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Hamilton bate Rosberg e garante a pole em Barcelona; Massa sairá em 18º

Desta vez não veremos uma corrida de recuperação de Lewis Hamilton. Pelo menos não desde o início. O tricampeão mundial garantiu a pole position para o GP da Espanha, superando o seu companheiro de equipe, Nico Rosberg.

O bom resultado na classificação em Barcelona acaba sendo um alívio para o britânico, que vinha tendo problemas durante os treinos nas últimas duas etapas. Hoje, as coisas foram diferentes. Mesmo vendo o seu companheiro de equipe ser o mais rápido nos treinos livres, Lewis não baixou a cabeça e deu a volta por cima na última tentativa no Q3.

Hamilton cravou 1min22s000, sendo 0,280s mais rápido do que Nico, que fechou o treino de classificação na segunda colocação, com o tempo de 1min22s.280. Mas o que acabou chamando a atenção foi o retorno da hegemonia total da Mercedes, já que a Ferrari nem chegou a se aproximar dos alemães.

A segunda fila será formada pelos carros da Red Bull. Na hora da verdade, Daniel Ricciardo “mostrou quem é que manda” e superou o estreante Max Verstappen. O australiano foi o terceiro mais rápido (1min22s680), enquanto o holandês foi o quarto colocado (1min23s087).

A primeira Ferrari só apareceu na quinta colocação. Kimi Raikkonen cravou 1min23s113, sendo mais de um segundo mais lento do que o líder. Sebastian Vettel, que chegou a ameaçar a Mercedes no treino da manhã, ficou apenas na sexta colocação, com o tempo de 1min23s334.

Além da Ferrari, quem também decepcionou bastante foi a Williams. A equipe errou feio com Felipe Massa, fazendo com que o brasileiro fosse eliminado ainda no Q1 e ainda viu Valtteri Bottas garantir apenas a sétima colocação.

Felipe Nasr, brasileiro da Sauber, perdeu a disputa contra o seu companheiro de equipe e ficou apenas em vigésimo.

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Médico afirma que só um milagre salvará Michael Schumacher

Um dos neurocirurgiões que operou Michael Schumacher, após seu grave acidente em 2003 em uma estação de esqui, fez revelações alarmantes sobre o estado de saúde do ex-campeão da Fórmula 1.

“Ele não pesa mais do que 45 quilos e apenas um milagre pode mantê-lo vivo. Resta esperar. É uma questão de horas”, disse o médico ao site News Every Day.

Desde que Schumacher deixou o hospital para continuar sendo tratado em casa, junto da família, que se multiplicaram os rumores sobre o seu estado de saúde. Nada foi divulgado à imprensa ou aos fãs do ex-piloto de F1. Ninguém sabe se ele voltou a se comunicar ou a andar. Todo o tratamento de Michael é feito a sete chaves.

Terra
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Hamilton se recupera, mas não impede quarta vitória de Rosberg na temporada; Massa é 5º

Lewis Hamilton até conseguiu se recuperar depois de largar em décimo lugar, mas não conseguiu impedir Nico Rosberg de vencer pela sétima vez seguida – a quarta nesta temporada – e ampliar ainda mais sua vantagem na liderança do campeonato. O alemão, que largou na pole, liderou o GP da Rússia de ponta a ponta e comandou a dobradinha da Mercedes. Kimi Raikkonen, da Ferrari, foi o terceiro. Com o resultado, Rosberg chegou aos 100 pontos, contra 57 de Hamilton.

Largando em quarto, Felipe Massa perdeu uma posição justamente para Hamilton nas primeiras provas e chegou em quinto, atrás do companheiro Valtteri Bottas. Já Felipe Nasr fez uma boa largada, ganhando sete posições, mas perdeu ritmo e ainda teve uma punição durante briga de posição, terminando em 16º.

Vettel bate com Kvyat de novo

Nico Rosberg não deu chance aos adversários na largada  e pulou na frente, enquanto Kimi Raikkonen superou Valtteri Bottas e subiu para segundo. Felipe Massa manteve o quarto lugar e, atrás do brasileiro, houve vários toques. Quem se deu mal foi Sebastian Vettel, que teve dois toques com Kvyat, rodou, bateu e saiu da prova. O russo sofreu a pior punição das regras, um stop and go de 10s.

No segundo round entre Vettel e Kvyat, que trouxe o Safety Car para as primeiras voltas,  também vitimou Ricciardo e ambos os Red Bull foram aos boxes e colocaram os pneus médios, para irem até o final da prova.

Fora das confusões desta vez, Hamilton subiu de décimo para quinto e Alonso também fez uma grande largada, pulando para sétimo. Felipe Nasr foi outro que ganhou muitas posições, indo de 19º para 12º.

