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Emprego

País cria 129 mil vagas de trabalho em abril, no melhor resultado desde 2013

O mercado de trabalho brasileiro criou 129.601 empregos com carteira assinada em abril, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira, 24, pelo Ministério da Economia.

O saldo de abril decorre de 1,374 milhão de admissões e 1,245 milhão de demissões. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2013. Em abril de 2018, a abertura líquida de vagas havia chegado a 115.898, na série sem ajustes.

O resultado de abril ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As projeções eram de fechamento de 23.000 a abertura de 160.100 vagas, com mediana positiva de 78.000 postos de trabalho.

No acumulado de janeiro a abril, o saldo do Caged é positivo em 313.835 vagas. Em 12 meses até o mês passado, o saldo é positivo em 477.896 postos de trabalho.

Setores

O resultado do mês foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 66.290 postos formais, seguido pela indústria de transformação, que abriu 20.479 vagas de trabalho.

Também tiveram saldo positivo no mês a construção civil (14.067 postos), agropecuária (13.907 postos), comércio (12.291 postos), administração pública (1.241 postos), serviços industriais de utilidade pública (867 postos) e a extração mineral (454 postos).

O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada teve queda real de 1,32% em abril deste ano ante o mesmo mês de 2018, para R$ 1.584,51, segundo o Caged. Na comparação com março, houve aumento de 0,45%.

O maior salário médio de admissão em abril ocorreu na atividade extrativa mineral, com R$ 2.432,65, puxado pelos salários da Petrobrás. O menor salário médio de admissão foi registrado na agropecuária, com R$ 1.327,02.

Agência Estado
Emprego » Rio Grande do Norte

RN fecha 5.468 vagas de emprego no primeiro trimestre de 2019

O Rio Grande do Norte fechou 2.033 vagas de empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério da Economia. No acumulado do primeiro trimestre de 2019, foram fechados 5.468 postos de trabalho formal no estado.

Esse saldo negativo representa a diferença entre as contratações (10.236) e as de demissões (12.269) do mês. No acumulado de janeiro a março, foram 34.742 contratações contra 40.210 demissões.

Apesar de o saldo negativo ser comum em março, no estado, esse foi o pior resultado registrado desde 2016, quando se fecharam 2.383 vagas no mesmo mês. Em 2017, o saldo foi de -569 e em 2018, -437.

O setor da economia potiguar que mais fechou vagas foi o da Agropecuária, com redução de 1.593 postos de trabalho no mês passado. Depois dele, veio a Construção Civil, com queda de 401 empregos, Comércio (-65) e Serviços (-59).

Setores como o de Serviços Industriais de Utilidade Pública, a Indústria de Transformação e a Extrativa Mineral foram os que tiveram saldo positivo, com 64, 17, e 4 novos postos, respectivamente.

Veja os saldos de emprego no trimestre, por setor

  • Extrativa Mineral: -159
  • Indústria de Transformação: -1.012
  • Serviços Industriais de Utilidade Pública: 77
  • Construção Civil: -478
  • Serviços: 2.065
  • Administração Pública: -30
  • Agropecuária: -4.744
  • Total: -5468

Municípios

Os municípios que mais demitiram, no trimestre, foram Mossoró e Apodi, na região Oeste. Neles se concentra o setor de fruticultura irrigada, responsável por grande parte dos empregos ligados à agropecuária potiguar.

Mossoró registrou saldo negativo de 1.698 vagas e Apodi, -1051. Eles foram seguidos por São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana da capital, que teve queda de 291 postos. Na região Seridó, Caicó fechou 106 vagas.

Em contrapartida, Parnamirim abriu 436 novos postos. Já a capital Natal teve um saldo positivo de apenas 3 vagas no ano, após fechar 512 empregos no mês passado.

Brasil

O estado seguiu uma tendência nacional e regional. Em todo o país, foram fechados 43.196 vagas de emprego com carteira assinada, em março. E a região que mais registrou demissões foi justamente o Nordeste, que teve saldo negativo de 23.728 vagas de trabalho.

Esse foi o primeiro resultado negativo, nacionalmente, em três meses. A última vez que o Brasil havia registrado mais demissões que contratações foi em dezembro do ano passado, com o fechamento de 341.621 postos de carteira assinada.

