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PRIVACIDADE: Facebook é alvo de ação por falhas na segurança de dados dos usuários

A Associação Estadual de Defesa da Cidadania e do Consumidor (ADECC/MS) ajuizou ação civil pública contra o Facebook por conta da falha de segurança nos dados dos usuários ocorrida em setembro deste ano, situação em que foram expostos dados de cerca de 30 milhões de usuários.

No dia 28 de setembro de 2018, usuários começaram a receber comunicados sobre um “incidente de segurança” quando entravam em seus perfis, e eram informados que tiveram seus dados pessoais roubados por conta de uma falha de segurança. À época, a própria empresa se posicionou sobre o caso dizendo que estava tomando as providências necessárias. Dados como nome, endereço de email, número de telefone, dispositivos usados para acessar o Facebook, idioma, status de relacionamento, religião e trabalho vazaram.

De acordo com a inicial, o próprio Facebook alertou que a investigação ainda está em andamento e não se sabe, até o momento, se as senhas das contas e informações de cartão de crédito ou pagamento também foram comprometidas.

Casos anteriores

Na inicial, a associação relembrou casos recentes de diversos escândalos que envolveram o Facebook no que diz respeito à privacidade dos usuários e os mecanismos de segurança de sua rede social. Citou, por exemplo, a ocasião em que o próprio Mark Zuckerberg foi convocado para audiência diante do Congresso dos Estados Unidos e não apenas admitiu seu erro, como também pediu desculpas aos seus bilhões de usuários.

“(…) embora o CEO da Requerida, Mark Zuckerberg tenha afirmado em 2010 que a privacidade não seria mais uma norma social, recentemente ele comprou quatro casas ao redor da sua, gastando um total de 30 milhões de dólares para evitar que pessoas monitorassem o que ele estava fazendo em sua vida pessoal.14 Deixando de lado a ironia do acontecido, e trazendo isso para a “vida real”, basta questionar qualquer um que diga que a privacidade não importa se ele estaria disposto a publicar todas as senhas de seus e-mails, redes sociais e etc. A resposta será certamente negativa.”

Na ação, a Adecc pediu, dentre outras coisas, que o Facebook seja obrigado a adequar suas políticas relativas aos consumidores brasileiros no tocante à política de dados e privacidade. Também pediu a indenização pelos danos morais coletivos em valor não inferior a 10 milhões de reais.

O processo foi distribuído à 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande/MS. A ação é patrocinada pelo escritório Lopes & Ormay Júnior Advogados.

Processo: 0838100-51.2018.8.12.0001

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PERIGO NAS REDES SOCIAIS: Facebook diz que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

O Facebook anunciou, nesta sexta-feira (12), que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários.

A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram dois conjuntos de informações: nome e detalhes de contato, incluindo número de telefone, e-mail ou ambos, dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

“Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque”, explica a empresa.

Central de ajuda

A empresa havia afirmado em setembro que ainda não tinha a confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Apesar disso, várias pessoas disseram no Twitter que foram deslogadas de suas contas no Facebook. Os engenheiros do Facebook afirmaram, na ocasião, que “não havia necessidade de ninguém mudar suas senhas”.

Agora, por meio do comunicado geral, a empresa explica que para saber se suas informações foram afetadas, os usuários podem checar visitando a Central de Ajuda no Facebook.

Nos próximos dias, o Facebook irá enviar mensagens customizadas a cada uma das 30 milhões de pessoas afetadas para explicar quais informações os invasores podem ter acessado, bem como medidas que elas podem tomar para ajudar a se proteger, incluindo de e-mails maliciosos, mensagens de texto ou chamadas telefônicas.

Outras redes sociais

De acordo com o Facebook, o ataque não incluiu as redes do Messenger, Messenger Kids, Instagram, Oculos, Workplace, páginas, pagamentos, aplicativos de terceiros ou contas de desenvolvedores ou anunciantes.

“Enquanto investigamos outras formas pelas quais as pessoas que estão por trás deste ataque usaram o Facebook, bem como a possibilidade de ataques em menor escala, continuaremos a cooperar com o FBI, a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda e outras autoridades”, finaliza o comunicado.