Hamilton vai para cima

Na relargada, Bottas deu o troco em cima de Raikkonen e Hamilton ultrapassou Massa, subindo para quarto na quarta volta. Três giros depois, o inglês passou também a Ferrari e chegou ao terceiro posto.

O inglês, contudo, sofreu para passar Bottas. A Williams até tentou defender a posição antecipando a parada do finlandês, na volta 17, mas no retorno de ambos à pista Hamilton ultrapassou o rival e tomou o segundo posto. Porém, Rosberg já tinha aberto 12s para o companheiro.

Ao retardar sua parada, Raikkonen acabou ganhando também a posição de Bottas. Com isso, após os pit stops, Rosberg liderava, seguido de Hamilton, Raikkonen, Bottas, Massa, Perez, Verstappen, Alonso, Ricciardo e Magnussen.

Na segunda parte da corrida, Hamilton começou a tirar a diferença em relação a Rosberg, chegando a ficar 7s atrás com 15 voltas para o final, quando foi avisado de um problema de pressão de água em sua Mercedes.

Mais atrás, Perez fez sua parada e Verstappen abandonou com o motor quebrado. Com isso, Alonso subiu para o sexto lugar, à frente de Magnussen, Grosjean, Perez e Sainz. A folga de Massa em relação ao espanhol era tanta, contudo, que o brasileiro chegou a fazer uma segunda parada e ainda voltou em quinto. Button, por sua vez, ainda teve tempo, com quatro voltas para o final, de superar Sainz e, assim como Alonso, marcar seu primeiro ponto do ano, em décimo.

A Fórmula 1 volta em duas semanas, no GP da Espanha.

UOL Esporte
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Há 22 anos morria Ayrton Senna

Ayrton Senna é considerado o melhor piloto brasileiro de todos os tempos e um herói para os amantes do automobilismo. São 22 anos sem a lenda que faleceu aos 34 anos durante uma corrida do Grande Prêmio de San Marino no dia 1º de maio de 1994. Sempre preocupado com os problemas sociais, seu legado permanece vivo até hoje, por meio o Instituto Airton Senna.

Impulsionados pelo desejo do tricampeão de Fórmula 1, o Instituto Ayrton Senna é uma organização sem fins lucrativos que trabalha em prol de crianças e jovens por meio da educação. A missão da instituição é construir soluções concretas para os problemas da educação básica no Brasil.

O que poucos sabem é que, após sua morte, foi descoberto que Airton Senna havia doado em segredo uma porção muito grande de sua fortuna pessoal (estimada em cerca de US$ 400 milhões) para ajudar as crianças pobres. E também, havia criado uma estrutura de uma organização dedicada às crianças pobres brasileiras, que mais tarde se tornou o Instituto Ayrton Senna.

 

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Em corrida empolgante e cheia de ultrapassagens, Rosberg brilha, amplia série invicta e vence GP da China

Que corrida, senhoras e senhores! Ultrapassagens, toques, estratégias distintas, sorte, azar, enfim. Todos os ingredientes que fazem da F1 este esporte sensacional foram exibidos pelos 22 pilotos no GP da China de F1. Neste domingo (17), Xangai foi palco de um sem número de bons embates e presenciou a confirmação de que o momento hoje é de Nico Rosberg. Com muita competência e uma sorte gigante, o alemão foi beneficiado logo na largada pelo toque entre as Ferrari de Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen, enquanto Lewis Hamilton, após ter largado em último, ter se envolvido num incidente com Felipe Nasr. Mesmo tendo largado mal e caído para segundo,Rosberg recuperou a liderança depois de ver o pneu traseiro esquerdo de Daniel Ricciardo explodir. Aí, foi só manter o belo ritmo do Mercedes W07, partir para o abraço e vencer a terceira corrida do ano, a sexta seguida.

Com o triunfo em Xangai, Rosberg chegou aos 75 pontos e, de quebra, atingiu uma marca histórica. As 17 vitórias colocam Nico como o maior vencedor não-campeão do mundo da história da F1, superando o grande Stirling Moss

Que corrida, senhoras e senhores! Ultrapassagens, toques, estratégias distintas, sorte, azar, enfim. Todos os ingredientes que fazem da F1 este esporte sensacional foram exibidos pelos 22 pilotos no GP da China de F1. Neste domingo (17), Xangai foi palco de um sem número de bons embates e presenciou a confirmação de que o momento hoje é de Nico Rosberg. Com muita competência e uma sorte gigante, o alemão foi beneficiado logo na largada pelo toque entre as Ferrari de Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen, enquanto Lewis Hamilton, após ter largado em último, ter se envolvido num incidente com Felipe Nasr. Mesmo tendo largado mal e caído para segundo,Rosberg recuperou a liderança depois de ver o pneu traseiro esquerdo de Daniel Ricciardo explodir. Aí, foi só manter o belo ritmo do Mercedes W07, partir para o abraço e vencer a terceira corrida do ano, a sexta seguida.

