Arquivos:

Economia

Após recorde, Ibovespa fecha em queda e dólar em alta

O Ibovespa, principal indicador das ações negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, fechou hoje (15) o pregão em queda de 0,44%, aos 94.055 pontos. Ontem (14), o índice havia batido recorde ao fechar aos 94.474 pontos.

As ações que mais valorizaram foram as da Suzano Papelon (8,46%), Viavarejo ON (3,32%), e Klabin (2,92%). As maiores quedas ficaram por conta da Forja Taurus (-22,29%), CCR ON (-3,86%, e Cielo ON (-3,67%).

O dólar comercial fechou o dia em alta de 0,7%, cotado a R$ 3,72. Já o euro sofreu uma leve elevação de 0,09%, chegando a R$ 4,24%.

Agência Brasil
Economia

Restituição do Imposto de Renda começa a pagar hoje R$ 667 milhões

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Contribuintes contemplados no lote de restituição residual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física dos exercícios de 2008 a 2018 recebem hoje, 15, o crédito bancário. São 257.094 contribuintes que receberão R$ 667 milhões.

Desse total, R$ 268,9 milhões são para contribuintes com preferência para o recebimento: 7.677 idosos acima de 80 anos, 45.899 contribuintes entre 60 e 79 anos, 5.487 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 20.742 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, com entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do Imposto de Renda Pessoa Física – IRPF – e situação no Cadastro de Pessoa Física – CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Agora RN
Economia

Petrobras quer direito de preferência em 3 blocos da 6ª rodada

A Petrobras informa que apresentou, nesta segunda-feira, 14, ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), manifestação de interesse em exercer o direito de preferência para a 6ª Rodada de Licitação de blocos exploratórios sob o regime de partilha de produção, na forma da Lei 12.351/2010 e do Decreto Federal 9.041/2017.

“Após análise técnica, aprovação pela Diretoria Executiva e deliberação no âmbito do Conselho de Administração, a Petrobras concluiu por manifestar o interesse em exercer o direito de preferência nos blocos de Aram, Norte de Brava e Sudoeste de Sagitário, como operador e com o porcentual de 30%”, afirma.

Segundo a empresa, o valor correspondente ao bônus de assinatura a ser pago pela companhia, considerando que o resultado do leilão confirme apenas a participação acima indicada, é de R$ 1,845 bilhão. “É importante destacar que a Petrobras poderá ampliar o porcentual de 30% indicado para a área onde está exercendo seu direito de preferência, formando consórcio para participar da licitação”, afirma.

Em relação às áreas em que a Petrobras não exerceu o seu direito de preferência, a companhia poderá participar em condições de igualdade com os demais licitantes, seja para atuação como operador ou como não-operador.

Estadão Conteúdo
Economia

Governo Bolsonaro tenta ampliar presença no conselho de administração da Petrobras

Após concluir as mudanças na diretoria da Petrobras, o governo trabalha agora para tentar renovar parte do conselho de administração da companhia, cujos representantes foram eleitos em 2018 para mandatos de dois anos. Duas vagas já estão abertas após renúncias anunciadas na semana passada, mas o objetivo é conseguir mais assentos.

Responsável por aprovar decisões estratégicas e fiscalizar a gestão da companhia, o conselho da Petrobras tem onze cadeiras, uma delas ocupada pelo presidente da empresa, Roberto Castello Branco.

Foi totalmente remodelado no início do segundo mandato de Dilma Rouisseff, que substituiu ministros e outros representantes do governo por nomes reconhecidos pelo mercado, incluindo o próprio Castello Branco.​

A maior parte da composição atual foi eleita em assembleia de acionistas em abril de 2018 e, portanto, poderia ficar na companhia até 2020. O governo, porém, já avisou que gostaria que alguns deles renunciem —o último presidente do colegiado, Luiz Nelson Guedes Carvalho, e o advogado Francisco Petros já o fizeram no início do ano.

O alvo principal agora seria o engenheiro naval Segen Estefen, professor da UFRJ nomeado ainda no governo Dilma. O objetivo é nomear executivos mais alinhados com a gestão atual, que fala em acelerar vendas de ativos para focar ainda mais as atividades no pré-sal.

Além de Estfen, os representantes da União no conselho atualmente são Jerônimo Antunes (presidente interino desde a renúncia de Carvalho), Ana Lúcia Poças Zambelli, Clarissa de Araújo Lins e o próprio Castello Branco. Outros dois são indicados por minoritários e um terceiro, pelos trabalhadores.