Como os hackers agiram

A falha explorou uma brecha no código relacionada ao recurso “Ver como”, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.

Primeiro, os invasores já controlavam um número de contas, que estavam conectadas com as contas existentes de amigos no Facebook. A partir daí, eles usaram uma técnica de automação para se mover de uma conta para outra, para que pudessem roubar os tokens de acesso desses amigos, e então de amigos de amigos e assim por diante, totalizando cerca de 400 mil pessoas.

Durante esse processo, contudo, essa técnica automaticamente carregou o perfil de 400 mil contas do Facebook. Isso incluiu posts na timeline, suas listas de amigos, grupos dos quais eram membros e os nomes de pessoas com as quais tinham conversado recentemente no Messenger.

Apenas o conteúdo das mensagens não ficou disponível aos invasores. Porém, se alguém neste grupo era administrador de uma Página que recebeu uma mensagem de alguém no Facebook, então o conteúdo da mensagem ficou disponível aos invasores.

Eleições 2018 » Facebook

Facebook se prepara para as eleições 2018 no Brasil

O Facebook está no centro de uma das mudanças nas regras eleitorais determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para 2018. Pela primeira vez, será permitido o impulsionamento de conteúdos online por partidos, coligações e candidatos.

A rede social deve ser o principal alvo deste tipo de publicidade, com posts patrocinados de candidatos surgindo nos feeds dos usuários a partir da data inicial da propaganda política – 16 de agosto.

Uma das novidades da rede para informar os usuários sobre este tipo de publicidade é a divulgação de todos os anúncios que uma página está veiculando no Facebook e no Instagram, mesmo que a publicidade não tenha aparecido no feed do usuário.

A maior transparência também está agora nas informações de páginas, que passam a apresentar alterações de nome recentes e a data em que a página foi criada.

Esse tipo de ação deve facilitar a identificação de páginas que mudam de nome no período próximo às eleições para apoiar partidos ou candidatos.

Assim, todas as páginas agora têm uma seção “Informações e anúncios” no menu à esquerda, onde todos os posts impulsionados ativos são exibidos. Nos anúncios marcados na categoria político/eleitoral, marcações vão informar quem pagou pela publicidade.

O Brasil também será o segundo país do mundo (após os Estados Unidos) com o Arquivo de Anúncios, que hospedará por 7 anos as propagandas relacionados à política na rede social, com informações como o valor aproximado gasto e os dados sobre o público demográfico impactado.

Para marcar um anúncio como político, será necessário passar por uma autorização na rede social, que exigirá a autenticação de dois fatores, o envio de um documento pessoal e o preenchimento de um cadastro. A modalidade só é permitida para usuários residentes no Brasil.

Caso um anúncio político no Facebook descumpra regras eleitorais, como veiculação nas 48h anteriores ao voto, o TSE poderá multar o candidato e solicitar a remoção à rede social. O processo não pune a companhia, diferentemente do que acontece com veículos de mídia que divulgam anúncios fora das regras, que também são alvos de multa.

O Facebook também lançará novos recursos voltados para a informação dos eleitores, como a aba “Temas” nas páginas de políticos, em que eles podem resumir propostas para diversas áreas, como educação, emprego, segurança e economia.

A empresa também terá o recurso Town Hall, chamado no Brasil de Praça Pública, que permitirá que as pessoas localizem, sigam e contatem seus representantes após a eleição.

Os novos recursos foram apresentados para coordenadores de campanha, assessores e jornalistas em uma série de 10 eventos realizados pelo Facebook em diversas cidades brasileiras. Em Porto Alegre, o encontro foi realizado na terça-feira, 31.

Fonte: Baguete

Facebook » Internacional

Facebook perde US$ 119 bilhões e tem maior queda diária de Wall Street

O Facebook perdeu US$ 119 bilhões em valor de mercado nesta quinta-feira (26), e se tornou a empresa com a maior queda diária da história de Wall Street. A baixa acontece depois da divulgação do balanço da empresa para o segundo trimestre de 2018, quando a empresa anunciou projeções pessimistas para o futuro em termos de crescimento de receita e usuários, bem como queda nas suas margens de lucro.

