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Acidente aéreo » Eduardo Campos » Notícias

Família de Eduardo Campos pede análise aprofundada de relatório sobre acidente

Após a apresentação do relatório sobre o acidente de avião que matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, o advogado da família divulgou nota em que defende uma “aprofundada análise” do documento e lamenta o fato de a Aeronáutica não ter usado um simulador de voo para auxiliar nas investigações da tragédia.

O relatório foi divulgado ontem(19) pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). “A família sente a necessidade de uma aprofundada análise do relatório do Cenipa. Mas, de pronto, lamenta que não tenha sido feito o teste com o simulador de voo”, diz a nota. Para a família de Campos, que era candidato à Presidência da República, o uso de um simulador de voo nas mesmas condições do dia do acidente seria importante para auxiliar a investigação.

De acordo com tenente-coronel Raul de Souza, da equipe de investigação do Cenipa, foram feitas tentativas junto à empresa fabricante do avião para realizar a simulação, mas não houve resposta. “Poderíamos ter acrescentado ou afastado algumas hipóteses [para o acidente]”, reconheceu o oficial.

Agência Brasil
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FAB apresenta relatório final do acidente de Eduardo Campos

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que irá apresentar, hoje (19), o relatório final da investigação do acidente com a aeronave PR-AFA, que caiu na cidade de Santos (SP), no dia 13 de agosto de 2014, matando, entre outros passageiros e tripulantes, o ex-governador de Pernambuco e então candidato à presidência da República, Eduardo Campos.

A FAB informou, através de um comunicado oficial, que o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro do ar Dilton José Schuck, o investigador encarregado, tenente-coronel aviador, Raul de Souza, e o investigador do fator operacional, major aviador Carlos Henrique Baldin, receberão a imprensa, às 15h30, para apresentar o relatório final das investigações do acidente com o avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA. A coletiva de imprensa, segundo a FAB, será realizada no auditório do Cenipa, localizado na SHIS QI 05, área especial 12 – Lago Sul, em Brasília.

A aeronave decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, no dia 13 de agosto de 2014, às 9h21. Ao chegar no espaço aéreo de Santos, o piloto tentou pousar na Base Aérea, mas, por causa do mau tempo, afirmou não ter visibilidade da pista e arremeteu. Minutos depois o avião com Campos e mais seis pessoas caiu na Rua Vahia de Abreu, perto das avenidas Conselheiro Nébias e Dr. Washington Luís, no bairro Boqueirão, matando todos os passageiros.

Eduardo Campos

Aeroporto do Recife deve receber nome de Eduardo Campos

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana uma proposta que altera o nome do aeroporto do Recife para “Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre e Governador Eduardo Campos”. Hoje, o local leva apenas o nome do escritor e cientista pernambucano Gilberto Freyre, autor do livro Casa-Grande & Senzala, publicado em 1933 e considerado revolucionário para a historiografia brasileira. A pauta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Cultura e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A mudança de nome está prevista no Projeto de Lei 7937/14, do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), e foi aprovada na semana de um ano da morte de Eduardo Campos. Ex-governador de Pernambuco e então candidato a presidente nas eleições de 2014, Campos morreu durante a campanha na queda de um avião em Santos (SP), em 13 de agosto do ano passado.

De acordo com relator na comissão, deputado Mário Negromonte Jr. (PP-BA), mudanças nos nomes oficiais de aeroportos implicam em alterações técnicas e operacionais em sistemas mundiais de cadastro aeroportuário, com custos para o País.

Dessa forma, a regra normalmente adotada nos casos de homenagens é a manutenção da denominação original do terminal, acrescentando-se a ele o nome do homenageado. “Esse tipo de solução não implica em alterações de documentação e de informações subordinadas à comunidade técnica especializada, no Brasil e no exterior”, explicou Negromonte Jr.

Na mesma reunião, a comissão rejeitou o PL 7930/14, do ex-deputado João Caldas, que tramita em conjunto e altera o nome do aeroporto para “Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes – Governador Eduardo Campos”, excluindo o nome de Gilberto Freyre.