O resultado surpreendeu os analistas do mercado financeiro, que estimavam nova abertura de vagas no mês passado.

Esse também foi o pior saldo, para meses de março, desde 2017 – quando 62.624 trabalhadores foram demitidos. No mesmo mês do ano passado, foram registradas 56.151 contratações.

O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 19 tiveram saldo negativo em março.

Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em Minas Gerais (+5.163), Goiás (+2.712) e Bahia (+2.569 vagas).

Já os maiores volumes de demissões foram registrados em Alagoas (-9.636), São Paulo (-8.007) e Rio de Janeiro (-6.986).

G1 RN
Brasil » Emprego

Em três anos, número de domésticas com carteira assinada cai 15%

Nos últimos três anos, mais de 300 mil empregados domésticos perderam o registro na carteira de trabalho, mesmo após a regulamentação dos direitos da categoria. No fim do ano passado, o número de profissionais registrados foi impactado pela crise e teve seu pior resultado desde 2015. Esse contingente caiu 15% no período, de 2,1 milhões para 1,78 milhão

Enquanto o total de empregados domésticos registrados caiu, a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 7,2%, indo de 4,2 milhões no fim de 2015 para 4,5 milhões em dezembro do ano passado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE, separados pela consultoria LCA.

Em 2013, os benefícios para os domésticos passaram a ser previstos na Constituição, com a aprovação da chamada PEC das Domésticas. Essas medidas foram regulamentadas dois anos mais tarde, garantindo para esses trabalhadores direitos como jornada de trabalho, horas extras e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, até 2014, as domésticas mensalistas tiveram aumento na formalização e redução na jornada de trabalho. A mudança constitucional, mesmo pesando no orçamento das famílias, ajudou a regularizar o trabalhador.

“Parecia que tudo ia melhorar”, lembra a sergipana Clara Dias, de 33 anos. “Depois de 15 anos como doméstica, eu ia poder tirar férias com o meu marido, que é motorista de ônibus. A gente comemorou o quanto pôde, mas durou menos do que eu imaginava. Em 2016, perdi o emprego e voltei a ser diarista.”

Os dados da Pnad apontam que em dezembro de 2015, com a regulamentação da PEC, o número de trabalhadores domésticos com carteira assinada atingiu 2,1 milhões, melhor resultado da série histórica. No ano seguinte, quando a recessão já corroía a renda das famílias brasileiras e se refletia no mercado de trabalho, a formalização dos domésticos começou a retroceder e ainda não se recuperou.

Efeito

“Para quem estava há mais tempo no emprego, foi a oportunidade de conquistar direitos”, diz o economista Cosmo Donato, da LCA. “O efeito esperado era que o número de famílias com empregados em casa caísse, devido ao aumento de custos, mas só no longo prazo.”

O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, Daniel Duque, avalia que o aumento da formalização das empregadas domésticas de 2013 a 2015 se deveu a uma maior conscientização por parte do empregador.

“Infelizmente, a crise coincidiu com a regulamentação.” Ele avalia que, com a recuperação do mercado de trabalho, a formalização das domésticas deve voltar a crescer, ainda que a função tenda a ser mais rara nas casas em algumas décadas.

Cortar gastos

O mercado de trabalho ainda sente o impacto da economia, que andou para trás em 2015 e 2016. No ano passado, apesar de a economia ter crescido pelo segundo ano seguido, o desemprego atingiu 12,8 milhões de brasileiros. A crise tirou empregos de trabalhadores de diferentes classes sociais, fez crescer o endividamento, reduziu a renda e também mudou hábitos.

“As famílias foram profundamente afetadas pela crise de 2015. A possibilidade de ter uma empregada fixa em casa passou a pesar mais no orçamento, virou luxo. O movimento que muitas famílias fizeram foi trocar a mensalista por uma diarista duas vezes por semana”, diz a professora Hildete Pereira de Mello, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Em janeiro do ano passado, Aline Ladvocat, dona de uma agência de empregadas domésticas, no Rio, achava que teria de fechar as portas. A empresa, que atendia apenas famílias de classe alta, como a do empresário Eike Batista, teve de se mudar para um espaço menor e passar a oferecer o serviço para clientes de todos os perfis.