O resultado já havia desanimado os investidores após o fechamento do pregão da quarta-feira (25), quando as ações caíram mais de 20% e fizeram a empresa perder US$ 128 bilhões em valor de mercado. Ao longo desta quinta-feira, a rede social comandada por Mark Zuckerberg conseguiu recuperar parte desse valor, encerrando o dia cotada a US$ 510 bilhões – no pregão da quarta-feira, estava em US$ 629 bilhões.

Entenda o caso
A perda de valor de mercado registrada nesta quinta-feira é muito próximo ao valor de empresas como Nike (US$ 125,1 bilhões) e General Electric (US$ 114 bilhões). Só o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, perdeu US$ 15,4 bilhões, tendo agora uma fortuna avaliada em US$ 67,1 bilhões. Ele caiu duas posições no ranking dos mais ricos do mundo da revista Forbes – agora, ele está em sexto, depois de ser ultrapassado pelo megainvestidor Warren Buffett (US$ 82,6 bilhões) e pelo dono da Zara, Amancio Ortega (US$ 72,3 bilhões). O mais rico do mundo segue sendo Jeff Bezos, presidente executivo da Amazon, com fortuna avaliada em US$ 148,6 bilhões, segundo a Forbes.

Além disso, a perda de valor do Facebook supera de longe os US$ 95 bilhões de desvalorização que a empresa teve no auge do caso Cambridge Analytica. O caso mostrou como o Facebook tomou uma série de decisões erradas nos últimos anos ao não proteger a privacidade de seus usuários – no escândalo, a consultoria obteve indevidamente as informações de 87 milhões de pessoas pela rede social. A empresa também enfrentou críticas por permitir a propagação de notícias falsas durante a campanha presidencial dos EUA, em 2016.

A onda de notícias negativas fez o Facebook mudar suas políticas de privacidade e segurança. Mark Zuckerberg, cofundador da rede social, deu explicações nos EUA e na Europa. O trabalho de contenção de crise parecia ter dado resultado – em três meses, a empresa conseguiu recuperar seu valor de mercado antes da crise. No entanto, a conta chegou agora. “A credibilidade do Facebook com investidores foi afetada. Se os resultados e projeções fossem bons, o impacto poderia não acontecer. Mas não foi o caso”, disse o professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Pedro Waengertner.

Fonte: OP9

Facebook » Internet

Falha no Facebook desbloqueou perfis em 800 mil contas

Uma falha no Facebook desbloqueou usuários que haviam sido previamente bloqueados em 800 mil contas. A empresa reconheceu o problema em seu blog oficial.

Entre os dias 29 de maio e 5 de junho, as pessoas que estavam bloqueadas entrar em contato via Facebook Messenger com as pessoas que as haviam bloqueado na rede social.

De acordo com o Facebook, 83% das contas tiveram o problema com apenas um contato que foi indevidamente desbloqueado.

A empresa diz estar notificando todas as pessoas que foram afetadas por esse bug–que está corrigido e as pessoas que você bloqueou estão novamente bloqueadas.

O recurso de bloqueio de usuários na rede social funciona como uma forma de cortar relações com pessoas sem precisar sair do Facebook.

Em meio a uma crise que afeta a privacidade de usuários e teve início em março desde, quando tornou-se público o compartilhamento irregular de informações pessoais com a empresa de marketing Cambridge Analytica, que fechou as portas. Recentemente, a empresa informou que compartilhou dados de usuários com 52 empresas de tecnologia.

Fonte: Exame

Facebook » WhatsApp

WhatsApp vai compartilhar seus dados com o Facebook mesmo que você não queira

Na semana passada, o WhatsApp decepcionou muitos usuários ao anunciar que começaria a compartilhar metadados com o Facebook, que é dono do aplicativo. A atualização nos termos de uso causou certa polêmica, mas, a princípio, não parecia ser um caminho sem volta.