Com o triunfo em Xangai, Rosberg chegou aos 75 pontos e, de quebra, atingiu uma marca histórica. As 17 vitórias colocam Nico como o maior vencedor não-campeão do mundo da história da F1, superando o grande Stirling Moss.

Vettel se recuperou do incidente na primeira volta, fez uma bela corrida de recuperação e conseguiu cruzar a linha de chegada em segundo, seguido por Daniil Kvyat, que seguramente fez uma das suas melhores exibições na F1. O russo completou o pódio e confirmou que, no momento, a Red Bull é a terceira força da F1 na atualidade. Daniel Ricciardo se recuperou do azar com o pneu furado (que lhe tirou um pódio certo) e garantiu o quarto lugar, com Räikkönen completando o top-5.

Felipe Massa fez uma corrida brilhante. Seu carro não ajuda, mas mesmo com as limitações do FW38, o brasileiro segurou no braço um aguerrido Lewis Hamilton, que buscava escalar o pelotão para não perder tantos pontos na briga com Rosberg, mas encontrou em Massa um rival valente. Felipe chegou em sexto, seguido pelo bicampeão do mundo. Max Verstappen, depois de fazer a ultrapassagem sobre Valtteri Bottas no fim da corrida, foi o oitavo, seguido pelo seu companheiro de Toro Rosso, Carlos Sainz. Bottas se arrastou para terminar em décimo.

Felipe Nasr, por sua vez, terminou num paupérrimo 20º lugar, só na frente de Rio Haryanto e Jolyon Palmer, numa corrida tão incrível que não teve um abandono sequer.

 

 

UOL
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Rosberg aproveita problemas de Hamilton e larga na frente no GP da China; Massa larga em 11º

Com o pole position das duas primeiras corridas do campeonato fora de combate logo no início do treino, Nico Rosberg se aproveitou e vai largar na frente no GP da China. Daniel Ricciardo, da Red Bull, surpreendeu e vai largar em segundo, à frente de Kimi Raikkonen, da Ferrari.

Com problemas na unidade de potência da Mercedes e uma punição pela troca do câmbio, Lewis Hamilton vai largar na última colocação. Já os dois brasileiros ficaram de fora do treino na segunda parte da classificação: Felipe Massa se classificou em 11º, mas vai largar em 10º, beneficiado por uma punição a Nico Hulkenberg, e Felipe Nasr sairá do 16º lugar no GP que tem largada às 3h da madrugada de domingo, pelo horário de Brasília.

 

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Rivalidade entre Alain Prost e Ayrton Senna vai virar filme na França

A história da rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost vai virar filme. A produção, que deve ser intitulada simplesmente “Prost”, tem previsão para ser filmada no ano que vem, na França. O anúncio foi feito pela Labyrinthe Films e pela Mars Films. Não há previsão de data de lançamento.

Por enquanto, apenas o ator que interpretará o piloto francês foi definido: será seu compatriota Guillaume Gouix, conhecido no país por seu papel na série de TV The Returned

O filme vai focar na vida do piloto francês, desde sua infância até chegar aos quatro títulos mundiais da Fórmula 1, mas dará atenção particular aos duelos com Senna. A próprio Prost estará envolvido no projeto, que contará com a direção de Julien Leclercq.

Senna, por sua vez, teve sua história contada em filme lançado em 2010. Porém, trata-se de um documentário, e não de um filme ficcional. Outra rivalidade que também teve a história contada nos cinemas recentemente foi a de Niki Lauda e James Hunt, no filme intitulado Rush.

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F1: Williams renova com Massa e Bottas

Valtteri Bottas e Felipe Massa durante apresentação do carro de 2015 da Williams(Carl Court/AFP/VEJA)

Valtteri Bottas e Felipe Massa durante apresentação do carro de 2015 da Williams(Carl Court/AFP/VEJA)

A Williams confirmou na manhã desta quinta-feira a permanência de sua dupla de pilotos, formada pelo brasileiro Felipe Massa e pelo finlandês Valtteri Bottas, para a temporada de 2016 da Fórmula 1. Massa, de 34 anos, completará três anos na equipe britânica e celebrou a confiança do time de Frank Williams. “Estou no meu segundo ano aqui e muito feliz por fazer parte da família Williams, já que estamos trabalhando muito bem como equipe”, afirmou o brasileiro, que ocupa a quinta colocação do Mundial de Fórmula 1, com 82 pontos, os mesmos que o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, quarto por ter conseguido melhores posições nas corridas.

