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Ministério da Saúde inclui pessoas com HIV em grupo prioritário de vacinação contra a Covid

É lei: quem furar fila da vacina no ES pode ser multado em até R$ 116 mil |  A Gazeta
Foto: Tânia Rêgo\ Agência Brasil

O Ministério da Saúde publicou uma nota técnica que passa a incluir, entre os grupos prioritários para vacinação contra a Covid-19, todas as pessoas que vivem com HIV entre 18 e 59 anos. Desde janeiro, parte desse grupo já estava incluído na previsão de vacinação de pessoas com comorbidades, mas havia a exigência de testes de contagem de linfócitos T CD4 menor que 350 –o que era visto como impasse por movimentos da área.

Agora, a nota técnica amplia essa previsão. No documento, o ministério diz que a medida segue “novas evidências científicas publicadas sobre o risco de desfechos negativos da Covid-19 em pessoas vivendo com HIV”. Também visa “reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito, e respeitar o conceito de equidade do Sistema Único de Saúde”, aponta.

A decisão por incluir apenas aqueles até 59 anos ocorre devido ao fato de que pessoas com mais de 60 anos já são alvo prioritário da vacinação, independente de comorbidades ou não. Segundo o ministério, a recomendação deve passar a fazer parte de nova versão do plano de vacinação, prevista para ser publicada em abril.

Atualmente, o grupo de pessoas com comorbidades (que inclui também pacientes com diabetes, hipertensão, entre outros, e onde agora também entram aqueles que vivem com HIV), está previsto como o 14º a receber a vacinação contra a Covid, logo após pessoas de 60 a 64 anos. Alguns estados, porém, têm passado outros grupos à frente da campanha de imunização, como policiais.

CoronaVac » HIV

Coronavac será testada em pacientes com HIV e doenças reumatológicas

Um estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo vai vacinar mais de 2.000 pessoas com duas doses da Coronavac.

Deste total, 1.500 são pacientes com doenças autoimunes reumatológicas ou portadores de HIV.

Todos receberão duas doses da vacina. O objetivo da pesquisa é avaliar a produção de anticorpos contra o vírus no grupo de imunossuprimidos, um dos mais vulneráveis a complicações do novo coronavírus.

A diretora clínica do HC, Eloisa Bonfá, divide a coordenação da pesquisa com o infectologista Esper Kallás. “Observamos recentemente em estudo epidemiológico do Data-SUS, com mais de 200 mil pacientes hospitalizados no Brasil com Covid e síndrome respiratória aguda grave, que pacientes com lúpus, por exemplo, têm 73% mais chances de evoluir para óbito dos que não têm a doença”, diz Eloisa.

A Coronavac é a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com Instituto Butantan, em São Paulo, contra o novo coronavírus.

Para a realização da pesquisa, o instituto paulista forneceu lotes da vacina específicos para utilização em pesquisa científica e que, portanto, não podem ser disponibilizados à população em campanhas de vacinação. ​

Com informações de CNN Brasil e Folha de S. Paulo

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