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Finanças

Dívida pública total do Brasil cresce R$ 67 bilhões em um mês

A dívida pública federal cresceu 2,38%, ou R$ 67,2 bilhões, em março. Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Tesouro Nacional, o estoque subiu de R$ 2,819 trilhões em fevereiro para R$ 2,886 trilhões no mês passado. O aumento é resultado de uma emissão líquida de títulos públicos de R$ 49,61 bilhões e da apropriação de juros no valor de R$ 17,62 bilhões.

De acordo com o relatório do Tesouro, as emissões de títulos somaram R$ 52,22 bilhões em março. Mas como o governo também resgatou papéis num total de R$ 2,61 bilhões, o resultado líquido foi de R$ 49,61 bilhões. Os títulos mais ofertados ao mercado foram os prefixados (R$ 31,2 bilhões), seguidos pelos corrigidos por índices de preços (R$ 10,9 bilhões) e pelos atrelados à taxa Selic (R$ 4,55 bilhões).

 

 

O Globo
Cultura » Finanças » Notícias

Cosern investirá R$ 3,04 milhões em 18 projetos culturais no RN

A Cosern, empresa do Grupo Neoenergia, reconhecida pelos potiguares como a empresa que mais investe na cultura do Rio Grande do Norte, confirma os investimentos na área e, neste ano, aplicará R$ 3,04 milhões em 18 projetos culturais incentivados por meio da Lei Estadual Câmara Cascudo e da Lei Federal Rouanet.

Durante o processo seletivo, a Cosern recebeu 100 propostas de patrocínios culturais via leis de incentivo. Os 18 projetos culturais selecionados nos segmentos de cinema/audiovisual, música, artes cênicas, educação e literatura e cultura popular, abrangem todas as regiões do estado. Destes, 17 receberão incentivos através da Lei Estadual Câmara Cascudo, e um por meio da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura.

Contemplados através da Lei Câmara Cascudo, no segmento musical, os projetos selecionados foram os seguintes: Fest Bossa e Jazz, Festival Música Alimento da Alma – MADA, Movimento Sinfônico da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Oficinas na Ilha, CD Valéria Oliveira e o Som Sem Plugs. Na área de cinema e audiovisual, os projetos contemplados foram o FINC – Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa e o Cinema na Serra. No segmento de artes cênicas foram selecionados o Oratório de Santa Luzia e o Narrativas do Silêncio.

Já nos segmentos educação e literatura, os projetos selecionados neste ano foram: a Feira do Livro de Mossoró, a Fliq – Feira de Livros e Quadrinhos de Natal e o Casa das Palavras – Luz, Cultura e Movimento. No segmento de Cultura Popular os projetos contemplados são: Conexão Elefante Cultural, Transforme-se, Caravana de Escritores Potiguares e o Conexão Brasil 2016 – Antropofagia Cultural e Redes: de Mário de Andrade a Felipe Camarão. Através da Lei Federal de Incentivo à Cultura Rouanet, foi selecionado o projeto Natal em Natal 2016.

A lista com os projetos selecionados está disponível no site da Cosern (www.cosern.com.br), menu Sustentabilidade – seção Gestão Social.

Nominuto
Finanças » Judiciário

Justiça condena empresa NNEX a devolver R$ 55 mil a clientes

A juíza Divone Maria Pinheiro, da 17ª Vara Cível de Natal, condenou a NNEX Marketing Digital LTDA. ao ressarcimento do valor pago por quatro clientes, ou seja, R$ 54.910,00, dividido proporcionalmente para cada um dos autores de acordo com os seus respectivos investimentos em serviço de divulgação de atividades de mídia digital.

Tal valor deve corrigido monetariamente pelo INPC desde o ajuizamento da ação (16/05/2014) e acrescidos de juros legais a contar da citação (12/09/2014). A magistrada declarou, ainda, nulo o contrato discutido em juízo e julgou improcedente o pedido de indenização por danos morais feito pelos autores.

Na ação judicial, os autores informaram que, através de Instrumento Particular de Prestação de Serviços e Outras Avenças, adquiriu junto as empresas NNEX Marketing Digital Ltda e Permuta Digital.com Ltda 19 pacotes de serviços premium, passando a fazer parte do grupo de divulgadores, na qualidade de Contratante. Em virtude do contrato, os autores deveriam divulgar diariamente cinco Atividades de Mídia Digital, recebendo, ao final de cada semana, mais que R$ 210,00, por cada pacote de serviço premium que contratou.