O relator recomendou a aprovação da proposta de Patriota em razão de ela manter o nome de Gilberto Freyre na homenagem. “O melhor seria manter o nome de Gilberto Freyre, escritor e sociólogo conhecido na história brasileira e nas grandes universidades em todo o mundo, e incluir também o nome de Eduardo Campos, político do mesmo estado e já conhecido em todo o País, falecido em plena ascensão política”, observou Mário Negromonte Jr.

 

IG
Eduardo Campos

Márcia Maia lembra um ano de morte de Eduardo Campos

A deputada estadual Márcia Maia (PSB) falou sobre a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo campos, que está completando um ano nesta quinta-feira (13). Ela lembrou que a morte de seu correligionário aconteceu no Dia do Economista e logo após seu aniversário.

“Eduardo campos era um economista que transmutou teorias e teoremas em ações e realizações. Um homem que viu nos números, mais do que estatísticas, mais do que um quebra-cabeça a ser destrinchado, viu o caminho para a transformação. O caminho para a mudança”, disse a deputada.

A parlamentar recordou ainda dos reflexos na economia que a morte de Eduardo Campos trouxe, demonstrando que sua ligação com a economia era quase simbiótica. Márcia Maia falou da forma de administrar de Eduardo campos, que segundo ela foi um grande gestor, na área econômica, de planejamento e na segurança pública de seu estado.

No seu pronunciamento, a deputada citou alguns prêmios e títulos do ex-governador. De 2008 até, pelo menos 2012, o estado do Pernambuco cresceu mais do que a média nacional. Em 2009, Eduardo Campos foi considerado pela Revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes do ano. No ano seguinte, foi o primeiro colocado no ranking de governadores estabelecido pelo Instituto Datafolha e em 2011 Campos foi apontado pela pesquisa Ibope/Band como o melhor governador do Brasil e, novamente, pela Revista Época, um dos mais influentes do ano.

“Ele queria um novo tempo, em que aqueles que sempre perderam pudessem por fim ganhar. Defendeu um tempo em que a desigualdade social extrema causasse indignação, e não indiferença. Tempo em que a desigualdade fosse combatida sem trégua”, falou Márcia, que terminou o seu discurso citando uma frase dita por Eduardo e que se eternizou com sua morte. “Eduardo, assim como você, não vamos desistir do Brasil”, concluiu.

Eduardo Campos » Homenagem

Câmara dos Deputados promove sessão em homenagem a Eduardo Campos

A Câmara dos Deputados promove sessão hoje em homenagem ao ex-governador Eduardo Campos. Até sexta-feira, outros atos irão ocorrer, lembrando também os dez anos da morte do ex-governador Miguel Arraes. Também está programada uma visita ao túmulo da família, no cemitério de Santo Amaro, na área central da capital. Na sexta-feira, será inaugurada a Escola Técnica Governador Eduardo Campos, em São Bento do Una, no Agreste pernambucano.

Robson Pires
Eduardo Campos

Senado homenageia Eduardo Campos pela passagem de um ano do seu falecimento

O Senado realiza na próxima quinta-feira (13), às 9h, sessão especial para reverenciar a memória do ex-governador de Pernambuco e ex-presidente do PSB, Eduardo Campos, pela passagem de um ano do seu falecimento. Campos teve sua trajetória interrompida precocemente em um trágico acidente aéreo em 13 de agosto de 2014. Eduardo Campos era, na ocasião, candidato a presidente da República pelo Partido Socialista Brasileiro, e já havia sido duas vezes governador de Pernambuco e ocupado o cargo de ministro da Ciência e Tecnologia. Foi ainda deputado federal e deputado estadual.

Eduardo Campos

Academia destruída por avião de Campos reabre nesta segunda-feira

Em fevereiro deste ano, Juarez já havia conseguido reformar parte do salão superior (Foto: Orion Pires/G1).

