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Crise Hídrica

Seca deixa cidades com risco de colapso no abastecimento no RN

Baixo volume do rio Piranhas-Açu preocupa Caern (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Baixo volume do rio Piranhas-Açu preocupa Caern
(Foto: Anderson Barbosa/G1)

O baixo volume do rio Piranhas/Açu, provocado pela seca, afetou diretamente o abastecimento das cidades de Jardim de Piranhas, Caicó e Timbaúba dos Batistas. As duas últimas correm risco de entrar em colapso no abastecimento, segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte. A primeira deve continuar sendo atendida no regime de rodízio no abastecimento.

O problema ocorre porque o rio recebe água do açude de Curemas/Mãe D’água, localizado na Paraíba. Este mesmo açude não está com capacidade suficiente para atender os dois estados. Por isso, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), está com dificuldades de bombear água para as referidas cidades através da adutora Manoel Torres.

Com o intuito de amenizar a situação, a Caern, junto com a Prefeitura Municipal de Jardim de Piranhas, iniciou um trabalho de limpeza no leito do rio, na tentativa de melhorar a captação. A Companhia também tem buscado fontes alternativas de abastecimento para a região. É válido destacar, ainda, que todos os usos que não são considerados prioritários pela lei, tais como irrigação, estão proibidos no leito do rio pela Agência Nacional de Águas (ANA).

A cidade de Caicó será atendida de forma parcial pelo Açude Itans. Mesmo assim, como esta fonte de abastecimento já está com o volume muito baixo, vem operando com a metade da capacidade. Caso não sejam encontradas soluções em curto prazo, a cidade poderá entrar em colapso de abastecimento.

Atualmente são 12 cidades em colapso e 79 em rodízio em todo Estado. A Caern recomenda à população do Estado economizar água a fim de prolongar o máximo o tempo de abastecimento.

 

G1 RN
Crise Hídrica » Paraíba

Mais de 6 mil paraibanos dependem de dessalinizadores para acesso a água no interior

Situação ruim é amenizada com dessalinizadores.

Situação ruim é amenizada com dessalinizadores.

Uma unidade de dessalinização de água está ajudando no abastecimento de mais de 800 famílias e 21 instituições públicas da cidade de Serra Branca, a 234 km de João Pessoa, no Cariri da Paraíba. Com custo de aproximadamente R$ 120 mil, a unidade de dessalinização foi entregue no início deste mês com a presença do coordenador nacional do programa Água Doce do Ministério do Meio Ambiente, Renato Ferreira. Outros sistemas do tipo nessa região atendem a mais de 6 mil habitantes e amenizam os efeitos da estiagem.

A produção da unidade de Serra Branca é de 800 litros de água/hora e, para se ter um controle da procura e da oferta e adaptar o horário de funcionamento do sistema, as pessoas estão sendo orientadas a fazer o cadastro antes de pegar a água, sejam elas crianças, adultos ou idosos. As inscrições podem ser feitas na Secretaria Municipal de Educação ou com a equipe de técnicos e os interessados só precisam levar um documento de identificação e um comprovante de residência.

De acordo com o coordenador do Programa na Paraíba, Robi Tabolka, a água é distribuída quatro dias da semana. “Na segunda-feira não há distribuição porque é o dia reservado para a produção da água. Nas terças e quintas são os dias de retirada das instituições e, nas quartas e sextas é a vez dos moradores”, informou o coordenador.

A região de Serra Branca depende de dois reservatórios, sendo que um deles está totalmente seco e o outro tem apenas 5,6% da capacidade total de 14 milhões de metros cúbicos.

Ampliação

Além dessa unidade em Serra Branca, o ministro e o Estado entregaram ainda mais dois sistemas no município de Parari, que fica na região de Serra Branca, um na sede e outro na comunidade Sítio Farias, cujos cadastros começam na próxima semana. As três unidades vão beneficiar quase seis mil habitantes que sofrem com a escassez de água.