Brasil » Finanças

Em crise fiscal, dívida do Brasil pode chegar a 90% do PIB em 2021

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou na manhã desta quarta-feira que a situação fiscal do Brasil está se degradando muito rápido. Na divulgação do seu relatório “Monitor Fiscal”, o organismo informou que em um ano todo o mundo viu uma piora do quadro, principalmente por causa de um crescimento econômico menor que o esperado, aumento de dívidas e, no caso dos países emergentes, aumento de juros. No cenário de maior problemas, a economia mundial pode deixar de crescer até 3,9% até 2021.

O déficit nominal do Brasil passou de 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) em 2014 para 10,3% em 2015, fazendo a dívida bruta nacional dar um salto e passar de 63,3% do PIB para 73,7% em um ano. Mais que isso, a trajetória é crescente e a dívida pública deverá chegar a 91,7% do PIB em 2021.

O Fundo alerta que as metas fiscais do Brasil neste ano estão menos ambiciosas que o previsto anteriormente, o que deve fazer com que o total da dívida bruta do país chegue a 76,6% do PIB no fim deste ano. Mas, por outro lado, comemora algumas iniciativas.

“Para ancorar as expectativas fiscais de médio prazo, as autoridades planejam introduzir um limite máximo de crescimento de despesas públicas para vários anos e tem aumentado a necessidade de reformar o sistema de previdência social”, afirma o documento de 110 páginas.

Mas a análise do fundo alerta para o risco político do país: “O calendário eleitoral ou impasses políticos podem complicar a a implementação da política fiscal ou desencorajar a uma atuação mais forte neste ano em uma série de países, incluindo economias avançadas (Austrália, Grécia, Estados Unidos), mercados emergentes (Brasil, África do Sul, Venezuela), e em países de baixa renda (Gana, Zâmbia)”.

O Fundo informa ainda que o programa de concessões do Brasil poderia ser acelerado, para permitir mais iniciativas e obras em infraestrutura, o que melhoraria a produtividade do país e incentivaria o crescimento da economia, em um momento em que há restrições orçamentárias para as obras públicas.

A situação do Brasil reflete um problema que é comum há vários países em desenvolvimento, por causa da queda nos preços das commodities (produtos básicos com cotação global, como soja, minério de ferro e petróleo) com impactos na receita orçamentária dos países, redução do crescimento, aumento da inflação em parte por causa dos ajustes cambiais e consequente elevação dos juros para frear a alta dos preços ao consumidor.

“Nos mercados emergentes e em desenvolvimento, a situação mais apertada das condições financeiras, mais voláteis, pode elevar significativamente o custo de juros justamente em um momento em que as necessidades de financiamento bruto estão aumentando. Dada a perspectiva econômica fraca, há a maior probabilidade de que surjam passivos contingentes decorrentes deste cenário”, informa a nota do FMI.

O documento também lista desafios para países ricos, que tem endividamento de mais de 100% do PIB e sofrem com a falta da reação econômica e do baixo investimento, além de temas que a China terá de enfrentar, como a situação de seu mercado habitacional, que pode gerar riscos semelhantes aos vividos nos Estados Unidos em 2008, quando houve uma forte crise global após uma bolha imobiliária.

“Riscos fiscais estão aumentando em quase todo o mundo”, resume o documento.

 

 

O Globo
Esporte » Finanças

Contrato com Barça garante R$ 190 milhões a Neymar em 5 temporadas

O site “Football Leaks”, que é especializado em divulgar informações de bastidores do meio futebolístico, divulgou nesta segunda-feira (11) o contrato do atacante Neymar com o Barcelona.

Conforme mostra o documento, somente para assinar o acordo, em 2013, o brasileiro recebeu 8,5 milhões de euros (R$ 35,2 milhões, na cotação atual).

O contrato garante que o jogador receberá 45,9 milhões de euros (R$ 190 milhões) pelos cinco anos de acordo -que termina em junho de 2018. Se o salário e os bônus não atingirem esse valor, o Barcelona é obrigado a arcar com a diferença.

O documento estabelece diversas bonificações a Neymar se ele cumprir um mínimo de jogos pré-estabelecido, como prêmios por temporada (5 milhões de euros), se conquistar a Bola de Ouro (425 mil euros), se ganhar a Liga dos Campeões e o Campeonato Espanhol (850 mil euros para cada torneio) e se participar de 60% ou mais de partidas oficiais (1 milhão de euro).

Apesar disso, o contrato impõe algumas limitações a Neymar.

