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Estatísticas

Queda na venda de combustíveis nos postos pode chegar a 6% este ano

Quando o ano fiscal encerrar, em 31 de dezembro, os donos dos 580 postos de espalhados pelo RN saberão melhor o tamanho das perdas do setor em 2018 por conta da decisão da Petrobras de atrelar os preços dos combustíveis às cotações internacionais do barril de petróleo.

O presidente do Sindipostos do estado, Antônio Sales, aposta numa queda nas vendas entre 4% a 6% em relação ao ano passado. Embora a entidade não controle o que isso representará em matéria de dinheiro que deixou de circular, ele estima que pelo menos 10% dos postos potiguares trocaram de donos neste ano devido à crise.

Mesmo com a recuperação de parte da clientela com o último trimestre de baixas consecutivas nos preços dos combustíveis, com exceção do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), que não acusou quedas no período, os empresários do setor estão preocupados.

Na última quinta-feira, 13, metade dos mais de 170 donos de postos filiados à entidades compareceram a um almoço oferecido organizados de última hora em Natal pelo Sindispostos. Entre um prato e outro, o cardápio de assuntos dos empresários foi a crise, já com a informação inquietante de que o RN entrará 2019 com um rombo nas contas públicas de R$ 1,8 bilhão.

“Apesar do clima festivo, havia muito preocupação e tensão do ar, já que a grande maioria dos postos tem origem familiar e é de onde vem o sustento dos donos”, diz Antônio Sales.

Em média, o investimento de um posto é de R$ 1 milhão, não contabilizando o custo do terreno, que é muito variável. Com uma margem de lucro entre 12% e 13%, os empresários conversaram muito no almoço sobre a necessidade de uma política que favoreça o consumidor antes até de uma política que favoreça o negócio deles.

“Saímos de uma condição de controle dos preços do governo Dilma para uma de inteira subordinação à frenética variação dos preços internacionais do barril num estalar de dedos”, queixa-se o presidente do Sindispostos.

“Agora, o que precisamos do novo governo que entra em janeiro é uma política que incentive urgentemente o consumo e que nos tire dessa situação”, arremata Antônio Sales.

Agora RN
Acidente » Estatísticas

Panorama: Trecho da BR-101 entre Natal e Parnamirim teve 336 acidentes só no início deste ano

O patrimônio público também pode ser “vítima” de acidentes de trânsito. Embora não seja nada comparado ao trauma psicológico ou danos a uma vida, postes, grades de proteção, árvores, placas de sinalização e outros elementos são alvos fáceis para veículos desgovernados. Caso os condutores sejam considerados culpados pelo acidente, o poder público pode até pedir o ressarcimento ao dano.

Nesta semana, em mais um acidente no trecho da BR 101 entre Natal e Parnamirim (em frente a Feirinha do Camarão), uma condutora perdeu o controle do carro, capotou e acertou o tronco de uma árvore. Conforme o socorrista do Samu que atendeu a motorista, afirmou que a motorista não tinha com ferimentos graves. A capotagem foi gerada por uma frenagem brusca.

Só no trecho entre Natal (a partir do Complexo do Quarto Centenário) e Parnamirim (até a BR 101 no entroncamento para Macaíba) foram 336 acidentes no primeiro semestre deste ano, com 73 feridos e cinco mortos. No início de junho passado, um micro-ônibus também perdeu o controle e colidiu contra uma árvore no canteiro central. Em maio, outro condutor subiu também o meio-fio e bateu em um poste de iluminação pública.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, raramente o particular paga o dano público, visto que ele já teve o prejuízo pessoal com o carro. No caso das árvores do trecho urbana da BR 101 em Natal, a secretaria replanta uma muda e não uma planta adulta. O valor pode variar de R$ 250 a R$ 2,5 mil a depender da espécie. Ainda segundo a assessoria de imprensa da Semsur, as árvores plantadas no trecho da rodovia federal possuem uma série de especificações para não colocar o trânsito em risco.