A instalação dos sistema de dessalinização de água em áreas secas da Paraíba ocorre por meio do programa Água Doce, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. O objetivo é estabelecimento de uma política pública permanente de acesso à água de boa qualidade para o consumo humano, promovendo e disciplinando a implantação, a recuperação e a gestão de sistemas de dessalinização sustentáveis, ambiental e socialmente, para atender as populações de baixa renda em comunidades difusas do semiárido.

Na Paraíba, o Água Doce vai investir mais de R$ 22 milhões na recuperação e instalação de 93 sistemas de dessalinização, beneficiando aproximadamente 37 mil paraibanos.

Portal Correio
Crise Hídrica

‘Se continuar a seca no próximo ano, não é só gado que vai morrer’, diz presidente da Anorc

O setor agropecuário vive um momento difícil com a estiagem prolongada, aumento do custo de produção e redução em mais de 10% do rebanho potiguar no ano passado, segundo o presidente da Associação Norte-Riograndense de Criadores (Anorc), Antônio Teófilo.

“São quatro anos de seca. E se continuar assim, se não chover no próximo ano não vai morrer só o gado, vão morrer humanos, porque essa crise hídrica é violenta”, afirma.

Ele defende a implementação de políticas públicas urgentes para resolver as questões da agropecuária do Nordeste. “No caso específico do nosso Estado, ter um preço mais justo para os produtos e subsídios para os insumos”, afirma.

Tribuna do Norte / Via Tonny Whashongton
Crise Hídrica

Mais da metade de municípios potiguares enfrentam problemas no abastecimento

Baixa nos níveis dos reservatórios instala crise no fornecimento de água para a população do Rio Grande do Norte – (Foto: Eugênio Oliveira)

Baixa nos níveis dos reservatórios instala crise no fornecimento de água para a população do Rio Grande do Norte – Foto: Eugênio Oliveira

A seca impôs uma dura realidade ao Estado, que se depara com o declínio dos níveis dos reservatórios e as dificuldades para assegurar o fornecimento de água. Levantamento divulgado ontem, 8, pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN), aponta que mais da metade dos municípios atendidos pela empresa estão enfrentando crise no abastecimento de água.

Das 153 cidades que têm os sistemas operados pela empresa, 11 estão em colapso, sendo atendidas por carros-pipa ou alternativas definidas pelas prefeituras, junto à Defesa Civil, à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) e também ao Exército. Outras 80 cidades estão recebendo água através de rodízio, isto é, em dias e horários alternados.

Atualmente, as cidades em colapso são Acari, Carnaúba dos Dantas e Currais Novos, na região Seridó; Antônio Martins, João Dias, Luiz Gomes, Paraná, Pilões, São Miguel e Tenente Ananias, no Alto-Oeste; além de Macau, na região Central.

A Caern ampliou esta semana a lista de cidades abastecidas em esquema de rodízio. A quantidade aumentou de 42 para 80 cidades abastecidas em forma de rodízio, com a inclusão dos municípios das regiões Central e Agreste do Estado. A medida é preventiva e visa prolongar o tempo de abastecimento destas cidades, observando que o cenário de estiagem tem se intensificado dia a dia. Nas cidades em rodízio, a Caern define os critérios de distribuição da água de acordo com as características do sistema, bem como a reserva ainda existente.

Em Martins, no Alto-Oeste, por exemplo, o abastecimento está sendo feito de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, ficando desligado o restante do tempo. Em Olho D’Água do Borges, também no Oeste, o fornecimento é feito o dia todo, de segunda a sexta, parando durante o fim de semana. Em Parelhas, na região Seridó, nos dias de terça e sexta, o sistema fica parado o dia todo. Dentre as cidades que vão iniciar o rodízio no abastecimento de água estão as cidades de Espírito Santo e Passagem, na região Agreste do Estado. O rodízio foi programado para começar ontem, 8, às 19h, para Espírito Santo, retornando às 5h da manhã deste sábado, 10. Hoje, 9, é a vez de Passagem que tem serviço suspenso às 7h30 e o retorno às 7h30 do sábado.

