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Energia

Empresa ativa complexo eólico em Serra do Mel

A Voltalia Energia do Brasil, empresa produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis, em parceria com a Chesf e o grupo Encalso, colocou em funcionamento os primeiros aerogeradores no Complexo Eólico Vamcruz, no município de Serra do Mel. Estes estão conectados ao sistema interligado nacional por meio de uma linha de transmissão própria de 62 km que, por sua vez, se conecta na Subestação de Mossoró II.

A Voltalia já possui um complexo em Areia Branca (RN), com 90 MW de capacidade instalada, em operação comercial desde novembro de 2014; e outro complexo em São Miguel do Gostoso (RN), em parceria com a Copel, com capacidade instalada de 108 MW.

Energia » Notícias

Aneel promove leilão de energia elétrica proveniente de fontes solar e eólica

Será realizado hoje (13) em São Paulo o 2º Leilão de Energia de Reserva de 2015, destinado à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração a partir das fontes solar fotovoltaica e eólica. O leilão começa logo mais, às 10h, na Câmara de Comercialização de Energia (CCEE).

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, serão negociados contratos de energia de reserva na modalidade por quantidade de energia, com prazo de suprimento de 20 anos. O início do suprimento está previsto para 1º de novembro de 2018. Os leilões de reserva servem para incrementar a garantia física do sistema e, nesse caso, a energia pode ser contratada com qualquer antecedência.

Energia

Aneel propõe reduzir conta de luz

Segundo o relator, a expectativa é de que o novo valor possa ser aprovado no dia 28 de agosto.

Segundo o relator, a expectativa é de que o novo valor possa ser aprovado no dia 28 de agosto.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs ontem uma redução de 18% no valor da chamada bandeira vermelha – que é uma cobrança extra que os consumidores vêm recebendo na conta de luz porque a geração de energia está custando mais. Caso essa redução seja aprovada, o valor cobrado para cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos durante a vigência dessa bandeira cairia de R$ 5,50 para R$ 4,50, a partir de setembro. Considerando o consumo médio residencial brasileiro, a redução média nas contas de luz das famílias seria de 2%. Isso equivale a uma redução de R$ 1,7 bilhão na arrecadação das empresas de distribuição até o fim do ano. A decisão final sobre isso, porém, só deverá sair em uma audiência no dia 28.

A proposta de alteração foi motivada pelo desligamento de 21 térmicas na semana passada, responsáveis pela geração de 2.000 megawatts (MW). Por se tratarem das térmicas mais caras em operação, a economia de custos estimada até o fim do ano é de R$ 5,5 bilhões. “As bandeiras tarifárias sinalizam de maneira imediata para os consumidores – mês a mês – os custos de geração da energia elétrica”, destacou o diretor da Aneel relator da proposta, Reive Barros, para justificar a redução. De acordo com o relator, a chamada “Conta de Bandeiras” hoje ainda é deficitária em R$ 1,25 bilhão, um passivo considerado normal pelo órgão regulador, que espera um equilíbrio até o fim do ano.

Segundo Barros, os custos a serem cobertos são bastante voláteis e incluem inclusive questões que hoje são afetadas por liminares judiciais sobre o risco hidrológico (GSF). “Por outro lado, a demanda tem respondido adequadamente, com a redução do consumo que também possibilitou o desligamento das térmicas”, completou o diretor.

Valor
Segundo o relator, a expectativa é de que o novo valor possa ser aprovado no dia 28 de agosto, após a fase de audiência pública que vai até 24 deste mês. Para a bandeira amarela não há alteração, continuando a cobrança em R$ 2,50 por 100 kWh consumidos. Na bandeira verde, não há cobrança adicional. Mesmo se a mudança para R$ 4,50 for aprovada, ainda assim, a “taxa extra” vermelha do setor elétrico continuará mais cara que a cobrança prevista originalmente, que era de R$ 3 até fevereiro deste ano, quando os valores foram reajustados.

“A proposta é realista, sem nenhuma aventura. É até mesmo uma proposta conservadora, já que existem cenários em aberto, com liminares e sem liminares. Se houver mudança nos cenários, vamos reavaliar o assunto”, alegou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. Ou seja, se as liminares perderem validade, poderá haver um novo desconto na bandeira vermelha.

Na última terça-feira, a presidente Dilma Rousseff adiantou que a redução na bandeira vermelha ficaria entre 15% e 20%. Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, explicou que a economia com as térmicas ainda não seria suficiente para alterar pela primeira vez a bandeira para o nível amarelo, que ainda não foi aplicado a nenhum mês desde o início da vigência do regime, em janeiro. “Para mudar para a bandeira amarela, seria necessário desligar muito mais térmicas ainda este ano, o que eu não acho provável”, concluiu Rufino.

Aneel
Energia

Aumento nas tarifas de energia triplica calote na conta de luz

A conta de luz é um dos custos que tem pesado mais no bolso.

A conta de luz é um dos custos que tem pesado mais no bolso.

