o auditório do Campus Natal-Central do Instituto. Às 18h30, o evento comemorativo à criação dos Institutos Federais, aberto ao público, contará com apresentações culturais, exibição de vídeos e homenagens, como a entrega do título de Professor Honoris Causa a Belchior de Oliveira Rocha, primeiro reitor do Instituto, e a Francisco das Chagas de Mariz Fernandes, diretor quando a expansão teve início.

Homenagens e exibição de vídeos

Entre a comunidade do Instituto, professores, técnicos, alunos e terceirizados que contribuíram no processo de consolidação do Instituto ao longo de sua primeira década também serão homenageados. Serão entregues medalhas comemorativas pela passagem dos 10 anos. Em um segundo momento, a noite de festa segue com a exibição do vídeo institucional, produzido pela Assessoria de Comunicação Social e Eventos (Asce) da Reitoria. A peça audiovisual conta com depoimentos de servidores, alunos, ex-alunos e demais funcionários dos campi de todo o estado e dá início a uma série de vídeos de cada unidade, que será lançada no decorrer do primeiro semestre de 2019. Para finalizar a noite, uma apresentação cultural, com músicos do instituto, será realizada no espaço das quadras do Campus Natal-Central.

Rede Federal de Educação Profissional

A expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no Rio Grande do Norte teve início em 1994 com a inauguração da Unidade de Ensino Descentralizada (Uned) de Mossoró. Doze anos depois, o Ministério da Educação, por meio da Setec, iniciou a expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, implantando, em 2006, três novas Uneds: Zona Norte de Natal, Ipanguaçu e Currais Novos. A segunda etapa da expansão começou em 2007, com a construção de outras seis unidades, nos municípios de Apodi, Pau dos Ferros, Macau, João Câmara, Santa Cruz e Caicó. Essas escolas foram inauguradas em 2009, sob uma nova institucionalidade – em vez de unidades descentralizadas de ensino do Centro Federal de Educação Tecnológica, elas já nasceram como campi do novo IFRN. Ainda nesta fase da expansão, foram construídos os campi de Natal-Cidade Alta, Nova Cruz, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. Paralelamente ao plano de expansão física, o Instituto investiu também na criação do Campus de Educação à Distância, que funciona nas instalações do Campus Natal-Central.

Com o lançamento da 3ª fase da expansão o Rio Grande do Norte foi beneficiado, a partir de 2013, com mais cinco campi: Ceará-Mirim, Canguaretama, São Paulo do Potengi, Lajes e Parelhas. Em 2018, o MEC autorizou a criação do Campus Avançado Jucurutu, que está em fase de implantação.

IFRN

IFRN oferece primeiro doutorado em Educação Profissional da Rede Federal

Doutorado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional (PPGEP) será ofertado no Campus Natal-Central do IFRN

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), divulgou, na última quinta-feira (6), a autorização de funcionamento do curso de Doutorado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional (PPGEP) do Campus Natal-Central do IFRN. Além de ser o primeiro curso de doutorado do Instituto, é a primeira oferta de doutorado em Educação da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do país.

O coordenador do PPGEP, professor José Mateus do Nascimento, celebrou o pioneirismo. “É uma vitória, e a gente fica muito feliz porque começa pelo IFRN que, para o Brasil, sempre esteve na vanguarda de muita coisa”, afirmou. O professor ressaltou que em meados dos anos 90, o Instituto esteve à frente nos cursos de Licenciaturas, ainda na época do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet).

O reitor do IFRN, Wyllys Abel Farkatt Tabosa, também comemorou a aprovação: “a instituição recebe, com imensa alegria e satisfação, a notícia da aprovação do primeiro doutorado do IFRN. Isso representa mais um marco histórico para a nossa instituição. Estão de parabéns os professores pesquisadores, gestores, técnicos e egressos do Programa que, com determinação e engajamento, se imbuíram da responsabilidade de aprovar mais essa oferta curricular, tornando possível a completude do ciclo de verticalização acadêmica em nossa cultura institucional”, disse.

Avaliação

O corpo docente da PPGEP construiu o projeto de implementação do Programa de Doutorado e submeteu à avaliação da Capes em junho de 2018. Já em setembro os avaliadores da Coordenação vieram ao Instituto, conhecer de perto infraestrutura, professores e estudantes do Programa.

Segundo José Mateus, uma vez vencido o desafio da aprovação, agora é tempo e se debruçar na elaboração do Edital d o primeiro processo seletivo para doutorandos. “Seremos exigentes e rigorosos, conforme o ritual adotado pelo PPGEP durante esses seus cinco anos de seleção. Há um grupo significativo de egressos – e uma demanda represada da sociedade – com interesse em concorrer às quinze vagas ofertadas para turma inicial que ingressará no ano de 2019”, relata. O coordenador acredita que a reunião do colegiado confirme sua perspectiva: “deveremos abrir a seleção em dezembro ou janeiro, com processo seletivo até abril”, finalizou.

O Programa

A Pós-Graduação Acadêmica em Educação Profissional (PPGEP) funciona nas edificações do IFRN, Campus Natal Central, e, desde 2013 tem ofertado Curso de Mestrado Acadêmico aos pesquisadores para o fortalecimento do campo da Educação Profissional. Ao todo já beneficiou mais de 100 participantes envolvidos no processo formativo, contando com um universo de 57 dissertações concluídas e apresentadas publicamente à sociedade. Com a aprovação da oferta de Doutorado do PPGEP a produção de conhecimento sobre Educação Profissional passará a se organizar por meio de três linhas de pesquisa: Políticas e Práxis em Educação Profissional; Formação Docente e Práticas Pedagógicas na Educação Profissional; e História da Educação Profissional.

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