O prazo dos mandatos foi estendido para dois anos a partir de 2016, dificultando a renovação do colegiado pelo governo eleito. Até então, era apenas um ano. O estatuto da empresa prevê que 20% do colegiado deve ser renovado a cada quatro anos.

A nova gestão da Petrobras já concluiu o processo de renovação da diretoria, com a substituição de quatro dos sete diretores. Três dos destituídos —Solange Guedes, Hugo Repsold e Jorge Celestino— também eram remanescentes do governo Dilma. O quarto, Nelson Silva, havia sido nomeado já no governo Temer.

Castello Branco indicou para a direção Carlos Alberto Pereira Oliveira (Exploração e Produção), Lauro Cotta (Estratégia), Rudimar Lorenzatto (Desenvolvimento da Produção e Tecnologia) e Anelise Quintão (Refino e Gás). Esta última era a responsável por tocar o programa de desinvestimentos da companhia e sua nomeação é vista como um sinal de que a redução da participação da estatal nos dois segmentos será acelerada.

A Petrobras ainda não comentou o assunto.

O presidente da estatal também indicou assessores próximos, como o professor Luciano de Castro, que também participou do grupo de transição do governo Bolsonaro, e o diplomata Roberto Ardhengy, que deixa um posto do Itamaraty em Nova York para cuidar da chefia de gabinete de Castello Branco.

Ele indicou também o empregado da estatal Carlos Victor Guerra Nagem para a gerência executiva de Segurança e Inteligência Corporativa. Sob a alcunha Capitão Victor, ele foi candidato duas vezes a cargos públicos no Paraná, tendo recebido apoio de Bolsonaro, que o chamou de “amigo particular”.

Sem nunca ter exercido cargo de confiança na estatal, Nagem foi alçado ao segundo escalão na hierarquia da companhia, com salário de cerca de R$ 50.000. Nas redes sociais, Bolsonaro vem defendendo a indicação com uma série de manifestações desde a noite de quinta (10).

No último comentário sobre o tema, na noite de sexta (11), o presidente mostrou uma foto da gerente anterior, Regina de Luca, em um evento do PT. “O capitão Nagem ocupará a vaga da petista Regina Miki na Chefia de Segurança”, escreveu.

A Petrobras argumenta que o currículo do indicado é adequado ao cargo. A nomeação, porém, ainda depende de aprovação dos órgãos internos de controle.

Folhapress
Economia

Com inflação menor, maior benefício pago pelo INSS será de R$ 5,8 mil em 2019

A inflação mais baixa do que o esperado no ano passado também pesará menos nas contas da Previdência, já que o reajuste dos benefícios será menor do que o previsto no Orçamento deste ano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – que corrige as aposentadorias e benefícios previdenciários acima do salário mínimo – ficou em 3,43%, bem abaixo da projeção de 4,2% usada para calcular a lei orçamentária de 2019.

Com a inflação oficial divulgada nesta sexta-feira, 11, pelo IBGE, o teto do INSS subirá de R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45. Esse valor será confirmado em uma portaria do Ministério da Economia, que será publicada no Diário Oficial da União no começo da próxima semana. Pelos parâmetros considerados no Orçamento de 2019, o teto do INSS seria R$ 43,47 maior, chegando a R$ 5.882,92 neste ano.

Com uma inflação mais baixa, o reajuste para quem recebe benefício do INSS acima do mínimo será menor que o aumento do salário mínimo neste ano. Na semana passada, logo após a sua posse, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto aumento o mínimo em 4,61%, de R$ 954 para R$ 998. Além da inflação do ano passado, o cálculo também incorporou o crescimento da economia há dois anos (alta de 1% em 2017).

Um reajuste menor para os aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo foi o padrão por 19 anos seguidos até 2016. Somente em 2017 e 2018 a correção do salário mínimo foi inferior – em função da recessão nos anos anteriores (2015 e 2016), que não resultou em ganho real para o piso salarial.

Faixas

A portaria a ser publicada também trará as novas faixas de contribuição do INSS para os empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos. A primeira faixa, com alíquota de 8%, valerá para aqueles com salário mensal de até R$ 1.751,81.

A alíquota de 9% incidirá sobre os salários entre R$ 1.751,82 e R$ 2.919,73. Os rendimentos mensais entre R$ 2.919,73 e o novo teto de R$ 5.839,45 recolherão pela alíquota de 11%.