Os postes também são alvos comuns. A substituição de um poste completo com 17 metros de altura (padrão utilizado na zona urbana de Natal da BR 101), com cabeamento e lâmpada chega a R$ 2,5 mil segundo a Semsur.

No trecho em questão da BR 101, poste e árvores são de responsabilidade das prefeituras, seja de Natal ou Parnamirim. Mas a sinalização e instalação de equipamentos de fiscalização ficam por conta do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transito. Segundo o superintendente do órgão no Rio Grande do Norte, os condutores considerados culpados não são liberados do ressarcimento. Em situações em que o condutor realmente não contribui para o acidente, os custos ficam por conta da União.

Informações do Jornal de Hoje
Estatísticas » Saúde

ONU: Infecções por HIV caem no mundo, mas crescem no Brasil

Conforme dados divulgados nesta quarta(16) pela Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, aponta que o índice de novos infectados pelo vírus no Brasil subiu 11% entre 2005 e 2013, tendência contrária aos números globais, que apresentaram queda. No mesmo período, a quantidade de casos no mundo caiu 27,5%, de 2,9 milhões, em 2005, para 2,1 milhões, em 2013. Desde 2001, a queda foi de 38%.

As mortes relacionadas com o vírus registraram queda de mais de um terço na última década. Em 2013, 1,5 milhão de pessoas morreram vítimas da doença, uma queda de 11,8% em comparação com 1,7 milhão de mortes em 2012, segundo os números da ONU. Além disso, o número representa uma queda de 35% na comparação com as 2,4 milhões de mortes registradas em 2004 e 2005.

O relatório destaca que 35 milhões de pessoas viviam com o HIV em 2013, um número um pouco superior aos 34,6 milhões de 2012. “Dos 35 milhões de pessoas que vivem com o HIV no mundo, 19 milhões não sabem que são soropositivos”, disse o diretor da Unaids.

Dados do Brasil
Segundo o relatório da ONU, o Brasil tinha 730 mil pessoas com Aids vivendo no país em 2013, número que representa 2% do total mundial. Estima-se que 44 mil pessoas tenham contraído o HIV apenas no ano passado, montante que também representa 2% do total global.

Em relação à América Latina, 47% dos novos casos registrados no ano passado surgiram no Brasil, sendo o México o segundo país com mais contaminações novas. De acordo com a ONU, os grupos particularmente vulneráveis a novas infecções são transsexuais, homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo e seus clientes, além de usuários de drogas injetáveis.

No fim do ano passado, o Ministério da Saúde havia divulgado que o país tinha cerca de 700 mil pessoas infectadas pelo vírus, sendo que 39 mil descobriram estar contaminadas em 2013. Além disso, o governo informou que 300 mil pessoas estavam em tratamento em 2013.

África, o continente mais afetado
A África continua sendo o continente mais afetado pela doença, com 1,1 milhão de mortos em 2013, 1,5 milhão de novas infecções e 24,7 milhões de africanos que vivem com o HIV. África do Sul e Nigéria encabeçam a lista de países mais afetados e a Unaids recorda que na África subsaariana ainda é muito difícil o acesso às camisinhas: cada indivíduo sexualmente ativo tem acesso a apenas oito preservativos por ano em média.

A América Latina tinha 1,6 milhão de soropositivos em 2013 (60% deles homens) e o número de novos infectados permaneceu estagnado, com um recuo de apenas 3% entre 2005 e 2013. Na Ásia, os países que mais preocupam são Índia e Indonésia, onde as infecções aumentaram 48% desde 2005.

O relatório da Unaids destaca os avanços no acesso aos tratamentos antirretrovirais, com 12,9 milhões de pessoas atendidas em 2013, contra apenas 5,2 milhões em 2009. Mas o importante avanço é inferior à meta da ONU, que espera 15 milhões atendidas em 2015. O dinheiro destinado ao combate contra a Aids subiu de US$ 3,8 bilhões em 2002 para US$ 19,1 bilhões em 2013, mas está longe do objetivo da ONU de arrecadar entre 22 e 24 bilhões de dólares em 2015.

G1

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