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Superlua brilhará no céu do Brasil na noite desta quarta-feira (20)

O ano de 2019 terá sua terceria superlua nesta quarta-feira (20), a partir das 22h43. O fenômeno recebe esse nome porque o satélite natural do planeta Terra fica com um brilho mais intenso e maior do que nos demais dias.

“Quando a lua passa pelo perigeu, o ponto de sua órbita que fica mais próxima da Terra, recebe o nome popular de superlua. Nessa situação, o brilho pode ficar até 15% mais intenso”, explica o professor do departamento de Astronomia da USP Roberto Costa

Apesar de ser algo aparentemente extraordinário, a superlua acontece com uma certa frequência. Em janeiro e em fevereiro deste ano, a lua também surgiu maior e mais bilhante no céu.

“Os locais onde existe muita poluição lumiosa, como nas grandes cidades, pode ser pouco perceptível o bilho extra da lua. O ideal, para uma boa observação, é ir até uma região mais distante da luz artificial e com o céu mais limpo”, orienta o professor.

A superlua também tem impacto direto nas mares. Costa explica que a maré alta fica mais alta e a maré baixa fica mais baixa nesse dia.

R7
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O eclipse lunar de 2019

Eclipse será visto na madrugada desta segunda-feira (21) — Foto: Stellarium/Cassio Barbosa

Chegou a hora do primeiro grande evento astronômico de 2019: o eclipse lunar total!

Entre a noite deste domingo (20) e a madrugada de segunda (21), a Lua passará pela sombra da Terra ficando totalmente obscurecida. Totalmente no sentido de cobertura, ou seja, toda sua face visível estará com uma sobra, mas ainda assim ela poderá ser vista.

O eclipse se dá gradualmente, a Lua vai interceptar primeiro uma parte mais difusa da sombra projeta pela Terra no espaço, a chamada penumbra. Nesse estágio, principalmente no início, mal se consegue perceber que ela está obscurecida. Depois dessa fase, conhecida como penumbral, a Lua se encaminha para a parte central e mais escura da sombra chamada umbra. É nela que o eclipse propriamente dito fica evidente.

Conforme a Lua mergulha na umbra, além de ficar escurecida, ela vai ficando alaranjada também. Isso por que os raios solares que atingem a Terra atravessam sua atmosfera sem serem bloqueados. Durante essa passagem, entretanto, a luz acaba sendo espalhada e absorvida, em um efeito equivalente a uma filtragem. A luz que emerge é mais avermelhada e é justamente essa luz que atinge a Lua deixando-a com essa cor. A iluminação da Lua pode variar de bem escura a um alaranjado intenso, quase vermelho. Além do efeito do espalhamento e absorção, a quantidade de partículas em suspensão na atmosfera influi na coloração da lua durante a fase de umbra e se a Lua estiver muito escura é sinal de que a atmosfera está com muitas partículas.

O eclipse começa oficialmente à 00h36 (horário de Brasília) da segunda-feira, quando a Lua começa a mergulhar na penumbra da Terra. O horário de cada fase está listado abaixo. Se você mora em uma cidade com fuso horário diferente, ou não está no horário de verão, basta fazer a conversão apropriada.

  • P1 – Início da fase de penumbra e início do eclipse: 00h36
  • U1 – Início da fase de umbra: 01h33
  • U2 – Lua totalmente na umbra: 02h41
  • Máximo do eclipse: 03h12
  • U3 – Lua começa a sair da umbra: 03h43
  • U4 – Fim da fase de umbra: 04h50
  • P4 – Fim do da fase de penumbra e fim do eclipse: 05h48

O eclipse todo, desde a hora que a Lua entra na penumbra e sai dela totalmente deve durar 5 horas e 11 minutos. A duração do mergulho da Lua na parte mais escura da sombra da Terra, deve durar 3 horas e 16 minutos. Se você não conseguir ou não quiser ficar esse tempo todo vendo a Lua, pode se concentrar no intervalo entre 02h41 e 03h43, que é o período em que a Lua estará mais escura e alaranjada. O grau de alaranjado só dá para saber na hora mesmo.

G1
Fenômeno

Nesta semana tem a última chuva de meteoros do ano

Dezembro terá a última grande chuva de meteoros visível de 2018: a Geminids, que terá seu pico na madrugada da próxima sexta (14). Há previsão de que a chuva possa ser visto do Brasil, a partir das 2h/3h da madrugada (horário de Brasília). A luz da Lua não interferirá na observação dessa chuva no dia previsto de seu máximo porque ela estará na fase crescente e, portanto, se pondo antes da visibilidade dos meteoros Geminids.

Esta chuva é originada do corpo parental Phaeton 3200. Ainda hoje há uma discussão se este corpo que dá origem à chuva é um cometa dormente ou um asteroide tipo NEO. “Essa chuva, provavelmente tem origem asteroidal, o que não costuma ser frequente – normalmente as chuvas são associadas a cometas”, revela o astrônomo Marcelo De Cicco, doutorando do Observatório Nacional.

Os meteoros deixam um risco luminoso no céu, popularmente chamados de “estrelas cadentes”. As chuvas de meteoros não representam riscos para a Terra e acontecem em praticamente todos os meses, algumas com mais intensidade e ampla visibilidade.

Aqueles que conseguirem registrar imagens podem compartilhá-las pelo projeto Exoss, uma rede colaborativa, que busca conhecer as origens, natureza e caracterização de órbitas dos meteoros. Na página da EXOSS na Internet é possível obter mais informações sobre a rede e ver maneiras de colaborar. A EXOSS também dá dicas de como fotografar meteoros, explica os fenômenos, oferece estatísticas de meteoros e meteoritos e orienta os interessados para fazer observação visual, além de mostrar imagens em tempo real das estações instaladas.

Portal no Ar
Fenômeno

Sábado terá superlua

Fenômeno será melhor observado nas primeiras horas da noite

Fenômeno será melhor observado nas primeiras horas da noite

O sábado (29) terá o céu diferente e curioso para os amantes da astronomia: uma “superlua” cheia. O fenômeno conhecido por ‘perigeu’ ocorre no momento em que o satélite natural está em seu trecho de órbita mais próximo da terra, o que dá a impressão de que está maior e mais brilhante do que habitualmente. A dica para a melhor observação do fenômeno é aproveitar as primeiras horas da noite, quando a lua ainda está próxima do horizonte.

O mesmo fenômeno da Lua no perigeu ocorreu na sexta-feira (20 de março), mas coincidiu com a lua nova, o que dificultou a visibilidade do fenômeno. A lua no perigeu ocorre quando o satélite fica a menos de 360 mil quilômetros do planeta. No oposto, o ‘apogeu’, esta distância fica acima dos 400 mil quilômetros. No sábado, a expectativa é que a lua esteja a 358.289 quilômetros de distância da Terra, o que fará com que ela pareça até 13% maior do que o habitual em fase de lua cheia.

Apesar de termos  outros dois episódios de superlua neste ano (28 de Setembro e 27 de Outubro), a observação mais favorável será a desta, já que a diferença entre a Lua Cheia e o perigeu será de apenas 66 minutos. A distância prevista entre Lua e Terra será, respectivamente, de 356.876 quilômetros e 358.463 quilômetros.

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