O acordo pede para que o atacante evite andar de moto e até de esquiar e que se esforce, ao máximo, para interagir com a comunidade catalã e aprender o idioma local.

 

 

Folha Press
Economia » Finanças » Saúde

Governo autoriza reajuste de até 12,5% no preço dos remédios; 1ª vez em mais de 10 anos de aumento anual acima da inflação

O preço dos medicamentos poderá subir até 12,5% a partir desta sexta-feira (1º). É a primeira vez, em dez anos, que o valor fica acima da inflação.

O novo índice foi definido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), composta por representantes de cinco ministérios, e publicado no “Diário Oficial da União”.

O percentual é calculado com base nos critérios que, junto com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), compõem a fórmula adotada pelo governo para fixar o reajuste máximo do preço dos remédios.

Ao todo, 19 mil produtos estão sujeitos ao novo reajuste. Segundo a indústria, o aumento, no entanto, não deve chegar imediatamente às farmácias. A previsão é que as primeiras variações de preço ocorram daqui a três meses, com a reposição dos estoques.

Indústria e farmácias também podem optar por praticar um reajuste menor que o permitido, principalmente nos casos de produtos mais procurados pelos pacientes e fabricados por um maior número de empresas.

PROJEÇÕES

O índice anunciado nesta sexta-feira (1º) confirma as projeções da indústria, divulgadas no início deste mês. Além do IPCA, cuja taxa acumulada entre março de 2015 e fevereiro de 2016 ficou em 10,36%, o cálculo leva em conta fatores como a produtividade da indústria, a concorrência do setor farmacêutico e o custo dos insumos.

Segundo a Interfarma, que divulgou as primeiras estimativas, a baixa produtividade, a oscilação do câmbio e o aumento da energia elétrica influenciaram no cálculo.

Em nota, o Ministério da Saúde diz que o impacto no consumidor, historicamente, tem ficado abaixo do índice anunciado, o que também deve ocorrer neste ano, devido à prática de descontos existentes no mercado, informa.

Folha Press
Finanças » Política » Rio Grande do Norte

Governo consegue liberação de R$ 65 mi remanescentes do Proinveste

O Governo do Rio Grande do Norte conseguiu a liberação dos R$ 65,8 milhões remanescentes do Proinveste, nesta quinta-feira (31). A maior parte destes recursos, R$ 48,3 milhões, será utilizada na contrapartida do Pró-Transporte, o que dará novo ritmo às obras dos dois grandes eixos de mobilidade urbana da Zona Norte de Natal.

A liberação dos recursos aconteceu dois dias após o governador Robinson Faria reunir-se em Brasília com o Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e com o presidente do Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu. A luta para destravar a liberação, entretanto, vem desde o início da atual gestão.

“O governo tem trabalhado arduamente para viabilizar estes recursos. Com muito empenho, conseguimos vencer os trâmites burocráticos, e agora poderemos tocar obras estruturantes importantíssimas para o estado e para Natal, como as obras do Pró-Transporte”, assinalou o governador Robinson faria.

Educação » Finanças » Notícias

Crise e Fies menor desestimulam entrada de aluno no ensino superior, diz pesquisa

A atual crise econômica e as restrições no programa de financiamento estudantil do governo, o Fies, podem frustrar a expectativa de pessoas que concluíram o ensino médio de ingressarem no ensino superior, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular. Entrevistas com pessoas que têm diploma de ensino médio e disseram se interessar por uma faculdade apontaram que, para 41% dos ouvidos, a crise desestimula o ingresso no ensino superior. A crise do Fies também é vista como um fator que atrapalha os planos.

Segundo o Data Popular, entre os entrevistados que conheciam a crise do Fies (95% do total), 55% acreditava que ela é um fator que atrapalha os planos de estudar. Os dados foram apresentados durante um evento do setor de ensino superior privado, promovido pelo Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior), em São Paulo.

Embora a faculdade seja classificada como o “maior sonho” por 32% das pessoas ouvidas, os potenciais alunos do futuro enxergam dificuldades de curto prazo para atingir esse objetivo, afirmou o presidente do Data Popular, Renato Meirelles.

A pesquisa identificou que, principalmente entre os mais jovens, com 18 a 24 anos, existe a expectativa de contar com bolsas ou financiamento para estudar. Entre esses jovens, apenas 50% esperam contar com o Fies para ingressar no ensino superior.

O levantamento aponta ainda que a dependência de bolsas ou financiamentos ocorre num cenário em que o público-alvo das universidades privadas tem dificuldade de se planejar para pagar os estudos. Ao todo, 66% não têm um planejamento financeiro para poder estudar.