Em fevereiro deste ano, Juarez já havia conseguido reformar parte do salão superior (Foto: Orion Pires/G1).

A academia Mahatma, atingida pelo acidente aéreo que matou o candidato à Presidência da República Eduardo Campos e outras seis pessoas, em agosto do ano passado, em Santos, no litoral de São Paulo, foi reaberta nesta segunda-feira (13).

Após quase um ano de reforma, o salão, que fica na parte superior do imóvel na Rua Alexandre Herculano, no bairro Boqueirão, voltou a funcionar de maneira parcial. “Estou muito feliz de conseguir reabrir a musculação. Já estão até programando um grande café comunitário para esse reinício de atividades”, comemora Benedito Juarez Câmara.

O G1 acompanhou o processo de reconstrução do local. Em fevereiro deste ano, Juarez já havia conseguido refazer a lateral da sala de musculação, o forro e as calhas que tinham tinham sido prejudicadas. Na época, ainda restavam a pintura e a troca do piso, que foram finalizadas ao longo dos últimos meses. Segundo cálculos preliminares, os prejuízos financeiros passavam de R$ 1 milhão.

Até o dia do acidente, em 13 de agosto do ano passado, 800 alunos estavam matriculados na academia. Para conseguir pagar as despesas posteriores, e também os funcionários, foi necessário transferir cerca de 1/4 dos alunos para uma sala adaptada no colégio Stella Maris. O grupo retomou as atividades na sede da academia Mahatma nesta segunda. “Essas pequenas coisas que consegui foram tudo com relação de confiança. Tenho um nome a zelar. São 40 anos de empresa”, reforça.

Segundo Juarez, de todos os equipamentos que estavam no local, somente 20 deles puderam ser reaproveitados, no entanto, o fabricante garantiu que dará “uma força”. “Conheci ele há 40 anos quando abri a academia. Fui o primeiro comprador e na época dei uma força para ele. Agora é o inverso. Ele está me ajudando para quando eu conseguir pagar o restante”, conta.

Na Justiça

Além dos problemas estruturais do local de trabalho, o dono do imóvel ainda aguarda uma resposta da Justiça. No primeiro julgamento houve uma decisão favorável, mas o PSB, partido do então candidato Eduardo Campos e também os donos do avião, recorreram. Juarez espera por uma nova decisão judicial sobre a indenização. “A própria dona do avião, que está registrada na Anac, que vendeu para outra pessoa. Estou aguardando respostas”, aponta.

G1
Eduardo Campos

FALHA HUMANA: Pilotos de Campos fizeram trajeto de descida diferente do previsto, diz FAB

A coleta dos dados sobre o acidente aéreo que matou o ex-candidato à Presidência da República Eduardo Campos em agosto do ano passado mostrou que os pilotos realizaram um trajeto diferente do oficialmente previsto para realizar o pouso, informaram durante apresentação realizada nesta segunda-feira (26), em Brasília, oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Tanto na descida inicial para a pista da Base Aérea de Santos, quanto na arremetida (quando o avião sobe de volta no momento em que não consegue aterrissar na primeira vez), os radares captaram um percurso diferente do recomendado no mapa. Durante esse trajeto, a tripulação também não informou precisamente os locais por onde passava nos momentos em que isso é exigido.

Segundo o tenente-coronel Raul de Souza, o piloto fez trajeto “diferente” do previsto na carta. “A gente não pode concluir que ele tenha feito um atalho. Ele fez um procedimento diferente do que estava previsto”, afirmou (veja na imagem acima). A comparação entre o trajeto recomendado e o efetivamente realizado pela aeronave mostra que os pilotos “encurtaram” o pouso. Em vez de fazer um caminho dando uma volta no formato de um 8, eles tomaram uma rota manobrando à direita para descer o jato.