“Há três anos, a empregada doméstica escolhia para quem trabalhar e estipulava o preço. Uma parte dos clientes trocou a empregada por uma diarista, saiu do país ou foi presa em alguma operação da Justiça. Agora, a gente passou a dar graças a Deus quando alguém liga pedindo uma empregada doméstica. Os salários delas estão sem reajuste desde 2016.”

“Com a regularização do emprego doméstico, era esperado que o total de trabalhadores exercendo esse tipo de função caísse com o tempo, porque muitas famílias tiveram de rever os gastos. Também tem a questão cultural, com as novas gerações deixando de ter esse tipo de empregado em casa. O que a crise fez foi acelerar esse processo”, avalia o economista Cosmo Donato, da LCA.

Emprego fixo distante

Há duas décadas fazendo serviços domésticos em São Paulo, a baiana Marivanda Gomes, de 48 anos, chegou a trabalhar como doméstica na casa de uma família. No entanto, o emprego com carteira assinada durou pouco. Com o tempo, a possibilidade de ter um trabalho fixo ficou mais distante e ser diarista voltou a ser a única opção para continuar trabalhando.

“Há uns três anos era bem mais fácil conseguir emprego em uma casa. Os patrões corriam atrás para contratar uma empregada que tivesse experiência e eu nunca ficava parada. De uma hora para outra, tudo mudou. A concorrência aumentou, o preço da diária parou de acompanhar os gastos do mês e ficou parado lá em 2016.”

Agora, ela conta que para encontrar um serviço é cada vez mais difícil e as semanas em que consegue trabalhar dois dias são comemoradas. “A gente consegue cada vez menos uma diária. A família que chamava toda semana, ultimamente fica 15 dias sem chamar. O serviço acumula, mas os patrões não conseguem ter alguém cuidando da casa todo dia.”

Ela também já trabalhou como manicure e cozinheira, mas sempre preferiu trabalhar em residências. “Depois que a gente se acostuma com os hábitos da família, fica fácil. Ser diarista não é ruim, o único problema é que está cada dia mais difícil conseguir trabalho.”

Giovanni Silva, gerente de seleção na agência de empregadas domésticas em que Marivanda está cadastrada, conta que, das 300 candidatas que fazem parte do banco de dados da empresa, só 25 estão empregadas. “As outras apenas tentam se virar.”

“O pessoal está sem renda, ninguém quer arcar com os custos de ter uma despesa a mais. Nos últimos três anos, houve aumento de 10% nas vagas para diaristas. Os patrões que tinham uma mensalista há anos não podiam mais ter uma empregada em casa todo dia.”

Imigrantes

Antes da recessão, a falta de mão de obra fez com que as agências começassem a procurar empregadas domésticas entre imigrantes e refugiadas de países como Haiti, Síria, Congo e Camarões, que vieram tentar a vida no Brasil. “Mas foi um sonho de verão. O mercado virou muito rápido e as estrangeiras mal tiveram tempo de serem treinadas”, recorda.

Silva lembra que, em 2015, a busca por uma empregada doméstica chegava a dar briga entre os clientes. “As melhores eram disputadas. Elas podiam negociar tranquilamente o preço e as condições de trabalho. A maioria até dizia que não trabalhava em feriados ou fins de semana.” Agora, diz, as candidatas ligam atrás de qualquer oportunidade de trabalho.

Agência Estado
Emprego » Rio Grande do Norte

RN: Mês de janeiro fecha com 1.359 vagas de emprego formal

O Rio Grande do Norte fechou o mês de janeiro com 1.359 postos de trabalho com carteira assinada, de acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério da Economia, na última quinta-feira, 27.

Segundo o Caged, houve um aumento de 112% nas demissões no primeiro mês de 2019 se comparado ao mesmo período no ano passado. Em 2018, houve um saldo negativo de 639 vagas, enquanto que neste ano foram 12.094 contratações e 13.453 demissões, uma diferença de 1.359 postos.