O financiamento estudantil privado, porém, não é visto ainda como uma alternativa possível. Entre os mais jovens, apenas 3% têm a intenção de obter esse tipo de financiamento com bancos e, para os que têm mais de 24 anos, esse indicador é de 4%. “As respostas indicam que eles temem os juros abusivos e temem não ter o crédito aprovado”, afirma Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp.

Apesar do impacto negativo da crise, Meirelles avalia que o temor da crise não “desmobiliza” esse público potencial das universidades. De acordo com ele, uma pesquisa qualitativa indica que esse público ainda é otimista com relação ao seu sucesso no futuro, o que é um sinal de que haveria espaço para retomar os planos de estudar em algum momento.

 

R7, com AE
Esporte » Finanças » Jucurutu

Neymar é condenado a pagar R$ 188,8 milhões por sonegação, segundo jornal

Neymar deixou de pagar R$ 63,6 milhões em impostos entre 2012 e 2014, segundo investigação – Tom Gandolfini / AFP

Neymar deixou de pagar R$ 63,6 milhões em impostos entre 2012 e 2014, segundo investigação – Tom Gandolfini / AFP

Uma corte administrativa da Receita Federal no Rio de Janeiro considerou o atacante Neymar culpado por crimes de sonegação de imposto de renda, fraude e conluio.

O craque do Barcelona deverá pagar R$ 188,8 milhões em impostos atrasados e multas. Ainda cabe recurso da decisão. As informações são do jornal “Folha de São Paulo”.

A condenação segue o parecer dado pela 20ª Turma da Delegacia da Receita, que havia considerado, no início de março, que Neymar havia utilizado três empresas, administradas por seus pais, para disfarçar rendimentos recebidos pelo próprio jogador em contratos com o Santos, o Barcelona e a Nike, empresa de material esportivo que patrocina Neymar. As investigações começaram a partir da transferência dele do Santos para o Barcelona, ocorrida em 2013.

O voto da auditora fiscal Claudia Develly Montez, obtido pela “Folha”, diz que “é possível confirmar que foram praticados por eles (Neymar e seus pais) negócios jurídicos simulados, fraudulentos”. De acordo com a investigação, Neymar deixou de pagar R$ 63,6 milhões em impostos entre 2012 e 2014.

O atacante ainda pode recorrer da decisão junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), em Brasília. Até o momento, Neymar e seus pais não se pronunciaram.

 

O Globo
Finanças » Policial » Política

Delcídio aponta favorecimento do BNDES em troca de doações eleitorais

Luciano Coutinho, presidente do BNDES – Gustavo Stephan / Agência O Globo.

Luciano Coutinho, presidente do BNDES – Gustavo Stephan / Agência O Globo.

Em delação premiada, o senador petista Delcídio Amaral citou um esquema de financiamento de campanhas eleitorais em troca de repasses do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), principal instrumento do governo para investimentos na economia do país. Segundo Delcídio, o presidente do banco, Luciano Coutinho, “de maneira muito sutil”, sinalizava a aprovação de financiamentos e, em contrapartida, pedia doações a empresas.

“Que, nas reuniões com Luciano Coutinho, este, de maneira muito sutil, muito elegante, afirma que estão tramitando os pedidos das empresas e aparece com outra conversa: nos ajudem, nas apoiem”, diz o trecho da delação homologada nesta terça-feira.

O senador diz que a Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez são algumas das principais doadoras eleitorais e que, em períodos de campanha, recorrem a financiamentos do BNDES. De acordo com Delcídio, essas empreiteiras são pragmáticas e, em função de seus interesses, “financiam pessoas que vão proporcionar as ações que vão de encontro aos seus planos de negócio”.

Delcídio ressalta, no entanto, que não presenciou as conversas com Luciano Coutinho e não sabe “se houve alguma concretude”, mas que os fatos relatados coincidem com sua percepção sobre a atuação do governo no condicionamento dos financiamentos para empreiteiras em troca de apoio em campanhas eleitorais. O delator afirmou ainda que soube do esquema através de diretores de empresas que procuraram o BNDES, como João Santana, da Constran, do grupo UTC, e Atilano Oms Sobrinho, presidente do Conselho de Administração do Grupo Inepar, controlador da IESA. O mesmo teria ocorrido com José Antunes Sobrinho, da Engevix.

O GLOBO entrou em contato com a asessoria de imprensa do BNDES e aguarda uma posição do banco. A reportagem também aguarda posição da Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Constran, IESA e Engevix.

 

O Globo

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