O tarifaço aplicado pelo governo nas contas de luz ao longo do primeiro semestre do ano já triplicou o crescimento da inadimplência no setor. Com aumentos nas tarifas superiores a 50% em algumas regiões do País, a expansão dos calotes nas faturas saltou de uma variação média de cerca de 6% no começo do ano para 17,35% em junho, na comparação com os mesmos meses de 2014. A preocupação das distribuidoras de energia é que esse problema resulte no crescimento de outro: os furtos de energia, popularmente conhecidos como “gatos” na rede elétrica.

De acordo com dados do SPC Brasil, a falta de pagamento de contas de luz já respondia por 6,47% das dívidas dos brasileiros no mês passado. Essa é a maior participação do setor no total de calotes desde quando a entidade passou a acompanhar os dados, em janeiro de 2010. Na época, os atrasos nas faturas de eletricidade representavam apenas 2,53% da inadimplência no País.

“Além do aumento nas tarifas, o cobertor está cada vez mais curto devido ao aperto na renda e à alta dos juros. Com isso, os consumidores estão atrasando até faturas essenciais, que acarretam o corte de serviço, como é o caso das contas de luz. Nesse cenário, é ainda mais importante que as famílias reavaliem seus orçamentos e economizem eletricidade, evitem o desperdício” avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

E pior do que o crescimento dos débitos em aberto no setor, as dívidas mais longas estão cada vez mais frequentes. O levantamento do SPC Brasil mostra que 71,98% dos atrasos nas faturas se referem a contas de luz vencidas há mais de 90 dias, prazo após o qual as companhias de eletricidade cortam o fornecimento. E como se trata de um item básico nas residências, sempre que um movimento desses é detectado, ocorre um aumento nas chamadas “perdas não técnicas” de energia, ou seja, nos gatos nas redes.

“Esse é o pior dos mundos. Com a dívida acima de 90 dias, além do corte de energia o consumidor passa a ficar com o CPF negativado. E ele pode até conseguir fazer um gato na rede de luz, mas não consegue fazer um gato para comprar qualquer mercadoria a prazo”, alerta Marcela. “O importante é tentar renegociar a dívida”, orienta.

Os dados mais recentes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que a porcentagem desses gatos nas redes das elétricas vinha caindo lentamente ou mantendo-se constante entre 2010 e 2014 para praticamente todas as distribuidoras.

Cada região do País tem um porcentual diferente de furtos apurados pelas empresas, e a Região Norte apresenta os piores resultados. Mas como o tarifaço deste ano foi maior para os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as companhias temem uma deterioração dos indicadores de perdas nessas regiões, que hoje são as mais eficientes em conter os furtos.

Para a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), as companhias precisam aumentar a fiscalização para que falta de pagamento não resulte em ainda mais prejuízo com o furto de eletricidade. “Não existe um patamar melhor ou pior de inadimplência. Sempre é ruim. E quando aumenta isso significa mais trabalho e mais custo para as empresas para evitar um transtorno ainda maior”, avalia o presidente da entidade, Nelson Leite.

Estadão Conteúdo
Energia

CONTAS DE LUZ NO RN: Aneel autoriza alta média de 9,57%

Nesta terça-feira(14), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o aumento médio de 9,57% nas contas de luz de clientes da Cosern. O reajuste começa a valer em 22 de abril.

Para a baixa tensão, no qual se incluem residências e comércio, a alta média será de 7,41%. Para a alta tensão (indústria), o reajuste será ainda mais pesado: 14,41%.

Absurdo » Conta » Energia

“Quase nada”: Aumento na conta de luz será de pelo menos 8%

Aumento na conta de luz em 2015 é um fato confirmado.

Aumento na conta de luz em 2015 é um fato confirmado.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse que o impacto do empréstimo para as distribuidoras será de 8 pontos porcentuais na tarifa de energia. O aumento será repassado à conta de luz dos consumidores a partir de 2015 e permanecerá na tarifa por dois anos. “O reajuste leva em consideração um conjunto de fatores, mas podemos dizer que o empréstimo terá um impacto no reajuste dessa ordem de grandeza (8 pontos porcentuais)”, afirmou Rufino.

Do blog: Era só o que faltava… Tem como ficar pior? E a população como é que fica nessa história? Daqui a pouco vamos ter que ficar a luz de velas em casa, como antigamente.

Economia » Energia

Projeção da economia é de crescimento anual de 5% para o RN

O crescimento é pequeno, mas bastante significativo no setor de energia.

O crescimento é pequeno, mas bastante significativo, principalmente com a ampliação no setor de energia.

A economia do RN poderá crescer a um ritmo de 5%, ao ano, até 2035. O prognóstico, que em princípio pode parecer utópico frente a atual conjuntura de desaceleração do crescimento da economia (atuais 2%), é possível.

Para alcançar tal projeção, o Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico para o RN dos próximos 20 anos demanda investimentos governamentais em infraestrutura; em melhoria da qualidade da educação para a formação de recursos humanos; e no desenvolvimento do empreendedorismo e na consolidação do Estado e instituições.