O piloto paulista chegou à Williams em 2013 após oito temporadas na Ferrari, onde foi vice-campeão Mundial em 2008. Na nova equipe, ele cravou uma única pole, no Grande Prêmio da Áustria, em 2014, e subiu ao pódio em quatro oportunidades. Já Valtteri Bottas, que teve o nome especulado na Ferrari antes da renovação do compatriota Kimi Raikkonen com a escuderia italiana, ressaltou a recente evolução da Williams e mostrou estar confiante em resultados mais expressivos.

“Temos crescido e nos tornado cada vez mais fortes como equipe e já estou ansioso para ver o que nos espera no ano que vem”, declarou Bottas, sexto colocado da atual temporada, com 79 pontos. Os dois irão à pista na madrugada de quinta para sexta-feira, às 5 horas (de Brasília), para o primeiro treino livre do GP da Itália. A expectativa dentro da Williams é que o carro consiga um bom desempenho em Monza, brigando de igual para igual com a Ferrari, mas ainda abaixo das Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

 

Veja
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Piloto francês de Fórmula 1 Jules Bianchi morre após 9 meses em coma

O automobilismo está de luto. Após uma batalha de nove meses pela vida, o piloto francês Jules Bianchi não resistiu e morreu nessa sexta-feira (17). A família do jovem de 25 anos usou as redes sociais para dar a triste notícia. É a primeira morte na Fórmula 1 desde 1994, quando o brasileiro Ayrton Senna não resistiu à forte batida em Ímola.

“Jules lutou até o fim, como ele sempre tem feito, mas sua batalha terminou”, trouxe o comunicado da família do piloto francês, assinado por seus pais, Phillipe e Christine e os irmãos Tom e Mélanie. “Sentimos, é uma pena enorme e indescritível. Queremos agradecer ao pessoal médico, que tratou-o com amor e dedicação”.

Bianchi faleceu no Centro Hospitalar Universitário de Nice (França), onde estava internado desde 2014. Ele sofreu o acidente no Grande Prêmio do Japão, em Suzuka, no dia 5 de outubro do ano passado. Desde então estava em coma e com poucas chances de sobreviver. O piloto da Marussia bateu em uma grua que retirava o carro de Adrian Sutil da pista.

A família de Bianchi agradeceu também aos médicos que prestaram os primeiros socorros, ainda no Japão, onde Bianchi passou dois meses internado até a transferência para a França, e também aos amigos e fãs do piloto.

“Gostaríamos de agradecer aos colegas de Jules, seus amigos, seus apoiantes e todos os que lhe provaram a sua afeição durante este período. Eles nos deram a força necessária para resistir nestes momentos terríveis”, afirmou a família. “Agora, pedimos que respeitem a nossa privacidade durante estas horas muito difíceis, durante as quais estamos tentando lidar com a perda de Jules”.

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Ecclestone afirma que Fórmula 1 poderá ter apenas 14 carros em 2015

A crise financeira é uma dura realidade na Fórmula 1 atual. Caterham e Marussia se ausentaram do GP dos Estados Unidos em busca de novos investidores e tempo para se reestruturar, fazendo com que a etapa deste fim de semana tenha o grid mais esvaziado dos últimos tempos, com 18 carros. Mas times como Lotus e Sauber também enfrentam dificuldades. Em Austin, o chefão comercial da categoria, Bernie Ecclestone, já admite a possibilidade de perder até quatro equipes na próxima temporada, que teria, então, apenas 14 carros disputando o título mais importante do automobilismo mundial.

– Poderíamos ir até 14. Se perdermos mais duas equipes, é isso que vai acontecer. Eu não posso prever se isso vai mesmo acontecer. Com até 18 carros, a situação não seria tão dramática. Nós precisamos das equipes pequenas, mas elas precisam conseguir trabalhar corretamente – afirmou o chefão da F-1, em entrevista à emissora “Sky Sports”.

O regulamento da Fórmula 1 prevê que, se três equipes precisarem deixar o grid, as outras passarão a correr com três carros. A crise financeira dos times menores gerou, então, apreensão nos dirigentes das outras escuderias, que reclamam dos altos custos de operação para um terceiro monoposto. Nos bastidores da categoria, há uma série de questionamentos sobre a viabilidade da implementação da ideia para 2015, caso o grid fique esvaziado.

– Seria uma solução de curto prazo, mas um verdadeiro desastre a longo prazo. Me disseram que poderia custar entre 35 a 40 milhões de libras a mais (entre R$ 140 e 160 milhões) para ter um carro extra no próximo ano, mas isso ainda não está muito claro – analisa o ex-piloto Martin Brundle, que atualmente trabalha como comentarista da F-1.

Sem condições de arcar com os pagamentos a fornecedores e funcionários, Marussia e Caterham foram entregues a administradores legais, que têm a função de buscar novos investidores e viabilizar a operação das equipes. A Caterham já anunciou que também deixará de disputar o GP do Brasil, na próxima semana, mas a Marussia ainda não se posicionou em relação à corrida de Interlagos.

Globo Esporte.com

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