Em algumas cidades, o rodízio é feito alternando o abastecimento entre os bairros. É o caso de Ielmo Marinho, na região Central, onde o rodízio é feito com manobras internas entre os bairros. Além disso, o sistema fica parado durante todo o dia da sexta-feira. Em Caicó, a população foi dividida por áreas e mensalmente o escritório local divulga um calendário indicando os dias de fornecimento de água.

INVESTIMENTO

De acordo com a assessoria da Caern, nos últimos nove meses, a companhia investiu recursos da ordem de R$ 8,8 milhões, destacando gastos com carros-pipa, material de tratamento entre outras medidas, enquanto as perdas comerciais ocasionadas pela suspensão de faturamento em algumas cidades representa um montante de R$ 4,7 milhões.

A assessoria acrescentou que é rotina na Caern pesquisar novas opções de captação de água no Estado, uma tentativa de manter o abastecimento regular nas cidades potiguares. A companhia ainda destacou que a população também tem importante papel nesse trabalho, considerando a economia de água fundamental para prolongar o abastecimento por mais tempo.

DADOS

  • Quantidade de cidades submetidas ao rodízio aumentou de 42 para 80.
Gazeta
Crise Hídrica

Em todo o RN, 91 cidades enfrentam dificuldades no abastecimento

Mais da metade dos municípios atendidos pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) estão enfrentando crise no abastecimento de água.  Das 153 cidades que têm os sistemas operados pela empresa, 11 estão em colapso, sendo atendidas por carros-pipa ou alternativas definidas pelas prefeituras, junto à Defesa Civil, à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e também ao Exército. Outras 80 cidades estão recebendo água através de rodízio, isto é, em dias e horários alternados.

Atualmente, as cidades em colapso são Acari, Carnaúba dos Dantas e Currais Novos, na região Seridó; Antônio Martins, João Dias, Luiz Gomes, Paraná, Pilões, São Miguel e Tenente Ananias, no Alto Oeste; além de Macau, na região Central.

A Caern ampliou esta semana a lista de cidades abastecidas em esquema de rodízio. A quantidade aumentou de 42 para 80 cidades abastecidas em forma de rodízio, com a inclusão dos municípios das regiões central e agreste do Estado. A medida é preventiva e visa prolongar o tempo de abastecimento destas cidades, observando que o cenário de estiagem tem se intensificado dia a dia. Nas cidades em rodízio, a Caern define os critérios de distribuição da água de acordo com as características do sistema, bem como a reserva ainda existente.

 

Crise Hídrica

Estado prorroga emergência em 153 municípios devido à seca

O governador Robinson Faria (PSD) publicou decreto nesta quinta-feira (24) prorrogando o estado de emergência em 153 municípios potiguares devido à seca. Durante os 180 dias previstos de vigência do decreto, o Estado poderá contratar com dispensa de licitação obras e serviços direcionados a combater as consequências da estiagem.

De acordo com o Governo, o mapa das chuvas nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015 demonstram que grande parte dos municípios do Rio Grande do Norte tiveram volumes de chuva abaixo dos 500mm no período de janeiro a julho, causando a baixa nos reservatórios de água do estado.

Com a seca, o Governo estima que o prejuízo de R$ 4,7 bilhões, o que representa uma redução 57,54% na contribuição da produção agropecuária no Rio Grande do Norte em anos de inverno normal.

“Para a atividade de produção de frutas irrigadas, foi considerado uma redução de 25% no volume produzido; o grau de acometimento para a cana de açúcar foi de 30 %; para a pecuária, os prejuízos foram da ordem de 60 %; já para as culturas de subsistência, inclusive o algodão e a castanha de caju, o grau de perdas considerado chegou a 60 % dos valores obtidos em anos normais”, disse o Governo em seu decreto.

