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Estados Unidos

EUA checarão e-mails e redes sociais de solicitantes de visto, diz ‘NY Times’

Em um passo significativo rumo ao que o presidente Donald Trump considera “triagens extremas” de estrangeiros que entram nos EUA, o governo americano está estudando dificultar a entrada de milhões de visitantes através de verificações mais rigorosas, afirmam documentos diplomáticos obtidos pelo “New York Times”. Os materiais mostram que o secretário de Estado, Rex Tillerson, já advertiu embaixadas para ampliar significativamente o escrutínio, focando no terrorismo islâmico e até permitindo a checagem até de e-mails e redes sociais. A medida se estenderia até a turistas.

Após a suspensão judicial ao segundo decreto de Trump contra migrantes de seis países de maioria muçulmana, a nova medida prevê que mais pessoas serão alvo de questionamentos adicionais, revelou o “NYT”. As novas medidas incluem demandar de solicitantes de vistos de turismo, trabalho e residência um detalhamento total de sua listas de viagens, endereços e locais de trabalho nos últimos 15 anos; telefones; e-mails; e checagens nas redes sociais para determinar se a pessoa já esteve em território controlado pelo Estado Islâmico.

“Funcionários consulares não deverão hesitar em recusar qualquer caso que apresente preocupações à segurança”, destaca Tillerson nos documentos. “Todas as decisões de vistos são decisões de segurança nacional.”

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Pessoas que forem selecionadas para escrutínio aprofundado passariam por procedimentos mais rigorosos, afirma Tillerson nas correspondências.

Segundo especialistas e funcionários consulares e de imigração, as novas regras aumentariam o tempo para concessão de visto e a probabilidade de rejeição da solicitação.

— Isto certamente desacelerará o processo de checagem. Tornará muito mais difícil o processo e criará atrasos substanciais — afirmou Greg Chen, diretor da American Immigration Lawyers Association. — É altamente difícil obter informações que digam que alguém é uma ameaça à segurança num processo de entrevista tão, rápido, de cinco minutos.

 

O Globo
Economia » Estados Unidos

Economia dos EUA cresce acima da expectativa, no 2º trimestre

Presidente Barack Obama: - O país continua uma âncora do crescimento sustentável no mundo

Presidente Barack Obama: – O país continua uma âncora do crescimento sustentável no mundo

A economia dos EUA cresceu no segundo trimestre em ritmo mais forte do que se calculou inicialmente, à medida que as empresas elevaram os investimentos, mas também ampliaram os estoques, oferecendo sinais mistos para a perspectiva econômica do restante do ano.

O Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano se expandiu a uma taxa anualizada de 3,7% entre abril e junho deste ano, considerando-se ajustes sazonais, segundo a primeira revisão do Departamento do Comércio. A leitura original do dado havia mostrado crescimento mais moderado dos EUA no período, de 2,3%. Os números foram divulgados ontem.

A segunda estimativa do PIB superou a expectativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam expansão de 3 3% no segundo trimestre.

A economia dos EUA parece estar seguindo um padrão semelhante ao de 2014, com um declínio no começo do ano seguido por uma recuperação relativamente forte.

A revisão do PIB foi ampla e liderada por melhoras nas estimativas para investimentos das empresas, estoques, gastos do governo e gastos dos consumidores. Os investimentos das empresas, que refletem os gastos em construção, equipamentos e pesquisa e desenvolvimento, avançaram em ritmo anualizado de 3,2% no segundo trimestre, ante o cálculo inicial de acréscimo de 0,6%.

Já os lucros do setor corporativo após impostos – desconsiderando-se a valorização dos estoques e ajustes no consumo de capital – cresceram 5,1% no segundo trimestre ante os três meses anteriores, garantindo o maior aumento em um ano. Na comparação anual, os ganhos das empresas tiveram alta ainda mais expressiva, de 7,3%.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse, ontem, que a revisão para cima do crescimento do PIB americano reforça a importância do país diante da instabilidade econômica mundial.

“O país continua uma âncora do crescimento sustentável no mundo”, afirmou ele.

Dow Jones Newswires.
Estados Unidos » Negócios

Antiga mansão de Walt Disney é vendida nos EUA

Mansão de Walt Disney foi vendida por US$ 74 milhões a um comprador não revelado (Foto: The Agency).

Mansão de Walt Disney foi vendida por US$ 74 milhões a um comprador não revelado (Foto: The Agency).

Uma antiga propriedade da família do fundador da Disney, Walt Disney, em Los Angeles, foi vendida esta semana por uma “bagatela” de 74 milhões dólares (168 milhões de reais) a um comprador internacional não revelado, de acordo com pessoas que acompanharam o negócio.