Isso porque, na atualização, o aplicativo fornecia a opção ao usuário que não quisesse compartilhar esses dados com o Facebook. O WhatsApp deixava aberta a escolha de compartilhar ou não, pelo menos pelos primeiros 30 dias após a mudança nos termos de uso.

Em comunicado enviado ao Olhar Digital, porém, o WhatsApp esclareceu que não é bem assim. “Os dados serão compartilhados com o Facebook a partir do momento em que a pessoa aceita a nova política. O que o usuário poderá escolher é se ele quer que esse compartilhamento melhore sua experiência na plataforma por meio de melhores sugestões de amigos e anúncios”, disse a empresa.

Em outras palavras, a caixa de seleção que está ali dizendo que você pode escolher se quer compartilhar ou não seus dados com o Facebook não serve para muita coisa – e também não é muito clara. Suas informações continuarão sendo repassadas, independentemente da sua escolha. O que muda é que, se você desmarcar a caixa para não compartilhar, seus dados não serão usados para te direcionar anúncios na rede social.

Ou seja: o Facebook continua coletando dados sobre o que você faz no WhatsApp, mas você não poderá ver o que ele faz com essas informações. É importante destacar que o conteúdo das suas conversas, fotos e mensagens não serão tocados – estes continuam protegidos pela criptografia ponta-a-ponta do app. Os dados que interessam ao Facebook são números de telefone, horários em que as pessoas estão online e que tipo de mensagens elas enviam (texto, vídeo, foto ou áudio).

Confira o comunicado do WhatsApp na íntegra:

“Estamos atualizando nossos termos de serviço e política de privacidade para todos, porém, os usuários que já utilizavam o WhatsApp poderão controlar se querem ter seus dados compartilhados com o Facebook para melhorar suas experiências com anúncios e produtos no Facebook. Porém, independente de sua escolha, nós iremos compartilhar alguns dados com o Facebook – (por exemplo, o número de telefone que as pessoas utilizam para se registrar no WhatsApp juntamente com informações do tipo quando e como estas pessoas utilizam nossos serviços) para que possamos entender as formas de utilização do serviço, sistemas de segurança e combate a abusos e spam entre serviços. Estas ações nos permitem coordenar melhor e desenvolver melhorias em nosso aplicativo.”

Olhar Digital
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Pessoas estão compartilhando menos atualizações pessoais no Facebook

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O seu feed de notícias do Facebook se transformou em um fluxo de atualizações de páginas, links, memes e vídeos compartilhados? Isso está acontecendo porque as pessoas estão postando menos atualizações pessoais do que antes.

Um relatório divulgado pelo site The Information mostra que os compartilhamentos de uma forma geral no Facebook caíram 5,5% entre 2014 e 2015 no mundo todo. Já as atualizações pessoais, como pensamentos e o que os usuários estão fazendo, caíram 21% no período.

No início de 2016, esse tipo de post registrou queda de 15%. A redução de compartilhamento de atualizações se deu principalmente entre os usuários com menos de 30 anos.

Para tentar reverter essa situação, o Facebook montou uma equipe em Londres para ajudar a desenvolver uma estratégia para impedir esse declínio. Os posts originais são as publicações mais importantes para a empresa, pois geram engajamento dos usuários.

Apesar disso, a queda nas mensagens originais não representa uma ameaça iminente, uma vez que o número de usuários continua crescendo e o Facebook tem encontrado outras maneiras de fazer as pessoas interagirem com o feed, caso dos vídeos virais e ajustes de algoritmos. Mas, caso os usuários não sintam necessidade de contribuir com seu próprio conteúdo, ao longo do tempo, as mensagens tendem a ficar menos atraente, fazendo as pessoas abandonarem a rede social.

Segundo o relatório, alguns fatores podem estar contribuindo para a redução nos posts originais. Um deles são os aplicativos de mensagens, que permitem que os usuários interajam entre si mais rapidamente. Além disso, o crescimento no número de amigos que as pessoas têm na rede social cria a sensação de um lugar menos íntimo e muitos usuários não se sentam a vontade de compartilhar informações pessoais.

Olhar Digital

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