Os setores que mais demitiram foram Agropecuária, que fechou o mês com 1.098 postos de trabalho, e o de Comércio, com saldo negativo de 1.017. Na contramão, o setor de Serviços terminou o mês com saldo positivo, abrindo 1.059 vagas. Este foi o único setor a fechar janeiro com novos postos.

Cidades

Na classificação por cidades, Natal conseguiu terminar janeiro com um saldo positivo de 39 empregos. Foram 6.295 demissões e 6.334 contrataçãoes. A capital ficou atrás de Parnamirim, que obteve o maior saldo positivo de empregos do Estado: 86. Em contrapartida, as cidades com os maiores saldos negativos pertencem ao Oeste do Rio Grande do Norte. Mossoró fechou com 376 vagas, enquanto que Apodi terminou janeiro com 385 vagas negativas.

Confira abaixo os saldos de cada setor no RN:

Extrativa mineral: -97
Indústria de transformação: -141
Serviços industriais de utilidade pública: -4
Construção civil: -55
Comércio: -1.017
Serviços: 1.059
Administração pública: -6
Agropecuária: -1.098.

Agora RN
Currais Novos » Emprego » Oportunidade

OPORTUNIDADE: Efetive Imobiliária oferta grande chance de entrada no mercado de trabalho

Com data marcada para inaugurar sua primeira unidade física em Currais Novos, a Efetive Imobiliária vem atuando em várias cidades desde 2012. Em frequente crescimento, a empresa tem gerado imperdíveis oportunidades, desafios e resultados positivos para todos. Logo, a Imobiliária está de portas abertas para que você possa crescer junto com ela e disponibiliza a seguinte vaga:

Assistente de vendas
Feminino
Carga horária – 44 hs/semanais
Segunda a sexta – 08h as 12h e de 14h as 18h
Sábado – 08h as 12h
Remuneração inicial fixa compatível com a vaga + gratificação por produtividade
Regime contratual – CLT
Localidade da vaga – Currais Novos RN

Pré-requisitos:
Ensino médio completo Maior de 18 anos
Conhecimento de informática (desejável Excel)
Experiência com vendas
Morar na região de Currais Novos e ter disponibilidade de horários
Habilidades em negociação
Ser comunicativa, organizada, proativa e habilidosa na tomada de decisões

Descrição sumária:
Realizar seus trabalhos através de atendimento e visitas a clientes; organizar documentação para envio às agências bancárias; esclarecer as dúvidas e acompanhar a assinatura do contrato; além de realizar a manutenção do ambiente de trabalho.

Interessadas encaminhar currículo para: efetiveimobiliaria@hotmail.com até o prazo maximo do fim do mês de janeiro.

Início previsto – imediato (Após seguir todos os trâmites legais para contratação)

Emprego » Política

Ministro do Turismo quer aumentar o número de empregos gerados pelo setor

O deputado Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) tomou posse nesta quarta-feira (2) como ministro do Turismo.

Em seu discurso durante a cerimônia, disse que tem como objetivo alcançar as metas do Plano Nacional de Turismo 2018-2022, que estabelece diretrizes e estratégias para a implementação da Política Nacional de Turismo.

Uma das metas citadas por Álvaro Antônio é aumentar o número de empregos gerados pelo setor, passando de quase 7 milhões para 9 milhões até 2022.

Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) “enxerga a atividade turística como vetor econômico para o Brasil”.

“O setor do turismo é um dos principais ativos econômicos brasileiros. Colocá-lo no centro da agenda política e econômica do governo será uma das prioridades da minha gestão”, afirmou.

Outras metas citadas por Álvaro Antônio são inserir 40 milhões de brasileiros no turismo doméstico, dobrar o número de turistas estrangeiros no país e aumentar a receita advinda deles, saindo de US$ 6,6 bilhões para US$ 19 bilhões em 2022.

Para ele, “as metas podem ser consideradas ambiciosas, mas, na verdade, são reflexo de toda essa vocação do Brasil para o turismo”.

Entre as dificuldades citadas por Álvaro Antônio estão a falta de priorização do setor, a necessidade de melhorar o ambiente de negócios e a conectividade aérea, reduzir o custo-Brasil e incentivar o empreendedorismo.