Tibuna do Norte
Crise Hídrica

RN tem 40% dos reservatórios secos ou em volume morto

Depois de quatro anos de seca, o que se tem visto no interior do Rio Grande do Norte é um quadro de desolação. Percorrendo o interior do Estado, o que se encontra são carcaças de animais mortos nas margens das rodovias por falta de água e alimento, grandes reservatórios secos e cidades inteiras sendo abastecidas por carros-pipa. Nas áreas rurais, a situação é ainda mais complicada, tendo em vista que, mesmo recebendo abastecimento dos carros-pipa, a dificuldade para manter os animais vivos é uma luta constante.

O último relatório divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) e publicado pelo jornal De Fato revela que 40% dos reservatórios do Rio Grande do Norte estão secos ou em volume morto e, ainda, que a reserva de água do Estado está em 20% – o percentual corresponde à média dos níveis dos reservatórios que ainda oferecem água para o consumo humano.

Crise Hídrica

Seca histórica muda paisagens no RN e faz sertanejo querer ir embora

Açude Gargalheiras está praticamente seco por conta da estiagem prolongada (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Açude Gargalheiras está praticamente seco por conta da estiagem prolongada (Foto: Anderson Barbosa/G1)

A mais longa estiagem dos últimos 100 anos no Rio Grande do Norte está mudando hábitos e transformando paisagens interior a dentro. Reservatórios secaram, cachoeiras desapareceram e o verde da vegetação ganhou tons de cinza. O solo rachou, animais morreram, plantações foram dizimadas. Os prejuízos, somente no ano passado, somam R$ 3,8 bilhões. E o sertanejo, que sofre com escassez, agarra-se à fé. As previsões para o ano que vem não são boas. Um reservatório com obras atrasadas e a transposição do rio São Francisco, que sequer tem data para chegar ao território potiguar, são as soluções apontadas pelos governantes.

Dos 167 municípios do estado, 153 estão em estado de emergência pela falta de chuvas. Destes, 122 são abastecidos por caminhões-pipa. Em onze cidades, que se encontram em colapso no abastecimento, o fornecimento de água está comprometido e a Companhia de Águas e Esgotos (Caern) suspendeu a cobrança das faturas. A maior barragem do estado, a Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, já atingiu o volume mais baixo de sua história. Nas regiões afetadas tem gente que só pensa em ir embora.

Para ver de perto os efeitos da seca, equipes do G1 e da Inter TV Cabugi percorreram aproximadamente 1.400 quilômetros. Durante cinco dias foram visitadas 19 cidades nas regiões Seridó e Oeste do estado. Em Acari, Antônio Martins, Carnaúba dos Dantas, Currais Novos, João Dias, Luís Gomes, Paraná, Pilões, Riacho de Santana, São Miguel e Tenente Ananias o colapso no abastecimento faz os moradores dormirem mal, angustiados com a escassez. E é preciso levantar cedo para enfrentar as filas em busca de alguma água. Já em Apodi, Caicó, Itajá, Jucurutu, Lucrécia, Parelhas, Pau dos Ferros e São Rafael, é o nível baixo das barragens que preocupa.

 

G1 RN
Crise Hídrica

Quase 800 milhões de pessoas não têm acesso à água no mundo

Quase 800 milhões de pessoas não têm acesso a água no mundo e uma das principais saídas para a crise hídrica é estimular a população a economizar. Esse é o tema da terceira reportagem de Tonico Ferreira na série “Água – Planeta em Crise”. Em países como os Estados Unidos e a Austrália, o governo chega a dar incentivos financeiros para quem está disposto a evitar o desperdício. A série é uma parceria do Jornal da Globo com o Globo Natureza.

Com um açude bem no centro da cidade, Campina Grande, na Paraíba, dá a impressão de que tem água sobrando, mas não. O açude está poluído por esgoto. Resta para a cidade o reservatório Boqueirão, a 45 km do centro, que está com menos de 18% da capacidade. O Resultado: os 400 mil habitantes de Campina Grande estão submetidos a um rodízio de água rigoroso. O fornecimento é interrompido às 5 da tarde de sábado e só volta às 5 da manhã de terça-feira.