Ja o valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS – aposentadorias, auxílio-doença, pensão por morte – será idêntico ao salário mínimo de R$ 998,00. Também terão o valor de R$ 998,00 os benefícios da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) para idosos e pessoas com deficiência.

Estadão Conteúdo
Economia

Bolsa encerra semana em leve queda; dólar é cotado a R$ 3,71

O Ibovespa, principal indicador de desempenho da B3 (Bolsa de Valores), fechou o dia (11) em queda de 0,16%, a 93.658 pontos. Ontem, o indicador havia batido mais um recorde no ano, encerrando o dia em 93.805 pontos, com alta de 0,20%.

As ações mais negociadas no dia foram as da Petrobras e da Vale (com baixa acima de 1%) e da Ambev (com alta de 2,43%).

Já o dólar fechou o dia em leve alta de 0,15%, cotado a R$ 3,7144.

Economia

Dívida reduz transferência para 35 municípios do RN; 27 zeraram

O começo do ano não foi positivo para 35 prefeituras do Rio Grande do Norte, que sofreram retenção de recursos da primeira cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que foi repassado na quinta-feira (10), sendo que desses 27 tiveram FPM “zerado”. O primeiro decêndio de 2019 apresentou 305 municípios, em todo o país, com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM zerado em decorrência razão de dívidas previdenciárias.

Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), esse número corresponde a 5,47% das cidades brasileiras começam o ano sem o FPM, índice que vai a 20,95% dos 167 municípios potiguares.

De acordo com a CNM outros 546 prefeituras (quase 10%) tiveram o Fundo parcialmente retido (entre 70 e 99%) pela mesma razão, somando mais de R$ 573 milhões entre zerados e parcialmente retidos.

Em relação ao 167 municípios potiguares, o Tesouro Nacional repassou bruto R$ 97,382 milhões brutos de primeira conta do FPM, mas com o desconto de 20% do Fundeb, 15% para saúde e 1% do Pasep, o repasse líquido ficou em R$ 62,324 milhões.

A maioria dos municípios (96) que têm coeficiente 0.6, receberam cada um R$ 291,46 mil, enquanto 27 municípios de coeficiente 0.8 tiveram repasse de R$ 388,6 milhões. Já os 14 municípios de coeficiente 1.0 receberam cada um R$ 485,76 milhões. Os maiores repasses foram para Natal – R$ 10,51 milhões e Mossoró e Parnamirim – R$ 3 milhões.

O FPM é uma das principais fontes de receita para a maioria dos Municípios Brasileiros, e o primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias 20 a 30 do mês anterior. Esse 1º decêndio, geralmente, é o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o mês inteiro.

Os Municípios de pequeno porte são os mais atingidos pela retenção, o que é preocupante, uma vez que têm o FPM como principal fonte de receita. Já nesse início de ano, 255 cidades de pequeno porte tiveram o FPM zerado, seguidos de 26 Municípios de médio e de 24 de grande porte na mesma situação.

Já que o primeiro decêndio geralmente representa o maior repasse, as retenções dificultam sobremaneira o cumprimento das competências municipais. A retenção do FPM em razão das dívidas previdenciárias é, ao mesmo tempo, resultado e agravante da crise financeira que assola as administrações locais do país.

Nesse primeiro decêndio de 2019 houve um repasse de mais de R$ 3,1 bilhões líquidos aos Municípios, ou seja, descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Tribuna do Norte
Economia » Política

Desde 1999 é a primeira vez que um presidente da República assume o mandato com uma inflação tão baixa

Desde 1999 é a primeira vez que um presidente da República assume o mandato com uma inflação tão baixa, com taxa de juros também baixa. Some-se a isso o fato de que não há pressões à vista: as projeções do Banco Central (BC) e do mercado financeiro apontam inflação em torno de 4% para este e para os próximos dois anos.

A inflação controlada e os juros baixos não são suficientes para lançar a economia numa trajetória firme de crescimento, com recuperação do emprego, como temos visto nos dois últimos anos. Mas, iniciar um governo com essas duas frentes em estado de calmaria é um trunfo e tanto. As energias do novo governo podem ser direcionadas para outras áreas. A principal delas, o ajuste inadiável das contas públicas, que depende de uma reforma da Previdência para valer.

Repassando em números os ciclos de governo: quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o segundo mandato, em janeiro de 1999, a economia passou pela turbulência da desvalorização do Real. O ano fechou com inflação de 8,94%.