O trabalho encomendado à empresa de consultoria Macroplan pela Fiern, realizado em cooperação institucional com o governo do estado, foi pensado para planejar o futuro econômico do RN. O mapeamento de oportunidades de negócios em segmentos de alto potencial de crescimento e demais informações necessárias para investimentos e negócios constarão de um banco de dados, que relaciona atividades econômicas, dados estatísticos, meio físico, social, infraestrutura e redes de serviços necessárias para análise dos investidores e também gestores públicos.

ENERGIA
A ampliação da capacidade de geração de energia eólica de 1164 Megawatts (MW) para 4712 MW é uma das metas apontadas e que poderá ser viabilizada por meio da construção de novas usinas e também da formação de recurso humanos especializados. No tocante a energia solar, a proposta é a ampliação da capacidade de geração para 1000 MW.

Já para a indústria de transformação, o MaisRN propõe um aumento da participação no Valor Adicionado Bruto (VAB – resultado final da atividade produtiva durante um período determinado) e no emprego da indústria de 7% e 13% (2010), respectivamente, para 18% em 2035, por meio do desenvolvimento da indústria local, da verticalização das cadeias produtivas e do maior beneficiamento da produção potiguar. O maior crescimento do VAB em relação ao emprego representa um aumento na produtividade, que praticamente dobra no espaço de vinte anos.

Outro destaque são as metas para a indústria extrativa, como o aumento da produção de minério de ferro de 500 toneladas (2013) para 5,5 milhões de toneladas/ano, alavancada por investimentos em infraestrutura portuária e ferroviária. Para dar sustentação ao aumento de produtividade e estimular o desenvolvimento tecnológico o Mais RN propõe o aumento da cobertura do ensino superior e técnico de 22% (2010) para 90% dos jovens com idade entre 20 e 24 anos em 2035, assegurando a formação dos profissionais essenciais ao salto de qualidade da economia potiguar.

Tribuna do Norte
Empréstimo » Energia

Evitando um possível calote, o Governo deve autorizar empréstimo de R$ 2 bilhões

Fato é que setor elétrico se transformou em um buraco sem fundo. Desde que o governo decidiu intervir para conceder desconto médio de 20% na conta de luz em 2013, a fatura não para de crescer, seja para as empresas, seja para o Tesouro Nacional. Pelas contas dos especialistas, não bastassem os quase R$ 30 bilhões já enterrados no processo, quantia que não evitou o reajuste da energia para mais de 40 milhões de consumidores, há pelo menos R$ 56 bilhões represados por conta dos sucessivos empréstimos e aportes para socorrer as distribuidoras.

Sendo assim, a situação encontra-se tão complicada que, um dia depois de a Agência Nacional de Energia Elétrica adiar, para o fim do mês, o pagamento de R$ 1,3 bilhão em dívidas pelas distribuidoras, o Governo sinalizou que poderá autorizar novo empréstimo às empresas, de mais de R$ 2 bilhões, por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Essa empresa já havia assumido débitos de R$ 11,2 bilhões com um pool de bancos, para evitar que o Tesouro contabilizasse essa fatura e destruísse de vez as contas públicas.

Aumento » Capacidade » Energia

Capacidade de geração de energia no país aumentou 32% desde 2007

Mediante os constantes investimentos em energia, percebeu-se um acentuado crescimento no setor.

Mediante os constantes investimentos em energia, percebeu-se um acentuado crescimento da capacidade do setor.

Os investimentos em energia desde o Programa de Aceleração do Crescimento 1, criado em 2007, aumentaram a capacidade de geração do país em 32%, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. As obras do eixo energia da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançada em 2011, promoveram a entrada de 12,8 mil megawatts (MW) no parque brasileiro, sendo 2,6 mil MW nos quatro primeiros meses de 2014, segundo os números do décimo balanço do programa, divulgado hoje (27) pelo Ministério do Planejamento.

Entre as usinas que entraram em operação, o documento destaca as usinas hidrelétricas de Estreito (1,08 mil MW), entre os estados do Tocantins e do Maranhão; de Mauá (361 MW), no Paraná, Jirau (3,75 mil MW) e Santo Antônio (3,15 MW), ambas no Rio Madeira, em Rondônia, que já estão em operação gerando 2,45 mil MW. Também começaram a funcionar 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1,7 mil MW, com destaque o início de operação nos primeiros quatro meses do ano de mais parques eólicos no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Ceará.

No PAC 2 já foram concluídas 35 linhas de transmissão, totalizando 10,2 mil quilômetros de extensão. De acordo com o ministério, mais 39 linhas de transmissão, com 11,2 mil quilômetros de extensão estão em obras, além de 26 subestações de energia. O balanço divulgado nesta sexta (27) informa que 12 leilões do PAC 2 viabilizaram a concessão de 23,8 mil quilômetros de novas linhas de transmissão, com investimento previsto de R$ 26,3 bilhões.

Segundo o balanço, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo pelo programa, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis. De acordo com o governo, a Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 87% das obras concluídas e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com 71%. Quando entrarem em operação, a capacidade de processamento do país deve aumentar em 395 mil barris por dia.

Agência Brasil

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