“O comum é seguir [a rota]. Está previsto em regulamento”, declarou o chefe da Cenipa, Dilton José Schuck.
Os responsáveis pela análise, porém, disseram que ainda não é possível concluir se esse fator contribuiu para o acidente nem se houve erro dos pilotos. Essa avaliação ainda será feita pelos técnicos da Cenipa, que não têm como atribuição apontar causas do acidente, mas fazer recomendações para evitar novas ocorrências e situações de risco.

Eduardo Campos

Família de Campos contesta conclusões da Aeronáutica

A família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos contestou o relatório da Aeronáutica sobre o acidente aéreo que matou o então candidato à Presidência e outras seis pessoas em 13 de agosto do ano passado. O documento, que será oficialmente divulgado até fevereiro, foi antecipado nesta sexta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo. Na avaliação do irmão de Campos, Antônio, a conclusão de que houve uma falha humana ainda é “prematura”.

O relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) aponta como causas da tragédia uma sequência de erros do piloto Marcos Martins, entre eles a falta de experiência com o jato Cessna 560 XL e a decisão de “encurtar” o procedimento de aterrissagem na Base de Santos, descumprindo os manuais de pouso.

​Ainda segundo os investigadores, ao não obedecer as manobras exigidas na aproximação da pista, o piloto cometeu o erro que deflagrou a tragédia. O jato Cessna 560 XL (prefixo PR-AFA), da empresa paulista AF Andrade Empreendimentos e Participações, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, às 9h21 do dia 13 de agosto, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP). Quando a aeronave se preparava para o pouso, arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com o jato, que caiu sobre uma área residencial.

Em nota, Antônio disse ser “estranho que se tenha acesso às investigações da Aeronáutica e se divulgue conclusões antes da divulgação pelo órgão competente”. “O Cenipa não está fazendo todas as perícias do caso e não pode ter uma visão global do acidente”, continua.

O Ministério Público e a Polícia Federal também abriram investigações sobre o acidente aéreo. De acordo com Antônio Campos, o procurador Thiago Nobre, que acompanha o caso em Santos, promete a conclusão do inquérito policial e civil sobre o caso até fevereiro – ele ainda aguarda a conclusão de perícias.

A família de Eduardo Campos designou um perito auxiliar para acompanhar as investigações. Internamente, os parentes do ex-governador de Pernambuco levantam a hipótese de que houve uma falha técnica na turbina – o que contraria parecer da Aeronáutica.

Veja
Eduardo Campos

Acidente que matou Eduardo Campos foi sucessão de falhas humanas, conclui Aeronáutica

As investigações da Aeronáutica, que começam a ser divulgadas no início de fevereiro, concluíram que o acidente que matou o presidenciável do PSB e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, no meio da campanha eleitoral do ano passado, foi causado por uma sequência de falhas do piloto Marcos Martins – desde a falta de treinamento para aquela aeronave até o uso de “atalho” para acelerar o procedimento de descida.

Como resultado decisivo, Martins foi obrigado a abortar o pouso e arremeter bruscamente, operando os aparelhos em desacordo com as recomendações do fabricante do avião e acabando por sofrer o que é tecnicamente descrito como “desorientação espacial”. É quando o piloto perde a referência do avião em relação ao solo, não sabe se está voando para cima, para baixo, em posição normal, de lado ou de ponta cabeça.

Essa conclusão sobre a “desorientação espacial” baseou-se em informações sobre os últimos segundos do voo, no momento em que o avião embicou num ângulo de 70 graus e em potência máxima, como se o piloto acelerasse pensando que estava em movimento de subida, quando na verdade estava voando para baixo, rumo ao solo.

O acidente ocorreu na manhã de 13 de agosto de 2014, quando o Cessna 560 XL saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio, rumo à Base Aérea de Santos, no Guarujá, em São Paulo. Por volta de 10 horas, a aeronave caiu em Santos, no bairro Boqueirão. Além de Eduardo Campos, que estava em terceiro lugar na corrida presidencial, morreram quatro assessores dele, o piloto e o copiloto Geraldo Magela Barbosa.

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