 

Abastecimento » Crise Hídrica

RN: 47 cidades em colapso ou rodízio

O agravamento da crise na oferta de água em função da estiagem afeta um em cada quatro municípios do Rio Grande do Norte, de acordo com o levantamento feito pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Dos 167 municípios potiguares, já estão em situação crítica 47 municípios (28%), dos quais 35 enfrentam rodízio de abastecimento de água e 12 estão em em situação de colapso no sistema de abastecimento. Desses, 11 são atendidos  pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e um – Alexandria, pelo Sistema Autônomo de Águas e Esgotos (SAEE).

Em função do estágio atual da crise hídrica, a chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, reuniu-se, no começo da tarde de ontem, com titulares das pastas e órgãos envolvidos no enfrentamento dos efeitos da estiagem, na região semiárida do Estado. Na ocasião, foi decidido que na terça-feira (8), vai se reativar o Comitê Gestor de Combate à Seca, bem como será apresentado um plano de trabalho para a distribuição de águas por caminhões pipas, que inicialmente só tinha prevista a liberação de R$ 2,9 milhões para a contratação de “pipeiros”.

O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, José Mairton de França, reconheceu, mais uma vez, que esse volume de recursos, “está muito aquém das necessidades do Estado em face desse novo quadro  que se apresenta em relação à oferta de água”. França explicou que em fevereiro, quando havia uma previsão de que a escassez de água poderia afetar mais de 40 municípios, a necessidade de recursos para abastecer as áreas urbanas por carros-pipa girava em torno de R$ 34 milhões.

O secretário disse que dentro de duas semanas o governador Robinson Faria e parte do staff da área de Recursos Hídricos, “devem agir politicamente em Brasilia” para tentar a liberação de recursos para a contratação dos carros-pipa e outras ações de enfrentamento da seca. Já o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel bombeiro Elizeu Lisboa Dantas, informa que só para abastecer as 12 cidades em situação de colapso de água seriam necessários pelo menos 20 carros-pipa, “que fariam o abastecimento de quatro carradas por dia, duas pela manhã e duas à tarde”’.

Elizeu Dantas disse que “a situação do início do ano é diferente de agora, pois se agravou circunstancialmente”. Por isso há a necessidade de se fazer levantamento e compilação de novos dados a respeito dos efeitos provocados pela estiagem em relação ao abastecimento de água, alimentação de animais e apoios às populações afetadas.

França explicou que, em decorrência dessa nova situação, o governo vai centrar suas ações em três linhas: disponibilidade de água para consumo humano, em primeiro lugar, levantar as necessidades de forragem animal e executar ações sociais junto às populações afetadas, além de garantir a reedição do decreto de emergência, que expira em 4 de outubro, para os 153 municípios que já estão nessa situação.

Deputados da PB, RN e PE formulam pleitos ao Governo Federal

Deputados estaduais do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco se reuniram ontem (3), em audiência pública na Assembleia Legislativa paraibana, para debater a seca no Nordeste e cobrar do Governo Federal recursos para a conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco. Devido ao esforço dos parlamentares potiguares, o Rio Grande do Norte conseguiu garantias de que seria beneficiado com as obras de transposição, mas o foco no momento é a celeridade na finalização das ações. Presidente da Frente Parlamentar da Água no RN, o deputado Galeno Torquato (PSD) disse que o encontro visa sensibilizar a presidente Dilma Rousseff (PT) para que sejam destinados recursos para o enfrentamento da crise hídrica no Nordeste. O presidente da AL paraibana, Adriano Galdino (PSB), cobrou igualdade na destinação dos recursos federais distribuídos para o combate de escassez de água no país. Ao final da audiência, os deputados formalizaram um documento contemplando os pleitos e prioridades elencadas pelos parlamentares. O requerimento será entregue pelo deputado Adriano Galdino à presidente Dilma Rousseff, que faz visita nesta sexta-feira (4) à capital paraibana.

Tribuna do Norte

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