“Turismo não é apenas uma atividade lúdica. Turismo é negócio, é geração de emprego e renda, é responsabilidade social e sustentabilidade”, afirmou.

Álvaro Antônio também mencionou como importantes os projetos de lei que afetam o setor e tramitam no Congresso Nacional, como a atualização da lei geral do turismo e o projeto que moderniza a Embratur.

Segundo ele, outros países da América Latina investem mais que o Brasil no setor.

“Hoje recebemos 0,5% dos turistas que viajam no mundo. São 6,6 milhões de estrangeiros na nossa terra, enquanto mais de 1,3 bilhão de pessoas viajam pelo globo. Não podemos ficar inertes enquanto países como Argentina, Equador e México investem três, cinco, até 24 vezes mais em promoção turística internacional, se comparados ao Brasil”, disse.

O ministro parabenizou e agradeceu seu antecessor, Vinicius Lummertz, que assumiu o cargo de secretário estadual de Turismo de São Paulo, na gestão João Doria (PSDB).

“O senhor deixou a estrada pavimentada. Assumo o volante a partir de agora, com o objetivo de seguir esse caminho rumo ao desenvolvimento dessa atividade”, destacou.

Álvaro Antônio elogiou iniciativas da gestão de Lummertz, como o visto eletrônico e o processo de concessão de parques nacionais para a iniciativa privada que, segundo ele, fazem parte dos planos de uma gestão continuada.

Eleito para o segundo mandato, o parlamentar já foi do PR, sigla pela qual disputou a prefeitura de Belo Horizonte, em 2016, e ficou com 2% dos votos válidos.

Em 2017, filiou-se ao PSL de Bolsonaro, de quem tornou-se especialmente próximo depois do atentado que o presidente eleito foi vítima, em Juiz de Fora (MG). Com o apoio do capitão reformado, foi o parlamentar mais votado de Minas Gerais.

Marcelo Álvaro Antônio, na verdade, se chama Marcelo Henrique Teixeira Dias. Álvaro Antônio (1938-2003) era seu pai, ex-vereador, deputado e vice-prefeito de Belo Horizonte.

Folhapress
Emprego

Sine-RN oferece vagas de emprego nesta sexta-feira

O Sine-RN oferece 10 oportunidades de emprego nesta sexta-feira (10). Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via Internet no Portal Mais Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço maisemprego.mte.gov.br , ou na unidade do Sine Matriz em Natal, na Cidade da Esperança, na Rua Adolfo Gordo, s/n, prédio da Central do Trabalhador, da 8h ás 16h, ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.

O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Mais Emprego, pode comparecer as Agências do SINE, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do SINE Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 12h e 13h às 16h.

(mais…)

Emprego » Trabalho

Carteiras de trabalho poderão ser emitidas em agências dos Correios

O Ministério do Trabalho e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos vão firmar, nos próximos dias, acordo de cooperação técnica para emissão da carteira de trabalho e previdência social nas unidades da empresa. Pelo acordo, que foi anunciado nesta segunda-feira, 23, o projeto piloto será implantado nos próximos 30 dias no estado de São Paulo.

Segundo o secretário executivo substituto do Ministério do Trabalho, Admilson Moreira, a iniciativa tem o objetivo de descentralizar a emissão da carteira de trabalho manual e informatizada e de levar o serviço para mais perto da população. “O propósito da parceria é oferecer um serviço mais ágil e acessível ao trabalhador”, disse Moreira.

De acordo com o ministério, de janeiro a maio deste ano, foram emitidas mais de 2,3 milhões de carteiras de trabalho no país, das quais 580 mil no estado de São Paulo.

O serviço de emissão de carteiras está disponível nas unidades ligadas ao Ministério do Trabalho e em unidades descentralizadas espalhadas pelo país, por meio de parcerias com estados e municípios. A rede conta com cerca de 2,1 mil postos de atendimento.

Fonte: Agora RN

Economia » Emprego

OPORTUNIDADE: iFood anuncia 100 vagas de emprego

O iFood está com inscrições abertas para 100 vagas de emprego nas áreas de tecnologia, comercial, finanças, operações, RH, jurídico e marketing. As chances são em todo o país, em cargos como coordenador comercial, gerente de projetos, analista financeiro e analista de recrutamento, entre outros.