Segundo o jornal americano The Wall Street Journal, a propriedade localizada na Carolwood Drise, no luxuoso bairro de Holmby Hills, pertencia a Gabriel Brener, co-fundador do time de futebol Houston Dynamo. Brener adquiriu a propriedade em 1998, um ano depois que a antiga proprietária, a esposa de Walt Disney, Lillian Disney, faleceu. Na ocasião pagou 8,45 milhões de dólares (19,1 milhões de reais) pela área. A antiga casa idealizada pelos Disney foi demolida e uma nova mansão, de 3,25 mil metros quadrados, ressurgiu no local em 2011. Brener também adquiriu o terreno ao lado, aumentando a extensão da propriedade. A atual casa tem oito quartos e 17 banheiros, incluindo uma suíte master no andar principal, além de piscina, adega, quadra de tênis e um campo de golfe.

Quando vivos, os Disney construíram uma miniatura de linha férrea com locomotiva que cruzava o terreno. Ela foi batizada de Carolwood Pacific Railroad, de acordo com informações do museu da família. O trem e os trilhos foram removidos, mas um pequeno túnel ainda permanece no local com um arco de pedra gravada com a data “1950”, a data para a primeira estrada de ferro começou a correr.

Veja
Estados Unidos

Noiva prende recém-nascida à cauda do vestido, a arrasta pela igreja e diz que bebê estava protegida por Cristo

MULHER COLOCA BEBÊ EM VESTIDO DE CASAMENTO NOS ESTADOS UNIDOS.

Mulher coloca bebê em estido de casamento nos Estados Unidos.

Uma noiva do Tennessee, nos EUA, chocou ao escolher uma forma “diferente” de levar a filha de apenas um mês ao seu casamento. Shona Carter-Brooks prendeu a recém-nascida à cauda de seu vestido de noiva e a arrastou pelo chão da igreja até o altar.

A atitude, é claro, causou indignação e a noiva recebeu ameaças de denúncia às autoridades de defesa dos direitos das crianças. Shona alega que a filha Aubrey estava “acordada e muito segura”, além de “coberta por Cristo”.

A cerimônia de casamento entre Shona Carter-Brooks e Johnathan Brooks aconteceu em Ripley no mês passado e as fotos do detalhe bizarro se espalharam pela internet gerando grande polêmica. A imagem da bebê na cauda continuam no perfil da mulher.

O vestido, segundo o jornal “Daily Mail” é da linha White by Vera Wang, a mais popular estilista de vestidos de noiva dos EUA, e teria custado entre R$ 800 e R$ 2.800. A peça foi adaptada para poder prender a garotinha.

Os críticos à atitude de Shona dizem que o ato foi incrivelmente perigoso para a criança, que poderia ter se arranhado no carpete da igreja batista onde ocorreu a boda. “Me desculpe, mas se eu tivesse visto isso teria me levantado do meu lugar e tirado o bebê daquela situação. É algo muito idiota”, escreveu uma das pessoas que reprovam a atitude no site Clutch.

Shona escreveu em sua página no Facebook que não se arrependeu do que fez.

“As pessoas me questionam por que fiz, fazem comentários negativos. Nós cremos que estamos cobertos pelo sangue daquele que nunca perde seu poder. Então para a mídia, rádio, jornais e quem mais que queira falar sobre o assunto: ‘Mídia, mídia sei como funciona, independente da situação ou do propósito sempre haverá coisas negativas a se dizer! A resposta é que fizemos o que nós queríamos fazer, e enquanto Jesus estiver ao nosso lado tudo vai funcionar bem e continuar bem.”

Estados Unidos » Política

Coreia do Norte chama Obama de cafetão e presidente sul-coreana de prostituta

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos.

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos.

O regime norte-coreano insultou a presidente sul-coreana de “prostituta”, que teria como “cafetão” o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Pyongyang criticou a relação de um “mestre e seu marionete” e ameaçou a presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, de ter que pagar um “alto preço”.

“O comportamento recente de Park Geun-Hye com Obama era de uma filha malvada e imatura que contratada capangas para dar um fim em quem ela não gosta”, afirmou o Comitê Norte-coreano para a Reunificação Pacífica da Coreia.

“Ou então o papel de uma prostituta malvada pronta para enganar alguém ao colocar seu corpo a serviço de um poderoso cafetão”, agregou o Comitê, segundo a agência estatal KCNA.

A violenta afirmação ocorreu após a visita de Obama à Coreia do Sul. O presidente norte-americana chamou o regime de Pyongyang de “um estado pária” fraco, cujo isolamento se agravaria caso realize novos testes nucleares.

BG

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