Após assumir em 2003, Luiz Inácio Lula da Silva herdou um processo inflacionário gestado durante a campanha que o elegeu. As incertezas sobre qual seria a política econômica do governo do PT provocaram uma forte pressão sobre o câmbio, o real se desvalorizou, elevando os preços.

O ano de 2002 fechou com inflação de 12,53%. No ano seguinte, o primeiro ano do primeiro mandato de Lula, a inflação ainda foi muito alta, de 9,3%.

Dilma Rousseff também herdou de Lula um processo inflacionário acumulado no final de seu governo. Em 2008, quando a inflação bateu em 5,9%, foi amortecida por conta da crise financeira internacional, que arrastou as economias desenvolvidas para a recessão e derrubou o crescimento no Brasil. Mas Lula encerrou 2010 com inflação de 5,91%.

No primeiro ano do mandato de Dilma, a inflação bateu no teto da meta, em 6,5%. A então presidente não foi capaz de debelar o processo inflacionário. Pelo contrário, a escalada dos preços continuou.

Em 2015, o primeiro ano do segundo mandato da ex-presidente, a inflação chegou a dois dígitos, a 10,67%, mais do que o dobro da meta para aquele ano, que era de 4,5%. A inflação continuou alta em 2016, fechando o ano em 6,29%.

Mas, por força de uma recessão profunda, desemprego elevadíssimo e do resgate da credibilidade do Banco Central sob a gestão de Ilan Goldfajn, a inflação caiu para 2,95% em 2017. Abaixo do piso da meta, que era de 3%.

Com o índice de 3,75% de 2018 já são dois anos de inflação rigorosamente baixa. Com perspectiva de que continue assim, caso as reformas que estão sendo discutidas no momento sejam efetivadas.

Coluna João Borges – G1
Economia

Dólar fecha em queda e Bolsa bate novo recorde, com alta de 0,36%

Depois de operar a maior parte do dia em queda, o Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com mais um recorde nominal, 92.031 pontos, em alta de 0,36% em relação ao pregão anterior.

O recorde anterior foi registrado em 4 de janeiro deste ano com a marca de 91.840 pontos. O volume negociado ultrapassou R$ 14.181 bilhões. As ações com melhor desempenho foram BRF, Eletrobras, B2W Digital, MRV e TIM.

O dólar comercial fechou em queda de 0,48%, cotado a R$ 3,7153. Ontem (7), a moeda norte-americana registrou a primeira alta neste ano, fechando o dia a R$ 3.7331, com alta de 0,46%.

Agência Brasil
Economia

Mercado mantém expectativa de inflação em 4,01% e dólar a R$ 3,80

Divulgado hoje, em Brasília, o Boletim Focus do Banco Central projeta a inflação anual oficial do país – medida pelo IPCA – em 4,01% e o câmbio em R$ 3,80. Os dois indicadores são os mesmos apontados há uma semana. Já as expectativas de crescimento econômico tiveram ligeira redução: de 2,55% para 2,53.

Na comparação das últimas semanas, as projeções de inflação, dólar e crescimento da economia seguem estáveis. Para o próximo ano, analistas ouvidos pelos Focus continuam prevendo inflação de 4% em 2020 e 3,75% em 2021. Para 2020, as projeções indicam dólar a R$ 3,80 e a R$ 3,85 em 2022. Nos dois anos, a estimativa é de que a alta do Produto Interno Bruto – PIB (a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) fique em 2,5%.

Para este mês de janeiro, a previsão é de que inflação se mantenha em 0,37% e, em fevereiro, 0,44% – os mesmos percentuais assinalados na semana passada. Houve, no entanto, expectativa de alta da inflação acumulada nos últimos 12 meses: de 3,87% vislumbrados há uma semana para 3,96% no boletim de hoje.

A consulta do Banco Central – feita semanalmente a analistas econômicos – também aponta estabilidade da taxa de câmbio em janeiro e fevereiro (dólar na faixa dos R$ 3,80).

Últimos Eventos

06/05/18
Parque Dinissauros - Povoado Sto Antonio (Cobra)
Março 2017
Aero Clube
08/07/2017
Parque Exposições - Fotos: Mazilton Galvão
08/07/2017
Parque Exposições - Fotos: Mazilton Galvão

Mais eventos

Jornal Expresso RN

Baixar edições anteriores

Curta Jean Souza no Facebook

Siga Jean Souza no Instagram

Empresas filiadas

Banners Parceiros

Design por: John Carlos
Programação por: Caio Vidal
Botch das divs centrais
X
Experimente o nosso aplicativo para Android. Clique para baixar e aproveite!