De acordo com a empresa, o contato inicial com o profissional é diferente, e a primeira entrevista é um bate-papo informal. O iFood garante que a informalidade e o senso de colaboração são marcas registradas da empresa. Por isso, todos têm a oportunidade de conversar de igual para igual para a troca de experiências e conhecimento.

Os interessados podem se candidatar pela aba Carreiras no site institucional do iFood e pela página do iFood no Linkedin.

Emprego » Nordeste » Oportunidade

EMPREGO: Nordeste tem mais de 6 mil vagas abertas para concurso; salários de até R$ 10 mil no RN

No RN, vagas com salário de R$ 10 mil

Pelo menos 6,6 mil vagas de concurso público estão abertas na região Nordeste. No RN, a Prefeitura de Coronel Ezequiel/RN oferece vaga de emprego com remuneração que chega a R$ 10 mil para o cargo de médico. No total são 74 vagas para todos os níveis de escolaridade. A desvantagem é que para participar da seleção o interessado deve se inscrever pessoalmente. Ou seja, precisa ir à prefeitura até o dia 1º de dezembro, das 8h às 13h, na sede da Secretaria Municipal de Administração, que fica no centro da cidade.

Também no Rio Grande do Norte, o Instituto Técnico-Científico de Perícia do Estado (ITEP-RN) tem remuneração que varia de R$ 2.807,36 a R$ 7.440,00. O órgão oferece oportunidades para nível médio e superior, o que totaliza 165 vagas. Os candidatos podem concorrer a cargos como agente de necropsia, agente técnico forense, perito criminal, perito médico legista e médico psiquiatra. A inscrição pode ser feita no site do Instituto AOCP (www.institutoaocp.org.br) até o dia 19 de dezembro.

Já o estado da Bahia oferece metade das vagas ofertadas no Nordeste. Só a Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC), oferece 3.740 vagas para professores e coordenadores pedagógicos. Os demais certames têm oportunidades para níveis fundamental, médio e superior e contemplam quem quer seguir carreiras que vão de técnico-administrativo até auditor de contas públicas. As remunerações ultrapassam os R$ 8 mil em alguns casos.

Existem também concursos em aberto no Pernambuco, Ceará e Paraíba.

Especialistas aconselham que é preciso pensar antes de tomar a decisão. “Isso (mudar de cidade) envolve família constituída, amizades, venda de imóveis. Muda toda a realidade”. Caso nada prenda o concurseiro, vale investir. O motivo é que os certames público ainda são a melhor opção para quem quer estabilidade, tanto mais em um cenário de mudança de leis trabalhistas.

DICAS PARA SEGUIR EM FRENTE:

1. Simulado – Para se acostumar ao estilo de prova e não saber como administrar o tempo na hora H, aposte em simulados. Eles vão te ajudar a se sentir mais preparado para a hora da prova e ainda será uma importante ferramenta de revisão.

2. Banca – A organizadora do concurso nunca pode ser ignorada. Isso porque cada uma tem uma forma de aplicar as provas. Sendo assim, faça avaliações de anos anteriores e observe como ela cobra os assuntos.

3. Videoaulas – Você não tem dinheiro para pagar um cursinho? Aposte em videoaulas. Alguns canais oferecem o serviço por um custo mais baixo e ainda é possível encontrar materiais gratuitos. A vantagem é que você poderá adaptar as aulas a sua rotina.

4. Todos os dias – Estuda um dia e folga dois? Para manter a sua mente ligada nos assuntos evite dar longos intervalos. Mesmo que não tenha muitas horas disponíveis, dedique pelo menos 15min por dia ao estudo. Isso facilitará a fixação do conteúdo.

5. Na véspera – Fuja do álcool, de comidas pesadas ou que nunca experimentou antes. Como isso pode influenciar o seu estado no dia da prova (ressaca, problemas digestivos e afins), é melhor evitar.

6. Fique de olho – O edital saiu e são 10 páginas? Deixe a preguiça de lado e leia tudo detalhadamente. Ali existem informações importantes. Uma delas é o horário de início da avaliação. Para não se atrasar, assim que o cartão sair, conheça o local da prova.

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